Posts com a Tag ‘Sul’

+ aumentar e diminuir fonte -
Semana de sol sobre todas as áreas da Região Sul e em grande parte do Sudeste
domingo, 29 de janeiro de 2012

Uma grande massa de ar mais seco predomina sobre o Sul do Brasil neste domingo e dificulta a formação das nuvens carregadas. O predomínio de sol e poucas nuvens favorecem o aumento da temperatura sobre os três Estados. Na terça-feira uma frente fria vai se aproximar do sul gaúcho deixando grande parte do Estado numa situação de pré-frontal, com calor próximo dos 35°C sobre o centro-oeste do Rio Grande do Sul. Esta frente fria, no entanto, não avança sobre o Estado e se afasta para o mar provocando apenas o aumento de umidade nas áreas de fronteira com o Uruguai. Na quinta-feira, outra frente fria deve se aproximar do Rio Grande do Sul aumentando a velocidade dos ventos sobre o Estado, mas esta frente fria também não chega a avançar sobre a Região, que vai continuar com temperaturas bem altas.
No Estado de São Paulo, a frente fria que passou na sexta-feira (dia 27) já se afastou e o predomínio voltou a ser do ar mais seco principalmente sobre o interior do Estado. O ar está em aquecimento sobre todas as áreas paulistas e o tempo vai ser com predomínio de sol durante toda a semana. As pancadas de chuva típicas de verão vão acontecer principalmente no norte e no leste do Estado, inclusive na capital, no litoral e no Vale do Paraíba. Nos Estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais a instabilidade perde força no decorrer da semana e a tendência também é de aquecimento.

Bookmark and Share
Seca no Sul causa prejuízos de mais de R$ 2 bilhões
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Da Agência Brasil
Enquanto as Regiões Sudeste e Centro-Oeste contabilizam os prejuízos causados pelas chuvas dos últimos meses, o Sul do Brasil continua com o problema da estiagem que além de causar danos à população, afetou a produção agrícola regional.
Os prejuízos contabilizados somam mais de R$ 2 bilhões ao setor e contribui para o aumento dos preços de diversos alimentos em todo o país. No Rio Grande do Sul, 291 cidades decretaram situação de emergência e mais de 1,6 milhão de pessoas foram afetadas. Já em Santa Catarina,  são 80 cidades em situação de emergência e quase 490 mil pessoas prejudicadas pela falta de chuvas.
Até esta segunda-feira (16), a Secretaria de Agricultura do estado estimava que as perdas agropecuárias chegavam a R$ 497 milhões. De acordo com a Defesa Civil catarinense, a estiagem deve permanecer até o próximo dia 19, quando podem ocorrer chuvas isoladas, a partir da região meio-oeste.

No Paraná,  137 cidade estão em situação de emergência. A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento estima que a estiagem comprometeu 11,5% da safra de verão, prevista em 22,13 milhões de toneladas, o que significa um prejuízo financeiro de R$ 1,52 bilhão.

Nos últimos dias, os governos federal e estaduais anunciaram medidas para auxiliar as localidades e agricultores afetados. No último sábado (14), o governador gaúcho, Tarso Genro, anunciou a liberação de R$ 54,42 milhões para ações emergenciais e medidas preventivas contra a estiagem. Desse total, R$ 28 milhões são provenientes do governo federal, dos quais o estado já recebeu R$ 18 milhões. Tarso também anunciou que a Secretaria Estadual de Habitação e Saneamento irá investir R$ 5 milhões na extensão de redes de água, compra de bombas para poços artesianos e reservatórios nos municípios atingidos pela estiagem.

Em Santa Catarina, somados os recursos federais e estaduais, o socorro chega a R$ 28,6 milhões. Entre as medidas anunciadas na última segunda-feira (16) pelo governador Raimundo Colombo e pelos ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, estão a construção de 333 poços artesianos em municípios atingidos pela seca e a liberação de recursos do seguro agrícola mediante laudos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O governador Beto Richa também prometeu aplicar R$ 21,5 milhões na instalação de 300 sistemas comunitários de fornecimento de água em várias regiões paranaenses. Outros R$ 10 milhões serão investidos junto com o Ministério da Integração Nacional na implantação de cisternas em comunidades rurais historicamente afetadas pela falta de água, iniciativa que, segundo a assessoria do governo, irá atender especialmente os produtores de frangos, suínos, leite e hortaliças.

O governo paranaense também vai destinar R$ 6 milhões para ajudar quem precisa comprar insumos agrícolas (fertilizante, máquinas, defensivo agrícolas) e acelerar as vistorias em plantações a fim de que os produtores possam solicitar o ressarcimento das perdas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o pagamento do Seguro da Agricultura Familiar (Seaf).

Bookmark and Share
Chuva não ameniza problemas da estiagem no Sul
terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Da Agência Brasil

A chuva do fim de semana não foi suficiente para amenizar o problema da seca na região Sul, de acordo a Defesa Civil. Não chovia desde outubro em grande parte do Rio Grande do Sul, Paraná e de Santa Catarina e isso fez com que 377 municípios estão em situação de emergência, sendo282 só no Rio Grande do Sul.

Para os próximos dias, a previsão é de céu nublado com pancadas de chuvas no Paraná, Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Sendo que no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina o tempo fica bem chuvoso. Mas, o Sul do Rio Grande do Sul ainda terá sol até quinta-feira. A Defesa Civil do Paraná estima que os efeitos da estiagem durem até março, quando o período de chuva deve se estabilizar na região.

Os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence visitaram as regiões mais atingidas pela seca durante o fim de semana e anunciaram um pacote de medidas para os estados. Entre elas está a liberação de R$10 milhões para cada Estado, a prorrogação das parcelas do financiamento agrícola e a liberação dos seguros agrícolas.

Bookmark and Share
Veja a entrevista com Gervásio Paulus e Alexandre Nascimento
terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O diretor técnico da Emater, Gervásio Paulus, e o meteorologista da Climatempo, Alexandre Nascimento, falam do problema da seca no Rio Grande do Sul. As áreas mais afetadas pela falta de chuva, as perdas na agricultura e as explicações meteorológicas para o cenário que se agrava.

Entrevista sobre a estiagem no RS

Bookmark and Share
Ar polar derrubou a temperatura no Sul
domingo, 25 de dezembro de 2011

Após uma semana de calor excessivo em quase todo o Sul do País, a frente fria que avançou pela Região trouxe chuva e diminuição de temperatura para muitas áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul ainda durante o sábado. O fim de semana começou nublado e com temperaturas mínimas entre 11 e 13 graus em áreas da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. Com o avanço da frente em direção ao Sudeste, o ar frio se espalhou um pouco mais pela Região ainda durante a noite de sábado e a madrugada deste domingo. Esta massa polar é de moderada a forte intensidade e até um pouco intensa para a época do ano. Hoje de manhã os termômetros registravam temperatura igual e um pouco abaixo de 10 graus nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense. No sul do Rio Grande do Sul o dia amanheceu com mínimas por volta de 12 graus. A presença deste ar mais frio e o excesso de nebulosidade mantêm a temperatura bem amena neste primeiro fim de semana de verão na maior parte da Região, inclusive nas capitais. A tendência é que volte a esquentar no interior da Região já a partir da tarde desta segunda-feira.

Bookmark and Share
Verão brasileiro terá a influência do fenômeno La Niña
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Em dezembro a chuva deve ficar acima da média histórica na maior parte do sul, sudeste e centro-oeste

O verão começa oficialmente às 3h30 do dia 22 de dezembro, no horário brasileiro de verão. No entanto, o fenômeno La Niña está de volta e isso é um fator bastante preocupante. Historicamente, nos anos em que o fenômeno se manifesta acarretam um aumento considerável de eventos de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul). A ZCAS é o principal fenômeno meteorológico causador de chuva forte durante longos períodos do verão. Em anos de La Niña, em geral, chove de forma mais irregular no sul, e em um nível acima do normal no nordeste. Acompanhe abaixo os detalhes para o verão em todo Brasil:

Dezembro de 2011

Em dezembro, a chuva fica acima da média histórica na maior parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por outro lado, chove pouco no sudeste do Amazonas e no norte de Goiás. Quatro frentes frias atuaram no Brasil, mas apenas duas chegam ao litoral da região sudeste e favorecem a formação de duas Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). A chuva é menos freqüente que o normal no leste de Roraima e do Amazonas e em grande parte do Pará e do Tocantins. A deficiência pode chegar a 100 mm nestas áreas.

- Na região Sul, há predominância de chuva acima do normal na segunda quinzena do mês, com a passagem de várias frentes frias, que além da chuva forte, provocam precipitação de granizo e ventania, principalmente no Rio Grande do Sul. Na primeira quinzena do mês a chuva é muito irregular e faz calor na maior parte das cidades.

- No Sudeste a chuva fica mais concentrada em Minas Gerais, no norte e no oeste de São Paulo e no Espírito Santo, devido, principalmente, à atuação de um episódio de ZCAS ao longo da segunda semana do mês. No final do mês uma forte frente fria favorece a formação de áreas de instabilidade, que provocam temporais e ventos fortes no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais.

- No Centro-Oeste a ocorrência de um evento de ZCAS na segunda semana do mês proporciona chuva significativa, especialmente no norte de Mato Grosso e no sudoeste de Goiás. Na última semana do mês espera-se pela formação de fortes áreas de instabilidade que provocam chuva intensa e ventania em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. No norte de Goiás, no entanto, a chuva é irregular neste mês de dezembro e ficam bem abaixo da média.

- No Nordeste o ar quente e seco predomina e chove pouco em grande parte do Ceará e de Pernambuco, no Rio Grande do Norte, na Paraíba e no nordeste da Bahia. Outras regiões, no entanto, tiveram a formação de áreas de instabilidade que proporcionaram chuva acima da média, como observado no sudeste do Ceará, no litoral de Pernambuco, em Alagoas, em Sergipe e no extremo sul da Bahia.

- No Norte o ar mais quente e mais seco que o normal predomina no leste de Roraima e do Amazonas, no centro-sul do Pará e no Tocantins, onde a chuva fica abaixo da média histórica. As demais regiões contam com a formação de áreas de instabilidade que deixam o total acumulado normal a acima da média.

Janeiro de 2012

O mês de janeiro tende a ser marcado por chuvas intensas em grande parte das regiões sudeste e centro-oeste, com a configuração de episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Já a região nordeste apresenta pouca chuva, com predominância de valores abaixo da média histórica, por conta do deslocamento atípico da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), mais a norte que o normal. No sudeste do Amazonas, no Pará, no Amapá, no Tocantins e nordeste dos Estados do Mato Grosso e de Goiás, a chuva é significativa, mas também fica abaixo da média.

- Na região Sul a chuva é decorrente principalmente da formação de áreas de instabilidade, em particular sobre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Especialmente no leste gaúcho e no vale do Itajaí pode chover muito forte, com temporais que acumulam grandes volumes em curtos intervalos de tempo. No norte do Paraná a chuva fica acima da média com a atuação de um episódio de ZCAS. A capital Curitiba também fica sujeita a fortes temporais. No leste de Santa Catarina e nos oeste e no sul do Rio Grande do Sul, a chuva é irregular e fica abaixo da média.

- No Sudeste a chuva mais intensa se deve a ocorrência de três episódios de ZCAS, na primeira, na terceira e na última semana do mês. Os maiores totais acumulados acontecem no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e no norte de São Paulo, onde podem acontecer intensos temporais, com risco de enchentes e deslizamentos. No norte de Minas Gerais e do Espírito Santo e no extremo leste de São Paulo não há influência das ZCAS. A chuva é irregular e fica abaixo da média histórica.

- No Centro-Oeste a chuva fica acima da média em grande parte de Mato Grosso do Sul, no oeste de Mato Grosso e no centro-sul de Goiás. A chuva mais forte é resultado da atuação de dois episódios de ZCAS, e os maiores volumes ocorrem na primeira quinzena do mês, No final do mês, a configuração de mais um episódio de ZCAS favorece a formação de intensas áreas de instabilidade no centro de Goiás. No norte goiano e no centro-leste mato-grossense, a chuva fica abaixo da média, mas isso não significa tempo seco, e sim que as pancadas de chuva serão irregulares.

- No Nordeste o tempo seco predomina no semi-árido, e em praticamente toda a região não chega a chover mais que 150 mm em todo o mês. As pancadas são irregulares e em alguns pontos podem ser fortes, com total acumulado passando de 50 mm em 24 horas, especialmente no oeste da Bahia, no Maranhão e no centro-sul do Piauí. Porém, mesmo com grandes volumes em pequenos intervalos de tempo, a média não é alcançada.

- No Norte áreas de instabilidade provocam chuva significativa e o total acumulado fica acima da média no oeste da região. Os maiores volumes acontecem na maior parte do Amazonas, no Acre e em Rondônia, onde os desvios positivos podem chegar a 100 mm. Uma Linha de Instabilidade (LI) pode provocar chuva forte no nordeste do Pará, inclusive em Belém. Será uma chuva volumosa, mas que não deve durar muito tempo. Mesmo assim, em todo o Pará, no sudeste do Amazonas, no centro-sul de Roraima e no Tocantins a chuva fica abaixo da média histórica.

Fevereiro de 2012

Em fevereiro, a ocorrência de dois episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) causa chuva intensa no interior de São Paulo, no norte de Minas Gerais e no centro-oeste do Brasil. De modo geral, a chuva fica acima da média histórica em grande parte da região nordeste e abaixo da média em parte da região norte, em particular no sudeste do Amazonas. Chove menos que o normal também no sul de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no leste de São Paulo.

- Na região Sul, apesar da passagem de poucas frentes frias, a chuva fica acima da média histórica em grande parte das áreas. Apenas no sul do Paraná o total acumulado fica um pouco abaixo do normal. Na segunda semana do mês uma frente fria provoca chuva forte, com possível queda de granizo e ventania, no leste do Paraná. No começo da segunda quinzena outra frente fria provoca fortes temporais no sul do Rio Grande do Sul. Outra frente fria passa na última semana do mês, também associada a vento forte e chuva intensa, atingindo toda a região.

- No Sudeste a maior parte da chuva é associada a dois episódios de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul). O primeiro episódio deixa o tempo fechado e provoca chuva contínua e volumosa em no norte de São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e no Triângulo Mineiro, nos dez primeiros dias do mês. Outro episódio de ZCAS se configura no início da segunda quinzena de fevereiro e a chuva é intensa no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. O total acumulado fica acima da média no norte da região. Nas outras áreas a chuva é normal a ligeiramente abaixo da média.

- No Centro-Oeste a atuação de dois episódios de ZCAS favorece o excesso de chuva no norte do Mato Grosso e em Goiás na primeira quinzena do mês. Na segunda quinzena de fevereiro a chuva ainda é frequente, resultado da formação de áreas de instabilidade. A chuva varia entre normal e acima da média em quase toda a região.

- No Nordeste a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul que o normal favorece um grande aumento das chuvas sobre a região. Na Bahia e no norte do Piauí, os totais mensais podem superar em até 200 mm a média. Um episódio de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) provoca bastante chuva no centro-sul da Baia no fim da primeira quinzena do mês. Por volta do dia 20, a chegada de áreas de instabilidade oceânicas favorece a chuva na costa leste nordestina, especialmente no litoral e na Zona da Mata de Alagoas e de Pernambuco.

- No Norte a chuva fica abaixo da média na maior parte da região, com destaque para o sudeste do Amazonas, onde as anomalias negativas podem chegar a 200 mm. Mas a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) atuando mais ao sul que o normal, associada à formação de linhas de instabilidade, provoca chuva acima da média no nordeste e no leste do Pará. No Tocantins a chuva mais intensa ocorre nos últimos dias do mês, e deixa o estado também acima da média.

Março de 2012

Março deve ter mais chuva que o normal em grande parte da região nordeste do Brasil. Contudo, as chuvas continuaram abaixo da média histórica em algumas áreas no leste da Bahia. Nas regiões sudeste e centro-oeste, as chuvas estiveram associadas principalmente à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Na região norte, as chuvas excederão a climatologia mensal no norte do Amapá e nos setores central e norte do Pará e em Tocantins.

- No Sul, a ocorrência deve ser de chuvas abaixo da média na maior parte da região. Pode chover forte no começo do mês em Santa Catarina.

- No Sudeste o ar seco predomina na primeira quinzena do mês. Quando a chuva se manifestar, será em forma de pancadas isoladas e passageiras, mas com forte intensidade. No começo da segunda quinzena a chuva volta a ficar um pouco mais regular, e entre os dias 15 e 17 pode ocorrer um episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que deve provocar chuva forte em todos os estados, exceto o Espírito Santo.

- No Centro-Oeste a chuva mais intensa deve ocorrer no norte de Mato Grosso e em Goiás, sendo que os maiores volumes ocorrem no começo da segunda quinzena do mês – devido à configuração de um episódio de ZCAS.

- No Nordeste, os Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e o oeste da Paraíba devem receber chuva bem acima do normal. Por outro lado, na Bahia, deve chover menos. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN) devem ser os principais sistemas responsáveis pela ocorrência de chuvas.

- No Norte, as chuvas ficam mais elevadas no centro-norte do Pará e no Tocantins, onde os totais mensais excederão a média climatológica.  Demais áreas devem ter chuva perto do normal.

Bookmark and Share
Início de manhã chuvoso no sul e sudoeste baiano
sábado, 26 de novembro de 2011

A manhã deste sábado está sendo marcada pela chuva fraca, por vezes moderada, na região sul e no sudoeste baiano. Já choveu bastante também no oeste do Estado. Barreiras tinha acumulado mais de 50 mm, entre 0 e 8h desta manhã (horário de Brasília). Ilhéus e Porto Seguro tinham chuva fraca por volta das 9:00 h, com temperaturas de 24 e 23°C, respectivamente. O tempo também seguia chuvoso em Bom Jesus da Lapa, que tinha 22°C naquele horário. A chuva segue caindo ao longo de todo o dia de hoje, com alguns períodos de melhoria.

Bookmark and Share
Alerta de temporais no Sul do Brasil durante o feriadão
quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Atualizado em 11 de novembro de 2011.

Nesse fim de semana um sistema de baixa pressão se forma sobre o Paraguai e avança para o Sul do Brasil. A partir da tarde de sábado são previstas pancadas de chuva no interior de Santa Catarina e do Paraná, que podem ser fortes em algumas localidades. No domingo e na segunda-feira, o tempo fica mais carregado na Região Sul e quase todas as áreas estão sujeitas à chuvas de forte intensidade. O risco é menor apenas no sul e no sudoeste do Rio Grande do Sul. As chuvas mais volumosas devem se concentrar sobre o norte do Rio Grande do Sul, o oeste de Santa Catarina e o Estado do Paraná. A Climatempo alerta que, além da chuva forte e incidência de raios, há risco de ventania e queda de granizo.

Bookmark and Share
Chuva de outubro supera a média em Porto Alegre
quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre 10 horas de ontem e 10 horas de hoje choveu 46,8 milímetros na região do Jardim Botânico, local de medições regulares do Inmet na capital gaúcha.  Foi o terceiro maior volume de chuva em 24 horas registrado este ano, neste ponto da cidade. O total de chuva acumulado em outubro, até as 10 horas do dia 26, era de quase 120 milímetros, valor que supera em 5% a média normal de chuva para este mês. O volume médio de chuva em Porto Alegre em outubro fica em torno dos 114 milímetros.

Além disso, as chuvas de ontem deixaram ruas ficaram alagadas e um trânsito caótico na capital gaúcha. Em algumas regiões caiu granizo e faltou energia elétrica para mais de 17 mil pessoas mas a situação já foi normalizada. De acordo com a Defesa Civil, não houve chamados, mas muitas casas foram destelhadas e árvores caíram.

As áreas de instabilidade de um ciclone extratropical espalham muitas nuvens por todo o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira e deixam Porto Alegre nublada e chuvosa. A chuva se manteve fraca durante toda a manhã, mas persistente e deve prosseguir pela tarde e parte da noite. A temperatura às 13 horas estava em torno dos 18ºC. Ventos moderados a fortes, em rajadas de até 60 km/h poderão ocorrer na Grande Porto Alegre, por conta da proximidade com o ciclone extratropical. Estas rajadas podem ser mais fortes no litoral e sul do Rio Grande do Sul. O ciclone extratropical permanece próximo ao litoral do Rio Grande do Sul até a sexta-feira, quando deve começar a se afastar para alto-mar.

Bookmark and Share
Ventania no Sul e Centro-Oeste do Brasil
sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ventania no Sul e Centro-Oeste do Brasil

Fortes rajadas de vento foram observadas nesta sexta-feira nos Estados do Sul do Brasil e também em áreas do Centro-Oeste. No Sul, os ventos fortes foram provocados pelo desenvolvimento de uma grande e intensa área de baixa pressão atmosférica, que vai gerar uma frente fria nas próximas 24 horas entre o Brasil, a Argentina, o Uruguai. Mas no Rio Grande do Sul, algumas rajadas foram provocadas por nuvens muito carregadas geradas dentro desta baixa pressão. No Centro-Oeste, o vento forte também veio de nuvens pesadas que se formaram em regiões onde o ar estava bem quente e úmido na tarde desta sexta-feira.

Na região de Alto Taquari, cidade de Mato Grosso perto da divisa com Goiás e o Mato Grosso do Sul, um forte pancada de chuva caiu na região entre 3 e 4 horas da tarde, pelo horário de Brasília acumulando 17 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. Às 16 horas, houve ventania com 107 km/h.

Em Anápolis, outras nuvens provocaram chuva forte e granizo, com rajadas de vento de 48 km/h.

A grande e forte área de instabilidade que se formou entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai avança lentamente para o Rio Grande do Sul provocando vento forte no Estado. Em Quarai no sul gaúcho, as rajadas chegaram aos 103 km/h, às 16 horas. Cidades como Uruguaiana, Rio Grande, Jaguarão e tiveram rajadas entre 70 e 75Km/h. Às 11 horas da mnahã, uma rajada chegou aos 70 km/h em Chapecó, no oeste de Santa Catarina, conforme medição do aeroporto local. No mesmo horário, o aeroporto de Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul, registrou uma rajada de 59 km/h

Durante o fim de semana, o risco de ventania é muito alto nos Estados do Sul do Brasil, pois a nova frente fria que está se formando começa a avançar sobre a região. No sábado, algumas rajadas poderão superar os 100 km/h no Rio Grande do Sul e na serra de Santa Catarina. No domingo, rajadas intensas entre 70 e 100 km/h poderão ocorrer nos três estados.

Bookmark and Share