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Pista molhada no GP Brasil F1

13/11/2016 às 13:39
por Bianca Lobo

Áreas de instabilidade associadas a  um sistema de baixa pressão atmosférica que se formaram sobre o Centro-Oeste do País avançaram pelo estado de São Paulo, provocando chuva desda a madrugada em muitas regiões paulistas, inclusive na capital.

 

A situação do para o GP Brasil de Fórmula 1 promete muitas emoções para o público, mecânicos das escuderias, equipe e pilotos. Ao longo do período dia tarde deste domingo, dia 13 de novembro, o tempo segue instável com previsão de chuva fraca a moderada.

 

 

Chuva exige mais habilidade do piloto

 

De acordo com o portal Senna, a aderência ao solo é fundamental em um carro de F-1 e, por isso mesmo, é um dos itens mais verificados em um carro antes, durante e depois de uma corrida. Os ajustes devem balancear bem velocidade, estabilidade e desgaste dos pneus para que o conjunto seja vencedor. Quando a pista está molhada ou suja, sem a camada de borracha deixada pelos pneus de todos que passam por ela, a aderência naturalmente diminui.

 

Nestas condições, há uma espécie de trilho obrigatório na pista, onde se encontrará mais aderência – no kart, por exemplo, o traçado de chuva é “invertido” em relação ao de pista seca, justamente para que o piloto saia da trajetória normal (com mais borracha) para escorregar menos. No caso de chuva torrencial, os pilotos precisam tomar ainda mais cuidado para andar no limite, desviando de zebras e faixas de sinalização, levando mais tempo nas curvas, exatamente para diminuir os riscos de escorregar para fora da pista.

 

As freadas são um pouco mais longas, mas os pontos de retomada de aceleração podem ser os mesmos. Tais condições afetam todos os pilotos e, nestes casos, os mais experientes levam alguma vantagem por já possuir experiência com pistas e pneus para andar sob adversidades, como por exemplo, a chuva.