Arquivo da Categoria ‘Chuva’

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Chuva forte no Centro-Oeste
quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Com o fim do bloqueio atmosférico, o ar úmido e quente permanece sobre o Centro-Oeste e facilita a formação de muitos núcleos de nuvens carregadas, que provocam pancadas de chuva até de forte intensidade.

A imagem de satélite mostra a presença de muitas nuvens carregadas (manchas em vermelho e em tons de azul claro, mas especialmente sobre o Mato Grosso e Goiás, o que indica que estes dois estados estão com maior disponibilidade de umidade. A partir desta quinta-feira, parte desta umidade vai em direção do Mato Grosso do Sul que volta a ter pancadas de chuva.

 

No fim de semana, a circulação de ventos em diversos níveis da atmosfera deve favorecer a intensificação das áreas de instabilidade sobre o Centro-Oeste. A expectativa é de que ocorram muitas pancadas de chuva no fim de semana e também na próxima semana, com risco de temporais.

 

Um pouco mais de chuva para Minas Gerais
terça-feira, 21 de outubro de 2014

Minas Gerais termina o primeiro mês da primavera com um pouco de chuva. A passagem de uma frente fria injetou umidade e ar polar que ajudaram a formar nuvens carregadas e aliviar o calor. Na tarde de segunda-feira, a temperatura anda chegou aos 40,8°C em São Romão, no noroeste mineiro.

Em algumas áreas de Minas Gerais choveu forte, porém a chuva não foi generalizada. Belo Horizonte teve temporais e em algumas regiões da cidade choveu mais de 50 mm, o que representa quase metade da média normal de chuva para outubro.

 

 

Nas próximas 48 horas, as nuvens carregadas devem se formar especialmente no oeste e norte de Minas Gerais. Algumas pancadas de chuva poderão ser fortes e Há previsão de mais chuva até o fim de semana, mas não para todo o Estado.

 

 

 

O ano de 2014 já é considerado um dos mais secos da história climática de Belo Horizonte e de muitas outras regiões mineiras. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, do início do ano até o dia 21 de outubro  choveu 552 mm, 38% da média anual  que é de aproximadamente 1466 mm.

 

Chuva ajuda controlar incêndios

A frente fria veio em boa hora para aliviar o calor e trazer um pouco de chuva para ajudar a controlar os incêndios em reservas florestais, que  se alastraram na semana passada por causa do ar muito seco e calor intenso.

Na manhã de 21 de outubro, o aeroporto de Ipatinga teve horas com visibilidade prejudicada pela fumaça de focos de queimada próximos do local. Na sexta-feira, uma situação parecida foi observada na região do aeroporto de Juiz de Fora.

 

No dia 19 de outubro, o calor era intenso sobre MG e havia poucas nuvens. Os focos de fogo se alastravam. Os círculos amarelos indicam regiões onde os focos de fogo estavam mais densos. Os focos aparecem como pequenos quadrados vermelhos.

 

Depois de várias semanas com céu azul, sempre com o sol forte, mineiros fotografaram as nuvens que voltaram a se formar.

 

 

Chuva chegando no cerrado mineiro. Desterro de Entre Rios, 20-10-2014 por Samuel

 

 

Pocos de Caldas (MG) nublada, por Thomas Mello

 

  

Ubá (MG) 21-10-2014 por Giselle Campos

 

 

Clima ameno na região da Pampulha, Belo Horizonte, por Sarah Domennica 21-10-2014

 

Seca no Sudeste é culpa do aquecimento global?

Seca em Três Marias é a pior em 84 anos

Chuva muda o cenário do cerrado de GO
terça-feira, 21 de outubro de 2014

Não são apenas os mananciais da região Sudeste que precisam de chuva, o cerrado de Goiás também! Depois de um longo período de estiagem, as primeiras chuvas da primavera já mudaram o cenário do Parque Nacional das Emas. Além de turistas, os pesquisadores voltam a campo para estudar a rejuvenescimento da plantação local. Confira a tendência do acumulado de chuva para os próximos dias em todo o Brasil.

Terça-feira ainda terá chuva na Grande BH
terça-feira, 21 de outubro de 2014

A frente fria passa pelo Sudeste e já está na costa do Espírito Santo. Mas novas áreas de instabilidade vão circular pelo Estado mineiro e vão provocar chuva forte ao longo da terça-feira (21).

A animação da imagem de satélite mostra a presença de muitas nuvens sobre o centro de Minas

O internauta Bruno Pueyo mandou as imagens do temporais da tarde de segunda-feira (20) na cidade de Belo Horizonte.

Imagem por Bruno Pueyo de Belo Horizonte/MG

Imagem por Bruno Pueyo de Belo Horizonte/MG

Os temporais ocorreram na cidade mineira por conta de duas massas de ar muito diferentes. No local havia uma massa de ar muito seca e muito quente, a passagem da frente fria trouxe uma massa de ar mais úmida e mais fria. O encontro dessas massas de ar de propriedades diferentes favorece a formação de grandes nuvens na atmosfera que são capazes de provocar temporais.

As temperaturas também sofreram alterações com a passagem deste sistema. A menor temperatura registrada no aeroporto da Pampulha na segunda-feira (20) foi de 21°C, nesta terça-feira (21) os termômetros ficaram nos 19°C, por conta dos ventos vindos de sul que transportam o ar um pouco mais frio.

Chuva começa a perder força

A presença do ar úmido ainda favorece a ocorrência de chuva na Grande BH. Entre o final da tarde e o início da noite há o risco de chuva forte, ainda nesta terça-feira (21). Mas as áreas de instabilidade já começam a se afastam do Estado de Minas Gerais e a tendência é de que a quarta-feira (22) tenha mais nuvens do que chuva. O ar seco volta a ganhar força na quinta-feira (23) e a temperatura volta a subir para condições normais nesta época do ano.

As pancadas de chuva devem voltar no sábado (25) por conta do avanço de um ar bastante quente e úmido pela região. Não há previsão de chuva generalizada, as pancadas tendem a ocorrer de forma mais localizada.

Dia muito úmido em São Paulo
terça-feira, 21 de outubro de 2014

Os ventos mudaram de direção na cidade de São Paulo e mudaram as condições do tempo. A nebulosidade segue sobre a capital paulista e impede a entrada dos raios solares, essa condição associada com os ventos de sul não deixa as temperaturas subirem tanto.

As imagens do satélite meteorológico mostram a presença de algumas nuvens que não tem topos tão altos. Dessa forma, há a condição de chuva, mas não em forma de temporais. A intensidade da chuva é fraca, mas pode se manter ao longo do dia.

 

As condições do céu de São Paulo também refletiu na temperatura. O aeroporto de Congonhas registrou 21°C às 9h da manhã de segunda-feira (20), na terça-feira (21) no mesmo horário os termômetros já estavam nos 16°C, uma queda de 5°C.

Com o ar mais úmido sobre a cidade, a qualidade do ar melhorou bastante. Segundo informações da CETESB o dia começou com todas as estações medindo qualidade do ar boa.

Registro de qualidade do ar nas estações da CETESB às 9h da manhã

 

Mais calor e menos umidade

O ar seco vai ganhar força ao longo dos próximos dias.  Com o predomínio do sol forte as temperaturas voltam a subir e as condições de chuva diminuem. Volta a fazer calor, mas as temperaturas máximas firam ficar dentro da normalidade para a época do ano, não teremos valore equivalentes aos registrados ao longo da última semana quando tivemos recordes absolutos de calor.

Na sexta-feira (24) há o risco de chuva forte e localizada ao longo do período da tarde e na noite. Não por conta de uma frente fria, desta vez a responsável pela chuva será o próprio calor e a entrada da brisa do mar que vai umidificar a atmosfera o suficiente para provocar pancadas de chuva chuva.

SP: chuva diminui, mas não para
segunda-feira, 20 de outubro de 2014

A frente fria que passou por São Paulo mudou completamente o tempo espalhando muitas nuvens sobre o estado que provocaram pancadas de chuvas. A chuva, as nuvens e o vento aliviaram o calor. Nesta terça-feira, as condições para chuva diminuem novamente com o afastamento da frente fria, mas isto não significa que o bloqueio do ar seco e quente vai voltar. É a chuva que vai voltar no fim de semana. Até lá a quinta-feira, as pancadas de chuva devem se concentrar no norte do Estado e as temperaturas ficam dentro do normal para outubro. Faz calor no interior, mas o calor normal desta época.

Na sexta-feira, áreas de instabilidade voltam a se formar sobre o Estado de São Paulo e as pancadas de chuva retornam.  A temperatura sobe de novo. Faz calor no interior,na capital e no litoral,  mas o calor normal desta época.

 

 

Estimativa da quantidade de chuva para o Sudeste até o dia 26 de outubro: chove pouco em São Paulo e os maiores volumes ocorrem no Triângulo Mineiro

No período de 27 a 31 de outubro, a chuva volta a ser mais frequente em todo o Estado de São Paulo

Confira a previsão e veja quando a chuva vai voltar para a sua cidade. 

 

Queda da temperatura

A onda de calor da semana passada provocou recordes históricos de calor em São Paulo, com temperaturas nunca antes registradas, pelo menos desde quando o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) faz medições regulares. O norte e oeste de São Paulo e também áreas do vale do Paraíba enfrentaram o calor de 40°C (ou mais) por vários dias.

O aumento da nebulosidade, a chuva e os ventos aliviaram o calor. Confira algumas diferenças de temperatura do domingo, 19, e da segunda-feira, 20, segundo o Inmet.

 

 

Ventania levanta chuva e poeira

Entre a tarde do domingo, 19, e madrugada da segunda-feira, choveu e ventou forte em vários locais do Estado de São Paulo por causa do impacto da chegada da frente fria com o muito quente. Em alguns lugares o vento veio forte, mas com pouca chuva. Outros tiveram ventania e chuva e em alguns lugares, o vento forte levantou a poeira, mas não trouxe a chuva.

 

 

Ventania levanta poeira em Jau (SP) - 19 outubro 2014. Foto de Pedro Rossi

 

Ventania levanta poeira em Barra Bonita (SP) - 19 out 2014. Foto de Paulo

 

Guapiara (SP) teve chuva forte em 20 outubro de 2014. Foto de Jhonny

 

O vídeo mostra a ventania com chuva na cidade de Queiroz, região de Marília

 

 

Nuvem rolo

Antes da mudança no tempo no fim da tarde e noite do domingo, 19, muitos paulistas aproveitaram o calor intenso e o sol das praias. Mas antes da chuva, uma nuvem rolo provocou ventania que fez muita gente abandonar a praia mais cedo. É uma nuvem pouco comum.

O vídeo gravado por Livia Fernanda, apresentadora da TV Climatempo, mostra a nuvem  rolo na região de Camburi, litoral norte de São Paulo, no fim da tarde do domingo, 19 de outubro. Ela comentou ” as pessoas ficaram muito assustadas com aquela nuvem enorme e com o vento”

 

 

 

Trecho de nuvem rolo vista em São Sebastião, litoral norte de SP, em 19 de outubro de 2014. Foto de Lucas Lima

 

 

Saiba como se forma uma nuvem rolo

 Mais chuva para o Sudeste e Centro-Oeste

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Mais chuva para o Sudeste e para o Centro-Oeste
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A chuva acumulada em 20 dias d outubro ainda está muito abaixo da média sobre a maior parte do Brasil. O mapa mostra a anomalia (diferença em relação à média) da chuva. Os tons de azul indicam chuva acima da média. Os tons de laranja indicam chuva abaixo do normal.
O bloqueio atmosférico foi quebrado com a frente fria que avançou sobre o Sudeste neste início de semana. Ventos úmidos de origem polar voltaram a entrar sobre o Brasil. O enfraquecimento do sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) sobre o Brasil  facilita a formação de muitas áreas de instabilidade nos próximos dias que vão provocar chuva sobre o Sudeste e sobre o Centro-Oeste.
A meteorologista Josélia Pegorim explica como será a distribuição de chuva nos próximos 15 dias.

Cantareira: a chuva que não faz diferença
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
O calor intenso e a chegada de uma frente fria a São Paulo estimularam a formação de áreas de instabilidade que provocaram fortes pancadas de chuva em muitas regiões paulistas.
A chuva caiu com moderada a forte intensidade também sobre o Sistema Cantareira.  O volume acumulado variou de cerca de 10mm e 30mm sobre as barragens do Sistema Cantareira, segundo medições do Sistema de Alerta a Inundações de São Paulo, da Fundação Centro de Tecnológico de Hidráulica.  Em um local choveu aproximadamente 32 mm, o que corresponde a 24% da média de chuva para outubro no Cntareira, que fica em torno de 131 mm.
​Apesar da chuva forte, o nível do Sistema Cantareira baixou 0,1% entre a manhã do dia 19 e a manhã de 20 de outubro. O Sistema Alto Tietê baixou 0,2%.

Afinal, que chuva é essa que cai e não faz diferença no nível dos reservatórios? A meteorologista Josélia Pegorim explica o efeito das primeiras chuvas da primavera.

Os mapas  mostram a estimativa de chuva para os próximos 15 dias para o Sistema Cantareira, que aparece desenhado em roxo. A chuva diminui até a a quinta-feira e volta a aumentar a partir da sexta, 24 de outubro.

 

 

 

 

Frente fria provocou chuva sobre o Cantareira

 

Como fica o Cantareira em 2015?

 

 

Quela a tendência da chuva em novembro no Brasil?

 

São Paulo fresquinha
segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Após uma semana muito quente, o calor deu uma trégua aos paulistanos com a chegada da frente fria. Muitas nuvens se formaram no céu de São Paulo e as temperaturas caíram de uma forma modesta.

No gráfico de temperatura máxima segundo informações da estação convencional do Mirante de Santana, em laranja está destacado o recorde absoluto da estação em 71 anos de medição que é de 37,8°C.

Para se ter uma ideia da queda da temperatura. No domingo (19) por volta das 13 horas o aeroporto de Congonhas registrou temperatura de 34°C, na segunda-feira (20) no mesmo horário a temperatura estava em 22°C.

As imagens do satélite meteorológico mostram que a nebulosidade aumentou sobre a cidade de São Paulo o que favoreceu a queda de temperatura, uma vez que o sol apareceu pouco. Mas a presença de mais umidade no ar, favoreceu a sensação de abafamento.

Menos chuva e mais calor

O calor voltará com força ao longo dos próximos dias. A terça-feira (21) ainda terá muitas nuvens e garoa ao longo do dia, com isso a temperatura segue mais baixa. Mas a partir da quarta-feira (22) o sol aparece mais e as temperaturas voltam a subir. Como o ar seco também vai começar a entrar na Grande São Paulo, não há previsão de chuva entre a quarta-feira (22) e a quinta-feira (23).

Chuva derruba a temperatura em MS
segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Nuvens carregadas voltaram a se formar sobre o Mato Grosso do Sul trazendo a chuva de volta. As pancadas recomeçaram no fim de semana grandes volumes foram acumulados entre o domingo e a segunda-feira.

Sequencia de imagens de satélite mostra o grande aumento da nebulosidade (manchas azuis, verdes) sobre o Mato Grosso do Sul

 

O retorno da chuva é um dos efeitos do enfraquecimento do bloqueio atmosférico sobre o Brasil que vinha mantendo ao ar muito seco sobre o Estado.

 

Chuva em Dourados (MS) em 20 de outubro de 2014, por Jairo Gonçalves da Silva

 

Chuva alivia o calor

Além da falta de chuva, a população sofreu com o calor extremo nos últimos dias. A onda de calor que ficou sobre o Mato Grosso do Sul fez com que temperaturas acima de 40°C fossem registradas por quase todo o estado por nove dias consecutivos.

A chuva e o aumento da nebulosidade aliviaram o calor.  Em Dourados, a temperatura às 10 horas (hora de Brasília) desta segunda-feira era de 20°C e ontem no mesmo horário era de 29°C. Em Itaquiraí a temperatura era de 27°C às 10 horas de ontem e de 20°C às 10 horas de hoje.

Mais chuva

As áreas de instabilidade vão continuar se formando sobre o Centro-Oeste do Brasil nos próximos 15 dias e há previsão de mais chuva também sobre o Mato Grosso do Sul. As pancadas de chuva devem ser frequentes e pode chover forte em vários locais.

 

 

Calor bateu recordes históricos em Mato Grosso do Sul