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Nordeste tem muita chuva nas próximas 48h
segunda-feira, 23 de março de 2015

Nuvens muito carregadas voltaram a se espalhar sobre o Nordeste provocando chuvas volumosas em diversas áreas da Região, incluindo capitais. O outono é época de chuva em grande parte do Nordeste e temporais são comuns.

Nuvens carregadas da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) avançam novamente sobre o Nordeste trazendo chuva forte, raios e até ventania. No fim da tarde desta segunda-feira, a passagem desta nuvens sobre Fernando de Noronha provocou rajadas de vento de 96 km/h no aeroporto local. A chuva torrencial reduziu a visibilidade para 500 metros. Voltou a chover forte sobre Natal e João Pessoa, que teve alagamentos no fim de semana, começou a noite de segunda-feira com trovoadas.

 

 

ZCIT e frente fria

Pelo menos nas próximas 48 horas, grandes de áreas de instabilidade devem atuar sobre o  Nordeste provocando pancadas de chuva frequentes, com raios e ventos fortes. Há risco de chuva forte que pode causar alagamentos e deslizamento de terra. Nas capitais, há risco de temporais em São Luis, Teresina, Fortaleza, Natal, João Pessoa e Recife.

Além das nuvens carregadas da ZCIT que avançam para o norte do Nordeste, uma frente fria está próxima ao sul da Bahia e ajuda a formar nuvens de chuva na porção sul  do Nordeste.

 

 

Capitais com chuva acima da média

Chuvas frequentes e fortes são comuns em março em muitas áreas do Nordeste. Quase todas as capitais já sofreram com temporais este mês.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, João Pessoa, capital da Paraíba, já acumulou 304 mm de chuva em 23 dias, 28% acima da média normal para o mês. Em Recife já choveu quase 275 mm e a média para março fica em torno de 262 mm. Em São Luis o acumulado de março de 324 mm está 23% abaixo da média.

Em Natal já choveu 205 mm, 5% acima da média histórica. Fortaleza acumulou em 23 dias de março quase 317 mm de chuva, volume que está apenas 6% abaixo da média para o mês

Chuva em Florianópolis (SC)
sábado, 21 de março de 2015

Áreas de chuva associadas ao avanço de uma frente fria se aproximam de Florianópolis. O aeroporto Hercílio Luz registrou ventos de até 52 km/h e pancadas de chuva próximas à região. A temperatura no aeroporto é de 28 graus.

Fim de semana com chuva forte no Sudeste
sexta-feira, 20 de março de 2015

A última semana do verão foi marcada por muitas nuvens e pancadas de chuva em grande parte do Sudeste. Temporais foram observados em diversas áreas especialmente de São Paulo e de Minas Gerais. As capitais São Paulo e Belo Horizonte acumularam em 20 dias mais chuva do que a média normal para março. No Rio de Janeiro em Vitória, o volume acumulado ainda está bastante a abaixo da média.

As condições para chuva no Sudeste aumentam no fim de semana, o primeiro do verão, com a chegada de uma frente fria que vem trazendo uma massa polar moderada a forte.

Entre o sábado e a segunda-feira, o ar polar entra em choque com o ar quente e úmido que está sobre o Sudeste. Este impacto térmico vai facilitar a formação de nuvens bastante carregadas que podem provocar temporais. Em São Paulo há risco de temporais no sábado e no domingo. No Rio de Janeiro e na maioria das áreas de Minas Gerais podem ocorrer fortes pancadas de chuva no fim de semana e até a segunda-feira. Já no norte mineiro e sobre o Espírito Santo, a chanca de chover forte é maior na segunda e na terça-feira.

Como o ar polar entra no Sudeste?

A previsão é de que tecnicamente os ventos frios polares associados com esta frente fria comecem a ser sentidos na cidade de São Paulo durante a noite de sábado, 21 de março e no Rio de Janeiro durante a tarde do domino. Em Belo Horizonte e em Vitória, os ventos frios só devem ser sentidos na segunda-feira. A chegada destes ventos polares podem ocorrer em fortes rajadas das direções sul e sudoeste, que podem superar os 60 km/h.

Esta massa polar entra forte na Argentina, mas chega suavizada ao Brasil. Mesmo assim, vai causar a queda da temperatura. O resfriamento maior será no Sul do Brasil. A temperatura fica amena nos próximos dias em parte do Sudeste e no sul de Mato Grosso do Sul. O frio não será intenso nestas áreas, mas as pessoas vão sentir uma grande diferença térmica, pois os últimos dias foram bastante abafados.

 

Forte temporal em Formoso do Araguaia (TO)
sábado, 14 de março de 2015

A estação automática do INMET de Formoso do Araguaia no sudoeste do estado de Tocantins registra temporal com chuva forte, com acumulação horária de 60,2mm na última observação horária. Rajadas de vento chegam a 55km/h. A chuva persiste há duas horas e o volume acumulado neste período é de 72,0mm.

Chuva e vento fortes em Dourados (MS)
sábado, 14 de março de 2015

Nuvens carregadas cresceram no leste de Mato Grosso do Sul por causa do ar quente e úmido. Agora chove forte em Dourados e o vento sopra constante com 52 km/h, segundo informações do aeroporto local A temperatura caiu para 21ºC.

Temporal e ventania em Belém (PA)
sexta-feira, 13 de março de 2015

Nuvens muito carregadas associadas ao ar abafado estão espalhadas pelo nordeste do Pará nesta tarde de sexta-feira. No momento chove forte e há registro de muitos raios e trovoadas em Belém. Agora faz 26 graus no aeroporto Val de Caes, onde as rajadas de vento chegam a 50 km/h.

Chuva, raios e vento forte em Belém (PA)
quinta-feira, 12 de março de 2015

Nuvens carregadas formadas pelo tempo quente e úmido estão espalhadas pelo nordeste do Pará nesta tarde de quinta-feira. No momento chove forte e há registro de raios e trovoadas em Belém. No aeroporto Val de Caes as rajadas de vento chegam a 50 km/h e a visibilidade está limitada a 500 metros.

Em 12 dias Brasília chega a média de chuva do mês
quinta-feira, 12 de março de 2015

Desde o começo do mês de março a cidade de Brasília vem enfrentando temporais ao longo das tardes. As pancadas de chuva vêm com grande volume acumulado o que acarretou em alagamentos e inundações. Além disso os volumes acumulados já fizeram com que a capital brasileira registrasse o acumulado do mês de março em apenas 12 dias. Entre as 9h da manhã da quarta-feira (11) e as 9h da manhã da quinta-feira (12) a estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registrou 60,8mm que é o maior acumulado de chuva do ano de 2015 nesta estação.

Ainda segundo o registro da estação, o volume acumulado entre 01 e 12 de março chegou aos 194,3mm que excede em 3% a média climatológica para o mês.

Até o fim de semana, a tendência é de mais chuva para áreas do Distrito Federal. Há previsão de nuvens grandes que são capazes de trazer mais temporais, com grandes volumes acumulados em um curto período de tempo.

Começo de mês com muita chuva e fim com menos

A primeira quinzena do mês de março começou com temporais em Brasília que acabaram trazendo grandes volumes acumulados. Mas quem começou com muita chuva deve terminar com um pouco menos. Isso porque os bloqueios atmosféricos tendem a voltar para áreas do Centro-Oeste ao longo da próxima semana. Já no início do outono a tendência é de que menos chuva ocorra sobre áreas do Centro-Oeste. A chuva tende a ocorrer de forma mais pontual.

Tempestade Cari ainda influencia o Brasil nesta quinta
quarta-feira, 11 de março de 2015

A tempestade subtropical Cari provocou chuvas volumosas e ventos fortes no nordeste do Rio Grande do Sul e no centro-sul de Santa Catarina, especialmente nos dias 10 e 11 de março de 2015. O litoral sul de Santa Catarina foi a região que teve a chuva mais volumosa, com acumulados de mais 100 mm. A grande quantidade de chuva provocou alagamentos. O Epagri-Ciram registrou até 172,2 mm sobre Tubarão entre 7 horas do dia 8 e 7 horas do dia 11 de março.

As bandas de nuvens carregadas (manchas em tons de cinza sobre o mar) são parte da instabilidade da tempestade subtropical Cari. As nuvens fazem o movimento ciclônico (horário) acompanhando o giro dos ventos ao redor do centro de baixa pressão.

 

Fortes rajadas de vento também foram observadas. As mais intensas, com até 104 km/h, ocorreram na região de Bom Jardim da Serra, na parte mais alta da serra catarinense. A região do cabo de Santa Marta passou toda a quarta-feira tendo sucessivas rajadas na faixa de 50 km/h e 75 km. A mais intensa foi de 73 km/h

 

Cari ainda influencia o Brasil nesta quinta-feira

O centro de baixa pressão da tempestade subtropical Cari permanece na costa sul do Brasil nesta quinta-feira, ao largo do litoral da Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, mas a circulação ciclônica dos ventos deste sistema ainda vai influenciar o centro-sul do Brasil nesta quinta-feira.

A baixa pressão concentra o ar úmido e quente e facilita a formação de várias áreas de instabilidade sobre parte do Sul e também do Sudeste. Nesta quinta-feira, a circulação dos ventos em diversos níveis atmosféricos, associada com a tempestade subtropical Cari, ainda vai ajudar a provocar pancadas de chuva entre Santa Catarina, Goiás, o centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, principalmente à tarde e à noite. Muitas vezes a chuva vai ocorrer com o sol aparecendo ao mesmo tempo. O ar continua quente e abafado. Há risco de raios.

Santa Catarina

As áreas de instabilidade de Cari ainda vão provocar chuva sobre Santa Catarina, mas não de forma prolongada e volumosa como nos últimos três dias. O mar ainda fica agitado, com ondas de até 3 metros pela manhã no litoral sul catarinense. A tendência é de que diminuição da agitação no mar durante a tarde. As rajadas de vento ainda acontecem especialmente no litoral, mas menos intensas.

Quando a tempestade se afasta?

O centro de baixa pressão da tempestade subtropical Cari começa a se afastar do  Sul do Brasil nesta quinta-feira e ao mesmo tempo enfraquece. O sistema se afasta cada vez mais até o sábado, a pressão do ar sobe e o risco de temporais diminui.

Na animação, a letra “B” indica o centro de baixa pressão de Cari. Os números próximos das letra representam o valor estimado da pressão atmosférica que é medido em hPa (hectopascal).

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim explica o que acontece com o afastamento e enfraquecimento da tempestade subtropical Cari e dá dicas de como será o tempo no último fim de semana do verão. O outono começa oficialmente no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.

 

 

Confira como vai ficar a chuva no Brasil nos próximos 15 dias

 

Tempestade Subtropical Cari provoca ventania no Sul
quarta-feira, 11 de março de 2015

Com a queda do centro de baixa pressão atmosférica para 1000hPa, a Marinha do Brasil reclassificou a depressão subtropical para um sistema de tempestade subtropical. Conforme já comentando aqui no portal da Climatempo, o sistema foi batizado com o nome de Cari.

A Centro de Hidrografia da Marinha do Brasil já havia informado na terça-feira (10) a presença de uma depressão tropical que era a responsável pelos temporais em áreas da Região Sul. Durante o processo de formação deste centro de baixa pressão atmosférica, a chuva também veio com forte intensidade e grandes volumes sobre áreas de São Paulo e do Rio de Janeiro entre o sábado (07) e o domingo (08).

A quarta-feira (11) já começou com ventania no Sul do país. No Cabo de Santa Marta o vento chegou aos 73 km/h durante as primeiras horas da manhã, segundo informações da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Em Bom Jardim da Serra a estação do Morro da Igreja registrou 80 km/h.

Os modelos de previsão do tempo já mostravam a intensificação deste sistema e a aproximação da costa catarinense e gaúcha.

Até a quinta-feira (12) há o risco de ventania e pancadas de chuva no leste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná. A organização dos ventos pode acarretar em mar agitado e há o risco de ressaca.

Veja a diferença entre ciclone subtropical e depressão subtropical!