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Painel Meteorológico - destaques de 14/05/2015

14/05/2015 às 22:33
por César Soares

Tempo seco no Cantareira A segunda quinzena do mês de maio reserva más notícias para os reservatórios de São Paulo. A tendência é de pouca chuva devido a persistência de massas de ar polar e sem a passagem de frentes frias. O sistema Cantareira opera abaixo dos 20%. Saiba mais!

Chuva provoca alagamentos e deslizamentos em Salvador

A chuva voltou com forte intensidade sobre Salvador. A presença de uma frente fria organiza muitas áreas de instabilidades e chegou a provocar temporais na tarde da quinta-feira (14). A intensidade da chuva provocou alagamentos e novos deslizamentos de terra foram reportados pela defesa civil. Segundo o Inmet, em 14 dias choveu 300 mm sobre Salvador, sendo que média de chuva para maio é de 324 mm. Leia mais! Tufão Dolphin O tufão Dolphin ganhou força nesta quinta-feira, 14. Segundo informações da JMA (Agência Meteorológica do Japão) as rajadas de vento chegaram aos 180 km/h. O sistema se aproxima da ilha de Guam. Saiba mais!   Mar agitado Após a passagem de uma forte swell, as ondas começaram a diminuir, mas ainda alcançaram picos de 2,0 a 2,5m nesta quinta-feira no Sul e no Sudeste.  Vários surfistas que participam da etapa brasileira do campeonato mundial de surfe que acontece na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, comentaram o "mar difícil". Alerta de ressaca para a Bahia. Leia mais Frio abaixo dos 10°C Uma grande massa de ar polar permanece atuando na costa do Sul e do Sudeste e ainda provocar frio. Vento polar Fortes rajadas de vento de origem polar foram observadas no leste da Bahia.   Chuva acima da média em 15 dias Em 14 dias, as capitais Belo Horizonte (MG), Vitória (VT), Brasília (DF), Goiânia (GO), Palmas (TO) e Rio Branco (AC) receberam mais chuva do que média normal para maio. Em Belo Horizonte choveu três vezes mais do que o normal.   Maiores volumes de chuva em 24h Esta quinta-feira foi um dia sem grandes volumes acumulados, apesar de muita nebulosidade. Linha de instabilidade na fronteira oeste do Brasil Uma grande linha de instabilidade se organizou sobre a Bolívia e o Paraguai e avançou para o Brasil. Nuvens carregadas se espalharam pela fronteira com Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e  do Sul do Brasil.