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O mundo em baixas pressões

25/05/2014 às 20:10
por Josélia Pegorim

Desde a sua criação, os satélites meteorológicos viraram os principais “olhos” dos meteorologistas. A evolução destes instrumentos foi é fundamental para a o estudo da atmosfera. Os satélites meteorológicos são fundamentais para a previsão do tempo, pois é através de uma animação de várias imagens, de um mesmo local, que conseguimos perceber como está o movimento das massas de nuvens, para onde está indo, se está se intensificando ou enfraquecendo. Diariamente temos várias regiões de baixa e de alta pressão na atmosfera do nosso planeta. Alguns destes sistemas são permanentes em determinadas regiões do globo, mas a maior parte se movimenta com a circulação global média dos ventos. Furacões, depressões tropicais, frentes frias, a ZCIT – Zona de Convergência Intertropical, tufões, ciclones, são todos sistemas de baixa pressão. Nesta sequência de imagens você vê várias formas de baixa pressão pelo planeta, no domingo, 25 de maio de 2014: O furacão Amanda,  no Pacífico, ao largo da costa oeste do México, numa imagem do GOES-OESTE. Em seguida, GOES – LESTE vê a baixa pressão entre o Paraguai e a Argentina e avançando sobre o Sul do Brasil. Repare como as nuvens se “enrolam”. É uma forma característica de uma região onde os ventos estão fazendo um giro completo de 360 graus. Depois, o METEOSAT- 10 vê um enorme ciclone extratropical no Atlântico Sul, entre América do Sul e a África do Sul, e ao norte, a ZCIT, entre o Brasil e a África. O METEOSAT – 7 captura uma frente fria que avança pelo oceano Índico, indo para a Austrália e mais ao norte, uma depressão tropical na baía de Bengala, na costa da Índia. Na última imagem, o METSAT dá um zoom na Austrália e na Indonésia, onde vemos vários aglomerados de nuvens carregadas, típicas da instabilidade tropical formada por ar úmido e quente.    

    Confira o Explicando o Tempo: “Como os satélites meteorológicos enxergam a Terra?