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Frente fria se afasta do RJ, mas ar continua úmido
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A mudança radical do tempo que ocorreu em todo o Estado do Rio de Janeiro foi provocada pela passagem de uma frente fria, de forte  intensidade. A maioria das regiões fluminenses, incluindo a capital , não viam chuva há um mês. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, antes da chuva deste frente fria, no fim de semana, a cidade do Rio teve chuva só em 17 de janeiro.

Recorde de temperatura

A chuva, o excesso de nuvens e a entrada do ar polar derrubaram a temperatura. A tarde do domingo, 16 de fevereiro, foi a mais fresca no Rio este ano, com máxima de 29,9°C, na praça Mauá, centro da capital fluminense.

A frente fria está se afastando do litoral do Rio de Janeiro, mas parte de sua nebulosidade permanece sobre o Estado nesta terça-feira. Períodos com sol e pancadas de chuva, especialmente à tarde e à noite, ainda devem ser esperados.

A partir de quarta-feira, com o maior afastamento da frente fria, a chance de chuva diminui ainda mais. O sol aparece, mas ainda entre muitas nuvens. A temperatura sobe, mas o calor não atinge as marcas extremas que predominaram na primeira quinzena de fevereiro.

Recordes da quebra do bloqueio atmosférico
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A grande e forte frente fria que quebrou o bloqueio atmosférico trouxe muita chuva para áreas do Sul e do Sudeste e também provocou alguns recordes de temperatura.

A combinação de chuva com ar polar fizeram a temperatura baixar muito e os recordes  começaram a ser observados desde a sexta-feira, 14 de fevereiro.

O ar polar ainda fica ao largo da costa do Sul e do Sudeste do Brasil até o fim da semana, mas vai perdendo força. A temperatura tende a subir no Sul e Sudeste, mas não vai esquentar tanto como na semana passada.

Confira os recordes

Frente fria chega ao Rio de Janeiro no fim de semana
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Rio de Janeiro está há quase 1 mês sem chuva

Pelos registros do Instituto Nacional de Meteorologia, a última chuva registrada no Rio de Janeiro aconteceu entre os dias 16 e 17 de janeiro. No centro da cidade, na região da Praça Mauá, o acumulado foi de 43,8 mm. Em janeiro choveu quase 58 mm neste local, 71% abaixo do normal que é de 202 mm. Esta foi a média de chuva para o mês de janeiro considerando o período de 2002 a 2013.

A média de chuva para fevereiro neste período é de aproximadamente 92 mm e ainda não choveu nada em 12 dias.

Frente fria no fim de semana

A grande frente fria que já está mudando o tempo no Sul do Brasil vai conseguir chegar ao Rio de Janeiro. A expectativa é de que as primeiras pancadas de chuva no Grande Rio, por influência desta frente fria, ocorram a partir do fim da tarde desta sexta-feira. Mas a maior mudança no tempo deve ocorrer no fim de semana, quando se espera que a região da cidade do Rio de Janeiro fique com muitas nuvens, menos calor e tenha até chuva forte.

Sem bloqueio

A frente fria que chega ao Rio no fim de semana rompe o bloqueio atmosférico que vem predominando há quase um mês, impedindo que as frentes frias e o ar polar cheguem ao Rio. A partir desta frente fria, outros sistemas devem avançar para o centro-sul do Brasil chegando do Rio de Janeiro. Ainda vai fazer calor no decorrer do verão, mas a temperatura já deve se manter em patamares extremos por muitas dias seguidos.

Rio de Janeiro: calor de fevereiro de 2014 pode superar 2010
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O calor de fevereiro de 2014 no Rio de Janeiro já pode ser comparado ao de fevereiro de 2010, que foi batizado pela população carioca de “fervereiro“, de tanto calor que fez.

Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, a temperatura no Rio de Janeiro em fevereiro de 2014 já superou os 40°C seis vezes, igualando fevereiro de 2010. A temperatura chegou aos 41,8°C em fevereiro de 2010 e a maior deste ano até agora foi de 41,4°C.

O Rio pode esquentar mais até o fim da semana, antes da chegada de uma frente fria que deve influenciar a cidade no sábado que vem. Até o fim desta semana, a temperatura poderá alcançar ou passar dos 40°C outras vezes.

Rio de Janeiro iguala recorde de calor
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O calor de 40,8°C na cidade do Rio de Janeiro nesta sexta-feira foi recorde para o ano de 2014, igualando a marca registrada na última terça-feira (04). Esta temperatura foi observada na estação de Santa Cruz, na zona oeste carioca, pelo Instituto Nacional de Meteorologia. A maior temperatura de 2013 foi de 40,9°C, em 8 de janeiro.

O calor intenso é resultado da forte massa de ar quente e seco que ainda está sobre o Sudeste, dificultando a formação de nuvens carregadas e bloqueando a chegada de frentes frias com o ar polar.

Para esse fim de semana a previsão é de dias de sol e ainda com calor intenso no Rio. A umidade do ar continua baixa e não há expectativa de chuva. A chance de chover no Rio de Janeiro é baixa até o fim da primeira quinzena de fevereiro. Até lá, o calor pode aumentar com o registro de novos recordes.

“Fervereiro” de 2010

Fevereiro de 2014 começou quente no Rio, mas ainda está muito longe do fevereiro de 2010, que foi batizado de “fervereiro” pelo calor fora do comum. Talvez nunca se tenha visto tantos dias seguidos com 40 °C na cidade.

A maior temperatura já registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia no Rio de Janeiro foi de 43,2°C.

Bloqueio atmosférico será quebrado em breve
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Condições oceânicas-atmosféricas muito fora dos padrões normais para o verão do Hemisfério Sul geraram uma situação de bloqueio, que há três semanas impede que as frentes frias com seu ar polar avancem sobre o centro-sul do Brasil.

A atmosfera tem estado muito quente e seca, o que não é comum nesta época, onde a maior parte do Brasil tem dias úmidos e com chuva frequente.  Faz calor no nosso verão, mas as temperaturas no verão de 2014 no Sul e Sudeste do Brasil estão muito acima do normal.

A falta de chuva está comprometendo o desenvolvimento da safra agrícola de 2014, o abastecimento de água para as populações do Sudeste e também as reservas de água para a geração de energia elétrica.

Nos últimos três dias, as simulações atmosféricas feitas em supercomputadores estão confirmando o início do rompimento do bloqueio atmosférico para o início da segunda quinzena de fevereiro. A frente fria que começa a mudar as condições atmosféricas deve chegar ao Sul do Brasil entre os dias 13 e 15 de fevereiro. Este sistema não chega ao Sudeste, mas abre o caminho para uma segunda frente fria que deve influenciar o Sudeste a partir do dia 17 de fevereiro.

Profundas mudanças na circulação atmosférica sobre o centro-sul do Brasil são esperadas para a segunda quinzena deste mês. O fluxo de ventos muda e o ar úmido e quente da Região Norte volta a ser transportado para o Sudeste. O aumento da umidade e a queda da pressão do ar vão permitir a formação das áreas de chuva.

 

Calor no Rio de Janeiro pode aumentar
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

O Rio de Janeiro entrou em fevereiro de 2014 com o sol queimando forte e o ar esquentando mais. A capital fluminense registrou recorde de calor por dois consecutivos, pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia. Na segunda-feira, dia 3, a temperatura chegou aos 40,6°C em Santa Cruz, e na terça-feira, 4, o mesmo local registrou 40,8°C. Novos recordes podem ocorrer até o fim da primeira quinzena do mês.

“Fervereiro” de 2010

Fevereiro de 2014 começou quente no Rio, mas ainda está muito longe do fevereiro de 2010, que foi batizado de “fervereiro” pelo calor fora do comum. Talvez nunca se tenha visto tantos dias seguidos com 40 °C na cidade.

A maior temperatura já registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia no Rio de Janeiro foi de 43,2°C, em 26 de dezembro de 2012. A maior temperatura já registrada no Rio desde 1915.

 Ar seco

Sem nuvens para fazer sombra e esconder um pouco o sol e sem chuva, para uma refrescada, a sensação de calor no Rio só não tem sido muito maior do que os termômetros estão marcando porque o ar está muito seco. A sensação térmica de mais calor, de abafamento, está diretamente relacionada com o nível de umidade no ar. Quanto mais úmido, maior é a sensação de calor.

Mas o verão de 2014 no Rio de Janeiro vem sendo seco, com poucos dias de chuva. Os níveis de umidade observados nos últimos dias atingiram marcas entre 21% e 30%, muito abaixo do normal para um dia verão e para uma cidade litorânea. Em algumas áreas do Rio a umidade chegou a ficar abaixo dos 20%. Com o ar seco, a sensação para o corpo humano não difere muito do que os termômetros estão marcando.

Sem ar polar

A forte massa de ar quente e seca (sistema de alta pressão )que tem predominado sobre o Rio de Janeiro, e em todo o Sudeste do Brasil, vai continuar intensa por mais alguns dias. A cidade do Rio vai permanecer com o sol forte, remota chance de chuva e o calorão beirando os 40°C pelo menos até o fim da primeira quinzena de fevereiro. A única frente fria com chance de chegar ao Rio é prevista para depois do dia 16.

Calor de janeiro é histórico em Porto Alegre e em São Paulo
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Calor de janeiro é histórico em Porto Alegre e em São Paulo

O calor de janeiro de 2014 vai demorar muito tempo para ser esquecido ou mesmo para ser superado.

O Instituto Nacional de Meteorologia revelou nesta sexta-feira que janeiro de 2014 está sendo o janeiro e o mês mais quente Porto Alegre desde 1916, quando começaram as medições oficiais na capital gaúcha. A média das temperaturas máximas registradas em Porto Alegre de 1 a 30 de janeiro de 2014 foi de 33,1°C, 2,9°C acima da média normal de temperatura máxima para janeiro, que é de 30°C.

Junto com Porto Alegre, São Paulo também está há poucas horas de registrar o novo recorde de mês mais quente e janeiro mais quente desde 1943, ano em que o Instituto Nacional de Meteorologia iniciou as medições no Mirante de Santana, na zona norte da capital paulista.

Confira as médias das temperaturas máximas de 10 a 30 de janeiro nas capitais do Sul e do Sudeste, considerando a medições das estações meteorológicas convencionais e as normais climatológicas do período de 1961 a 1990. e as diferenças.

A única capital que tem não tem esta média de referência é o Rio de Janeiro, onde foi considerada a média de máxima de 2002 a 2012 da Praça Mauá.

Alta pressão deixa o ar do Rio de Janeiro mais poluído
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Alta pressão deixa o ar do Rio de Janeiro mais poluído

O céu tem estado quase que completamente azul sobre a cidade do Rio de Janeiro já vários dias. Mas um olhar mais atento para o horizonte revela uma camada escurecida, amarelada. Era a visão do ar mais poluído sobre a cidade devido a falta de chuva e de ventos.

As imagens são da meteorologista Luciana Eto e foram tiradas do avião na manhã de 30 de janeiro de 2014 durante a aproximação para pouso no aeroporto Santos Dumont. A linha amarela delimita a camada de poluição sobre a pedra da Gávea.

O Rio de Janeiro tem estado sob forte influência do sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS), que neste mês de janeiro de 2014 está muito mais forte do que o normal para esta época do ano. O centro (região mais forte) da ASAS tem estado próximo do litoral do Rio de Janeiro.

Poluição, inversão térmica e alta pressão

Altas pressões causam o fenômeno chamado de subsidência do ar, um movimento de ar de cima para baixo. Quando isto acontece, o ar seco e mais frio dos níveis elevados da atmosfera vem para perto da superfície.

Este ar frio e seco forma uma espécie de tampa sobre um ar mais quente que está sobre o solo e gera uma inversão térmica. 


O ar mais seco inibe o crescimento das nuvens e a ocorrência de chuva. Um outro efeito da atuação de uma alta pressão é o enfraquecimento dos ventos. A falta de chuva e de ventos colabora para o aumento da concentração de poluentes. 

Por volta das 15 horas de quinta-feira, 30 de janeiro de 2014, o aeroporto Campo dos Afonsos, na zona oeste do Rio de Janeiro registrava apenas 25% de umidade no ar. Na tarde do dia 29, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 19% da Vila Militar, também na zona oeste carioca.

A previsão é de que o Rio de Janeiro continue com pouco vento e pouca chuva pelo menos por mais uma semana. A temperatura fica bastante elevada, mas a umidade do ar muito abaixo do normal alivia a sensação de calor.

Ar seco deixa zona oeste carioca em alerta
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Como já era esperado, o ar ficou mais seco sobre o Rio de Janeiro. A tarde desta terça-feira começou com uma uma situação de alerta, por causa da baixa umidade do ar. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 19% de umidade no ar na  Vila Militar, na zona oeste carioca. Este nível de umidade é muito baixo para os padrões comuns do verão e para a uma região litorânea

A redução da umidade diminui também a sensação de calor.

Veja como varia a sensação de calor com o nível de umidade nos últimos dias