Arquivo da Categoria ‘Chuva’

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Chuva reanima produtores de hortaliças de SP
quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O retorno da chuva desde o inicio do mês tem animado os produtores de hortaliças de Mogi das Cruzes, região metropolitana de São Paulo, mas muito ainda estão receosos. A água foi praticamente absorvida pelo solo e o inicio do plantio acontece com cautela. A estimativa é que com a seca deste ano, a produção de hortaliças tenha caído cerca de 30% no estado de São Paulo.

Confira a tendência do acumulado de chuva para os próximos dias em todo o Brasil.

 

Baixa pressão aumenta o vento entre SP e RJ
quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Fortes rajadas de vento ocorrem no fim da manhã desta quarta-feira na região do Guarujá, no litoral de São Paulo. A base aérea registrou uma rajada com 48 km/h, da direção sudoeste. No Rio de Janeiro, os ventos de sul e sudoeste começaram a se intensificar.

Em Florianópolis, a quarta-feira está sendo com ventos constantes e moderados. Durante toda a manhã, o aeroporto Hercílio Luz registrou ventos de sul e sudoeste entre 20 e 30 km/h.

O aumento do vento no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro está associado a um centro de baixa pressão que se organiza nesta região do litoral do Sudeste. Os ventos moderados no litoral de Santa Catarina são provocados pela recente passagem de um ciclone extratropical pela costa da Argentina, que também é uma área de baixa pressão. Estes centros de baixa pressão atuam em regiões oceânicas completamente diferentes.

 

 

Baixa pressão intensifica o vento

A pressão do ar varia rapidamente, numa área pequena, perto do centro de baixa pressão atmosférica. Estas variações aceleram o movimento do ar e faz o vento aumentar. Além disso, a baixa pressão concentra o ar úmido e força o crescimento de muitas nuvens. A presença de uma baixa pressão deixa o tempo mais instável, com maior condição de chuva.

O litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro ficam sujeitos a rajadas de vento moderadas a fortes, que podem superar os 60 km/h.

Nos mapas abaixo, as setas indicam os  ventos e as linhas cheias representam isóbaras, região de igual valor de pressão atmosférica. As letras A indicam sistemas de alta pressão e as letras B, as baixas pressões. A baixa pressão B1 permanece próxima do litoral do Rio de Janeiro e de São Paulo esta quinta-feira e só se dissipa na sexta-feira. A baixa pressão ciclone extratropical, B2, afasta-se em alto mar, muito longe da costa do Sudeste.

 

 

As bandas de nuvens de uma frente fria podem ser observadas nesta quarta-feira entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. A nebulosidade se estende sobre o mar. Os tons de azul e verde representam nuvens de chuva.

 

 

Nesta outra imagem de satélite é possível ver toda a extensão das bandas de nuvens desta frente fria, que prosseguem pelo oceano e terminam como um ciclone extratropical. A região do ciclone extratropical está marcada com o círculo vermelho. As bandas de nuvens se enrolam como um caracol, acompanhando o sentido horário dos ventos.

 

São Paulo tem maior chuva em 24h desde abril
quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A falta de chuva sobre São Paulo é tão grande, que algumas pessoas até estranham ver o céu nublado, dormir ou acordar com o barulho de chuva, ver as ruas completamente molhadas.

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre o Estado de São Paulo e provocaram chuva generalizada. Em muitas regiões paulistas, a chuva foi forte ou persistente por várias horas, gerando acumulados em 24 horas superiores aos 20 mm.

Na cidade de São Paulo, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 24 mm de chuva entre 10 horas do dia 4 e 10 horas de 5 de novembro. Foi a maior quantidade de chuva em 24 horas na região da estação medidora do Mirante de Santana, na zona norte da capital, desde meados de abril. Entre os dias 15 e 16 de abril deste ano choveu 25,9 mm. A chuva mais intensa em 24 horas de 2014, até o momento, foi de 85,1 mm entre os dias 8 e 9 de março, que até agora é também o mês com maior volume de chuva acumulado, 210, 9 mm.

Novembro trouxe a chuva de volta a São Paulo. O acumulado em 5 dias está em 48,4 mm e já é o maior total mensal desde setembro, quando choveu 67,6 mm.

A chuva vai continuar e pode ser forte especialmente no fim de semana, com a chegada de uma nova frente fria.

 

Frente fria chega ao Grande Rio
quarta-feira, 5 de novembro de 2014

A nebulosidade já começa a ganhar força no Grande Rio com a aproximação da frente fria. O aeroporto Santos Dumont registra temperatura de 27°C ao longo da manhã desta quarta-feira (05). Na terça-feira (04) as medições eram de 29°C, uma queda de 2°C. A queda da temperatura se deve ao vento ter mudado de direção em algumas áreas. Em outras, como ainda não houve alteração, as temperaturas seguem mais altas, por exemplo, no aeroporto de Campo dos Afonsos o termômetro já chegou aos 34°C.

A imagem do satélite meteorológico mostra a aproximação da nebulosidade devido a presença da frente fria.

A chuva sobre o Rio de Janeiro pode vir em forma de temporais, isso por conta da presença de um sistema de baixa pressão atmosférica que se formou entre a costa de São Paulo e do Estado do Rio de Janeiro. Essa condição favorece a convergência de mais umidade e a formação de mais nuvens carregadas.

A presença deste sistema ainda provoca a ocorrência de ventania, as rajadas de vento podem chegar aos 90km/h.

Mais chuva para o Rio de Janeiro

A chuva demorou, mas chegou ao Estado do Rio de Janeiro. A presença da frente fria e da baixa pressão atmosférica já muda as condições atmosféricas.

Agora que o ar mais seco conseguiu ser afastado, as condições de chuva se tornarão mais frequentes. As pancadas de chuva estarão presentes principalmente entre a tarde e a noite até a próximo sábado (08). No domingo (09) a presença da frente fria vai trazer mais chuva e são esperados grandes volumes acumulados que podem provocar alagamentos e inundações.

Frente fria vira o tempo no RJ e centro-sul de MG
terça-feira, 4 de novembro de 2014

As condições para chuva sobre parte do Sudeste do Brasil aumentam nesta quarta-feira com a chegada de uma nova frente fria, que vai avançar pelo litoral até o Rio de Janeiro.

A presença desta frente fria junto com o ar úmido e quente facilitam a formação de muitas nuvens carregadas sobre São Paulo, Rio de Janeiro, no centro-sul e oeste de Minas Gerais. Estas áreas, incluindo a região das cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte terão várias pancadas de chuva que podem ser fortes, causando até alguns alagamentos nas áreas urbanas. Há risco de raios e de intensas rajadas de vento.

 

 

Baixa pressão entre SP e RJ

A população do leste de São Paulo  e do Rio de Janeiro, especialmente do litoral, deve ficar atenta durante a quarta e quinta-feira para ocorrência de rajadas de ventos frequentes, moderadas a fortes. As mais intensas poderão alcançar velocidades entre 70 km/h e 80 km/h.  A intensificação do vento está associada com a formação de uma área de baixa pressão atmosférica no mar, entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. Além de facilitar a ocorrência de rajadas de vento, a baixa pressão ajuda a concentrar o ar úmido, o que aumenta o potencial para chuva constante e volumosa que pode causar problemas.

Acompanhe a chuva no Rio de Janeiro pelo Radar RJ , parceria do Alerta Rio com a Climatempo


 

 

Ar seco no norte de MG e ES

O Espírito Santo e o norte de Minas Gerais continuam secos, com muito sol e calor, depois da chuvarada da semana passada. Algumas nuvens crescem no decorrer dia, mas não deve chover. Uma massa de ar seco vai predominar nesta parte do Sudeste até o sábado dificultando a ocorrência de chuva. A chance de chuva aumenta com a chegada de outra frente fria ao Espírito Santo no dia 9 de novembro.

O meteorologista César Soares comenta sobre as frentes frias que devem chegar ao Sudeste nos próximos 15 dias.

 

 

Novembro promete chuva volumosa sobre o Brasil
terça-feira, 4 de novembro de 2014

Novembro começou com maior disponibilidade de umidade sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, o que vem permitindo a maior formação de nuvens carregadas. A frequência e a intensidade das pancadas de chuva aumentou muito sobre estas Regiões desde o fim de outubro.  Na primeira quinzena de outubro ainda tínhamos o predomínio de ar muito seco. Apesar do calor extremo, os níveis de umidade baixíssimos dificultaram a ocorrência de chuva.

 

Cordeirópolis (SP) chuva maravilhosa nesta noite de domingo, por Jonata H Cardoso em 2-11-2014

 

Não temos mais a situação de bloqueio atmosférico. O fluxo de ar úmido e quente vem sendo distribuído do centro-norte para o centro-sul do Brasil e as frentes frias voltaram a avançar para o litoral da Região Sudeste.

 

 

Três Lagoas (MS) com nuvens carregadas em 23-10-2014, por José Rogério

 

 

Novembro promete mais chuva! O mapa mostra a previsão do volume de chuva para o Brasil nos próximos 15 dias, até 19 de novembro. As manchas nos tons de verde representam uma estimativa de acumulados de chuva superiores a 100 mm. Nas áreas em verde escuro pode chover mais de 200 mm.

 

 

O meteorologista César Soares comenta quantas e quais os efeitos das frentes frias que vão chegar ao Brasil nos próximos 15 dias.  

 

Mais chuva para o Cantareira
terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mais chuva para o Cantareira

Novembro começou com chuva forte sobre o Cantareira. Em quatro dias, a Sabesp registrou 39,6 mm de chuva, quase toda a chuva que caiu nos 31 dias de outubro. No mês passado choveu 42,5 mm sobre o Cantareira. 

A previsão de mais chuva para o restante da segunda quinzena do mês vem se confirmando dia a dia. Somente até o dia 9 de novembro, a estimativa é de que chova em torno de 100 milímetros. Se isto se confirmar, o Cantareira tem grande chance de terminar o mês de novembro com mais chuva do que a média, que é de aproximadamente 161 mm.

O gráfico mostra a quantidade de chuva ocorrida e a média mensal do Cantareira de outubro de 2013 até agora.

 

 

Na tarde e noite de 3 de novembro, choveu em vários pontos do Sistema Cantareira, mas a chuva não foi uniforme e nem generalizada. A quantidade de chuva não foi igual sobre toda a área do sistema. O SAISP – Sistema de Alerta e Inundações do Estado de São Paulo – registrou 59,2 mm acumulado até por volta das 19h30 sobre uma parte da represa Jaguari, o coração do Cantareira, que tem a maior capacidade individual de armazenamento.

Com a chuva forte, o Cantareira manteve seu nível nas últimas 24 horas. Nesta terça-feira, 4, o armazenamento estava em 11,9%, o mesmo nível do dia 3. O Alto Tietê baixou 0,1% em relação ao nível do dia 3 de novembro.

 

Mais chuva

As áreas de instabilidade que já estão sobre o Estado de São Paulo são reforçadas nesta quarta-feira pela passagem de uma frente fria pelo litoral paulista. Há condições para chuva forte e volumosa em todas as regiões paulistas e a expectativa é de que volte a chover forte também sobre o Cantareira.

A animação mostra a previsão de chuva diária, para os próximos 15 dias, sobre a Grande São Paulo e sobre o Sistema Cantareira, que está desenhado em roxo. A maior quantidade de chuva deve ocorrer no até o dia o dia 8 de novembro, quando uma segunda frente fria passa por São Paulo. As condições para chuva diminuem depois do dia 8, mas voltam a aumentar entre os doas 16 e 17 de novembro com a chegada de outra frente fria.

 

 

Desafio Climatempo: A chuva está só começando

A dramática situação da população de Itu por causa da falta de água

Uso ilegal da água

 

Produção de milho tem boa produtividade em Sergipe
terça-feira, 4 de novembro de 2014

A produção de milho ganha destaque em Sergipe, região nordeste do Brasil. Além do clima favorável ao cultivo, programas do governo dão recursos e incentivo para que os agricultores possam gerenciar suas propriedades. O estado de Sergipe registrou um acréscimo de 20% em relação ao ano de 2013 e saltou de 701 mil toneladas para 845 mil toneladas em 2014.Confira a tendência do acumulado de chuva para os próximos dias em todo o Brasil.

 

Rio de Janeiro se aproxima dos 40°C
terça-feira, 4 de novembro de 2014

Atualizado às 14h34 de 04/11/2014

O aeroporto de Campo dos Afonsos no Rio de Janeiro registrou ao longo da tarde da terça-feira (04) 38°C, na segunda-feira (03) no mesmo horário os registros eram de 33°C. A umidade relativa do ar caiu bastante e chegou na faixa de atenção com índices de 27%.

Apesar da presença de algumas nuvens na cidade do Rio de Janeiro, o tempo ainda segue firme e sem chuva. O sol aparece a faz a temperatura subir. O internauta Helio C. Vital fotografou o Morro Dois Irmãos na Cidade do Rio. É possível ver que poucas nuvens conseguem se desenvolver, uma vez que não há vento e umidade o suficiente para a formação de grandes nuvens.

Helio C. Vital Morro Dois Irmãos - Rio de Janeiro/RJ

Nas imagens do satélite meteorológico é possível ver a nebulosidade perdendo força, os tons me marrom indicam áreas com poucas nuvens que favorecem a entrada dos raios solares que faz a temperatura subir.

No aeroporto Santos Dumont a temperatura era de 29°C às 10h da terça-feira (04), ou seja, 4°C acima da temperatura registrada no mesmo horário na segunda-feira (03) quanto o termômetro do aeroporto marcava 25°C.

A chuva que se espalha pelo Sudeste também vai chegar ao Rio de Janeiro. Já na noite de terça-feira há o risco de pancadas de chuva na região do Grande Rio. Como a atmosfera estará muito aquecida, a chegada de umidade pode favorecer a formação de grandes nuvens. Há o risco de chuva forte acompanhada de raios e não está descartada a ocorrência de ventania.

Mais chuva para os próximos dias

A chegada da frente fria e o posicionamento de um sistema de baixa pressão atmosférica na costa do Rio de Janeiro vai provocar o aumento de nebulosidade e pancadas de chuva de forma abrangente. São esperados acumulados mais elevados de chuva e há o risco de temporais. A condição de chuva se mantém até a quinta-feira (06), mas as chances de chuva ao longo do dia diminuem na sexta-feira (07) quando há o risco de chuva rápida entre a tarde e a noite. Atenção para o sábado (08) quando a chegada de uma nova frente fria vai provocar chuva com grande volume, aumentando os riscos de alagamentos e extravasamentos de rios.

O meteorologista comentou a previsão de chuva para os próximos 15 dias em todo o Brasil no Climatempo News. Confira!

Muita chuva sobre SP
terça-feira, 4 de novembro de 2014

Atualizado às 20h50 de 4/11/2014

 

Mais chuva

As áreas de instabilidade se intensificam sobre São Paulo a chegada de uma frente fria. As imagens de satélite mostram o desenvolvimento de nuvens carregadas (manchas em vermelho e em amarelo) por todas as regiões do estado. Estas áreas de instabilidade ficam sobre São Paulo nesta quarta-feira e vão provocar mais chuva. Na maioria das regiões paulistas, vai chover várias vezes, sem hora para começar ou parar. No centro-oeste do Estado, a tendência é de que chova a partir da tarde.

 

Chuvas fortes e volumosas ocorreram na terça-feira. O Inmet registrou 37,2 mm em Valparaíso, apenas entre 19h e 20h. O total acumulado até 20h chegava a quase 69 mm. Em Ibitinga choveu muito entre 18h e 20h deixando um acumulado de 55,6 mm.

 

Sorocaba (SP) teve mais chuva em 4-11-2014. Foto de Livia

São Miguel Arcanjo (SP): chuva causou alagamento em 4-11-2014. Foto de Marcio Alves. O Inmet registrou quase 47 mm.

Por volta das 20 horas, o radar meteorológico de São Roque, operado pela Aeronáutica registrava ampla área de chuva moderada a forte sobre o centro-sul e leste do estado.  Esta instabilidade vai provocar chuva por várias horas também na Grande SP.

 

 

Semana instável

A semana será marcada por tempo úmido e mais pancadas de chuva vão ocorrer sobre a Grande São Paulo e por todo o estado nos próximos dias, mas com períodos de sol. O risco de temporais aumenta novamente no fim de semana que vem com a chegada de uma segunda frente fria ao litoral paulista.

 

 Grande de SP tem mais chuva nesta quarta-feira

A grande São Paulo vai continuar com tempo instável nesta quarta-feira, com chuva a qualquer hora. A temperatura fica amena, com máxima do dia um pouco abaixo dos 25°C registrados nesta terça-feira.

Nuvens carregadas prometendo chuva sobre São Paulo em 4-11-2014, por Larissa Castro

 

A chuva da manhã de terça-feira fez muita gente abrir o guarda-chuva, e talvez ter que caçar o objeto antes de tão escondido e esquecido que estava. Chuva fraca a moderada, mas que fez o trânsito ficar mais lento, os trens do metrô diminuírem a velocidade. Com a chuva logo cedo, muita gente saiu de casa de carro.

 

Quanto choveu?

A chuva de ontem foi mais volumosa na zona leste da cidade de São Paulo. Pela medição do CGE – Centro de Gerencialmente de Emergência. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 9,4 mm na medição automática do Mirante de Santana, na zona norte da cidade.