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SP tem mais chuva nesta terça
segunda-feira, 16 de março de 2015

Áreas de instabilidade que já estão sobre São Paulo se intensificam nesta terça-feira e todo o Estado terá mais chuva.  Muitas regiões paulistas, até mesmo a Grande São Paulo, poderão amanhecer com chuva e que se intensifica no decorrer do dia . Há risco de chuva forte em todas as regiões do estado

O aumento da chuva está associado ao calor,a umidade elevada e a queda da pressão do ar acentuada perto do litoral de São Paulo, onde se forma uma nova área de baixa pressão atmosférica nesta terça-feira.  Na animação abaixo, a letra B sobre o mar, mais próxima da costa paulista, indica o centro da baixa pressão que se organiza.

 

Risco de enchente

Os temporais como os que ocorreram nesta segunda-feira podem se repetir. Na região da Moóca, na zona leste da capital, o Centro de Gerenciamento de Emergências registrou  49,2 mm em apenas 1 hora. O córrego Ipiranga, na zona sul, voltou a transbordar. Várias outras áreas da cidade tiveram de 20 mm a 30 mm acumulados em 1 hora.

No interior, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 53 mm de chuva em apenas 1 hora sobre São Miguel Arcanjo, no sul do Estado, entre 16 e 17h. Tecnicamente este é um volume de chuva muito elevado para um período de tempo tão curto e pode causar alagamentos repentinos.

 

 

Frente fria no primeiro fim de semana de outono

A semana segue com muitas nuvens, ar abafado e pancadas de chuva frequentes sobre São Paulo. Há risco de temporais em todo o Estado.

Uma grande frente fria avança sobre a Argentina a partir da quarta-feira, 19, trazendo uma forte massa polar que vai conseguir chegar ao Brasil também. A expectativa é de que o ventos frios polares alcancem São Paulo durante o próximo sábado.

A presença do ar polar de forma moderada vai causar queda da temperatura na maioria das áreas de São Paulo.  Dá para falar até num “friozinho” em algumas regiões como no sul e no leste do estado, incluindo a capital.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a menor temperatura na cidade de São Paulo este ano, até agora, é de 17,1°C em 2 de fevereiro. Este recorde poderá ser batido com a passagem desta massa polar.

Confira a tendência do outono para todo o Brasil

 

Grande SP: chuva se intensifica entre Barueri e Embu
segunda-feira, 16 de março de 2015

Áreas de instabilidade permanecem ativas sobre a Grande São Paulo nas próximas horas e ainda podem provocar chuva moderada a forte em vários locais. intensidade observada à tarde.

Radares Climatempo-USP detectavam chuva moderada a forte entre Barueri, Cotia, Taboão e Embu das Artes por volta as 18h30. Esta chuva avança novamente nas próximas horas para bairros das zonas oeste e sul da capital. Há risco de novos alagamentos.

Atualizado às 18h42 de 16/3/2015

Mais chuva na terça-feira

A população da Grande São Paulo deve ficar atenta às condições do tempo nesta terça-feira. A previsão é de que as áreas de instabilidade que estão sobre o Estado de São Paulo se intensifiquem e provoquem mais chuva também sobre a região metropolitana. Muitas áreas do estado já devem amanhecer com chuva e há risco de temporais no decorrer do dia, inclusive sobre a Grande São Paulo.  Novos alagamentos e transbordamento de rios poderão ocorrer.

 

 

Mais de 1200 raios na tarde de segunda

Nuvens carregadas voltaram a se formar sobre a Grande São Paulo por causa do calor e da umidade do ar elevada. Por volta das 14 horas, a temperatura chegou aos 29°C no Campo de Marte, na zona norte da capital paulista. A região do aeroporto internacional de Guarulhos também estava com 29°C.

No decorrer da tarde, as áreas de instabilidade se espalharam sobre a Grande São Paulo e provocaram novos temporais que causaram alagamentos. Segundo informações do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura (CGE), o córrego Ipiranga transbordou. Até 18h10 foram contabilizados 24 pontos de alagamento, sendo que apenas 1 ainda estava ativo, mas transitável.

No período entre 13h30 e 16h30 a rede Earth Newtork de monitoramento de descargas elétricas registrou 1217 descargas sobre a cidade de São Paulo. O mapa mostra que a maior concentração de descargas ocorreu sobre as zonas sul e leste.

 

 

A chuva caiu com muita força em pouco tempo. A estação medidora do CGE na Moóca registrou 49,2 mm em apenas 1 hora, entre 15 e 16 horas.  No mesmo horário choveu 35,o mm sobre s Vila Prudente

Fortes trovoadas eram ouvidas na Climatempo (região do Paraíso-Vila Mariana) por volta das 14h40.

Pouco antes das 14h30, os radares Climatempo-USP detectavam chuva forte em áreas da zonas sul e oeste da cidade de São Paulo (manchas vermelhas). Vários núcleos de chuva também eram observados entre os municípios de Cajamar, Cotia e Embu das Artes.

 

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Cantareira está há 43 dias sem queda
segunda-feira, 16 de março de 2015

A chuva do fim de semana colaborou para a elevação do nível de todos os mananciais que abastecem a Grande São Paulo. Segundo a Sabesp, o Sistema Cantareira atingiu a marca de 15,0% na manhã de 16 de março de 2015, com alta de 0,4% no armazenamento. O Alto Tietê subiu e o Guarapiranga teve alta de 1,1% entre os das 15 e 16 de março. A maior quantidade de chuva sobre neste período caiu sobre o Cantareira e foi de 9,0 mm.

 

Dívida Hídrica

O nível atual de 15,0% do Sistema Cantareira tecnicamente repõe a cota de 10,7% de água o volume morto que foi acrescida no dia 24 de outubro de 2014 e 4,3% da cota de 18,5% disponibilizada em 15 de maio de 2014. Na prática, esta primeira cota de água da reserva técnica (ou volume morto) efetivamente só começou a ser usada durante a segunda quinzena de julho de 2014, quando o nível de armazenamento chegou no limite mínimo para a captação normal. Do total das duas cotas, que somam 29,2%, é preciso repor ainda 14,2%.

Sem queda há mais de 40 dias

O nível do Sistema Cantareira não sofre queda desde o dia início de fevereiro. A última queda, de 0,1%, foi entre os dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2015. A partir do dia 2, o nível teve elevação ou estabilidade.

A tendência de recuperação de recuperação deve se manter ainda por mais alguns dias com a expectativa de pancadas de chuva e da passagem de uma frente fria no próximo fim de semana. A chuva deve diminuir bastante de volume  na próxima semana.

 

 

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Semana começa com muita chuva na Grande SP
segunda-feira, 16 de março de 2015

A semana começou com muitas nuvens sobre a Grande São Paulo. A umidade chega tanto do interior quanto do litoral e favorece o crescimento de nuvens que não encobrem completamente o sol, mas também não deixam a temperatura subir tanto. O abafamento no ar ainda está presente e graças a essa condição há o risco de pancadas de chuva forte entre a tarde e a noite.

Nas imagens do satélite meteorológico, entre a madrugada e o início da manhã de segunda-feira (16), é possível ver o avanço e crescimento da nebulosidade que não provoca chuva neste período.

Clique na imagem e veja o satélite para o Brasil

As imagens do satélite ainda mostram a presença de áreas com poucas nuvens avançando para a Grande São Paulo, ou seja, o dia ainda terá aberturas de sol que incentivam a formação de mais nuvens de chuva ao longo da tarde. Há o risco de chuva forte acompanhada por raios.

Semana com muita chuva em São Paulo

A semana terá bastante chuva sobre as áreas paulistas. Na terça-feira (17) a circulação de umidade sobre o Estado de São Paulo aumenta e junto com ela aumentam também os volumes de chuva. Há o risco de alagamentos decorrentes dos grandes acumulados esperados e a chuva pode ocorrer a qualquer momento.

O céu carregado de nuvens e a chance de chuva a qualquer momento são condições do tempo que devemos observar pelo menos até a próxima quinta-feira (19), último dia do verão.

Chuva no Sudeste diminui no fim de semana
sexta-feira, 13 de março de 2015

Este é o último fim de semana do verão. O outono começa oficialmente no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.

O verão começou e vai terminar com pouca chuva sobre o Sudeste. O Sistema de Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul, (ASAS) avança do oceano em direção continente e ganha força novamente sobre a Região Sudeste do Brasil. O efeito da ASAS é de diminuir as condições para formação de grandes nuvens que provoca chuva. A atmosfera fica mais seca e menos nuvens conseguem se formar.

A semana foi marcada por muita instabilidade em São Paulo, no centro-oeste e sul de Minas Gerais e também sobre o centro-sul do Rio de Janeiro. Mas com a intensificação das ASAS sobre o Sudeste, as áreas de instabilidade vão enfraquecer eo  último fim de semana do verão promete ser ter muitas horas de com sol forte, calor e poucas pancadas de chuva.

 

Neste sábado, as condições para chuva ainda são altas sobre São Paulo, em áreas do Triângulo Mineiro, no sul de Minas e do Rio do Janeiro, mas no domingo a chance de chuva para estas regiões também diminui.

O calor aumenta em toda a Região com a diminuição da nebulosidade. O mar fica com ondas pequenas, que não passam de 1 metro.

 

Há uma possibilidade de El Niño para este ano

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Grande SP tem fim de semana com pancadas de chuva
sexta-feira, 13 de março de 2015

Atualizado às 20h20 de 13/03/2015

As áreas de instabilidade perderam força sobre a Grande São Paulo e às 20 horas os os radares Climatempo-USP detectavam apenas chuva fraca em parte da zona leste da capital, e em áreas dos municípios de Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Mauá, Santo André, Ribeirão Pires, Suzano e Itaquaquecetuba. A  noite segue com muitas nuvens, mas a chuva vai se dissipando por toda a Grande São Paulo.

Fim de semana

O outono começa na sexta-feira, dia 20 de março às 19h45 horário de Brasília. Neste último fim de semana do verão as condições do tempo na Grande São Paulo serão típicas da estação.  O sol aparece sempre com alguma nebulosidade, a sensação será de abafamento e as pancadas de chuva voltam à tarde e à noite.  Ainda há risco de chuva moderada a forte em algumas algumas horas. O domingo será com maiores períodos com sol e a chance de chover é menor.

Todo o interior e o litoral também devem ter muitas nuvens, períodos com sol e pancadas de chuva neste sábado e um domingo com mais sol e menos chuva.

Alagamentos e volumes de chuva da sexta-feira, 13

Áreas de instabilidades  que se intensificaram sobre o Estado de São Paulo espalharam nuvens carregadas também sobre a Grande São Paulo. A chuva desta sexta-feira começou cedo, no início da tarde, e foi forte durante a tarde e no começo da noite em vários locais da capital e da Grande São Paulo.  Até 20 horas, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) contabilizava 11 pontos de alagamento, sendo três transitáveis e um intransitável na avenida Dom Pedro I, no Ipiranga, zona sul.

A chuva foi mais volumosa sobre a zona oeste e centro da capital. Até 20 horas, o SAISP – Sistema de Alerta e Inundações do Estado de São Paulo registrou 40,2 mm sobre o córrego Pirajuçara (Sharp), quase 36 mm na região do córrego Morro do S, 40,0 mm sobre o rio Pinheiros, na altura da ponte João Dias, 42,8 mm sobre o córrego Poá, na região da Régis Bittencout, em Taboão da Serra e 33,5 mm na região da rua Bela Cintra,centro de São Paulo.

Acompanhe a chuva pelos  radares meteorológicos Climatempo-USP

Radares Climatempo-USP às 17h42. Clique na imagem e veja os Radares Climatempo-USP em tempo real

 

 

Cantareira está sem queda há 41 dias
sexta-feira, 13 de março de 2015

Quase todos os mananciais que abastecem a Grande São Paulo voltaram a receber um pouco de chuva nas últimas 24 horas, porém em pequena quantidade. Segundo a Sabesp, o maior volume acumulado foi de 23,2 mm sobre o sistema Rio Grande. Não choveu sobre o Guarapiranga e o Cantareira recebeu apenas 0,7 mm de chuva entre os dias 12 e 13 de março. Mesmo assim, a primeira quinzena de março vai fechar com um bom desempenho em todos os mananciais. O acumulado de chuva em 13 dias foi de pelo menos 50% da média.

 

O sistema Cantareira recebeu em 13 dias 132,2 mm de chuva, o segundo maior acumulado entre os seis mananciais que abastecem a Grande São Paulo. O total de chuva corresponde a aproximadamente 74% da média.

 

Cantareira está sem queda há mais de um mês

O nível de armazenamento dos três principais reservatórios para abastecimento voltou a subir entre os dias 12 e 13 de março. O Cantareira está sem queda desde o dia primeiro de fevereiro. A última queda no nível de água foi entre os dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro.

 

 

Dívida hídrica

O nível atual de 14,3% repõe os 10,7% de água do volume morto que foram acrescidos em 24 de outubro de 2014 e 3,6% da cota de 18,5% disponibilizada em 15 de maio de 2014. Faltam 14,9% para repor o total de 29,2% das duas cotas juntas. A taxa média de aumento de nível do Cantareira vem sem mantendo em 0,2% ao dia.

 

Porém, a previsão para os próximos 15 dias é de redução da chuva. O sistema de Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul ganha força sobre o Sudeste, deixa a atmosfera mais seca e reduz as condições para chuva.  As pancadas de chuva vão ocorrer com pouco volume e menos frequentes do que nos últimos dias. Até o dia 27 de março também podem ocorrer dias sem chuva. Assim, é possível que ocorra novo período prolongado de estabilização ou até mesmo alguma queda no nível de armazenamento até o fim do mês.

 

Água subterrânea também pode se esgotar
sexta-feira, 13 de março de 2015

Por Maira Di Giaimo 
 
A seca levou a população a pensar em fontes alternativas de água, como os aquíferos ou lençóis freáticos, que são formações rochosas que reservam água subterrânea. Ultimamente a procura por empresas que escavam poços artesianos cresceu em média 30% e a busca pelos caminhões-pipa, que retiram água do solo, também aumentou. O problema é que com essa maior retirada de água, e com a falta de chuva para recarregar, o nível dos aquíferos está caindo.
 
Na Região Metropolitana de São Paulo, 70% dos poços que retiram água subterrânea são clandestinos, ou seja, não possuem outorga ou autorização de uso. De acordo com o especialista Dr. Flávio Augusto Ferlini Salles, o problema desse grande número de poços ilegais, além da possibilidade do esgotamento do recurso, é o consumo de água contaminada. O último boletim da CETESB de áreas contaminadas estima que existam quase 5 mil áreas onde a água subterrânea pode estar contaminada na Região Metropolitana.  “A água subterrânea é recomendada para o consumo, mas assim como a água superficial, é necessário fazer uma avaliação prévia da qualidade da água, e isso faz parte do processo de licenciamento. Por isso é tão complicado ter uma quantidade tão grande de poços clandestinos” afirma o Dr. Salles.
A contaminação do lençol freático acontece de diversas formas. Nas áreas metropolitanas as principais fontes contaminantes costumam ser bombas de gasolina que ficam em baixo da terra.
 

 

Assim como os rios e lagos estão sujeitos à poluição e ao esgotamento, como atualmente acontece com alguns dos mananciais que abastecem a Grande São Paulo, os lençóis freáticos também podem ser contaminados e se o consumo for maior do que a taxa de recarga, podem secar.  Por isso é necessário fiscalização e uma gestão eficiente.
 
“A solução para o abastecimento de água na região metropolitana de São Paulo parte de uma gestão ambiental integrada que passa, essencialmente, pela educação ambiental para o consumo consciente, pela preservação e recuperação de aquíferos e recursos hídricos superficiais, pelo fortalecimento da estrutura de fiscalização para redução de captações clandestinas, pela redução de perdas no fornecimento, pelo consumo sustentável adequado às taxas de recarga dos aquíferos e pela gestão ambiental de passivos ambientais e de áreas contaminadas.” Afirma Salles, doutor em Hidrogeologia e sócio da PAR ambiente – consultoria ambiental.

 

Temporal na Grande SP
sexta-feira, 13 de março de 2015

Atualizado em 13/03/2015 às 12h30

Instabilidades avançam do interior para a Região Metropolitana de São Paulo e favorecem pancadas de chuva já no final da manhã da sexta-feira (13). Segundo as imagens dos radares meteorológicos Climatempo-USP a chuva forte se espalha sobre a Zona Norte e Sul da Capital Paulista.

Radares Climatempo-USP às 12h17. Clique na imagem e veja os Radares Climatempo-USP em tempo real

Ao longo das próximas horas ainda há o risco de mais pancadas de chuva em toda a Grande São Paulo. Há o risco de chuva forte acompanhada por raios.

O outono começa na sexta-feira, dia 20 de março às 19h45 horário de Brasília, e, sendo assim, neste último fim de semana do verão as condições do tempo serão típicas da estação. Ou seja, desde hoje, o sol aparece com alguma variação de nuvens ao longo da manhã, o suficiente para a temperatura subir e a sensação ser de calor. Para o fim de semana, as temperaturas ficam em torno de 28°C à tarde. E em torno de 20°C na madrugada.

Com a umidade disponível na atmosfera, facilita a formação de nuvens mais carregadas que provocam pancadas de chuva isoladas a partir do meio da tarde para a sexta-feira, o sábado e o domingo. Há risco de temporais isolados e passageiros, com rajadas de vento e raios.

O Ciclone Subtropical está se afastando da costa do país, mas esse sistema ajuda a trazer umidade proveniente da Amazônia e, com isso, somente o calor e a alta umidade influenciam o tempo na Grande São Paulo.

Para todo o litoral paulista, as condições do tempo serão parecidas com a Grande São Paulo, com sol, calor e as pancadas de chuva somente a partir da tarde, também com risco de temporais.

Já para o interior do Estado, algumas áreas de instabilidade seguem atuando durante todo o fim de semana. O predomínio é de muitas nuvens, períodos de céu encoberto e há previsão de chuva a qualquer hora do dia. Há risco de temporais, chuva forte com rajadas de vento e raios, principalmente no norte paulista e na região da Mogiana.

Por enquanto, para o primeiro fim de semana do outono, uma frente fria promete avançar sobre São Paulo e provocar chuva generaliza com até forte intensidade em todo o Estado, inclusive a Grande São Paulo.

Chuva forte em São Paulo
quinta-feira, 12 de março de 2015

As áreas de instabilidade se espalharam pela Região Metropolitana de São Paulo e provocam pancadas de chuva forte. As imagens dos radares Climatempo-USP mostram que a Zona Norte e Centro da capital paulista foram as mais atingidas às 15h30.

Imagem dos radares Climatempo-USP às 15h30. Clique na imagem e confira os radares em tempo real

Ao longo das próximas horas ainda há o risco de mais pancadas de chuva que podem vir com forte intensidade e acompanhadas de raios.

Você também pode acompanhar as câmeras da Cimatempo no centro da cidade de São Paulo. Clique e confira!

Visão de uma das câmeras da Climatempo, com visão para a zona norte da cidade de São Paulo. Ao fundo, a serra da Cantarereira. Clique na imagem e confira!

Pancadas típicas de verão no fim de semana

A Grande São Paulo terá mais pancadas de chuva típicas da estação até o último fim de semana do verão. O sol ainda aparece forte pela manhã e a chuva tende a vir a partir do período da tarde.

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