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Sudeste tem mais chuva esta semana
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A semana começou com temporais em várias áreas de São Paulo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro, mesmo sem a presença de nenhum sistema meteorológico especial para aumentar as condições para chuva. Calor e disponibilidade de umidade formaram aglomerados de nuvens carregadas que provocaram chuva forte, com muitos raios e rajadas de vento.

 

São Carlos (SP) 26-1-2015 por Leticia de Oliveira

 

Segundo do Instituto Nacional de Meteorologia,  o sul de Minas, choveu quase 95 mm em Maria da Fé entre 18h do dia 25 e 18h de 26 de janeiro. Na mesma região e no mesmo período, Monte Verde acumulou 67 mm. Em Unaí choveu 31 mm 13h e 14h.

 

 

No Estado de São Paulo, choveu 78 mm sobre Sorocaba e 75,6 mm sobre Barueri, sendo que a chuva caiu toda a na madrugada do dia 26. No fim da tarde, a chuva caiu forte sobre Franca deixando um acumulado de 43 mm em apenas 3 horas de chuva. Em Barra do Turvo choveu 38 mm em 1 hora, entre 19h e 20h.

Ainda em São Paulo, a cidade de Bauru teve rajadas de vento de 103 km/h às 19h55.

Mais chuva

Até a quarta-feira, o calor e a umidade do ar elevada serão os principais responsáveis pela ocorrência de chuva sobre o Sudeste. As pancadas podem ser fortes, mas devem ocorrer preferencialmente sobre São Paulo, no centro-sul do Rio de Janeiro, incluindo o Grande Rio, e no centro-sul e oeste de Minas Gerais, incluindo a região da Grande Belo Horizonte. Por enquanto, as áreas menos favorecidas com a chuva será o norte e nordeste de Minas Gerais, região do rio Doce e do rio Jequitinhonha e o Espírito Santo.

Uma nova frente fria começa a influenciar Sudeste entre a tarde e a noite de quinta-feira, 29 de janeiro, e passa pelo litoral do Rio de Janeiro no próximo fim de semana. Esta frente fria terá força para estimular chuva por todo o Sudeste. Nos primeiros dias de fevereiro, outra frente fria vem reforçar a condições para chuva e deve atuar com força sobre o Espírito Santo e o norte mineiro.

 

 

 

Sem ASAS

Uma mudança recente na circulação dos ventos e na pressão atmosférica facilitou a formação das nuvens: a ausência da atuação da ASAS – alta pressão subtropical do Atlântico Sul –, um sistema meteorológico que atuou forte sobre o Sudeste até o dia 20 de janeiro causando um bloqueio atmosférico. Além de impedir a chegada das frentes frias ao Sudeste, a ASAS dificultava o crescimento das nuvens. O bloqueio atmosférico foi quebrado com uma frente fria que chegou ao litoral de São Paulo no dia 21 e janeiro.

Apesar do enfraquecimento do bloqueio, a chuva no Sudeste está muito abaixo da média para janeiro. Faltam poucos dias para terminar o mês e não há mais chance de recuperação. Janeiro, o primeiro ou o segundo mês normalmente mais chuvoso no Sudeste, termina devendo muita chuva.

 

Chuva forte em Minas Gerais
sábado, 24 de janeiro de 2015

Nuvens carregadas associadas ao tempo abafado e a presença de um Sistema de Baixa Pressão na costa do país provocam chuva forte entre a Região Metropolitana de Belo Horizonte e a Zona da Mata mineira. O aeroporto de Juiz de Fora registra trovoadas e temperatura de 26 graus.

Chuva em Minas Gerais
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A chuva também chegou ao Estado de Minas Gerais. Após aproximadamente um mês sem chuva, as pancadas vieram com forte intensidade e também acompanhada por granizo.

A umidade que conseguiu avançar para as áreas de Belo Horizonte encontraram uma atmosfera bastante aquecida, segundo informações da estação convencional do INMET, Belo Horizonte teve um recorde de maior temperatura máxima do ano com registro de 33,9°C, o que favoreceu a formação de grandes nuvens de temporal. Segundo informações dos internautas, até mesmo a ocorrência de granizo foi observada.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço das nuvens carregadas para áreas do centro-sul mineiro.

Clique na imagem e veja imagens de satélite de todo o Brasil

Com o afastamento do bloqueio atmosférico proporcionado pela presença da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), as instabilidades consegue provocar chuva em áreas do centro-sul mineiro. O noroeste e norte do Estado ainda continuam com uma condição atmosférica que não favorece a formação de muitas nuvens, há o risco de rápidas pancadas de chuva isoladas a partir da tarde da quinta-feira (22). No Vale do Jequitinhonha não há previsão de chuva e o sol brilha forte.

Mais chuva e queda de temperatura

A presença da baixa pressão atmosférica na costa de São Paulo também vai favorecer a formação de nuvens de chuva sobre o Estado de Minas Gerais. Com o afastamento do bloqueio atmosférico, o  vento muda de direção e passa a transportar o ar vindo de sul que é mais frio. A tendência é de queda de temperatura ao longo do fim de semana.

Mesmo com a queda na temperatura, o ar ainda fica abafado o que pode provocar pancadas de chuva forte especialmente entre a tarde e a noite.

Veja mais em: Recorde de calor em BH

BH poderá ter um pouco de chuva nesta 4ª feira
terça-feira, 13 de janeiro de 2015

As imagens de satélite de terça-feira mostraram o crescimento e a passagem de nuvens carregadas pelo extremo sul da Grande Belo Horizonte. Algumas áreas da capital mineira tiveram até aumento da nebulosidade, mas nem devem ter sentido o cheiro de alguma chuva.

As pequenas áreas de nuvens carregadas que se passaram sobre o sul da Grande BH e em locais da zona da mata mineira e do sul de Minas Gerais indicaram maior acúmulo de umidade que permitiu o crescimento das nuvens com o calor.

 

Mas isto não significa que a chuva está voltando e que daqui para frente o verão vai ser como é quase sempre: nuvens, nuvens e mais nuvens que ficam dias sobre Minas Gerais provocando chuva praticamente todos os dias e muitas vezes forte.

Algumas áreas de instabilidade voltam a se formar entre o Triângulo Mineiro, a Grande BH, o sul de Minas e a zona da mata mineira até o domingo, mas a chuva que ocorrer será em geral em pequenas áreas e de pouca duração. Não é essa chuva que vai reverter o quadro de seca em Minas Gerais.

Minas Gerais é um dos estados que mais sofre com a falta de chuva desde o verão de 2014, ano que entrou para a história de BH como um dos cinco mais secos, em mais de 100 anos de medições.

O mapa mostra a estimativa do total de chuva sobre o Sudeste nos próximos 15 dias. Até quase o fim de janeiro, a maioria das áreas de Minas não vão conseguir acumular nem 70 milímetros de chuva. É alta a probabilidade de janeiro de 2015 terminar com chuva muito abaixo da média. Desde o início do ano o Instituto Nacional de Meteorologia ainda não registrou chuva em Belo Horizonte.

 

Temporais no sul de Minas Gerais…
sábado, 3 de janeiro de 2015

O Verão de 2015 começou completamente diferente do que assolou o Sudeste no ano de 2014. As chuvas típicas da estação voltaram a provocar temporais à tarde no centro-sul mineiro nos últimos dias. O ingrediente para estas tempestades isoladas é simples: calor e a alta umidade do ar. Além disso, a aproximação de uma frente fria pelo litoral da região Sudeste, vem reforçando estas instabilidades associadas ao ar quente e úmido.

Na última sexta-feira, para se ter uma ideia, na região da Zona da Mata mineira, além das fortes chuvas e rajadas de vento, houve registro de queda de granizo no município de Barbacena. Antes do temporal, a temperatura era de 31 graus, mas assim que começou a chover a temperatura caiu para 22 graus. Já em Viçosa, em apenas uma única hora foram acumulados aproximadamente 36.0 mm de chuva.

Em Belo Horizonte, por volta das 15h, o aeroporto Carlos Prates reportou intensas rajadas de vento sobre a Capital, que chegaram a 90.0 km/h, além da chuva e das trovoadas. A temperatura caiu dos 32 graus para os 22 graus.

No sábado a situação não foi diferente! Novos temporais voltaram a acontecer sobre o centro-sul e oeste de Minas Gerais. Na imagem de satélite a seguir é possível observar intensos núcleos de chuva sobre estas áreas. As cores em vermelho e branco indicam as nuvens mais carregadas.

Enquanto os temporais rotineiros das tardes assolam o centro-sul e oeste mineiros, é possível visualizar na imagem de satélite também que quase nenhuma nuvem se forma sobre o centro-norte do Estado. A região vem enfrentando um longo período quente e seco nos últimos dias. Com a ausência de nuvens, as temperaturas sobem muito rapidamente e o calor segue intenso. Além do calorão, a umidade tem chegado à níveis críticos no período da tarde, ficando abaixo dos 30% em diversos municípios. Em Montes Claros e Montalvânia, a umidade chegou a 25%, enquanto em Salinas a 27%. Já em Itaobim , o nível chegou a 23%. Estas – e diversas outras – cidades entraram em estado de atenção no período da tarde, de acordo com a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Entre estas cidades, a maior temperatura foi registrada em Montes Claros, com 37 graus, segundo a estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

A imagem a seguir ilustra a situação de Minas Gerais nestes últimos dias.

Vemos a circulação dos ventos em baixos níveis da atmosfera (850hPa), e os tons em azul representam alta concentração de umidade no ar. Nota-se claramente que a região centro-sul e oeste encontram-se com a umidade elevada, enquanto no norte, a umidade é baixíssima.

No domingo os temporais ficaram mais restritos ao centro-oeste mineiro. As chuvas foram mais intensas no município de Dores do Indaiá, no centro de Minas Gerais. Segundo registro das estações do INMET, entre as 20h do sábado e as 7h do domingo, foram acumulados 84.6 mm de chuva. Em Formiga – também na região central – os acumulados chegaram a 56.6mm. O município de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, acumulou 64.2 mm.

Por outro lado, Montes Claros registrou novamente umidade relativa do ar abaixo dos 30%, chegando a 27 %. Já Montalvânia chegou à 25%, enquanto Itaobim entrou em estado de alerta, com umidade em torno dos 20%.

Mas estes temporais têm dada para acabar? E a umidade? Volta a subir?

Na segunda-feira e terça-feira, ainda há risco para temporais no centro-sul e oeste de Minas Gerais. Mas a novidade é que o norte do Estado volta a ficar mais úmido entre terça-feira e quarta-feira, melhorando assim a qualidade do ar na região. Devido à temperatura elevada e ao aumento da umidade voltam a ocorrer pancadas de chuva, mas ainda de forma bastante isolada na região. Mas não são esperados acumulados significativos de chuva nos próximos dias.

Entre quinta-feira e sexta-feira, por outro lado, uma nova massa de ar seco e quente avança sobre o leste de Minas Gerais e mantém o tempo firme, com temperatura elevada e umidade baixa .

Previsão indica muita chuva entre SP e MG
domingo, 21 de dezembro de 2014

O verão começou oficialmente neste domingo (21) e os primeiros dias da nova estação serão marcados por muita chuva para parte do Sudeste.

Nesta segunda-feira uma frente fria vai avançar pelo Sul do Brasil e chega em São Paulo. Ao mesmo tempo, um sistema de baixa pressão atmosférica vai se formar entre São Paulo e Mato Grosso do Sul e se intensifica na terça-feira. O choque entre os dois sistemas gera nuvens muito carregadas no Estado de São Paulo na terça-feira, e o resultado será um dia com chuvas volumosas pelo Estado.

O mapa abaixo mostra a circulação de ventos na atmosfera na terça-feira, com a área de baixa pressão e a frente fria, podendo ser observada em níveis baixos da atmosfera (850 hPa).

Entre a noite de segunda-feira e o dia de terça-feira é que a chuva mais volumosa acontece pelo Estado de São Paulo, Sul de Minas Gerais e Triângulo Mineiro e extremo sul do Rio de Janeiro. O mapa abaixo mostra a previsão de volumes de chuva acumulada, de acordo com os modelos meteorológicos de previsão de tempo.

 

 

 

A maior parte da chuva indica no mapa acontece entre os dias 22 e 24 em São Paulo. Acumulados perto de 100 milímetros em 48 horas já são suficientes para provocar alagamentos e transbordamentos. Essa situação pode ser observada em várias regiões paulistas, inclusive na Grande SP, e também na região Sul de Minas Gerais. Nessa região, apesar da chuva pode causar problemas nas cidades, ela é bem vinda pois aí se encontram os reservatórios do Sistema Cantareira, que abastece a Grande SP, e a cabeceira do Rio Grande, cuja Bacia hidrográfica é responsável por grande parte da geração hidrelétrica do Sudeste.

 

Confira a previsão para o Natal! 

 

 

Frio de inverno no verão
terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Muitas pessoas na Região Sudeste do Brasil sentiram um friozinho na madrugada desta terça-feira tendo que usar até um edredom. Nas vésperas do verão, temperaturas de inverno, próximas dos 10°C, ocorreram em algumas regiões de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), das 10 menores temperaturas registradas nas medições automáticas espalhadas pelo país,  seis era em cidades da Região Sudeste.

 

Serra do RJ – lugar mais frio do Brasil

Na madrugada de 16 de dezembro, o local mais frio do Brasil foi a região do pico do Couto, nos arredores de Petrópolis, na serra do Estado do Rio de Janeiro. A temperatura mínima foi de 5,4°C, pela medição da estação meteorológica automática operada pelo Instituto Nacional de Meteorologia. Em A temperatura mínima em Nova Friburgo, também na região serrana do Rio de Janeiro foi de 9,2°C.

 

 

Confira as dez menores temperaturas no Brasil em 16/12/2014 (Inmet)

 

Temperatura em elevação

A madrugada da quarta-feira, 13 de dezembro, ainda será um pouca fria especialmente nas áreas serranas do Sudeste, mas as tardes ficam quentes. Mas a partir de quinta-feira, o ar aquece mais, a umidade aumenta e volta a sensação de abafamento.

 

Subsidência e resfriamento do ar

A temperatura baixa está associada a passagem da uma fraca massa de ar polar pelo Sul e pelo Sudeste, mas principalmente ao efeito de subsidência do ar. A subsidência é um movimento do ar de cima para baixo, que traz o ar seco dos níveis atmosféricos mais elevados para as camadas baixas, próximas da superfície.

Quando secamos o ar, isto é, diminuímos o teor de umidade, menos nuvens se formam sobre uma região. A nebulosidade retém calor. Assim, quando temos muitas nuvens durante a  noite, o resfriamento do ar é menor porque a camada de nuvens evita a perda do calor. É como se a nebulosidade à noite fosse um cobertor, deixa o ar quentinho.

Mas quando não temos nuvens à noite, ou o céu está com poucas nuvens à noite, o calor que foi armazenado durante o dia é rapidamente perdido para o espaço, fazendo com o que o ar se resfrie mais. É isto que acontece quando a atmosfera está subsidente: o céu fica com poucas nuvens também à noite. Uma noite com pouca ou nenhuma nebulosidade é mais fresca em qualquer época do ano.

 Entenda o que é subsidência do ar

Como será o verão na Região Sudeste?  

Fotografeotempo! #É tempo de Natal!  

 Um bom tempo pra você! 

 

 

Muita chuva no litoral da Bahia
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Chuva forte sobre a Bahia

As áreas de instabilidade se intensificam no litoral da Bahia e provocam chuva forte também Salvador. A chuva complica o trânsito e a imprensa local informou queda de árvores.

 

 

Áreas de instabilidade associadas a presença de um Vórtice Ciclônico nos Altos Níveis Atmosféricos (VCAN) e de uma frente fria provocam chuva forte sobre todo o leste da Bahia. Segundo informações do aeroporto Deputado Luis Eduardo de Magalhães há a presença de chuva moderada acompanhada por trovoadas.

Áreas de instabilidade se intensificam sobre a Bahia por causa da frente fria que já está no litoral sul baiano. Vários aglomerados de nuvens carregadas devem se espalhar pelo litoral e pelo interior da Bahia provocando chuva frequente nos próximos dias.

Para esta terça-feira, a preocupação maior é com a chuva forte no litoral da Bahia, inclusive na região de Salvador, e também o aumento da chuva no litoral de Sergipe e de Alagoas.

 

 

 

 

Bom Jesus da Lapa (BA) em 16-11-2014 por Leo Rodrigues

Muita chuva sobre o nordeste de Minas Gerais

Uma frente fria avançou até o sul da Bahia e estimulou a formação de nuvens bastante carregadas entre o Espírito Santo, Minas Gerais e o sul da Bahia. A semana começou com muita chuva sobre as regiões mineiras do vale do rio Doce e do vale do Jequitinhonha. Entre 10 horas do dia 14 e 10 horas de 15 de dezembro de 2014, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 82,8 mm sobre Governador Valadares, 75,4 mm sobre Mantena e 66,2 mm na região de Aimorés. Caratinga recebeu 62,4 mm de chuva no mesmo período e em Timóteo choveu 62,2 mm.

Choveu muito também sobre a região de Santa Teresa, na região serrana do Espírito Santo. O acumulado no mesmo período foi de 62,8 mm.

 

Mais chuva

A frente fria que ajudou a formar estas fortes áreas de instabilidade permanece entre o litoral da Bahia e do Espírito Santo nesta terça-feira. Nuvens carregadas continuam a se formar sobre o norte de Minas Gerais, no norte capixaba e sobre a Bahia. Há risco de chuva forte e volumosa.

 

O meteorologista César Soares comentou a presença de alguns sistemas típicos do Verão que já começam a provocar chuva em algumas áreas do leste do Nordeste. Quer saber quais? Então veja no Drops Climatempo News

 

 

 

Um bom tempo pra você!

Previsão climática para o verão de 2015 no Brasil

Até 17 de dezembro, mais de 100 estrelas cadentes por hora riscam o céu! Não esqueça de fazer o seu pedido! 

 

Sudeste tem mais calor e menos chuva
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Sudeste tem mais calor e menos chuva

A primeira semana de dezembro começou com menos instabilidade sobre o Sudeste. Áreas do norte e noroeste de Minas Gerais e do Espírito Santo ainda tiveram chuva frequente e forte, mas na maior parte do Sudeste as pancadas de chuva já ficaram escassas no primeiro dia dezembro. A temperatura em São Paulo chegou aos 31°C e no Rio de Janeiro aos 34°C. Belo Horizonte eve temperatura amena nesta segunda-feira porque ficou com muitas nuvens e chuva, mas vai esquentar rápido a partir desta terça-feira. Vitória teve calor em torno dos 31°C

 

Fim de tarde em São Lourenço (MG), por Rodolfo, 30-11-2014

 

O Instituto Nacional de Meteorologia registrou quase 145 mm acumulados sobre São Romão, no noroeste mineiro, entre 20 horas do dia 30 de novembro e 20 horas de 1 de dezembro de 2014. No mesmo período choveu 41 mm sobre Linhares, no Espírito Santo. Várias áreas no norte-noroeste de Minas acumularam de 30 a 40 mm.

 

http://www.climatempo.com.br/satelite/

Mas a tendência para esta semana  é de que o tempo fique menos instável. As pancadas de chuva ainda vão ocorrer, mas em geral entre o fim da tarde e o começo da noite e em pequenas áreas.

O Sudeste terá menos nebulosidade esta semana e assim, mais sol e mais calor. Uma frente fria vai passar pelo litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro entre quarta e quinta-feira, mas com pouco ar polar e que não terá força para esfriar o Sudeste. Esta frente fria é fraca e logo se afasta para alto-mar. As chuvas no Sudeste nos próximos 10 dias vão cair principalmente sobre São Paulo.

 

 

 

Balanço da chuva de novembro

A última semana de novembro deu a muitas aeras do Sudeste grande parte da média histórica de chuva do mês. Várias frentes frias passaram pela Região ajudando a formar e a manter as nuvens de chuva. Novembro deu ao Sudeste temporais que causaram alagamentos e destruição como não se via há muitos meses.

Nas capitais, só por causa da chuva da última semana do mês, Belo Horizonte praticamente atingiu a média histórica e São Paulo chegou perto também. Rio de Janeiro e Vitória tiveram pouca chuva.

 

 

 

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Chuva alaga Pouso Alegre (MG)

Você sabe como se formam os raios?

Chuva alaga Pouso Alegre (MG)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Em apenas 10 minutos, a chuva forte que caiu sobre Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais, deixou ruas alagadas e a força a água formou correnteza. A internauta Gabriela Cremonesi registrou a situação que ocorreu no meio da tarde desta segunda-feira, 1 de dezembro.

 

Chuva alaga Pouso Alegre (MG), em 1-12-12014 por Gabriela Cremonesi

 

As nuvens carregadas que passaram sobre Pouso Alegre foram formadas pelo calor e grande disponibilidade de umidade em toda a região do sul mineiro.

 

Mais chuva

Muitas áreas de Minas Gerais terminaram o mês de novembro com chuva acima da média. Grande parte da chuva ocorreu na última semana do mês. O mapa mostra a anomalia (diferença em relação à média) de chuva na Região Sudeste. Os tons de azul representam chuva acima da média.

 

Dezembro começa com mais chuva

As pancadas de chuva serão frequentes nesta primeira semana de dezembro, Além do calor, uma nova frente fria passa pelo litoral paulista entre quarta e quinta-feira. A proximidade com esta frente fria vai aumentar as condições para chuva, mas não há previsão de queda da temperatura acentuada. A semana segue com calor e sensação de abafamento.