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Ar polar afasta a chuva do Sul
segunda-feira, 30 de março de 2015

O ar polar avança sobre o Sul do Brasil e vai predominar sobre a Região no decorrer da semana. A presença do ar polar vai esfriar o Sul e também diminuir a umidade dificultando a formação de nuvens que possam provocar chuva intensa.

 

Durante o fim de semana, a chuva foi volumosa sobre o litoral do Paraná e também em áreas do litoral de Santa Catarina e do vale do Itajaí. A passagem de uma área de baixa pressão sobre o Rio Grande do Sul provocou fortes pancadas de chuva e também rajadas de vento intensas neste estado e sobre o sul de Santa Catarina. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a região do Morro da Igreja, em Bom Jardim da Serra, na serra catarinense, teve rajadas de 89 km/h. No cabo de Santa Marta, no litoral sul catarinense, as rajadas máximas alcançaram 70 km/h. Em Mostardas, no litoral gaúcho, as rajadas alcançaram até 66 km/h.

Na animação de mapas de pressão atmosférica, a letra “B” indica a baixa pressão que sai do Rio Grande do Sul e vai para o mar, ao largo da costa da Região Sul afastando-se em alto-mar. A letra “A” indica alta pressão polar que passa a predominar sobre a Região Sul enquanto a baixa pressão se afasta.

 

 

Nuvens carregadas se afastam do Sul

Nas imagens de satélite, as diversas manchas em tons de verde e azul que aparecem ao longo do litoral da Região Sul representam nuvens de chuva associadas com a baixa pressão e com a forte entrada de ventos marítimos que predomina sobre o Sul no fim de semana. Estas nuvens se afastam do Sul com  deslocamento para o mar da baixa pressão.

 

Queda da temperatura

Além de diminuir as condições para chuva, a entrada do ar polar vai trazer um friozinho para a os próximos dias. Confira as informações com a meteorologista Josélia Pegorim.

 

 

Entenda o que é a sensação térmica

Calcule a sensação térmica

Temperatura cai no centro-sul do Brasil
segunda-feira, 30 de março de 2015

A semana começou com tempo instável no centro-sul do Brasil, com chuva e ventos fortes várias áreas do Sul e do Sudeste. Ar quente e úmido, o deslocamento de uma frente fria pelo litoral do Sul e do Sudeste e intensificação de um novo sistema de baixa pressão atmosférica no extremo sul do Brasil geraram as nuvens carregadas que provocaram chuva volumosa e ventos fortes.

O ar polar é associado a uma região de alta pressão atmosférica.  Uma massa de ar polar esfria e seca o ar reduzindo as condições para a chuva. Uma área onde a pressão do ar está baixa concentra a umidade e p calo, o que facilita a formação de nuvens carregadas.

 

Nas próximas 48 horas, áreas de alta e de baixa pressão passam pelo centro-sul do Brasil e causam muitas mudanças no tempo. A semana que começou com muita instabilidade termina com friozinho e pouca chuva. A Páscoa será com um friozinho em algumas áreas. A meteorologista Josélia Pegorim comenta os efeitos deste ar polar no centro-sul do Brasil nos próximos dias.

 

 

Confira a previsão de chuva para a o Brasil para os próximos 15 dias

 

Primeira quinzena de abril terá pouca chuva no Sudeste
segunda-feira, 30 de março de 2015

Os meses de março e fevereiro tiveram bastante chuva sobre áreas do Centro-Sul do Brasil. Mas a tendência de chuva ao longo do início de abril já indica algo problemático para áreas como São Paulo uma vez que os modelos de previsão não indicam muita chuva nesta área.

Até o dia 4 de abril é possível ver que o Sul, São Paulo e Rio de Janeiro terão volumes de chuva que dificilmente chegam aos 30mm acumulado. O leste nordestino também enfrenta uma situação delicada com relação aos volumes acumulados de chuva no período, onde o predomínio do ar seco impede a formação de grandes áreas de instabilidade ou a organização de grandes sistemas meteorológicos.

O meteorologista César Soares comentou a tendência de chuva por todo o Brasil no Climatempo News. Até mesmo as áreas de captação do Sistema Cantareira deverá ter pouca chuva. Confira!

 

Baixa pressão provoca ventania no Sul
segunda-feira, 30 de março de 2015

A semana começa com a presença de um sistema de baixa pressão atmosférica sobre a Região Sul do Brasil que organiza novamente áreas de instabilidade e chuva. O fim de semana já foi marcado pelos temporais especialmente sobre o leste de Santa Catarina, mas desta vez o destaque fica por conta da ventania que é observada já pela manhã em diversas cidades.

Os estações meteorológicas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registraram às 8h da manhã da segunda-feira (30) rajadas de 89 km/h em Bom Jardim da Serra/SC, 66 km/h em Mostardas/RS e 55 km/h em Tramandaí/RS. Uma hora antes, ou seja, às 7h da manhã a estação de Santa Marta/SC registrou rajadas de 57 km/h.

A organização do vento se deve a presença de um sistema de baixa pressão atmosférica que avança pelo estado do Rio Grande do Sul e além de organizar nuvens que podem provocar temporais, também traz ventos fortes.

Clique na imagem e acompanhe o satélite para todo o Brasil

Vão as instabilidades e chega o ar seco

Esta semana será marcada por mais mudanças no tempo para a Região Sul. As instabilidades se afastam e em seu lugar chega o ar seco que vai deixar o tempo firme em grande parte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná. No oeste dos três Estados que compõem a Região a nebulosidade ainda predomina, mas só tem a previsão de garoa no litoral sul catarinense e litoral norte do gaúcho.

Tarde mais fria do ano em Florianópolis
sábado, 28 de março de 2015

Na tarde do último sábado (28), a Capital bateu o recorde de menor temperatura máxima do ano até o momento, com 24,2 °C, superando o recorde anterior de 24,6 °C da última sexta-feira (28). Como já era previsto, o recorde do sábado foi batido na tarde deste domingo. Segundo registro da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura não passou dos 21,5 °C, enquanto no aeroporto Hercílio Luz, na Capital, a máxima chegou aos 22 °C apenas. Embora os recordes oficiais se confirmem através das medições realizadas em estações convencionais, diante da condição meteorológica dominante sobre Santa Catarina e dos dados tanto do aeroporto quanto da estação automática, certamente o antigo foi batido.

A chuva constante, de moderada à forte intensidade em alguns momentos, somada à nebulosidade e à infiltração marítima, impediram que a temperatura subisse neste domingo.

A próxima semana ainda começa com tempo instável, mas como as instabilidades enfraquecem sobre o Estado, a nebulosidade perde um pouco de força e o sol já volta a aparecer um pouco mais, por isso a temperatura sobe mais em relação ao fim de semana. Ainda assim, há previsão de chuva a qualquer hora, com forte intensidade principalmente pela manhã.

 

Por que um El Niño seria bom para o Brasil este ano?

Confira a previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

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Risco de deslizamento continua alto no litoral do Paraná
sábado, 28 de março de 2015

Áreas de instabilidade associadas a recente passagem de uma frente fria associada a um ciclone extratropical, provocaram grandes acumulados de chuva entre a noite da última sexta-feira (27) e no sábado (28) em diversas áreas do Paraná.

A região mais afetada pela chuvas nos últimos dias foi o litoral paranaense. Apenas entre a noite de sexta-feira e a tarde do sábado foram acumulados cerca de 190,0 mm na estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) do município de Ilha do Mel.

Ao longo do sábado e durante esta manhã de domingo, já foram acumulados mais aproximadamente 30.0 mm. A precipitação total até o momento, no município da da Ilha do Mel, já ultrapassou a média climatológica da região, que varia (em média) entre 220 e 260 mm. Até o momento já foram acumulados cerca de 572,0mm na região, ou seja, mais do dobro de chuva esperada para o mês, sendo que destes 542mm, 190mm aconteceram em um único dia. E ainda vem mais chuva por aí, então a população deve ficar atenta.

A situação na região continua bastante crítica até pelo menos segunda-feira, pois ainda há previsão de muita chuva, já que novas áreas de instabilidade associadas a formação de um sistema de baixa pressão atmosférica no oceano vão continuar provocando chuva no Paraná.  A chuva contínua pode acarretar, portanto, em novos transbordamentos, alagamentos e deslizamentos de terra no litoral paranaense, principalmente.

 

Muita chuva em SC, PR e SP
sexta-feira, 27 de março de 2015

A passagem de uma frente fria ajuda a organizar grandes áreas de instabilidade nos últimos dias de março que devem provocar chuva forte e volumosa no fim de semana em parte dos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo.

Mas estas áreas de instabilidade devem ficar bastante ativas até a segunda e parte da terça-feira da próxima semana afetando também algumas regiões dos estados do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de Mato Grosso do Sul.

Um dos motivos para a intensificação das áreas de instabilidade também no Rio de Janeiro é a formação de uma nova área de baixa pressão atmosférica no litoral fluminense entre a noite do domingo e a segunda-feira. O sistema se afasta para alto-mar durante a quarta-feira, 1 de abril.

A região metropolitana das capitais Florianópolis, Curitiba, São Paulo, Campo Grande e Rio de Janeiro poderão ter problemas com a chuva volumosa.

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim explica como e quando estas áreas de instabilidade terão maior atividade em cada estado.

 

 

Por que um El Niño seria bom para o Brasil este ano?

Confira a previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

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Por que você deve torcer por um El Niño?
sexta-feira, 27 de março de 2015

O El Niño é um fenômeno oceânico-atmosférico que modifica o padrão de chuva e de temperatura em diversas regiões do Brasil e do planeta Terra.

Os efeitos mais comuns do El Niño no Brasil são aumento da chuva na Região Sul e seca no Nordeste.  A previsibilidade da chuva sobre as Regiões Centro-Oeste e Sudeste é baixa numa situação de El Niño. O maior efeito do fenômeno nestas Regiões é aumentar a temperatura.

Há uma possibilidade da formação de um El Niño no decorrer deste outono, a partir de maio de 2015.

Mancha em tons de vermelho na costa do Peru indicam que a temperatura da água do mar está mais alta do que o normal. Este é um dos sinais positivos para um evento El Niño.

O verão de 2015 não teve a secura do verão de 2014, mas terminou devendo chuva em grande do Brasil. Nos primeiros dias do outono foram observados eventos de chuva forte e volumosa em todas as Regiões do Brasil, mas em breve e a atmosfera começa a secar. A “torneira do céu” deve fechar já na segunda quinzena de abril. Isto significa que daqui para frente passaremos por meses de pouca chuva, com a estiagem do outono-inverno.

Durante o período normal de estiagem do outono-inverno, a atmosfera sobre o Brasil esfria e perde umidade, fica seca. Estes dois fatores causam redução da chuva, pois dificultam o crescimento das grandes nuvens que provocam as tempestades. Nos meses de outono-inverno, os eventos de chuva especialmente sobre o Sudeste e no Centro-Oeste, ficam cada vez mais dependentes da passagem das frentes frias. A redução natural da chuva vai fazer com que os reservatórios para geração de energia e para abastecimento de água para as populações voltem a baixar naturalmente, até chegarmos ao novo período chuvoso que será o verão de 2015/2016.

Entenda porque no cenário atual um El Niño seria bom para o Brasil. A meteorologista Patricia Madeira explica porque precisamos torcer para que um El Niño aconteça este ano.

 

El Niño: agora vai?

Como fica o frio de 2015 se tivermos um El Niño?

 

Abril vai começar com pouca chuva no centro-sul
sexta-feira, 27 de março de 2015

O mês março teve bastante chuva sobre sobre áreas do Sudeste e do Sul, mas essa condição do tempo promete mudar ao longo dos primeiros dias do mês de abril que já promete menos chuva sobre áreas do centro-sul, inclusive sobre as áreas de captação dos reservatórios que abastecem a cidade de São Paulo.

A chuva acumulada entre os dias 02 e 06 de abril mostram que a maior parte do centro-sul terá pouca chance de chuva, onde os acumulados dificilmente chegam aos 30mm.

O meteorologista César Soares comentou a tendência de chuva ao longo dos próximos 15 dias em todo o Brasil no Climatempo News. Confira!

Fim de semana ainda terá temporais no Sul
sexta-feira, 27 de março de 2015

Atualizado em 27/03/2015 às 16h55

Uma frente fria avançou pelo Sul do Brasil e ainda espalhou áreas de instabilidade sobre quase toda a Região. Há o risco de temporais ainda na sexta-feira sobre Santa Catarina e Paraná.  A partir do sábado a áreas de chuva diminuirão bastante sobre o Rio Grande do Sul, mas se intensificam sobre Santa Catarina e Paraná.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço da nebulosidade sobre áreas de Santa Catarina e do Paraná. O Rio Grande do Sul já começa a ter uma condição de menos nuvens no sul do estado, na fronteira com o Uruguai.

Chuva preocupa em Santa Catarina e o Paraná

Ainda há previsão de muita chuva sobre o leste de Santa Catarina, Vale do Itajaí várias áreas do Paraná. A chuva ocorre a qualquer momento tanto no sábado quanto no domingo e os volumes acumulados podem acarretar em alagamentos.  As encostas podem ter deslizamento de terra. Há risco de chuva volumosa no leste destes estados também na segunda-feira.

Clique na imagem e veja o satélite de todo o Brasil

 

Temperatura cai no fim de semana

A combinação de ar polar, chuva e muitas nuvens vão esfriar o ar no Sul no fim de semana. O ar polar vai entrar mais facilmente sobre áreas do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e do Paraná principalmente. A tendência é de queda de temperatura em todas estas regiões, mais acentuada nas áreas serranas.