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Tempo instável no Centro-Oeste
sábado, 29 de março de 2014

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre o Mato Grosso do Sul e o sábado começou com chuva em várias áreas do Estado como na região de Campo Grande (capital) e Corumbá. As pancadas de chuva também começaram de manhã na região de Coxim e Sonora.

Em Mato Grosso, pelos registros do Instituto Nacional de Meteorologia, já chovia nas primeiras horas da manhã do sábado na região de Paranatinga, Gaúcha do Norte, Nova Maringá, Nova Ubiratã, Santo Antonio do Leste, Confresa, Campo Verde, dentre outras cidades. No período entre 7 horas de sexta e 7 horas do sábado choveu 52 mm em Tangará da Serra, 50 mm em Pontes de Lacerda, 43 mm em Comodoro.

A região de Costa Rica, em Mato Grosso do Sul teve 41 mm neste período. Nos últimos dias choveu forte também sobre o Distrito Federal e em Goiás. Em Brasília e em Goiânia, o acumulado de chuva de março superava a média em 66%, até o dia 28 d março. Cuiabá acumulava 45% de chuva acima do normal.

Mesmo com temporais mais frequentes em março, o mês deve terminar com chuva abaixo da média em grande parte da Região. No mapa, os tons em alarajando e amarelo indicam chuva abaixo do normal para o mês.

 

Chuva continua sobre Mato Grosso
terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A chuva fequente e volumosa que tem ocorrido sobre Mato Grosso nas últimas semanas está atrapalhando a colheita da soja, que começou em algumas áreas.

As áreas de instabilidade que estão sobre o Estado persistem e se intensificam nos próximos dias. A expectativa é de que a chuva continue frequente pelo menos até o fim desta semana e com risco de temporais. Ente 6 horas do dia 28 e 6 horas do dia 29 de janeiro, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou quase 87 mm de chuva sobre Água Boa, 116 mm em Gaúcha do Norte e 77 mm em Confresa.

 

 

Volume de chuva previsto para os próximos dias

Chuva forte em MS e MT
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Depois de um dia quente, com calor de até 36ºC, Corumbá amanheceu com tempo instável nesta quinta-feira. Nuvens carregadas passaram sobre a fronteira de Mato Grosso do Sul com a Bolívia, provocando fortes pancadas de chuva, raios e ventania. Entre 8 e 9 horas da manhã, pelo horário de Brasília, o aeroporto local registrou rajadas de vento de 50 e de 64 km/h. O Instituto Nacional de Meteorologia mediu 13,2 milímetros acumulados apenas nesta hora.

As áreas de instabilidade que provocaram a chuva forte em Corumbá espalham nuvens carregadas também pela fronteira de Mato Grosso com a Bolívia e entre o sul de Mato Grosso e o norte de Mato Grosso do Sul. Outras áreas de instabilidade crescem nas demais áreas de Mato Grosso, de Goiás e no Distrito Federal e também podem ter chuva forte hoje. Entre 10 horas de ontem e 10 horas de hoje, o Inmet registrou 57 milímetros em Gaúcha do Norte, 46 milímetros em Alta Floresta, 37 milímetros em Querência e 36 milímetros em Água Boa.

Muita chuva em GO e MT. Brasília: chuva de outubro supera a média
terça-feira, 18 de outubro de 2011

Muita chuva em GO e MT. Brasília: chuva de outubro supera a média

Chuvas volumosas voltaram a cair sobre parte de Goiás e de Mato Grosso, ainda como efeito da passagem de uma forte frente fria. Em Goiás, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, entre 10 horas de ontem e 10 horas de hoje, choveu 53 milímetros (mm) em Posse, quase metade de média de chuva para outubro, que fica em torno de 123 milímetros. Do começo da tarde de ontem até por volta das 14 horas de hoje, a região de Alto Paraíso de Goiás acumulava 47 mm de chuva e Goianésia, 42 mm.

Na capital, Goiânia, as chuvas de outubro já superavam a média para o mês desde a manhã do dia 14 de outubro. Com os 10 mm de choveu de ontem para hoje, Goiânia acumula agora quase 213 mm, 25% acima do normal para outubro.

Áreas do norte de Mato de Mato Grosso também registraram chuvas volumosas de ontem para hoje. Entre 14 horas de ontem e 14 horas de hoje foram acumulados 67 mm de chuva em Gaúcha do Norte, 57 mm em Juara. 47 mm em Confresa e 44 mm na região de Sinop e de Água Boa. Em Vera choveu 41 mm de ontem para hoje.

Brasília: chuva de outubro supera a média

Com os 28 mm que caíram de ontem para hoje sobre Brasília, as chuvas de outubro superaram a média. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, em 18 dias choveu quase 180 mm em Brasília, sendo que a média normal para o mês fica em torno dos 172 mm.

Na tarde de hoje, a chuva caiu forte novamente em algumas áreas da capital federal. Na região da Faculdade da Terra chove aproximadamente 19 mm entre meio-dia e 15 horas.

Chuva continua até o fim da semana

As chuvas voltaram sobre o Centro-Oeste desde o final de setembro e ficaram cada vez mais regulares e fortes em outubro. A frente fria que trouxe a chuva forte desta semana está sobre a Bahia, mas ajuda a manter a chuva sobre Brasília, o norte de Goiás e de Mato Grosso no decorrer da semana. Há risco de chuvas moderadas a fortes pelo menos até a quinta-feira. As pancadas de chuva vão prosseguir na sexta-feira e no fim de semana que vem, porém menos volumosas e intercaladas com maiores períodos de sol.

A chuva volumosa não causa transtornos, por enquanto. A terra e os rios estavam muito secos, depois da longa estiagem do inverno. As pancadas freqüentes desde o início do mês estão sendo importantíssimas para permitir o plantio e desenvolvimento inicial da nova safra de grãos que começou a ser plantada agora.

Secura no Centro-Oeste e Sudeste do Brasil – estado de alerta
quinta-feira, 14 de julho de 2011

Esta quinta-feira está sendo mais um dia de ar muito seco em todo o Centro-Oeste do Brasil, como é comum nesta época do ano. Mas os níveis de umidade do ar estão ainda mais baixos do que ontem e várias áreas da Região entraram novamente no “estado de alerta”, por conta do ar muito seco. Pelos padrões da Organização Mundial da Saúde, o “estado de alerta” é caracterizado por níveis de umidade relativa do ar (URA) entre 12% e 20%.

Às 14 horas, medições do Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia – indicavam 14% de umidade no em Campo Verde (MT), 15% em Santo Antonio do Leste, 16% em Rondonópolis, 18% em Paranatinga, 19% em Água Boa e Guiratinga, 20% em Cuiabá e Gaúcha do Norte.

Em Mato Grosso do Sul, o aeroporto de Campo Grande registrava apenas 14% de umidade no ar, às 15 horas. O Instituto Nacional de Meteorologia registrava às 14 horas níveis de umidade de 15% em Chapadão do Sul, 16% em Sidrolândia e Água Clara, 18% em Coxim, Maracaju e Cassilândia.

No estádio de Goiás, o ar também estava muito seco e o nível de umidade no ar chegava a apenas 14% na região de Jataí, 20% em São Simão.

Não há expectativa de aumento significativo dos níveis de umidade do ar no Centro-Oeste no Sudeste do Brasil nas próximas 24 horas. Assim, nesta sexta-feira, várias áreas destas duas Regiões devem ter novamente índices de umidade do ar muito baixos, com risco de entrar no “estado de alerta”.

No sábado, o centro da massa de ar seco (centro alta pressão em torno de 5000 metros de altura) tende a se deslocar para o Sudeste. Nesta situação, um ligeiro aumento dos níveis de umidade deve ocorrer no Centro-Oeste, mas não se poderá descartar “estado de alerta” em algumas áreas, em particular em Goiás e no Distrito Federal.

O deslocamento do centro da massa de ar seco para o Sudeste vai fazer com que os níveis de umidade do ar fiquem ainda mais baixos e várias áreas da Região poderão entrar no “estado de alerta”.

Ar seco em SP: estado de alerta no norte e oeste do Estado

Os níveis de umidade do ar baixaram ainda mais no norte e oeste do Estado de São Paulo nesta tarde e várias áreas entraram no “estado de alerta”, por conta do ar muito seco. Pelos padrões da Organização Mundial da Saúde, o “estado de alerta” é caracterizado por níveis de umidade relativa do ar (URA) entre 12% e 20%.

Às 14 horas, medições feitas pelo Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia – registravam 16% de URA na região de Jales e de Votuporanga e apenas 15% em Valparaíso. Votuporanga e Valparaíso entraram em alerta por volta do meio-dia. Em Presidente Prudente, o “estado de alerta” foi caracterizado às 14 horas, com URA de 19% na região do aeroporto local, mas às 15 horas o índice baixou para 14%.

Brasil secando: UR se aproxima do estado de emergência no interior do país
sexta-feira, 8 de julho de 2011

A umidade do ar baixou ainda mais na última hora em Poços de Caldas, no sul de Minas Gerais. Ao meio dia, a umidade relativa (UR) chegou aos 21%, mas às 13 horas, o aeroporto local registrou apenas 14%.  Este valor é extremamente baixo e prejudicial à saúde humana, colocando a região num estado de alerta, por conta do ar muito seco, pelos padrões da OMS – Organização Mundial da Saúde. O Estado de Alerta para o ar seco é determinado para índices de umidade relativa do ar entre 12% e 20%. Entre 21% e 30% temos o Estado de Atenção e entre 31% e 40%, Estado de Observação. Índices de umidade do ar iguais ou menos a 11% indicam um Estado de Emergência.

Na tarde ontem, Brasília teve a tarde mais seca do ano, com umidade relativa do ar de apenas 20%, às 15 horas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. Mas índices de alerta foram observados no norte e oeste da Bahia, no sul do Ceará, norte de Minas Gerais, no centro-norte de Goiás, leste/nordeste de Mato Grosso e também em áreas da divisa de São Paulo com o sul de Minas Gerais, do interior do Paraná e de Santa Catarina.

Nas medições feitas por estações meteorológicas do Inmet – Instituto Nacional de Meteorologia, a umidade relativa do ar na tarde de quinta-feira, 7 de julho, atingiu 13% em Espinosa (MG), Guanambi (BA) e Bom Jesus Lapa (BA), 14% em Itaiobim (MG), Irecê (BA), Buritirama (BA),  15% em Tauá (CE), 16% em Salinas (MG), Gaúcha do Norte (MT), Niquelândia (GO) e Montalvania (MG).

Níveis de umidade do ar baixos como estes, até menores, acontecem praticamente todos os anos no Brasil na época da seca, que abrange quase todo o outono, o inverno e parte da primavera. A queda dos níveis de umidade ocorre naturalmente por conta da falta de chuva por muitos dias consecutivos e da frequente passagem do ar polar sobre parte do Brasil. As massas polares trazem o frio e também reduzem os níveis de umidade do ar. Este efeito é observado em geral nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Neste fim de semana, a umidade do ar vai permanecer abaixo dos níveis confortáveis e recomendáveis para a saúde humana na maior parte do Brasil.  As regiões mais secas, onde os níveis de umidade do ar podem se aproximar ou mesmo baixar para índices de emergência, devem ser em áreas da Região Centro-Oeste, no norte de São Paulo, sul, centro-oeste e norte de Minas Gerais, oeste e norte da Bahia e Tocantins.