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Falta de ar-umido e a rinite alérgica

22/09/2011 às 15:43
por Redação

A ba
ixa ar-umido do ar registrada nos últimos dias representa um verdadeiro tormento para portadores de doenças respiratórias, principalmente aqueles que sofrem de rinite alérgica, representado por aproximadamente 30% da população brasileira. Os sintomas mais comuns são os espirros frequentes, congestão nasal, coriza e coceira insistente no nariz, olhos, ouvido e garganta que com a falta de ar-umido, calor e poeira são agravados. A rinite é considerada pela OMS – Organização Mundial de Saúde, uma das cinco doenças crônicas mais comuns no mundo, atingindo entre 10% e 30% dos adultos e até 40% das crianças. E as pessoas mais prejudicadas são idosos e crianças, pois não possuem sistema imunológico tão resistente. Os dias mais secos exigem um esforço maior do sistema respiratório e junto com a poluição levam a irritação das vias nasais e a um processo inflamatório e, consequentemente, à produção excessiva de secreção. A rinite alérgica é definida como inflamação do revestimento interno da cavidade nasal, desencadeada pelo contato com ácaros, pêlos de animais, fungos, entre outros. Apesar de parecer uma doença simples, os sintomas frequentes podem prejudicar a rotina do paciente. O diagnóstico precoce e acompanhamento médico são fundamentais, uma vez que o paciente pode tomar medidas preventivas para tentar evitar as crises de rinite alérgica. O tratamento da doença nem sempre é complicado. Os medicamentos usados mais frequentemente são os antihistamínicos e os corticóides nasais, que constituem o tratamento mais efetivo para aliviar os sintomas e evitar as complicações da rinite alérgica. Dentre os corticóides nasais encontra-se a ciclesonida, considerada o tratamento mais inovador e moderno disponível no Brasil, por ser totalmente diferente dos demais medicamentos deste tipo presentes no mercado.