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27/01/2015 às 21:32
por Josélia Pegorim
Entenda a situação observada no início de janeiro de 2015
Em 1: bolha de água quente que é comum no Pacífico Sul estava numa posição mais próxima da América do Sul, o que dificulta e enfraquece as massas polares que tentam avançar sobre a Argentina.
Consequência: as frentes frias neste verão tendem a ser mais fracas do que o normal. Menos frentes frias conseguem chegar ao Sudeste.
Em 2: a extensa faixa de água quente entre a região de Buenos Aires e o Rio de Janeiro, e que se prolonga pelo Atlântico Sul até a África, atua como uma barreira que dificulta a passagem do ar polar das frentes frias.
Consequência: poucas frentes frias conseguem ter força para passar por esta barreira; menos frentes frias conseguem chegar ao Sudeste do Brasil.
Em 3: as águas do oceano Atlântico entre o Rio Grande do Norte e o Amapá estão com temperatura abaixo da média, menos quentes do que o normal. Comparativamente estão "frias".
Consequência: com a água menos quente ("fria"), a evaporação sobre o mar é menor; a água com temperatura abaixo do normal diminui a convecção.
Os gráficos explicam como é o processo normal de alimentação e distribuição de umidade sobre o Brasil feita pelos ventos Alíseos e pelo jato subtropical.
O meteorologista Alexandre Nascimento explica a condição oceânica que enfraquece a atuação da ZCIT. Em seguida, a meteorologista Patricia Madeira explica a relação entre a diminuição do suprimento de umidade para a Amazônia e formação da ZCAS.
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