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Eleições com pancadas de chuva
sábado, 25 de outubro de 2014

O segundo turno das eleições para presidente e governadores acontece neste domingo, 26 de outubro de 2014.

A população brasileira vai às urnas numa condição meteorológica bastante diferente em relação ao que foi observado no primeiro turno. O sol e o ar seco predominaram no primeiro turno das eleições de 2014. A chuva causou problemas em algumas áreas do Sul e do Nordeste.  Mas uma grande mudança atmosférica aconteceu nos últimos dias e o risco de chuva aumentou muito sobre o Brasil.

A meteorologista Josélia Pegorim analisa como ficará o tempo e a temperatura em todo o país para este domingo, 26 de outubro de 2014. Confira!

 

 

Você sabia que o Brasil também é terra de tornados?

O que deixou o Brasil sem a chuva em 2014? 

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Sudeste e Centro-Oeste terão chuva volumosa
sexta-feira, 24 de outubro de 2014

As pancadas de chuva, e até temporais, voltaram a ocorrer desde setembro sobre o Centro-Oeste e sobre o Sudeste, mas em pequenas áreas e com muita irregularidade. Entre uma chuva e outra, muitos locais das duas Regiões passaram vários dias com tempo seco.

A irregularidade da chuva ainda predomina em outubro e a onda de calor que vigorou entre os dias 12 e 19 piorou o quadro de seca, pois o calor intenso aumentou a evaporação.

O mapa mostra a anomalia de chuva sobre o Brasil. O predomínio dos tons de alaranjado indica que chuva abaixo da média mensal.

 

 

Uma grande frente fria avançou sobre o país entre os dias 19 e 21 de outubro quebrando o bloqueio atmosférico causado por um poderoso anticiclone, caracterizado pelo ar seco. Sem o bloqueio, as correntes de ar úmido podem se espalhar novamente do Norte para o Centro-Oeste e para o Sudeste. É isto que começou a ocorrer nos últimos fazendo com que nuvens carregadas de chuva voltassem a se formar sobre estas Regiões.

 

 

Há uma grande expectativa par os próximos 15 dias pela formação e permanência de grandes áreas de instabilidade sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, que poderá provocar chuva volumosa. Mas a seca acaba? Confira o comentário da meteorologista Josélia Pegorim.

 

 

Brasil também é terra de tornados
sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Tornados, trombas d’água, redemoinhos de poeira e furacões são ventos muito rápidos que giram em espiral. Mas existem muitas diferenças. Os furacões se formam sempre no oceano, e podem ter centenas de quilômetros de diâmetro, enquanto os tornados costumam ter de 100 metros à 1 quilômetro de diâmetro apenas. Porém, por serem menores, seus ventos são mais fortes e podem causar muito mais destruição.  As trombas d’água são tornados que se formam em superfícies aquosas, como rios e lagos.  E os redemoinhos de poeira (ou dustdevils) são bem menores e só se formam na terra. Ficam com cerca de 10 metros de diâmetro e são bem menos intensos.

Na primavera de 2014 alguns desses eventos aconteceram no Brasil. Brasília e Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, registraram a ocorrência de tornados.  No dia 22 de outubro,  um redemoinho de poeira foi captado por um cinegrafista em Ribeirão preto.  

Esses acontecimentos são normais no país? Confira com o especialista do IAG-USP, Carlos Morales, se devemos esperar por mais tornados na primavera e quais as áreas mais propícias para eles acontecerem.

 

Frente fria para no sul da Bahia
quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Uma frente fria chegou ao sul da Bahia, mas não tem força para avançar mais sobre a Região. A presença desta frente fria provocou chuvas de fraca a moderada intensidade em áreas do sul da Bahia. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou entre 19h do dia 21 e 19h do dia 22 de outubro, 24 mm de chuva acumulados em Porto Seguro e 10 mm em Uma. Outras áreas no sul baiano acumularam de 1 a menos de 10 mm.

Esta frente fria tende a se afastar para alto-mar nas próximas 24 horas.

Uma massa de ar seco vai predominar sobre o Nordeste nos próximos dia fazendo com que grande parte da Região fique com pouca nebulosidade e sem condições para chuva.

 

Calor, sol forte e tempo seco predominam também em Caicó, no interior do Rio Grande do Norte. Foto de Avaron, em 20 de outubro de 2014

 

Pancadas de chuva com raios, com moderada a forte intensidade, poderão ocorrer nesta quinta-feira no interior do Maranhão, do Piauí e no oeste da Bahia.

 

O mapa mostra a estimativa de chuva para o Nordeste até o dia 27 de outubro. Os tons em vermelho-terra indicam baixos volumes de chuva.

Mais chuva para o Sudeste e para o Centro-Oeste
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
A chuva acumulada em 20 dias d outubro ainda está muito abaixo da média sobre a maior parte do Brasil. O mapa mostra a anomalia (diferença em relação à média) da chuva. Os tons de azul indicam chuva acima da média. Os tons de laranja indicam chuva abaixo do normal.
O bloqueio atmosférico foi quebrado com a frente fria que avançou sobre o Sudeste neste início de semana. Ventos úmidos de origem polar voltaram a entrar sobre o Brasil. O enfraquecimento do sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) sobre o Brasil  facilita a formação de muitas áreas de instabilidade nos próximos dias que vão provocar chuva sobre o Sudeste e sobre o Centro-Oeste.
A meteorologista Josélia Pegorim explica como será a distribuição de chuva nos próximos 15 dias.

O que muda no tempo com o horário de verão?
sábado, 18 de outubro de 2014

O horário de verão de 2014 no Brasil começa à zero hora do domingo, 19 de outubro. Nos estados  onde o horário de verão será implantando o relógio deve ser adiantado em 1 hora.  À meia-noite do sábado, 18, o relógio deve ser adiantado em 1 hora e passa a marcar 1 hora da madrugada do domingo, 19 de outubro.

 

 

O horário de verão muda a previsão do tempo?

Não. O horário de verão não altera a previsão de chuva ou de sol, do dia da chegada de uma frente fria. A previsão do tempo não é alterada, mas muitos meteorologistas não gostam do horário do verão. A mudança forçada dos horário do relógio atrapalha o dia a dia de quem faz monitoramento e previsão do tempo.

Por que? Porque o movimento da Terra ao redor do Sol não entra no horário de verão! Os dados meteorológicos continuam sendo coletados no horário solar, natural.  Assim, os meteorologistas precisam avaliar constantemente a o horário em cada parte do Brasil para dimensionar o aquecimento do ar. O pensamento é mais ou menos assim: “São 10 horas da manhã e a temperatura está em 28°C em um lugar. Mas agora são na verdade 9 horas. Então, 28°C graus com o sol das 9 horas da manhã. Ainda pode esquentar até mais ou menos 4 horas das tarde, que será com o sol das 3 horas da tarde…”  A avaliação das temperaturas mínima e máximas do dia ficam mais complicadas.

O horário de verão é incômodo para o trabalho do meteorologista, mas não altera a previsão do tempo. Os fusos horários que existem no Brasil complicam um pouco mais!

 

São os meteorologistas que determinam horário de verão?

Não. Nem meteorologistas e nem astrônomos. O horário de verão é uma determinação do governo federal. O decreto número 6558, de 8 de setembro de 2008, determinou que o horário de verão no Brasil começa sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Veja a o decreto aqui. Só o governo federal pode mudar o início e o fim do horário de verão .

 

Onde terá horário de verão em 2014?

O horário de verão de 2014 será implantado nos estados das Regiões SulSudeste e Centro-Oeste. 

 

Com o horário de verão e os fusos horários que existem no Brasil, fique atento aos horários dos relógios em cada estado. Os mapas mostram os horários com e sem hora de verão, em relação à hora de Brasília, que é a hora oficial do nosso país.

 

Por que o Brasil adota o horário de verão?

O horário de verão é adotado para economizar energia. A ideia é fazer com que as pessoas aproveitem mais a luz natural do sol, as horas de dia, que vão aumentando no decorrer do verão. O número de horas de sol aumenta e começamos a usar a luz artificial mais tarde.

Com o horário de verão, o pico de maior uso de energia elétrica é melhor distribuído diminuindo o risco de um colapso do sistema energético.

 

Por que os estados do Norte e Nordeste não entram no horário de verão?

Estas Regiões não adotam o horário de verão porque o horário do nascer e do por-do-sol quase não varia no decorrer do ano. Na maioria das áreas do Norte e do Nordeste, a hora do nascer e do por-do-sol nos dias de verão é praticamente igual à hora do nascer e do por-do-sol no inverno.

Veja o gráfico que mostra variação da duração do dia (ou da luminosidade, que é a diferença entre a hora do por-do-sol e do nascer-do-sol) ) em diferentes capitais brasileiras no decorrer do ano. Em Belém, onde não há horário de verão, o número de horas de dia varia muito pouco ao longo do ano e fica em torno de 12h52 o ano todo.

Mas em Porto Alegre, onde tem horário de verão, o número de horas de dia aumenta durante o verão. Já no fim do inverno, em 1 de setembro, a luminosidade é de aproximadamente 12h14, mas no meio de dezembro, já perto do início do verão, a capital do Rio Grande do Sul tem quase 15 horas de luminosidade. A diferença de horas de luz natural é de quase 2h40.

 

 

Relógio de sol em New Jersey, Estados Unidos

 

 

Onda de calor está terminando
quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Atualizado em 17/10/2014

A forte onda de calor que se instalou sobre o Brasil esta semana tem causado temperaturas extremamente elevadas em particular em áreas do Centro-Oeste e do Sudeste. Temperaturas de  40°C ocorrem todos os anos em várias áreas destas Regiões, mas nesta semana de outubro o que se observa é uma persistência do calor extremo e em grandes áreas.

No período entre 12 e 17 de outubro de 2014, o Instituto Nacional de Meteorologia vem registrando um aumento do número de cidades onde a temperatura chegou aos 40°C ou mais. Na sexta-feira, 17, foram 25 cidades.  Este número leva em conta apenas os locais onde o Inmet tem estação meteorológica. A realidade é que o calor de mais de 40 °C vem sendo registrado de forma generalizada em particular em Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo.

 

Quando calorão vai terminar?

A onda de calor está chegando ao fim. A expectativa é de que as temperaturas comecem a voltar ao padrão normal  a partir do domingo no Sul e no decorrer da próxima semana no Sudeste e Centro-Oeste.

A queda da temperatura virá com uma grande frente fria que vem trazendo uma grande massa de ar polar. A combinação do aumento de nuvens (evitam o sol forte), chuva (refresca o ar), ventos (mistura as camadas de ar, refresca e diminuição a sensação de calor) e do ar polar (mistura com o ar quente, refresca) vão fazer a temperatura baixar no Brasil.

A queda da temperatura começa a ser sentida no Sul no domingo e em estados como São Paulo e Mato Grosso do Sul durante a segunda-feira.

Na sexta-feira, 17 de outubro, a temperatura no Sul do Brasil chegou aos 40,1°C em Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná. No Centro-Oeste, a maior foi de 42,5°C em Água Clara, em Mato Grosso do Sul, e foi a maior temperatura do Brasil. No Sudeste, a maior temperatura foi de 41,5°C em Valparaíso, no noroeste de São Paulo. No Norte, a maior temperatura foi de 40,4°C em Paranã, no Tocantins e no Nordeste, a temperatura mais elevada foi de 40,8°C em Esperantina, no Piauí.

Calor na América do Sul

Além do Brasil, norte da Argentina, Paraguai e sul da Bolívia também sofrem o efeito da onda de calor.  Temperaturas acima dos 40°C voltaram a ser registradas nesta sexta-feira, mas pancadas de chuva começaram a ocorrer em áreas do norte e nordeste da Argentina. No fim de semana, as áreas de instabilidade se espalham entre o Brasil, Argentina e Paraguai e é alto o risco de tempestades com chuva e granizo.  No norte da Argentina, o serviço meteorológico oficial do país registrou na quinta-feira, 16, 45,6°C  em Presidencia Roque Saenz Peña. Em Resistencia, a temperatura chegou aos 44,0°C. O aeroporto de Assunção, capital do Paraguai, registrou 41°C. Na Bolívia, o aeroporto ViruViru, de Santa Cruz de la Sierra registrou 38°C. Em Tarija, o aeroporto registrou 38°C também e nesta sexta-feira ocorreu temporal com granizo.

Nos mapas abaixo, os tons de rosa indicam temperaturas máximas acima dos 38°C e 40°C.  Temperaturas amenas, na faixa dos 22°C a 26°C são indicadas por tons de verde claro e amarelo claro. Note como a mancha vermelha sai do Sudeste no dia 21 de outubro indicando a queda da temperatura.



Confira a análise da meteorologista Josélia Pegorim.

 

Calor ainda bate recorde no Brasil até a segunda-feira
quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A intensa onda de calor que está sendo observada sobre o Brasil fez com centenas de cidades brasileiras voltassem a registrar temperaturas acima dos 37°C nesta quinta-feira, 16 de outubro de 2014. As estações medidoras do Instituto Nacional de Meteorologia registraram marcas de 40,0°C ou mais em 20 cidades. Temperaturas desta ordem estão acontecendo desde o domingo, mas o número de locais com temperaturas de 40°C vem aumentando.

O que mais impressiona é que em Mato Grosso do Sul e também no interior de São Paulo, as temperaturas de 40°C estão sendo registradas em amplas áreas e todos os dias desde o começo desta semana.

O Estado de Mato Grosso do Sul está no centro da onda de calor e  vem sendo a região mais quente do Brasil nos últimos dias. Nesta quinta-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 42,7°C em Porto Murtinho, temperatura que fica entre as 10 mais elevadas oficialmente observadas no Brasil.

Brasil dos 43°C

Nesta quinta-feira, a temperatura no Sul chegou aos 39,3°C em Planalto, no sudoeste do Paraná, 42,7°C em Porto Murtinho, em Mato Grosso do Sul, 40,9°C em Barretos, no norte de São Paulo, 40,4°C em Paranã, no Tocantins e aos 40,4°C em Oeiras, no Piauí.

 

 

Recordes de calor

Novos recordes de calor ocorreram nesta quinta-feira em capitais brasileiras. Cuiabá, capital de Mato Grosso, bateu recorde com temperatura máxima de 40,6°C, igualando a marca do dia 11de outubro.

Palmas, capital do Tocantins, teve máxima de 40,8°C superando os 40,4°C dos dias 15 de setembro e 14 de outubro.

Mais recordes à vista

Até a segunda-feira ainda podem ocorrer vários recordes de calor nas capitais. Os mais prováveis são em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, em Vitória em Goiânia, em Campo Grande, em Cuiabá, em Brasília e em Palmas.

Confira as maiores temperatura de 2014 nas capitais do Brasil registradas nas estações meteorológicas convencionais do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

 Chuva e ar polar à vista

 Fugindo do calor

Calor de outubro bate recorde histórico em SP e MS

Você está em dia com vitamina D?

 

O que foi o clarão de Recife?
quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Os céus de Recife, capital de Pernambuco, se iluminaram com uma luz azulada na noite de 15 de outubro de 2014. Não havia chuva e nem raios. O que foi o clarão azul no céu que foi avistado também por pessoas em Alagoas e em Recife?

Marcos Calil, professor e astrônomo, comenta que não houve registros de bólidos capturados pelas câmeras do BRAMON (grupo de monitoramento de meteoros no Brasil). Porém, conversando com Leandro Barbosa, um dos membros participantes do BRAMON, a conclusão foi que:

- O fenômeno que ocorreu aqui em Recife foi coisa de 3 a 5 segundos.
- Foi um clarão azul. Um meteoro com o nucleo azul (da cor de Sirius) com um rastro vermelho.
- O objeto passou mais ou menos na direção azimutal de 300º
Conclusão: possivelmente um bólido ou meteoro, que pode ser proveniente da chuva Orionids.
Nas palavras de Marcos Calil “essa chuva (de meteoros) promete muito alarde!”.

Aqui, a meteorologista Josélia Pegorim conversa com o professor Marcos Calil que explica também a diferença entre um bólido e um meteoro. Fique sabendo mais sobre a chuva de meteoros Orionids,  o que é uma “bola de fogo” e muito mais!

 

 

A chuva de meteoros Orionids é a primeira de três eventos deste tipo que estão sendo esperados pelos astrônomos. Confira os comentários de Marcos Calil e programe-se! Chuva de meteoros pode ser vista a olho nu, em qualquer lugar fora do excesso de luzes das cidades 

Quer saber mais sobre Astronomia? Descubra o Momento Astronômico, o canal de Astronomia da Climatempo!

Qual a maior temperatura registrada no Brasil?
quarta-feira, 15 de outubro de 2014

O calor e a secura do ar da segunda quinzena  de outubro de 2014 certamente vão entrar na lista de eventos meteorológicos especiais de muitos meteorologistas.

Para quem analisa temperaturas diariamente, como os previsores do tempo, impressiona não só a quantidade de cidades brasileiras que registraram temperaturas muito elevadas, acima dos 40°C, mas a persistência do calor extremo, por muitas horas consecutivas.

A lista de cidades onde a temperatura tem chegado aos 40°C vem aumentando desde o domingo, 12 de outubro.

15 de outubro: 21 cidades

14 de outubro: 15 cidades

13 de outubro: 14 cidades

Confira as cidades onde a temperatura foi igual ou superior a 40,0°C em 15 de outubro de 2014, pela medição de estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia

 

 

A maior temperatura oficialmente registrada no país até agora foi de 44,7°C na cidade de Bom Jesus, no Piauí, em 21 de novembro de 2005, pelo Inmet.

Veja as mais altas temperaturas já registradas no Brasil por órgãos oficiais.

 

O nível de umidade do ar também está muito baixo e impressionando. Nesta quarta-feira, 14 de outubro de 2014, baixou para 9% em Ibotirama, no interior da Bahia.

O Instituto Nacional de Meteorologia registrou umidade relativa do ar igual ou menor do 15% em 87 cidades que possuem estações meteorológicas automáticas.

 

Quando o calor vai terminar?

Falta de nuvens, de chuva, de ventos e de ar polar, além do sol mais forte e persistente estão fazendo com que as temperaturas fiquem muito elevadas no Brasil esta semana. Ainda que outubro seja um mês de calor intenso, onde temperaturas de 40°C são até comuns, o que ocorre esta semana é uma onda de calor. Até o domingo ou segunda-feira, dia 20 de outubro, ainda poderemos ter calor extremo em vários locais do país.

Mas vem vindo aí uma grande frente fria associada a uma forte massa polar, que vai mudar o tempo completamente. Confira!

Cuidado com a desidratação, que não é necessariamente desmaiar por aí! A sua boca seca é um sinal de atenção, “amarelo” para a falta de água no corpo.

Confira a entrevista com o dr. Sergio Vaisman