Arquivo da Categoria ‘Chuva’

+ aumentar e diminuir fonte -
Volume de chuva para o Brasil nos próximos 7 dias
quarta-feira, 11 de março de 2015

Por Lívia Fernanda

O clima afetou a produtividade de legumes e frutas nas plantações da região de São João da Boa Vista em São Paulo. As altas temperaturas prejudicaram o aspecto dos produtos, como o tomate, e diminuíram sua oferta, elevando os preços nos supermercados.

Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos 7 dias em todo o Brasil.

Chuva e vento enfraquecem em Santa Catarina
quarta-feira, 11 de março de 2015

Na manhã desta quarta-feira (11) ocorreu a intensificação do sistema de baixa pressão atmosférico associado à uma depressão subtropical. O sistema caiu de 1008hPa registrado na manhã de terça-feira (10) para 1000hPa na manhã de quarta-feira e isso foi o suficiente para o Centro de Hidrologia da Marinha Brasileira reclassificar o sistema para uma tempestade subtropical, inclusive batizada com o nome de Cari.

Mas ao longo da tarde da quarta-feira, uma banda de nebulosidade intensa aparentava ter se desprendido do ciclone principal, e persistia na costa catarinense como mostram as imagens do satélite meteorológico fornecidas pela NOAA.


As rajadas de vento na estação do Morro da Igreja já chegaram aos 108 km/h. Os aeroportos ao longo da tarde de quarta-feira reportaram a presença de pancadas de chuva forte.

Instabilidade enfraquece

Durante a noite de quarta-feira, as novas imagens de satélite mostraram que as bandas de nuvens carregadas já haviam se afastado do leste catarinense, o que favoreceu uma grande diminuição da chuva.

 


As áreas de instabilidade de Cari ainda vão provocar chuva sobre Santa Catarina, mas não de forma prolongada e volumosa como nos últimos três dias. O sol já volta a aparecer e há o risco de pancadas de chuva rápidas. O centro de baixa pressão enfraquece e se afasta ainda mais em alto-mar no decorrer desta quinta-feira.

O mar ainda fica agitado, com ondas de até 3 metros pela manhã no litoral sul catarinense. A tendência é de que diminuição da agitação no mar durante a tarde. As rajadas de vento ainda acontecem especialmente no litoral, mas menos intensas.  Não há mais risco de ressaca na sexta-feira e nem no fim de semana.

Como a tempestade Cari atua no Brasil nesta quinta-feira?

Confira como será a chuva no Brasil nos próximos 15 dias.

Mais um dia de temporal em Brasília
quarta-feira, 11 de março de 2015

Nuvens carregadas se formam e provocam pancadas de chuva em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal. O calor associado com a presença de umidade favorece o crescimento de grandes nuvens que são capazes de provocar temporais. Nas imagens do satélite meteorológico entre a manhã e a tarde da quarta-feira (11) é possível verificar o crescimento das nuvens que provocam chuva forte.

Segundo informações do aeroporto internacional JK há a presença de trovoadas, chuva forte e ventos de 83 km/h. Desde o início da semana, Brasília vem recebendo temporais em todos os finais de tarde que acabaram inclusive provocando acidentes devido a queda de raios.

Clique na imagem e veja o satélite de todo o Brasil

As áreas mais atingidas pela chuva forte são o centro-norte de Mato Grosso e a divisa entre o norte de Goiás e o sul do Tocantins.

A semana ainda será marcada por mais chuva nestas áreas. A região de Mato Grosso do Sul tem a presença de um ar um pouco mais seco e a chuva tende a acontecer de uma forma mais isolada e mal distribuída, mas nos pontos onde ocorrem ha o risco de chuva forte.

Cantareira chega aos 14%
quarta-feira, 11 de março de 2015

Atualizado em 12/03/2015 às 09h15

Segundo os últimos registros da Sabesp, o Sistema Cantareira finalmente atingiu a marca de 14% na manhã desta quinta-feira (12). A marca era a mencionada pelo Governo Estadual para a não ocorrência de um racionamento formal mais severo. Porém, esta marca ainda está dentro da porção de água da reserva técnica (volume morto). Há um ano, em 12 de março de 2014, o nível do Cantareira estava em 15,7%, mas com água do volume útil. Em 27 de março de 2014, o nível do Cantareira era de 14%, mas ainda dentro do volume útil.

 

Em 12 dias, segundo a Sapesp, o Cantareira acumulou 131,5 mm de chuva, sendo que a média normal para março é de 178,0 mm.  É a segunda maior quantidade de chuva acumulada entre os seis mananciais que abastecem a Grande São Paulo, abaixo apenas do Sistema Rio Claro que acumulou 141,8 mm em 12 dias.

Cantareira sem queda há mais de um mês

O nível de armazenamento do Sistema Cantareira vem tenho elevação ou estabilidade há mais de um mês. A última queda, de 0,1%, ocorreu entre os dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro. O gráfico mostra o comportamento do nível do Cantareira desde o dia primeiro de janeiro de 2015. O vermelho indica queda em 24 horas, o amarelo, estabilidade, e o roxo representa elevação do nível de um dia para o outro.

Dívida hídrica poderá ser paga até o fim de março

O armazenamento de 14,0% repõe a cota de 10,7% de água do volume morto que foi acrescida em 24 de outubro de 2014 e 3,30% da cota de 18,5% disponibilizada em 15 de maio de 2014. Faltam 15,2% para repor o total de 29,2% das duas cotas juntas.

 

Mantendo a taxa diária de 0,2% de elevação do nível, os 15,2% faltantes para saldar o empréstimo da água do volume morto poderiam ser alcançados antes do fim de março.

Nos próximos 15 dias, as pancadas de chuva ainda vão ocorrer, porém menos volumosas e menos frequentes do que nos últimos dias. O nível de todos os reservatórios pode subir mais.

 

 

 

Confira a previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

14% não paga a dívida do volume morto

 

 

MG ainda pode ter chuva forte
terça-feira, 10 de março de 2015

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre parte do Sudeste do Brasil espalhando nuvens muito carregadas sobre Minas Gerais. Nesta quarta-feira, estas nuvens provocam mais chuva em quase todas as regiões mineiras. As pancadas podem ser fortes e acompanhadas com raios de descargas elétricas (raios). Não há expectativa de chuva apenas para a região dos vales dos rios Doce e do Jequitinhonha, regiões próximas ao Espírito Santo e ao sul da Bahia.

Martinho Campos (MG) 10-3-2015 por José Liberio

 

 

Mais chuva sobre a Grande a BH

A região de Belo Horizonte deve ser beneficiada com mais chuva nesta quarta-feira. Entre 20 horas de segunda e 20 horas da terça-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou volumes de 50 mm a 60 mm sobre diversas áreas da Grande Belo Horizonte. Na capital, o total de chuva acumulado desde o início de março era de aproximadamente 103 mm até 9 horas do dia 10, mas com a chuva forte da tarde e noite de terça, o acumulado certamente será maior nesta quarta-feira. A média de chuva para março fica em torno de 143 mm e poderá ser alcançada até o fim da semana.

 

 

O sistema Paraopeba, que abastece Belo Horizonte, deve continuar em elevação nos próximos dias por causa da chuva desta semana. Entre os dias 9 e 10, o nível subiu 0,6%.

 

 

Previsão de menos chuva

A população de Minas Gerais não deve se animar muito com a chuva volumosa deste início de semana. A tendência é de enfraquecimento das áreas de instabilidade no fim da semana. Na sexta-feira e principalmente no fim de semana, Minas Gerais terá muito sol e pouca chuva.

As imagens de satélite mostram o deslocamento de duas linhas de instabilidade (1) e (2) que avançaram sobre Minas Gerais na tarde e noite de terça-feira provocando chuva forte, com raios e rajadas de vento.

 

 

Ventos passam de 100 km/h na serra de SC
terça-feira, 10 de março de 2015

O centro de baixa pressão atmosférica que se intensifica na costa da Região Sul do Brasil gera muita instabilidade, com chuva volumosa e também aumenta a força dos ventos. Em Bom Jardim da serra, na região serrana de Santa Catarina, a velocidade dos ventos chegou aos 91 km/h às 18 horas da terça-feira, 10,  mas continuou aumentando e atingiu 104 km/h às 20h e às 21h.  O aumento da velocidade dos ventos está associado com o relevo local e também com a queda da pressão do ar. Estas intensas rajadas de vento, acima dos 100 km/h ainda podem ocorrer nesta quarta-feira nas áreas mais altas das serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nas áreas litorâneas, as rajadas podem alcançar de 60 a 80 km/h.

O mar fica agitado e há risco de ressaca.

 

Nas imagens de satélite, é possível observar as áreas de instabilidade geradas pelo centro de baixa pressão que está se intensificando entre o litoral de São Paulo e de Santa Catarina.  A instabilidade aparece como uma grande quantidade de nuvens carregadas (dentro do círculo vermelho) sobre o mar e também em parte da costa entre o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro.

 

 

A terça-feira foi marcada por muita chuva na região entre entre a Grande Porto Alegre e a Grande Florianópolis. Do inicio da madrugada até por volta das 15 horas, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 54,4 mm sobre Araranguá, no sul de Santa Catarina. Em Urussanga, no sul catarinense, choveu 64,o mm e em Campo Bom, na Grande Porto Alegre, choveu 47,2 mm no mesmo período. Em Torres, no litoral norte gaúcho, o acumulado foi de 50,2 mm. Praticamente toda a chuva caiu na manhã e inicio da tarde de terça-feira.

Mais umidade

A depressão subtropical permanece ativa nesta quarta-feira na costa sul do Brasil e deve se intensificar  podendo se tornar um ciclone subtropical. Embora as áreas de instabilidade mais intensas continuem sobre o mar, os ventos marítimos gerados por este sistema vão injetar mais umidade em toda a região entre a Grande Porto Alegre e a Grande Florianópolis, incluindo as serras gaúcha e catarinense.
Para esta quarta-feira, 11, a previsão ainda é de chuva frequente na região entre o litoral norte do Rio Grande do Rio do Sul e Florianópolis. Há risco de chuva e de ventos moderados a fortes. A Grande Porto Alegre e as áreas serranas ficam nubladas, mas com pouca chuva, mas podem ter ventos moderados.

A partir de quinta-feira, as pancadas de chuva ficam menos frequentes, mas vão continuar até o domingo. A Grande Porto Alegre não deve ter mais chuva a partir de quinta-feira.

Mar agitado

O sistema de baixa pressão provoca ventos moderados e fortes que deixam o mar agitado. Grandes ondas se formam e avançam para a costa do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A quarta-feira e a quinta-feira serão de mar agitado no litoral dos dois estados. As ondas podem chegar aos 3,0m e há risco de ressaca entre Florianópolis e Tramandaí. As ondas voltam a diminuir a partir da tarde de quinta-feira.

 

Confira as ondas no Climasurf

Você sabe o que a diferença entre depressão subtropical e ciclone subtropical?

Março é o mês dos ciclones no Atlântico Sul

Volume de chuva para o Brasil nos próximos 7 dias
terça-feira, 10 de março de 2015

por Lívia Fernanda

O clima favorece o cultivo da goiaba que tem gerado uma boa renda para os produtores do município de São Tomé, no noroeste do Paraná. Cerca de 30% da produção é vendida para o comércio local, e o restante vai para a agroindústria, que comercializa os produtos para o Paraná e mais oito estados.

 Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos 7 dias em todo o Brasil.

Sol aparece na Grande SP
terça-feira, 10 de março de 2015

A terça-feira (10) começou com garoa e muitas nuvens na cidade de São Paulo. A temperatura ficou amena pela manhã, segundo informações da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) a temperatura mínima na capital foi de 19,8°C.

O meteorologista César Soares fotografou o céu da manhã na sede da Climatempo que fica no bairro da Vila Mariana. É possível ver a presença de algumas nuvens, mas o sol ainda consegue aparecer.

Clique na imagem e participe também enviando a sua fotografia para o nosso site

Nas imagens do satélite meteorológico ente a madrugada e a manhã é possível ver o afastamento das nuvens carregadas da área da Região Metropolitana de São Paulo.

Clique na imagem e veja o satélite de todo o Brasil

Ainda há mais nuvens chegando no interior, mas o dia terá aberturas de sol que vão fazer com que a temperatura suba ao longo da tarde. Faz mais calor do que o observado durante o fim de semana e segunda-feira (09). Mas o abafamento do ar ainda vai favorecer o crescimento de grandes nuvens e há o risco de pancadas de chuva entre a tarde e a noite. De forma pontual, há o risco de chuva forte.

Mais sol, calor pancadas de chuva típicas de verão

Estamos nos aproximando do fim do verão, e após o afastamento do ciclone subtropical Cari para a costa da Região Sul a tendência é de que o sol apareça com mais força ao longo dos próximos dias. Ainda há a presença de muita umidade no ar, que vai favorecer a ocorrência de pancadas de chuva típicas do verão. Há o risco de chuva forte até o fim desta semana.

Mar agitado ao longo dos próximos dias

Mesmo com o distanciamento do ciclone subtropical,  a tendência é de que o vento ainda fique organizado a ponto de provocar ondas maiores. Há previsão de mar agitado na costa paulista, mas sem ressaca uma vez que as ondas não passam de 1,5 metro.


Quer saber como ficará a condição do mar em todo o Brasil? Clique e confira!

Águas de março vão enfraquecer
segunda-feira, 9 de março de 2015

O mês de março começou a passagem de ar polar pelo centro-sul do Brasil que diminui a chuva. Mas ao mesmo tempo, a chuva caía forte em parte do Norte, do Centro-Oeste e do Nordeste.

A segunda semana do mês começou com temporais de norte a sul do país. A tabela mostra os maiores volumes de chuva acumulados entre os dias 8 e 9 de fevereiro, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

Fortaleza teve a maior chuva em 24 horas do ano. Em São Paulo, o acumulado entre os dias 7 e 9 de março superou a média.

Março é o fim do verão e representa a as últimas chances de chuvas volumosa. O outono começa no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.

O meteorologista César Soares analisa a chuva no país para os próximos 15 dias.

 

 

Mar agitado na costa Sul do Brasil  – ressaca

Teremos um El Niño?

Ciclone subtropical Cari se forma nesta terça-feira

 

Ceará tem maior acumulado de chuva do Brasil em 24h
segunda-feira, 9 de março de 2015

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) ainda favorece a organização de muitas instabilidades sobre o litoral norte nordestino. Exatamente por este motivo que Fortaleza acumulou grandes volumes de chuva entre às 8h do domingo (08) e 8h da segunda-feira (09) quando os acumulados da estação automática do INMET chegaram aos 95,8mm. Durante o período, a capital cearense teve o maior valor registrado no Brasil.

As imagens do satélite meteorológico do início da manhã de segunda-feira mostram a presença das instabilidades ganhando força e provocando chuva principalmente sobre áreas do litoral norte do Nordeste.

Clique na imagem e veja o satélite para todo o Brasil

Na terça-feira (10) o céu ainda ficará carregado de nuvens sobre a faixa leste e norte nordestina. Há a previsão de muitas nuvens e a tendência é de pancadas de chuva a qualquer momento. Também há a previsão de muita chuva no centro-sul do Piauí. Não chove no sertão da Bahia.

Durante os próximos dias, as instabilidades tendem a enfraquecer. O sol já aparece com mais força e o predomínio é de pancadas rápidas e isoladas.

Quer saber os destaques da semana para todo o Brasil? Veja então “O que vem por aí?” com a meteorologista Josélia Pegorim!