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Saga do ventilador 4: calor aumenta em São Paulo

13/01/2015 às 22:31
por Josélia Pegorim

A fo
to mostra a visão que Johnny teve na tarde de 13 de janeiro de 2015 de uma porção da cidade de São Paulo, a partir do bairro da Penha. Poderosa por trás do horizonte de arranha céus, uma enorme nuvem cumulonimbus, com sua bigorna formada, o cogumelo de bomba atômica.  A bomba não é atômica, mas térmica.       Nuvens assim se formam numa atmosfera quente e com disponibilidade de umidade. É preciso muito calor e isto São Paulo está tendo de sobra. Depois de bater recorde de calor por três dias consecutivos e alcançar a marca de 35,4°C  em 12 de janeiro, a capital paulista poderá estabelecer um novo recorde nesta quarta-feira aproximando-se ainda maus da marca dos 36°C. Recorde de calor Nuvens assim se formam numa atmosfera quente e com disponibilidade de umidade. É preciso muito calor e isto São Paulo está tendo de sobra. Depois de bater recorde de calor por três dias consecutivos e alcançar a marca de 35,4°C  em 12 de janeiro, a capital paulista poderá estabelecer um novo recorde nesta quarta-feira aproximando-se ainda mais da marca dos 36°C. Temporais Com tanto calor, depois de horas de sol forte, muitos Cbs vão se formar de novo sobre a capital, na região metropolitana e também pelo interior paulista nesta quarta-feira. São estas nuvens que provocam os raios e intensas rajadas de vento que fizeram São Paulo perder centenas de árvores nas últimas três semanas. São elas também que podem provocar muita chuva em pouco tempo  causando repentinos alagamentos. Não é preciso frente fria para formar o Cb, basta umidade e excesso de calor, o principal combustível para estas nuvens que provocam os temporais; Saga do ventilador 4 A população da Grande São Paulo vem sendo  protagonista da nova série “A saga do ventilador 4”. Vendedores de grandes e pequenas lojas desapontam quem pergunta por ventiladores, ar condicionado ou qualquer coisa que faça vento. Não tem mais, ou até tem, mas anda difícil de achar. No sábado, 10 de janeiro, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 24,5°C no Mirante de Santana, na zona note da capital. Na região do aeroporto de Congonhas, na zona sul, a temperatura entre 22 horas do dia 9 e 6 horas do dia 10 de janeiro variou entre 28°C e 25°C. A temperatura mínima de 24,5°C foi a mais alta na madrugada desde 24 de fevereiro de 2014 quando fez 25,3°C. Mas para um dia de janeiro, a madrugada do sábado foi a mais quente pelo menos 10 anos. No período  2006 a 2015 não tem temperatura mínima tão alta assim em janeiro Só uma boa frente fria, com seu vento polar e sua chuva são capazes de resfriar profundamente a atmosfera e fazer com que a temperatura volte para marcas normais. Ela já tem data para chegar: 20 de janeiro. Até lá, o calor pode bater recorde até mais de uma vez.     Semana com pouca chuva no Cantareira  O que influencia a temperatura de um lugar?  Cuidados especiais com os alimentos em dias de forte calor  Radares SP e RJ estão no app Climatempo. Baixe agora!