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Frente fria provoca chuva entre o PR, MS e SP
domingo, 7 de setembro de 2014

Depois de provocar temporais no sábado, especialmente sobre o Rio Grande do Sul, uma frente fria enfraqueceu e se afasta cada vez para alto-mar. Mas parte de sua instabilidade ainda persiste sobre o Paraná e está influenciando também algumas áreas de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Apenas o oeste de São Paulo está sentindo a chuva desta frente fria. As nuvens carregadas estão bloqueadas e não vão avançar para o restante do Estado.

Mas toda a região entre o centro-norte do Paraná, oeste de São Paulo e o centro-sul de Mato Grosso do Sul permanece com chuva frequente no decorrer da tarde deste domingo, que pode ser moderada a forte em alguns momentos. A instabilidade deve se dissipar durante a noite e a chuva vai parando.

Confira alguns volumes de chuva acumulados entre 10h de 6/9/2014 e 10h de 7/9/2014, segundo medições do Instituto Nacional de Meteorologia

Sete Quedas (MS): 51 mm

Goioerê (PR): 28,4 mm

Marechal Cândido Rondon (PR): 27,8 mm

Itaquiraí (MS): 27,4 mm

Paranapoema (PR): 26,2 mm

Racharia (SP): 4,2 mm

Presidente Prudente (SP): 3,0 mm

 

 

Nova frente fria

uma outra frente fria já está sendo esperada para o fim de semana e vai trazer novos temporais. Os efeitos desta frente fria começam a ser sentidos sobre  Rio Grande do Sul já na quarta-feira. Na quinta, os temporais começam a avançam sobre Santa Catarina e na sexta invadem o Paraná. A semana termina bastante fria no Sul.

Na Região Sudeste, as mudanças no tempo desta nova frente fria vão começar por São Paulo na próxima sexta-feira.

Muita instabilidade entre Salvador e João Pessoa
domingo, 7 de setembro de 2014

A recente passagem de uma frente fria pelo litoral da Bahia estimulou a formação de áreas de instabilidade na costa leste do Nordeste. Desde a sexta-feira, nuvens carregadas estão se espalhando pelo litoral leste nordestino provocando chuva constante e em algumas horas com moderada intensidade.

Estas áreas de instabilidade se intensificaram e neste domingo a situação meteorológica entre Salvador e João Pessoa merece mais atenção. A chuva constante, às vezes com moderada intensidade, se acumula no decorrer deste domingo e pode causar alguns transtornos para a população. A chuva mais persistente e volumosa ao longo deste domingo ocorre entre Maceió e João Pessoa. Não há expectativa de raios e nem de ventania, mas pode haver alguns alagamentos de pequena a média dimensão.

 

Confira o volume de chuva acumulado entre 8h de 5 de setembro e 8h de 6 de setembro, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia.

João Pessoa (PB): 26,4 mm

Recife (PE): 22,4 mm

Maceió (AL): 15 mm

Aracaju (SE): 1,4 mm

Salvador (BA): 2,8 mm

 

Mar agitado

Além da chuva, o mar agitado na costa leste do Nordeste vai ajudar a manter a população afastada das praias. As ondas neste domingo podem ter picos com até 2 metros entre da Bahia a Paraíba. Durante a noite deste domingo, na madrugada e manhã da segunda-feira, a agitação mais intensa no mar deve ocorrer entre Sergipe e Pernambuco, com ondas com até 2 metros. No decorrer da tarde, as ondas devem diminuir.

 

Chuva prejudica produção de alho em GO
sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O excesso de chuva no estado de Goiás atrapalhou a produção de alho no estado, por isso as lavouras devem produzir menos nesta safra. Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos dias em todo o Brasil.

 

Frente fria aumenta a umidade no Nordeste
sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A passagem de uma frente fria pelo litoral da Bahia causa uma grande transformação das condições do tempo sobre o Nordeste. Com a mudança dos ventos provocada por esta frente fria, uma grande quantidade de umidade se espalhou sobre o Nordeste e muitas nuvens voltaram a se formar sobre a Região.

Pelas imagens de satélite é possível perceber claramente a diferença entre as condições do tempo desta sexta-feira e o que era observado na quarta-feira. Na imagem da direita, do fim da manhã desta sexta-feira, 5 de setembro, as manchas amareladas representam nebulosidade. No círculo vermelho, as manchas em azul representam nuvens carregadas que podem até conter raios. Este tipo de nuvem só se formou porque o nível de umidade no ar aumentou muito.

A imagem de satélite da esquerda representa a situação de ar muito seco que predominava na quarta-feira, quando ainda não havia a influência da frente fria. O tom de marrom escuro indica pouca ou nenhuma nebulosidade. Os níveis de umidade na tarde de quarta-feira no interior do Piauí, em parte da Bahia e do Maranhão ficou abaixo dos 20%.

Chuva

O aumento da umidade desta sexta-feira favoreceu a formação de nuvens de chuva especialmente sobre a Bahia, mas também em Sergipe, Alagoas, no interior do Piauí e do Maranhão. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 18 mm em Pão de Açúcar, no sertão de Alagoas, entre 9h e 13h.

No fim de semana, o ar continua úmido em grande parte do Nordeste e há condições para um pouco de chuva no litoral e no interior. Mas a chuva que ocorrer no interior será em pequenas áreas. Já no litoral, pode chover forte entre a Bahia e Pernambuco.

Confira a previsão para a o Nordeste

O mar fica bastante agitado na costa leste.

Sul do Brasil tem ventos de quase 90 km/h
sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Atualizado em 05/09/2014 às 15h20

Um sistema de baixa pressão atmosférica se organizou entre o norte da Argentina, sul do Paraguai e o oeste da Região Sul do Brasil. Essa condição organizou uma grande massa de nuvens que provocou chuva volumosa em diversas áreas. Segundo informações da estação automático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre às 6 e às 8 horas da manhã de sexta-feira (05) choveu 63,8mm. O aeroporto de Uruguaiana registrou trovoadas por volta das 8 da manhã.

Ao longo da tarde de sexta-feira, as rajadas de vento se intensificaram sobre o oeste do Rio Grande do Sul. Em Quaraí o vento chegou aos 86 km/h, em Uruguaiana as rajadas alcançaram os 80 km/h.

Na imagem de satélite, as áreas em laranja representam nuvens com grande profundidade vertical, ou seja, nuvens que são capazes de gerar grandes temporais com volumes elevados de chuva.

Imagem de satélite do canal do infravermelho realçado

 

Ao longo da sexta-feira, as áreas de instabilidade se espalham sobre o Estado do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná, provocando pancadas de chuva com intensidade de moderada a forte. A persistência da chuva gera volumes acumulados acima dos 50 mm  em algumas áreas, o que pode provocar alagamentos.

Mais chuva para o Sul

O céu carregado de nuvens e a chuva não dará trégua ao Rio Grande do Sul e as demais áreas da Região Sul do país durante o sábado (06) e o domingo (07). Um ciclone extratropical vai se posicionar no Atlântico Sul e organizar uma frente fria. As pancadas de chuva podem vir novamente com forte intensidade principalmente entre o fim da tarde e a noite. No domingo as áreas de instabilidade se deslocam e a chuva ficará mais concentrada entre Santa Catarina e o Paraná.

Volta a chover em parte da Região Sul
quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Uma grande massa de nuvens se forma entre o norte da Argentina, o Paraguai e o oeste da Região Sul. A nebulosidade é organizada por um sistema de baixa pressão atmosférica que avança para o leste e vai provocar o crescimento de muitas nuvens sobre a Fronteira Oeste.

Segundo informações do aeroporto de Buenos Aires, as rajadas de vento chegaram aos 52 km/h.

O radar meteorológico de Santiago no Rio Grande do Sul já mostra a presença de chuva com intensidade forte (manchas vermelhas) sobre a Argentina.

Radar Meteorológico de Santiago-RS (horário local 9h26) - REDEMET

As áreas de instabilidade avançam sobre o oeste da Região Sul na quinta-feira (04). Há o risco de chuva forte que virá acompanhada de raios.

Até o domingo (07) as nuvens carregadas se espalham sobre os Estados da Região provocando pancadas de chuva persistente. Os volumes acumulados aumentam bastante e de forma mais pontual há o risco de temporal.

Chuva aumenta sobre Goiás
quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Áreas de instabilidade estão se intensificando sobre o centro-sul de Goiás provocando muita nebulosidade e pancadas de chuva. Estas nuvens estão ganhando força e vão provocar mais chuva no decorrer da tarde e na noite de hoje. A umidade também está aumentando sobre Goiânia e também são esperadas pancadas de chuva sobre a capital goiana. Na segunda-feira choveu 36 mm sobre Goiânia. A média de chuva para setembro é de aproximadamente 48 mm.

Há risco de raios e algumas rajadas de vento fortes, mas não deve ventar de forma intensa como ocorreu ontem em São Simão, onde o Instituto Nacional de Meteorologia registrou uma rajada de vento com 105 km/h.

Imagem de satélite do canal do infravermelho realçado

A presença de um sistema de baixa pressão atmosférica auxilia na formação de áreas de instabilidade. Há o risco de chuva forte inclusive sobre Goiânia ao longo da tarde de quarta-feira. Os volumes de chuva acumulados entre a noite de terça-feira (02) e a manhã de quarta-feira (03) já totalizam 17,4mm em São Simão e 12,8mm em Catalão.

A quarta-feira (03) ainda terá novas pancadas de chuva sobre o Estado de Goiás, as pancadas de chuva podem vir acompanhadas de raios e fortes rajadas de vento de até 60 km/h.

Na quinta-feira (04) o dia será de mais nuvens do que chuva. O sol já aparece e as áreas de instabilidade perdem força sobre o sul de Goiás. No centro-norte goiano, muitas nuvens e pancadas de chuva ao longo do dia. O ar seco volta de vez no sábado (06), o sol predomina e o ar seco favorece a queda da umidade relativa do ar.

Ventos de quase 100km/h no RJ
quarta-feira, 3 de setembro de 2014

As fortes áreas de instabilidade que avançaram da Região Sul para o Sudeste do Brasil também provocaram mudanças no tempo no Estado do Rio de Janeiro entre a madrugada e manhã da quarta-feira (03). As pancadas de chuva não geraram grandes volumes acumulados, no entanto o forte gradiente de pressão acabou acarretando em ventania em diversas áreas do Estado fluminense.

 

Imagem de satélite do canal do infravermelho realçado

 

Segundo informações das estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), as rajadas de vento chegaram aos 102 km/h em Arraial do Cabo, aos 93 km/h na serra fluminense, em Xerém aos 89 km/h e aos 97 km/h na estação do Forte de Copacabana. As agências de notícias relatam a queda de árvores em Botafogo e uma cobertura de prédio de foi arrancada por conta dos ventos fortes em Ipanema.

O internauta Felipe Santos enviou para a Climatempo estas imagens que mostram árvores que foram derrubadas pela ventania que ocorreu na cidade do Rio.

As áreas de instabilidade ainda circulam sobre o Estado do Rio de Janeiro no quarta-feira. Há o risco de novas pancadas de chuva ao longo do dia, que podem vir com intensidade forte mas de forma mais pontual. A intensidade dos ventos diminuem um pouco e não devem passar dos 70 km/h. A quinta-feira (04) terá um céu mais fechado e risco de garoa e chuva fraca a qualquer momento. As condições de chuva só devem diminuir a partir da sexta-feira quando o ar seco começa a predominar e impedir a circulação de umidade proveniente do mar.

Nebulosidade aumenta e há risco de chuva em SP
quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Atualizado em 03/09/2014 às 14h50

A noite de terça-feira (02) foi de temporais em diversas áreas do Estado de São Paulo, as áreas de instabilidade começam a perder força e suporte de umidade na quarta-feira (03). O sol já aparece em algumas áreas de divisa com o norte do Paraná registram chuva com intensidade forte, segundo informações do radar meteorológico de Bauru operado pelo IPMet/UNESP.

Radar meteorológico do IPMet/UNESP às 08h45 (horário local)

 

Imagem de satélite do canal do infravermelho realçado

As estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registraram acumulados de chuva de 17,6mm entre a noite de terça-feira (02) e a madrugada de quarta-feira (03) em São Paulo. Em Barueri os volumes de chuva chegaram aos 30,8mm no mesmo período.

As áreas de instabilidade perdem força e se distanciam do Estado de São Paulo durante a quarta-feira. Ainda há o risco de pancadas de chuva principalmente no interior paulista. De forma mais localizada há o risco de chuva forte. No entanto o predomínio sobre as áreas do Estado será de céu com muitas nuvens, que não escondem completamente o sol, e risco de chuva fraca e garoa principalmente ao longo da noite.

Instabilidade enfraquece no Sul
terça-feira, 2 de setembro de 2014

As nuvens muito carregadas que provocaram ventania, chuva intensa e granizo nos Estados do Sul estão saindo da Região. A sequência de imagens de satélite mostra que pouco antes das 21 horas, as nuvens de tempestade se concentravam sobre o centro-leste e norte do Paraná. O Rio Grande do Sul, onde os temporais ocorreram pela manhã, já estava com pouca nebulosidade. Em Santa Catarina, as nuvens também já haviam diminuído bastante, depois dos temporais à tarde.

 

Nesta quarta-feira, as áreas de instabilidade enfraquecem sobre o Sul, mas ainda vão deixar muitas nuvens sobre a Região. Pancadas de chuva voltam a ocorrer sobre Santa Catarina e Paraná, mas sem a ocorrência de ventania. Não deve chover sobre o Rio Grande do Sul.

Porém, a população gaúcha deve ficar atenta, pois uma nova frente fria vai influenciar o Rio Grande do Sul no sábado e a ventania deve voltar.

A tabela mostra as rajadas de vento mais intensas registradas sobre o Sul do Brasil em 2 de setembro de 2014, com dados do Instituto Nacional de Meteorologia. A ventania, a chuva forte e o granizo causaram estragos em muitas cidades dos três estados. 

 

 

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