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Mais pancadas de chuva em SP
quinta-feira, 30 de outubro de 2014

O Estado de São Paulo está recebendo ar úmido e quente vindo do Centro-Oeste e do Norte do Brasil. O aumento da umidade facilita o crescimento de grandes nuvens que provocam pancadas de chuva. Estas pancadas ocorreram nesta quinta-feira com forte intensidade em alguns locais do oeste e noroeste do Estado. O Inmet registrou 46,0 mm em apenas 1 hora sobre Valparaíso.

 

Nuvens carregadas sobre Lins (SP) em 30-10-2014 por Beth

Mais nuvens carregadas estão vindo do Paraná, associadas a uma frente fria que avança sobre o Sul do Brasil e as pancadas de chuva voltam a ocorrer nesta sexta-feira e no fim de semana, em maior quantidade sobre o Estado. Há risco de chuva forte.

As condições para chuva vão aumentar no fim de semana com a aproximação de  uma frente fria. Há previsão de mais chuva para a próxima semana. A chuva deve cair volumosa em áreas da represas do Sistema Cantareira.

 

 

 

 

As cores indicam a intensidade da chuva prevista. O sistema Cantareira está desenhado em roxo. O amarelo indica chuva moderada e os tons de verde indicam chuva forte

Pancadas de chuva em SP
quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Atualizado em 30/10/2014 às 14h40

O radar meteorológico do IPMet/UNESP já registra chuva forte em algumas cidades do norte de São Paulo. Guarulhos na Região Metropolitana também tem pancadas de chuva com intensidade moderada.

O sol brilha forte já pela manhã da quinta-feira (30) mostrando que o predomínio no Estado paulista será de calor forte. As pancadas de chuva irão ocorrer ao longo da tarde e da noite em diversas áreas do interior por conta da chegada de áreas de instabilidade. Com o ar mais seco impedindo a formação de nuvens carregadas na faixa leste de São Paulo, não há previsão de chuva inclusive sobre a Região Metropolitana.

O internauta Giovanni Zanardi de Santo André-SP fotografou o céu azul com poucas nuvens indicando uma atmosfera mais seca.

Giovanni Zanardi - Santo André/SP

Na imagem do satélite meteorológico já é possível ver a chegada de nuvens altas no oeste paulista, há a presença de Cirrus e Cirrocumulus em cidades como Assis, Pompéia e Penápolis.

Os índices de umidade relativa do ar saíram bastante na quarta-feira (29) áreas da região central paulista chegaram a registrar 13% durante o período da tarde.

Mas a chegada de nuvens altas já mostra uma mudança nas condições do tempo. Ao longo da quinta-feira, as áreas de instabilidade vão chegar ao Estado de São Paulo trazidas pelos ventos de noroeste. Como vão encontrar um ar muito quente, há o desenvolvimento de grandes nuvens que podem provocar chuva até mesmo com forte intensidade de forma mais localizada e acompanhada por raios.

Na Grande São Paulo, há condições para pancadas de chuva em pequenas áreas.

Chuva vai se espalhar por São Paulo inclusive na Capital

Na sexta-feira (31) as áreas de instabilidade vão conseguir avançar sobre o ar mais seco na capital de São Paulo. Há previsão de chuva entre a tarde e a noite que pode vir em forma de temporais localizados. A manhã ainda será com muito sol e a temperatura ainda vai subir bastante ao longo da tarde. Todo o Estado paulista terá condições para pancadas de chuva, e o calor continua.

No fim de semana o ar mais úmido continuará sobre o Estado de São Paulo. Vão ocorrer pancadas de chuva entre a tarde e a noite principalmente. No norte paulista, o sábado (01), primeiro dia de novembro, será com muitas nuvens e chuva a qualquer momento, assim como no extremo sul do Estado. Isso se deve ao posicionamento da frente fria ao largo da costa de Santa Catarina que consegue jogar um pouco de umidade também no Estado de São Paulo acarretando em pancadas de chuva pré frontais.

No domingo (02) a nebulosidade aumenta ainda mais assim como o risco de chuva. Muitas nuvens crescem sobre o Estado de São Paulo e o sol só vai aparecer com poucas nuvens no norte paulista. Ao longo da tarde e da noite há o risco de pancadas de chuva e o ar vai ficar abafado.

No mapa de previsão de chuva para os próximos 15 dias são esperados volumes de chuva de até 200mm em áreas do oeste, Vale do Ribeira, Litoral Norte e Grande São Paulo.

O meteorologista César Soares comentou a chuva do início de Novembro no Climatempo News. Clique e assista!

Cantareira começa novembro com chuva volumosa
quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sob o céu azul e o sol forte, com o calor de mais de 30°C, um pouco mais da pouca água que resta nos principais reservatórios que abastecem a Grande São Paulo vai sendo evaporada.

Nesta quarta-feira, o armazenamento no Sistema Cantareira era de 12,0% e no Alto Tietê de 1,0%. No dia 24 de outubro, quando começou a ser considerada a segunda cota da reserva técnica (o volume morto, água do fundo de algumas represas, de difícil acesso e que nunca tinha sido usada), o nível do Cantareira subiu para 13,6%.

 

A chuva mensal mais volumosa em mais de 1 ano ocorre em março de 2014 quando choveu 193 mm. Mas a última vez que choveu mais de 200 mm sobre o Cantareira foi em fevereiro de 2013, que fechou com um acumulado de aproximadamente 249 mm.

Ainda vai demorar muito tempo, meses, talvez mais de ano, para que vermos as represas do Cantareira cheias de água, sem nenhuma visão do fundo de terra rachada como está agora. Mas o importante é que não temos mais uma situação bloqueio, como ocorreu no verão passado, que deixou São Paulo sem frentes frias e sem chuva.

Há 15 dias vem sendo prevista uma grande frente fria para o começo de novembro, com potencial para provocar muita chuva. Confira os efeitos desta frente fria sobre o Sistema Cantareira na análise da meteorologista Josélia Pegorim.

 

SP é o mais seco do Brasil
terça-feira, 28 de outubro de 2014

Secura aumenta em SP enquanto espera a chuva

A cidade de Ibitinga, na região central de São Paulo, foi o lugar mais seco do Brasil na tarde desta terça-feira, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia feita em instrumentos automáticos. A umidade relativa do ar chegou aos 9%.

 

Sol e tempo seco em Jaú (SP) em 28-10-2014, por Carol Bressan

 

No ranking dos 10 menores índice de umidade relativa do ar (ura) observados nesta terça-feira, com medições do Instituto Nacional de Meteorologia e dos aeroportos (Aeronáutica), 8 foram em cidades paulistas.

 

Uma massa de ar seco se intensificou sobre o Sul do Brasil e avançou também sobre parte da Região Sudeste causando uma acentuada queda dos níveis de umidade em São Paulo. O Instituto Nacional de Meteorologia opera 29 estações meteorológicas no Estado de São Paulo e 16 delas registraram umidade relativa do ar igual ou abaixo de 20%.

 

O nível mínimo de umidade no ar recomendado pela Organização Mundial da Saúde para a saúde humana é de 60%. O problema não está apenas num valor momentâneo muito baixo, mas na persistência da situação de secura no ar, com muitas horas consecutivas de um ar com umidade abaixo dos 60%. Em Ibitinga, às 20h, a umidade relativa ainda era de 15%, completando 7 horas consecutivas com umidade do ar abaixo dos 20%. Na cidade de São Paulo, a umidade baixou para 21% no Campo de Marte, na zona norte. No domingo, o menor nível de umidade foi de 48%.

Quarta seca

A secura continua nesta quarta-feira em São Paulo que deve registrar novamente várias horas com níveis de umidade abaixo dos 60%, até no litoral. A tendência é de que o ar fique muito seco também em regiões como Sul de Minas, Paraná e Santa Catarina e o centro-sul do Rio de Janeiro, incluindo o Grande Rio.

O secura aumenta junto com o calor. A quarta-feira promete ser mais quente em todas estas áreas. A temperatura nesta terça-feira chegou aos 34°C no interior de São Paulo e a quase 37°C no interior do Paraná.

Chuva à vista

O calor e o ar muito seco não vão se prolongar por muito tempo. Não temos uma situação de nova onda de calor extremo, como ocorreu há duas semanas. Uma frente fria, com forte intensidade, avança sobre o Sul do Brasil durante a quinta-feira e no fim de semana já estará trazendo chuva, umidade e ar polar também para São Paulo. A expectativa é de que a chuva ocorra de forma volumosa e generalizada no Sudeste ao longo da primeira semana de novembro.

 

 

 

Sem água, Itu depende de caminhões-pipa
terça-feira, 28 de outubro de 2014

O governo do Estado de São Paulo autorizou a Defesa Civil a contratar emergencialmente 20 caminhões-pipa para distribuição de água no município de Itu. A cidade enfrenta racionamento há oito meses e os moradores precisam conviver com essa rotina. Alguns denunciam falta de água por quinze dias e fazem filas diariamente em bicas e poços  da cidade. A medida tomada há cinco dias apenas minimiza a crise hídrica em Itu e a esperança da população é mesmo a chuva.

 

 A Climatempo está prevendo a chegada de uma grande frente fria no começo de novembro que vai trazer grandes volumes de chuva para o Estado de São Paulo. Veja o mapa de chuva acumulada para os próximos cinco dias. A região de Itu deve receber volumes entre 50 e 70 milímetros entre os dias 29 de outubro e 2 de novembro.

Participe da nossa campanha SP: vida sem água e dê seu depoimento.

Outubro quente em São Paulo
terça-feira, 28 de outubro de 2014

A média da temperatura máxima de outubro de 2014 está em 28,1°C, considerando as medições de 27 dias realizadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia no Mirante de Santana, na zona norte da capital. Esta média de 27 dias já está 3,3°C acima do valor de referência para a temperatura máxima de outubro, que é de 24,8°C. Como não há expectativa de entrada de ar polar sobre São Paulo até o último dia do outubro e a chance de chover é baixa, a temperatura vai se manter elevada. A previsão da Climatempo é de que as temperaturas máximas em São Paulo de 29 a 31 de outubro fiquem entre 30°C e 32°C. Se isto ocorrer, a média das temperaturas máximas deste mês pode subir ainda em 0,2°C ou até 0,3°C.

 

 

Mesmo antes de terminar, outubro de 2014 já está tendo a terceira maior média da temperatura máxima do ano. Até agora, janeiro teve a maior média de máxima, com 31,9°C, que ficou 4,6°C acima do normal. Fevereiro vem sem segundo lugar, com média de temperatura máxima de 31,8°C e que ficou 3,8,°C acima do normal.

 

Novembro começa com ar polar

Uma frente fria vai chegar a São Paulo no próximo sábado trazendo muitas nuvens, chuva e ar polar. A temperatura na capital paulista deve ter uma acentuada queda nos primeiros dias de novembro.

A influência desta frente fria será sentida por vários dias mantendo São Paulo com muitas nuvens, temperatura amena e condições para chuva.

SP: vida sem água

Chuva em SP não acabou

Chuva de SP, RJ e sul de MG não acabou
segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Depois de um fim de semana com muitas nuvens e chuva, o sol voltou a predominar sobre o Estado de São Paulo e também no Sul de Minas, no Triângulo Mineiro e em grande parte do Estado do Rio de Janeiro. As áreas de instabilidade que provocaram até chuva forte se foram e as nuvens que ficaram não ameaçam mais chuva.

 

Paulicéia, no oeste de SP, às margens do rio Paraná, com nuvens do tipo cirrus ao entardecer em 27-10-2014. Foto de Tsutomu Machino

 

Uma massa de ar seco e quente que já atua sobre o Sul do Brasil influencia também São Paulo, o sul de Minas Gerais e o centro-sul do do Rio de Janeiro fazendo a umidade diminuir e o calor aumentar, o que só vai piorar o quadro de seca. A elevação da temperatura vai fazer com que a evaporação aumente e a chuva que caiu até forte no fim de semana vai evaporar.

 

Araguari (MG) com muita chuva em 26-10-20, por Pablo Andreew

 

A população de São Paulo e do Sudeste de forma geral não deve temer temer uma nova onda de calor e nem a secura extrema. O sol forte e o tempo seco predominam em São Paulo, no sul de Minas e no centro-sul do Rio de Janeiro nos próximos dois dias, mas as pancadas de chuva já devem voltar a partir da tarde de quinta-feira. A chuva está só começando.

 

Condições para chuva volumosa no Sudeste nos primeiros dias de novembro

Vem aí uma frente fria que promete mais chuva. Confira o comentário da meteorologista Josélia Pegorim.

 

Grande SP volta a secar
segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Muitas áreas da Grande São Paulo amanheceram esta segunda-feira com céu nublado, mas era apenas uma névoa que se dissipou rápido. Por volta das 8 horas, o sol já estava forte na cidade São Paulo.

Áreas de instabilidade que ficaram sobre o Estado de São Paulo no fim de semana deixaram a Grande São Paulo nublada e também provocaram chuva. Estas nuvens carregadas saíram do Estado e uma massa de ar seco está ganhando força novamente.

 

Ar seco afasta a chuva

O nível de umidade tende a baixar também sobre a Grande São Paulo e já a partir desta tarde. Além do ar mais seco, a tendência é de aquecimento.

A queda da umidade nos próximos dias vai dificultar a ocorrência de chuva no Estado de São Paulonas nas próximas 48 horas.

 

 

 

Frente fria à vista

O período seco será curto. A semana será marcada por tardes quentes e deve terminar com uma grande frente fria trazendo chuva. A partir da tarde quinta-feira, as pancadas de chuva voltam a ocorrer no Estado de São Paulo. A nova frente fria começa a influenciar o Rio Grande do Sul do Brasil entre quarta e quinta-feira e deve chegar a São Paulo no sábado, 1 de novembro.

Os mapas mostram a simulação da quantidade de chuva prevista para São Paulo e todo o Sudeste. A previsão indica grandes volumes acumulados  a partir do dia primeiro de novembro. Muitas áreas do estado poderão acumular mais de 100 mm.

 

 

 

Cantareira entra na segunda cota do volume morto
sexta-feira, 24 de outubro de 2014

O fundo do fundo do poço.

O nível de armazenamento dos mananciais operados pela Sabesp costuma ser atualizado todos os dias por volta das 9 horas da manhã, mas nesta sexta-feira, 24 de outubro, foi diferente, mais tarde.

A surpresa: o armazenamento do Cantareira que era de 3,0% na manhã de 23 de outubro subiu para 13,6%, apesar de não caído uma gota de água por lá nas últimas 24 horas.

 

 

 

A mágica: a Sabesp começou a usar a segunda cota do chamado “volume morto”. O volume acrescido corresponde a aproximadamente 10,7% da capacidade total. Ou seja: esse valor foi somado aos 18,5% que já haviam sido acrescentados em 18 de maio de 2014.

 

 

Previsão de chuva para os próximos dias

As pancadas de chuva estão voltando a ocorrer, mas ainda sem muita regularidade. Porém, a situação de bloqueio e de calor extremo já terminou. O Sudeste do Brasil vai receber mais umidade do Norte do país nos próximos dias, o que vai facilitar a ocorrência de chuva.

A chuva está voltando e poderá ser generalizada e volumosa nos últimos dias de outubro e no começo de novembro. A previsão é de que a circulação de ventos sobre o Brasil e a chegada de uma grande frente fria ajudem a formar e a manter grandes áreas de instabilidade sobre o Sudeste, que devem provocar chuva forte e volumosa sobre o Cantareira.

 

 

O que é  volume morto?

O volume morto é uma reserva técnica de água, de difícil acesso, que nunca havia sido usada antes da grave crise hídrica pela qual está passando o Estado de São Paulo. Para usar esta água, o governo estadual teve que pedir permissão para a ANA – Agência Nacional das Águas -, órgão federal que coordena o uso da água no país, e teve que fazer obras especiais de engenharia para a captação desta água.

 

 

Em 18 de maio de 2014, a Sabesp começou a usar a primeira cota do volume morte, contando com mais 982,07 bilhões de litros de água.

Em 24 de outubro de 2014, a Sabesp começou a usar a segunda cota do volume morto, que correspondem a 105,0 bilhões de litros de água.

 

Drone da Climatempo capta imagens dramáticas da seca em SP

Seca do Cantareira é de destaque no site da NASA

Participe da Campanha  SP: vida sem água Dê seu depoimento!

 

 

Mais calor e pancadas de chuva na Grande SP
sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A menor quantidade de nuvens e o sol aparecendo forte já faz as temperaturas subirem na Grande São Paulo. Na quinta-feira (23) o maior período com sol forte já refletiu diretamente na temperatura máxima. Segundo informações da estação convencional do Instituto Nacional de Meteorologia no Mirante de Santana (Zona Norte), a maior temperatura do dia foi de 29,5°C.

A imagem do satélite meteorológico mostra o ar seco ganhando força nos tons em marrom, as áreas em verde ainda representam um ar um pouco mais úmido e no norte do Estado a presença de áreas de instabilidade que provocam chuva já na manhã de sexta-feira (24).

A umidade cai um pouco pela manhã e não há a presença de muito vento, por isso a qualidade do ar vai caindo na cidade de São Paulo. E novamente, as estações de medição da CETESB tem registros de qualidade do ar moderada em diversos pontos da capital.

Qualidade do ar às 9h do dia 24/10 segundo estações da CETESB

A chegada de umidade tanto vinda do interior quanto do oceano, vai favorecer a formação de pancadas de chuva entre a tarde e a noite. Como a chuva deve vir de forma rápida, não são esperados grandes volumes. A previsão é de chuva localizada, mas que pode vir com forte intensidade nas áreas em que ocorrerem.

Sol e mais chuva para o fim de semana

A nebulosidade vai aumentar um pouco já na manhã de sábado (25), mas o sol não será totalmente encoberto isso vai favorecer a sensação de abafamento no ar uma vez que a temperatura ficam pouco abaixo dos 30°C e há muita umidade disponível no ar. As chances de chuva aumentam e podem ocorrer entre a tarde e a noite. Essa condição também será vista  no domingo (26), ou seja, muitas nuvens, abafamento no ar e risco de pancadas de chuva pela tarde e noite.