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Ar seco demais em Mato Grosso do Sul

13/04/2010 às 09:11
por Josélia Pegorim

A si
tuação é preocupante porque o os níveis de umidade já estavam muito abaixo do normal no começo da manhã. Com o aquecimento do ar, a umidade tende a baixar cada vez mais no decorrer da tarde. Após a passagem de uma grande massa polar, os níveis de umidade tiveram forte queda em Mato Grosso do Sul. Os índices observados por volta das 8 horas, quando normalmente a umidade ainda é alta, já estavam perto de valores desconfortáveis para o ser humano. Em Corumbá, na fronteira com a Bolívia, a umidade relativa às 8 horas era de 47%. Ontem, a esta hora era de 77% e o menor valor à tarde foi de 24%. Na capital, Campo Grande, também houve uma queda dos níveis de umidade de ontem para hoje. Às 8 horas, a umidade relativa era de 52% e ontem, no mesmo horário, estava em 59%. A medição foi feita no aeroporto local. O menor valor registrado ontem foi de 30%, no fim da tarde. No período da tarde, com o maior aquecimento do ar, os níveis de umidade vão diminuir ainda mais e poderão chegar na faixa de alerta, pelos padrões da Organização Mundial da Saúde. O estado de alerta é caracterizado com níveis de umidade relativa de 13% a 20%. Valores entre 21% e 30% determinam um estado de atenção. Níveis abaixo de 12% são considerados de emergência. Entre 31% e 40%, a situação é de observação. O ar seco demais causa ressecamento das vias respiratórias e da pele. Um dos problemas comuns em dias muito secos é o aumento de tosses secas, o agravamento de estados gripais e alérgicos e o sangramento do nariz. A umidade do ar muito baixa, nos níveis de alerta ou emergência, causa aumenta o cansaço. Deve-se evitar os esforços físicos. Para diminuir o desconforto e problemas causados pela baixa umidade do ar, recomenda-se beber mais água do que o normal.