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Abril segue quente e úmido
sexta-feira, 18 de abril de 2014

Completamos um mês de outono em 20 de abril e o ar continua bastante úmido e quente sobre o Brasil. A grande disponibilidade de umidade e de calor mantém as condições para a ocorrência de pancadas de chuva frequentes por quase todo o país.

A análise da anomalia (diferença entre a chuva que ocorreu e a média normal) de chuva de abril mostra que já choveu acima da média em várias áreas do Nordeste, de Goiás e do Sudeste.

 

 

 


 

 

Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia, na região de Barbacena, na zona da mata mineira, choveu em 17 dias de abril aproximadamente 100 mm, sendo que a média de chuva para o mês é de 68 mm Em João Pinheiro, no oeste de Minas, já choveu cerca de 120 mm e a média normal fica em torno de 68 mm. Em Belo Horizonte, o total de chuva de abril já atingiu 179 mm, quase três vezes a média para o mês que é de aproximadamente 60 mm. Em Goiânia, o acumulado em 17 dias está 293 mm, 143% acima da média normal que é de 121 mm. No sertão da Bahia, Remando acumulou cerca de 140 mm de chuva, sendo que a média fica em torno dos 90mm.

 

Confira a previsão de chuva para o Brasil até o início de maio, no comentário da meteorologista Josélia Pegorim.

 

 

 

Sudeste: chuva se concentra em SP
quarta-feira, 9 de abril de 2014

Várias regiões do Estado de São Paulo tiveram fortes pancadas de chuva nesta quarta-feira. As nuvens carregadas que se espalhara pelo Estado foram formadas pelo calor e a passagem de uma frente fria pelo litoral sul paulista. Tecnicamente, a frente fria já está afastada em alto-mar, mas áreas de instabilidade continuam sobre São Paulo e vão provocar mais chuva nesta quinta-feira. Pode chover e ventar forte inclusive sobre a Grande São Paulo.

Nos demais estados do Sudeste, a chance de chover é menor. As pancadas de chuva poderão ocorrer a partir da tarde, mas em pequenas áreas. O sol fica forte praticamente o dia todo e faz calor.

 

 

Entre as capitais, a maior chance de chuva é em São Paulo. Não deve chover no Rio de Janeiro.

Os paulistas devem ficar atentos à previsão, pois uma nova frente fria vem sendo prevista para o próximo fim de semana e pode trazer chuva forte.

Seca aumenta a conta de luz
terça-feira, 8 de abril de 2014

 

O impacto da falta de chuva nos últimos meses começou a chegar no bolso do consumidor a partir desta terça-feira, dia 8 de abril, com um aumento nas contas de luz para a população dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso.  

O aumento na conta de energia elétrica é mais um dos efeitos negativos da seca do verão de 2014.

A reportagem é de Maira Di Giamo que entrevista também o meteorologista da Climatempo Alexandre Nascimento, especialista em previsão de climática, que fala sobre as perspectiva de chuva para os próximos meses.

 

 

 

 

 

Temporais em Minas Gerais
quinta-feira, 3 de abril de 2014

A presença de uma frente fria próxima do litoral do Rio de Janeiro está ajudando a formar nuvens muito carregadas sobre Minas Gerais. Um temporal já ocorreu nesta tarde em Barbacena, na zona da mata mineira, onde o Inmet registrou 50 mm de chuva em apenas 1 hora, entre 12 e 13 h. Em Buritis, no oeste do estado, choveu 28 mm entre 11h e meio-dia. O temporal de ontem sobre Belo Horizonte alagou várias áreas da cidade e hoje ainda pode chover forte.

As áreas de instabilidade sobre Minas Gerais crescem no decorrer da tarde e há risco de fortes pancadas de chuva até a noite em vários locais do estado.

A imagem do radar meteorológico do Pico do Couto (Aeronáutica) mostra sinais de chuva forte (pontos vermelhos) sobre a região de Barbacena.

Belo Horizonte ainda pode ter chuva forte na 5ª feira
quarta-feira, 2 de abril de 2014

Calor, umidade alta e a chegada de uma frente fria ao litoral do Rio de Janeiro foram os responsáveis pelo crescimento de nuvens muito carregadas sobre a Belo Horizonte que provocaram novos temporais no fim da tarde desta quarta-feira, 2 de abril.  A imprensa local noticiou no fim da tarde que o aeroporto da Pampulha foi alagado, córregos transbordaram e carros foram arrastados pela enxurrada.

Por volta das 19 horas, a quantidade de descargas elétricas já havia diminuído bastante, indicando o enfraquecimento da instabilidade. Porém, estas nuvens carregadas ainda podem voltar a se formar nesta quinta-feira e a capital mineira ainda poderá ter chuva moderada a forte.

Belo Horizonte teve outra tarde com temporal nesta quarta-feira e desta vez foi mais intenso do que na terça. Em apenas 3 horas, entre 16h e 19 horas desta 4ª feira, choveu 62,8 mm na região da Pampulha, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia. Mas  entre 17h e 18h choveu 46,6 mm, o que tecnicamente uma chuva muito intensa. A média de chuva em abril na região de Belo Horizonte fica em torno dos 61 mm. Na hora que começou o temporal, a visibilidade no aeroporto da Pampulha baixou repentinamente para 500 metros.

A imprensa local noticiou no fim da tarde que o aeroporto da Pampulha foi alagado, córregos transbordaram e carros foram arrastados pela enxurrada.

 

Chuva volumosa no oeste de Minas Gerais
quarta-feira, 26 de março de 2014

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre Minas Gerais nos últimos dias com a passagem de uma frente fria pelo litoral da Região Sudeste. Esta frente fria já está afastada em alto-mar, mas ainda há muita umidade sobre Minas Gerais e nuvens carregadas ainda podem crescer nesta quarta-feira em várias áreas do Estado.

O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 73,8 mm de chuva sobre Unaí, no oeste de Minas Gerais, entre 8 horas do dia 25 e 8 horas de 26 de março. A chuva de março está sendo mais volumosa sobre Unaí. O acumulado em 26 dias já está em torno dos 200 mm.

 

Recorde de frio em Belo Horizonte
terça-feira, 25 de março de 2014

  A recente passagem de uma frente fria sobre o Sudeste do Brasil trouxe e chuva e ar polar par a Região que causaram queda da temperatura nos quatro estados.

Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, teve dois recordes de frio consecutivos. A madrugada desta terça-feira, 25 de março, foi a mais fria do ano até agora. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 17,0°C. O recorde anterior era de 17,6°C registrados nos dias 24 e 7 de março. Mas a tarde do dia 24 de março foi também a mais fria deste ano para os belorizontinos. A temperatura máxima foi de 21,9°C. Os dados foram coletados pelo Instituto Nacional de Meteorologia no centro da cidade.

 

Além de Belo Horizonte, São Paulo também teve recorde de frio nesta terça-feira, com temperatura mínima de 16,2°C.

Temperatura em elevação

A tendência é de elevação da temperatura no decorrer da semana, mas as noites seguem frescas. Além do afastamento do ar polar, Belo Horizonte terá mais sol a partir desta quarta-feira para aquecer do ar.

Recorde de frio em Belo Horizonte
segunda-feira, 24 de março de 2014

 O tempo chuvoso e a presença do ar polar proporcionaram uma segunda-feira (24) com temperatura baixa na cidade de Belo Horizonte (MG). A capital registrou as menores temperaturas mínima e máxima de 2014, ou seja, a madrugada e a tarde mais fria do ano, até agora. De acordo com a medição convencional do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) os termômetros não passaram de 22°C. O recorde anterior era de 23,8°C no dia 8 de março. A temperatura mínima foi de 17,6°C, igualando  marca anterior, de 17,6°C no dia 7 de março. 

Temperatura em elevação

O sol reaparece entre muitas nuvens nesta terça-feira e a temperatura já terá ligeira elevação na capital mineira. A tendência é de mais sol e calor à tarde a partir de quarta-feira, com pancadas de chuva em parte da tarde e da noite.

Chuva muito abaixo da média

O volume de chuva em Belo Horizonte tem estado abaixo da média desde o início do ano. Em 24 dias de março, o Instituto Nacional de Meteorologia registro aproximadamente 72 mm, sendo que a média histórica para o mês é de 143 mm.

Pouca chuva entre Minas e Espírito Santo
domingo, 9 de março de 2014

O Espírito Santo e a metade norte de Minas Gerais estão tendo um verão com chuvas muito abaixo do normal. A última chuva volumosa que aconteceu nessas áreas foi em meados de dezembro, quando houve formação de uma Zona de Convergência Intertropical, que provocou muita chuva e deixou várias regiões mineiras e capixabas embaixo d’água por vários dias. Depois disso, um forte bloqueio atmosférico tomou conta do Sudeste do Brasil e quase não houve registro de chuva.

Em fevereiro, esse bloqueio atmosférico foi quebrado, porém as frente frias que chegaram ao Sudeste chegam enfraquecidas e nem conseguiram chegar perto do Espírito Santo ou do norte de Minas. Os mapas abaixo mostram a anomalia de chuva em janeiro e fevereiro no Sudeste, ou seja, o quanto a chuva ficou abaixo da média climatológica.

As notícias não são muito animadoras. A previsão para os próximos 15 dias ainda é de pouca chuva no Estado do Espírito Santo e na maior parte de Minas Gerais.

 

Chuva forte sobre o Sudeste
sexta-feira, 7 de março de 2014

 

Várias áreas da Região Sudeste do Brasil tiveram chuva forte e volumosa entre os dias 6 e 7 de março. A chegada de uma frente fria ao litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro foi muito importante para deixar o tempo mais instável, aumentando a quantidade de áreas de instabilidade sobre a Região.

O mapa mostra os maiores volumes de chuva registrados pelo Instituto Nacional de Meteorologia entre 9 horas do dia 6 de março e 9 horas do dia 7 março de 2014.

A chuva caiu forte em importantes regiões para a geração de energia elétrica, como na região de Três Marias, no sul de Minas, Triângulo Mineiro e norte de São Paulo.

No fim de semana, a frente fria continua perto do litoral do Rio de Janeiro e vai manter as condições para chuva em grande parte do Sudeste. A menor chance de chuva é para o norte e nordeste de Minas Gerais, Espírito Santo e no oeste de São Paulo.