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Frente fria trouxe chuva para SP

24/09/2010 às 11:20
por Josélia Pegorim

A ch
uva que cai nesta manhã na região de Presidente Prudente, no oeste de São Paulo, certamente está sendo comemorada por toda a população. A seca, o calor e os focos de fogo nas áreas rurais já causaram muitos transtornos nas últimas semanas.  A chuva veio com uma frente fria que entrou no Estado de São Paulo e vai continuar por várias horas. As nuvens pesadas que entraram na cidade na madrugada trouxeram a chuva, mas também raios e ventos fortes. Entre meia-noite e meia e 3 horas da madrugada, o aeroporto local registrou várias rajadas de ventos entre 48 e 72 km/h. Esta mais intensa ocorreu por volta da 1 hora da madrugada. A frente fria que chegou a São Paulo está provocando chuva em muitas cidades do oeste do Estado.. A chuva vai continuar hoje e no fim de semana, aliviando a seca da terra e do ar. Ontem, em Presidente Prudente, a temperatura chegou aos 37% e nas horas mais secas do dia, o nível de umidade no ar variou entre 12% e 18%, pela medição do aeroporto local. Hoje, às 10 horas, a temperatura por lá era de 19ºC, contra 31ºC ontem. A umidade relativa era de 97% e ontem, no mesmo horário, era de 27%. Como oeste de São Paulo, a semana está terminando com jeito diferente em todo o Estado. Esta nova frente fria encheu o céu de nuvens e aos poucos vai umedecendo o ar, aumentando a esperança de chuva. Esta frente fria vai ficar perto do litoral de São Paulo durante todo o fim de semana e vai ajudar a formar as nuvens de chuva por todo o Estado. Mas algumas pancadas poderão acontecer com fortes e com muito vento. Na Grande São Paulo e pelo litoral, o tempo também vai ficar instável neste primeiro fim de semana de primavera, com chuva e temperatura amena. Muita gente vai amaldiçoar esta frente fria porque fez  o tempo virar justamente no fim de semana. Mas antes de esbrabejar contra ela, pense no desconforto e problemas dos dias e dias de secura que todas as regiões paulistas já tiveram no inverno que acabou, na fumaça, no ar empoeirado e cada vez mais irrespirável.