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Poluição aumenta em São Paulo com a falta de chuva

06/03/2012 às 10:14
por Josélia Pegorim

ong>Poluição aumenta em São Paulo com a falta de chuva São Paulo amanheceu a terça-feira com névoa, que logo se dissipou. A névoa foi fraca, mas se formou com o resfriamento que ocorreu na madrugada desta terça-feira. Ninguém sentiu frio, mas o ar ficou mais fresco. Na zona sul da capital, a USP registrou até 17,5ºC de temperatura mínima no IAG, na região do Zoológico. Ontem, a menor temperatura no local foi de 18,9ºC. Na zona norte, o Instituto Nacional de Meteorologia também registrou uma ligeira queda da temperatura. A mínima hoje no Mirante de Santana foi de 19,5ºC e ontem de 19,8ºC. A queda da temperatura de ontem para hoje é conseqüência de uma fraca massa de ar polar que entrou em São Paulo e também da pouca nebulosidade durante a madrugada desta terça-feira. A falta e nuvens facilitou a perda do calor que entrou no dia anterior. Nos próximos dias, São Paulo terá noites ainda mais frescas do que as hoje, mas as tardes continuam quentes. Menos umidade e mais poluição Uma massa de ar seco está ganhando força novamente sobre o centro-sul do Brasil e os níveis de umidade vão baixar também na Grande São Paulo. O ar fica mais seco no decorrer da semana, com menos nebulosidade, menor possibilidade de chuva, mas com aumento dos níveis de poluição. Um dos principais poluentes que tende a aumentar com a expectativa de dias com sol forte é o ozônio, um poluente que precisa se forma a partir de uma reação fotoquímica que ocorre na atmosfera. O excesso de luz solar é o detonador da reação química. Ontem, segundo a avaliação da Cetesb, a região do Ibirapuera, Ipen/USP, Mooca, Pinheiros e Santo Amaro tiveram qualidade do ar inadequada devido ao excesso de ozônio. As condições meteorológicas nesta terça-feira são favoráveis a aumento do ozônio e qualidade do ar poder piorar nestas áreas e em outras regiões da capital e da Grande São Paulo. A chance de chover é baixa até sábado e a até lá, os níveis de poluição tendem a aumentar.