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Triste janeiro nas capitais do Sudeste
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Janeiro de 2015 poderá dar recordes de seca e de calor nas capitais do Sudeste.

Segundo dados climatológicos do Instituto Nacional de Meteorologia, janeiro é o mês mais chuvoso do ano em São Paulo e no Rio de Janeiro. Para Belo Horizonte, janeiro é o segundo mês com maior média de chuva ao longo do ano e em Vitória, é o terceiro mês mais chuvoso.

O bloqueio atmosférico que predominou sobre o Sudeste até o dia 20 de janeiro dificultou a ocorrência de chuva por toda a Região. Das capitais, a única que teve pancadas de chuva regulares, e vários temporais, foi São Paulo. Em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, a primeira chuva de 2015 ocorreu entre os dias 21 e 22 de janeiro. Em Vitória, capital do Espírito Santo, o Inmet ainda não registrou chuva este ano. O Rio de Janeiro já teve algumas pancadas de chuva, mas em poucas áreas da cidade e a única chuva forte no centro da cidade, no local de medição do Inmet, foi entre 4 e 5 de janeiro.

A deficiência de chuva é de 100% em Vitória. No Rio, a chuva de janeiro, até o dia 28, estava 83% abaixo da média. Em Belo Horizonte o acumulado de chuva de janeiro em 28 dias estava 66% abaixo do normal e em São Paulo, 35% abaixo da média.

 

 

Possibilidade de recorde de seca em Vitória

Janeiro de 2015 até agora está sendo o janeiro mais seco já registrado em Vitória em 54 anos de medição, desde 1961. Se não chover nada até o fim do mês, janeiro deverá ser o janeiro mais seco e o mês mais seco desde 1961. O mês mais seco desde este ano foi o de fevereiro de 1966, quando choveu apenas 0,2 mm.

Possibilidade de  recorde de seca no Rio de Janeiro

Da série histórica de 2003 até 2014, janeiro de 2015 está sendo o janeiro mais seco no Rio de Janeiro, pelas medições na estação meteorológica da Saúde, no centro da cidade. Por enquanto, o janeiro mais seco no Rio neste período foi o de 2014, que acumulou apenas 58,1 mm.

 

 

Possibilidade de recorde de calor em São Paulo

Janeiro de 2015 poderá ser o mês mais quente já registrado na cidade de São Paulo desde 1943, quando começaram as medições do Instituto Nacional de Meteorologia no Mirante  de Santana, na zona norte da capital paulista.

Por enquanto, o mês mais quente na capital paulista foi janeiro de 2014 que teve média de temperatura máxima de 31,9°C. Até o dia 28, a média das temperaturas máximas registradas em janeiro de 2015 estava em 32,0°C.

Um dos janeiros mais secos em BH, em mais de 100 anos

O Instituto Nacional de Meteorologia faz medições regulares na estação meteorológica do centro da cidade desde 1910. Desde então, o janeiro mais na capital mineira foi o de 1976, quando choveu apenas 32,2 mm.

Em 28 dias de janeiro de 2015, o Instituto Nacional de Meteorologia registro 92,1 mm de chuva em BH, o que já coloca janeiro de 2015 como sexto mais seco 105 anos.

 

 

Por que a chuva do  verão é tão importante?

Previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

Pancadas de chuva na Grande SP
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Áreas de instabilidade já se espalham pela Região Metropolitana de São Paulo provocando pancadas de chuva com intensidade entre moderada e forte de forma localizada.

Segundo informações dos radares Climatempo-USP a chuva se espalha por áreas da Zona Norte e avança em direção ao Centro. A região de Guarulhos também registra a ocorrência de chuva.

Radares Climatempo-USP às 14h37. Clique e veja o radar em tempo real

Ao longo da tarde e noite há o risco de novas pancadas de chuva que podem vir com forte intensidade e até mesmo em forma de temporais. A circulação de umidade vem principalmente do interior e também espalha nuvens carregadas por outras áreas do Estado de São Paulo.

Uma frente fria vai chegar na costa de São Paulo e organizar melhor as áreas de instabilidade sobre o Estado de São Paulo e aumentar as chances de temporais.

Quarta-feira terá mais temporais na Grande SP
terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Atualizado às 09h25 de 28/01/2015

A chuva veio com força em diversas áreas de São Paulo ao longo da noite de terça-feira (27) e madrugada da quarta-feira (28). Os volumes acumulados de chuva acarretaram em alagamentos e até um muro do Parque São Jorge caiu devido a intensidade das pancadas, segundo informações das agências de notícias.

Clique na imagem e veja o satélite para todo o Brasil

 

As condições do tempo nesta quarta-feira na região da Grande São Paulo devem ser parecidas com as que predominaram na terça-feira. Mesmo com a presença de nuvens, o sol e o tempo seco predominam pela manhã e no começo da tarde. O calor forma nuvens carregadas que trazem mais pancadas de chuva e raios para a tarde e noite. Há risco de chuva forte.

A temperatura sobe rápido e devem passar dos 30°C à tarde. A sensação de calor já predomina pela manhã. O calor só diminui no fim da semana com a chegada de uma frente fria que vai deixar o tempo ais instável. Esta frente fria chega a São Paulo na quinta-feira . Fortes áreas de instabilidade devem se formar sobre o Estado de São Paulo entre a tarde de quinta-feira e o domingo causando temporais em diversas cidades. A chuva deve ser forte também sobre os reservatórios para abastecimento da Grande São Paulo.

O mapa mostra a projeção da chuva para a Região Sudeste até o fim do mês. A chuva mais volumosa é indica em tons de verde.

Chuva alaga São Paulo na noite de 27/1/2015

A chuva caiu forte nas zonas sudoeste, sul e sudeste da capital paulista na noite desta terça-feira causando alagamentos. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) às 21h55 haviam 7 pontos alagados nestas regiões, sendo 6 intransitáveis. Até 21h50, o SAISP – Sistema de Alerta e Inundações de SP registrava os maiores volumes de chuva na região do córrego Águas Espraiadas,  variando entre 32,0 mm e 57,6 mm.

A chuva intensa na região do Ipiranga causou o extravasamento do córrego Ipiranga na altura da rua General Chagas Santos.

Por volta das 20h30, os radares meteorológicos Climatempo-USP detectavam as áreas de chuva nesta noite principalmente nas zonas central, sul e sudoeste da capital paulista. Fortes trovoadas eram ouvidas na região da Climatempo, que fica na região entre os bairros Paraíso e Vila Mariana, mas a chuva caía fraca. O aeroporto de Congonhas, na sul, registrava chuva forte às 20h37.

 

Clique na imagem e acompanhe a chuva em tempo real

 

As condições para chuva, e temporais, aumentam a partir da tarde de quinta-feira com a chegada de uma frente fria.

 

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Sistema Cantareira fica estável e Guarapiranga sobe
terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Pelo segundo dia consecutivo, o nível do Sistema Cantareira ficou estável. Segundo a Sabesp, o armazenamento nesta terça-feira, 27 de janeiro, era de 5,1%. O Alto Tietê e o Guarapiranga subiram.

 

Em 27 dias houve registro de alguma chuva sobre o Cantareira em 20 dias. O acumulado total no dia 27 foi de 134,2 mm, sendo que a média histórica é de 271,1 mm. O Cantareira recebeu aproximadamente 49% do total de chuva médio para janeiro.

 

 

Mais chuva

As condições de chuva vão aumentar nos próximos dias com a chegada de uma nova frente fria ao Sudeste. Os efeitos deste sistema começam a ser sentidos a partir da tarde de quinta-feira. Com a passagem desta frente fria, a chuva deve cair generalizada sobre o Cantareira.

 

A meteorologista Josélia Pegorim comenta como será a chuva sobre o Sudeste do Brasil nos próximos dias.

 

 

Foto de Vagber Campos - A2 Fotografia

Chuva enfraquece em São Paulo
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Nuvens carregadas voltaram a crescer sobre a Grande São Paulo no fim da tarde desta segunda-feira trazendo mais chuva. Temporais ocorreram especialmente nas zonas oeste, sul e central.

As áreas de instabilidade já enfraqueceram muito e a tendência e de gradual dissipação no decorrer da noite. Para esta terça-feira, a previsão é de que volte a chover à tarde e à noite sobre diversas áreas da Grande São Paulo, com risco de novos temporais.

 

Por volta das 19h15, os radares meteorológicos Climatempo-USP detectaram chuva moderada a forte sobre várias áreas das zonas centrais, sul e oeste da capital. No fim da tarde, a chuva caiu forte em áreas da zona leste e do Grande ABC.

Segundo o CGE  e a CET,  Até 21h30 foram 11 pontos de alagamento.

Confira os maiores acumulados de chuva segundo o CGE.  O SAISP – Sistema de Alerta e Inundações do Estado de São Paulo registrou até 21h20 53,6 mm sobre o córrego Pirajuçara, em Embu das Artes.  No Capão Redondo choveu 44,6 mm sobre o córrego Morro do S.

 

 

Nuvens negras sobre a zona oeste da cidade de São Paulo em 26-1-2015 por Daniele Otsuki

 

Acompanhe a chuva pelos radares Climatempo-USP

 

Apaixonados por São Paulo
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

No último domingo, 25 de janeiro, a cidade de São Paulo completou 461 anos e comemoração não faltou pela capital.

Ao longo desses anos o tempo em São Paulo mudou bastante, hoje já não podemos mais chamá-la de terra da garoa, mas mesmo com seus contrastes no clima a metrópole paulistana é uma das cidades que mais recebe turistas no país.

E a Climatempo, para não deixar passar em branco uma data tão importante, lançou na quinta-feira passada, 22, um desafio #fotografeotempo especial! Foi pensando na melhor maneira de homenagear e de interagir com nossos internautas paulistas que a hashtag do desafio especial foi #fotografesampa e funcionou nas mesmas regras e passos dos habituais desafios #fotografeotempo.

Confira agora as 5 fotos vencedoras dos apaixonados por São Paulo.


 Gostou?

Fique ligado que já já lançaremos o 40º desafio #fotografeotempo!

Semana terá mais chuva sobre o Cantareira
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O Sistema Cantareira se encontra em uma situação delicada desde o final do ano de 2013. Quedas sucessivas devido os poucos volumes de chuva prejudicam muito o reservatório que em outros momentos era a principal fonte de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

Nas imagens do satélite meteorológico é possível ver a chegada de nuvens carregadas sobre o Estado de São Paulo que provocaram chuva entre a noite de domingo (25) e a madrugada de segunda-feira (16).

Clique na imagem e veja imagens de satélite de todo o Brasil

Choveu também sobre os três principais reservatórios quer abastecem a cidade de São Paulo. No Cantareira choveu 17,1mm, no Alto do Tietê choveu 7,1mm e no Guarapiranga 33,6mm entre a tarde do domingo e a manhã da segunda-feira.

O único que sofreu queda mesmo com a presença de chuva foi o reservatório do Alto do Tietê. O sistema Cantareira se manteve estável e o Guarapiranga registrou uma elevação de 2,6% no seu volume disponível para abastecimento.

Mais chuva ao longo da semana sobre os mananciais

Os modelos de previsão do tempo indicam que o fluxo de umidade no interior e do litoral ainda vão favorecer a ocorrência de pancadas de chuva sobre as áreas de captação dos mananciais. A semana será marcada pela presença de umidade, e até a quinta-feira (29) as pancadas vão se concentrar entre a tarde e a noite principalmente.

Na sexta-feira (30) a passagem de uma frente fria vai organizar mais instabilidades e trazer mais chuva sobre os reservatórios, principalmente sobre o Guarapiranga. As áreas de captação do Sistema Cantareira também terão a presença de chuva o que pode acarretar em modestas elevações ou estabilizações, mas ainda há o risco de novas quedas.

Grande SP tem mais chuva à tarde
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Depois do temporal da madrugada, a Grande São Paulo amanheceu com muitas nuvens, mas o sol começava a aparecer. No decorrer da manhã desta segunda-feira, a nebulosidade diminui e o sol aparece com mais força, mas as áreas de instabilidade se intensificam novamente a volta a chover à tarde e à noite. As pancadas de chuva devem recomeçar antes do fim da tarde e podem ser moderadas a fortes em alguns  locais da capital e da Grande São Paulo.

O dia segue abafado e a temperatura máxima um pouco acima dos 30°C.

As imagens de satélite mostram que as nuvens carregadas que provocaram os temporais na madrugada já se afastaram da Grande São Paulo. Mas a previsão é de que outras áreas de instabilidade se desenvolvam sobre o Estado de São Paulo no decorrer do dia e tragam mais chuva.

 

 

Aglomerados de nuvens muito carregadas avançaram do Sul do Brasil e passaram pelo leste do Estado de São Paulo provocando temporais na madrugada de 26 de janeiro de 2015. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou quase 80 mm sobre a região de Barueri e também de Sorocaba. Na capital, os volumes de chuva variara de 15 mm a quase 54,0 mm pela medição do CGE – Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura – do SAISP – Sistema de Alerta e Inundações do Estado de São Paulo. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 20,4 mm sobre o Mirante de Santana, na zona norte da capital, entre 7h do dia 25 e 7h de 26 de janeiro de 2015, na medição automática.

 

 

Frente fria chega do Sul do Brasil

Na quinta-feira a instabilidade fica ainda mais ativa e será reforçada pela chegada de uma frente fria vinda do Sul do Brasil. A chuva já pode começar nas primeiras horas da tarde e a tendência é que ocorra de forma mais generalizada, inclusive na região das represas.

Na sexta-feira, o sistema frontal ainda vai influenciar grande parte de São Paulo e as pancadas de chuva vão continuar a ocorrer com forte intensidade em grande parte do Estado, inclusive na região metropolitana. E com mais nebulosidade, o forte calor vai dar uma ligeira trégua.

Acompanhe a chuva na Grande São Paulo pelos radares Climatempo-USP

 

 

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Calor de janeiro deve ser recorde em São Paulo
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

A última semana de janeiro de 2015 será marcada por dias quentes em São Paulo, com sol e as pancadas de chuva com raios à tarde e à noite. Pode chover forte em várias áreas da capital e da Grande São Paulo. A sensação de calor será constante. A temperatura à tarde só deve ficar abaixo dos 30°C no fim da semana, com a passagem de uma nova frente fria pelo litoral paulista.

Mas esta semana reserva um recorde de calor duplo para São Paulo: janeiro de 2015 poderá ser não apenas o janeiro mais quente já registrado, em 72 anos de medições, mas também o mês mais quente da história climática da cidade

Janeiro muito mais quente do que o normal

Janeiro é normalmente uma época de calor, de ar abafado na região da cidade de São Paulo. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a média das temperaturas máximas de janeiro no período de 1943 a 2014 foi de 27,7°C e as média das temperaturas mínimas foi de 18,6°C, no mesmo período.

Em 25 dias, as temperaturas máximas registradas em janeiro de 2015 no Mirante de Santana ficaram abaixo da média de 27,7°C em apenas dois dias. A média das temperaturas mínimas ficou abaixo dos 18,6°C em dois dias também.

 

 

As temperaturas de janeiro estão extremas, muito acima do normal para esta época do ano e há uma enorme chance de janeiro de 2015 terminar com um duplo recorde de calor: o janeiro mais quente da história de medições no Mirante, que começou em 1943, e o mês mais quente já registrado desde 1943, portanto em 72 anos de medições.

No dia 19 de janeiro de 2015, o Inmet registrou uma temperatura máxima de 36,5°C o Mirante de Santana. Esta foi a sexta maior temperatura já medida no Mirante desde 1943, considerando todos os meses do ano, e a quarta mais alta para um dia de janeiro.

Possibilidade de recorde histórico de calor

O ar polar que passou por São Paulo no fim da semana passada casou grande queda da temperatura, fazendo com que entre os dias 22 e 25 de janeiro,  a máxima ficasse abaixo ou igual aos 30°C e a mínima ficasse abaixo dos 20°C. Mas isto não foi suficiente para desviar o curso do calor que vem sendo observado em janeiro de 2015.

 

 

Fazendo as contas, a média das temperaturas máximas registradas no Mirante de 1 a 25 de janeiro de 2015 está em torno de 32,3°C. O janeiro mais quente e o mês mais quente já observado na cidade de São Paulo até agora foi o de janeiro de 2014 que teve média de temperatura máxima de 31,9°C.

O calorão vai voltar?

Por enquanto, não. Até o dia 29 de janeiro, a previsão é de que a temperatura passe dos 30°C durante as tardes. Nos dias 30 e 31, os termômetros voltam a baixar dos 30°C por causa da passagem de uma frente fria.

Porém, o recorde de mês mais quente já observado na história climática de São Paulo só não será batido se as temperaturas máximas até o fim do mês forem iguais ou menores do que 30,0°C.

Se de 26 a 31 de janeiro, a temperatura superar 30°C em um só dia, a média das temperaturas máximas vai igualar o recorde atual de 31,9°C, de janeiro de 2014.

Se nos próximos quatro dias, a temperatura máxima for igual ou maior do que 31,0°C, a média de 31,9°C será superada e janeiro de 2015 será o mês mais quente já registrado na cidade de São Paulo em 72 anos.

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Entenda o bloqueio atmosférico de 2015

 

Chuva não impede queda do Cantareira
sábado, 24 de janeiro de 2015

Os três principais reservatórios que abastecem a cidade de São Paulo registraram chuva entre a tarde de sexta-feira (23) e a manhã de sábado (24). Mesmo com a maior chuva do ano, o Sistema Cantareira registrou uma queda nos volumes disponíveis para consumo.

Segundo informações da Sabesp, choveu 25,9 mm sobre o Cantareira, 0,2 mm no Guarapiranga e 7,1 mm no Alto do Tietê. Apesar da chuva significativa, o nível do sistema Cantareira caiu 0,1 %. Mesmo com o volume baixo de chuva,  a Alto Tietê registrou um acréscimo de 0,1% e o Guarapiranga 0,9%.

Mais chuva nos mananciais, mas não o suficiente

A previsão indica que as áreas de captação dos reservatórios que abastecem São Paulo terão chuva nos próximos dias. O ar quente e úmido predomina sobre o Estado de São Paulo nos próximos dias, provocando pancadas localizadas de chuva entre a tarde e o início da noite.

Mas a chuva prevista não é suficiente para solucionar os problemas da seca. Dessa forma, há o risco de novas quedas nos volumes disponíveis para uso.