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Tarde mais fria do ano em São Paulo

12/05/2015 às 21:18
por Josélia Pegorim

Atualizado em 13/05/2015 às 18h20

São Paulo teve a tarde mais fria do ano de 2015 nesta quarta-feira (13). A temperatura registrada no Mirante de Santana foi de 18,4°C, batendo o recorde anterior de 18,7°C registrado no dia 30 de abril.

O vento gelado e moderado aumentou a sensação de frio na capital paulista no fim da tarde. Na região do aeroporto de Congonhas, a temperatura real do ar às 17 horas era de 15°C, mas a sensação térmica era de apenas 10°C.

  A umidade permanece elevada na Grande de São Paulo nesta quarta-feira.  Ventos marítimos vão predominar no decorrer do dia abastecendo a atmosfera de umidade. O excesso de umidade no ar e a temperatura amena geram muita névoa, neblina e nuvens baixas que podem provocar garoa de manhã cedo. Não vai dar para contar com sol no começo da manhã por causa da névoa e das nuvens. Quando o sol aparecer durante a tarde será sempre junto de muitas nuvens. Ver o por do sol de um dia de outono também será muito difícil por causa da névoa. Esta infiltração de umidade é muito comum nesta época do ano e só deve enfraquecer no fim de semana, quando a Grande São Paulo terá várias horas com sol forte. Temperatura amena Não tem muito frio, mas também não tem calor. Com o sol fraco, o excesso de umidade e o vento às vezes moderado, a sensação de friozinho vai predominar na Grande São Paulo até o fim da semana. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia no Mirante de Santana, na zona norte da cidade de São Paulo, a última vez que a temperatura máxima por lá passou de 27,0°C foi em 24 de abril, quando o termômetro marcou 28,1°C. Confira o gráfico com as temperaturas máximas e mínimas O vento de sudeste e a garoa Uma mudança da direção dos ventos no fim da tarde da terça-feira fez com que a quantidade de umidade no ar aumentasse ainda mais sobre a Grande São Paulo. Os ventos passaram da direção sul para a direção sudeste. O vento da direção sudeste sopra do mar para o continente e é o que traz a  maior dose de umidade marítima para a Grande São Paulo.   Na sequência de imagens, repare que bandas de nuvens avançam do mar para a Grande São Paulo. Com a mudança do vento para a direção sudeste, estas nuvens fora alimentadas com mais umidade e provocaram a garoa em várias regiões da capital.   O excesso de umidade gerou muita névoa reduziu a visibilidade nos aeroportos. Em Congonhas, na zona sul, a visibilidade horizontal baixou para 2000 metros às 18h30. No Campo de Marte, na zona norte, a visibilidade baixou para 3000 metros.  Alerta de ressaca no litoral do Sul e do Sudeste