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Mais uma manhã com muito nevoeiro

13/06/2013 às 21:53
por Josélia Pegorim

O tr
áfego aéreo voltou a ficar complicado no centro-sul do Brasil por causa da presença de nevoeiro e névoas fortes nos principais aeroportos do centro-sul do país. Às 7 horas, o aeroporto internacional de Curitiba (Afonso Pena) informava visibilidade nas pistas de apenas 350 metros e o Bacacheri, com 100 metros. O aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior paulista estava com 600 metros de visibilidade. A formação de nevoeiro neste aeroporto é rara. O aereoporto internacional de Guarulhos, em São Paulo, passou grande parte da madrugada sob o denso nevoeiro, com visbilidade de até 150 m, que obrigou o cancelamento de pousos e decolagens. Ao amanhecer, às 6h, a visibilidade já havia aumentado para 800 metros. O Campo de Marte, na norte paulistana, que concentra pousos e decolagens de helicópteros, estava com forte névoa e 2000m de visibilidade, às 7h. Não houve formação de nevoeiro sobre o aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, mas uma forte névoa reduzia a visibilidade no Rio de Janeiro. O aereoporto internacional Tom Jobim estava com 2000 m de visibilidade, às 8h. A base área do Guarujá (SP) registrava 400 metros de visibilidade. Os aeroportos de Londrina (PR) e Criciúma (SC) estava com 50 mm de visibilidade , às 7h. Frio e excesso de umidade causam nevoeiro Nevoeiros fortes e persistentes como os que foram observados nos últimos dias, especialmente no Sul do Brasil, ficam mais comuns no outono e inverno no centro-sul do país, por causa das baixas temperaturas. É época de atuação frequente de ar polar sobre o Sul e o Sudeste, que mantém as madrugadas frias por vários dias seguidos. O sol reapareceu nesta quinta-feira em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, depois de dois dias encobertos por nevoeiro de manhã e névoa forte à tarde. Os aeroportos internacionais de Curitiba e São Paulo também registraram o fenômeno por várias horas nos últimos dias. Muitos aeroportos regionais do Sul, em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais também tiveram problemas com má visibilidade.