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O fim do horário do verão altera a previsão do tempo?
sábado, 21 de fevereiro de 2015

Neste domingo, 21 de fevereiro de 2015, termina o período do horário de verão no Brasil. Os relógios nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em 1 hora a partir da zero hora deste domingo. No Norte e no Nordeste não há necessidade de fazer este ajuste dos relógios, pois estas Regiões não adotaram o horário de verão.

 

Quando verão vai terminar?

O que termina neste fim de semana é o horário de verão, mas estação do ano, verão, só vai terminar no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.  A dia e horário do início da estações do ano é feita pode cálculos matemáticos astronômicos e pode ser conhecidas com muitos anos de antecedência. Estes cálculos, como os cálculos e observações meteorológicas não levam em conta o horário de verão.

 

O que muda na previsão do tempo com o fim do horário de verão?

Nada! O horário de verão não interfere na previsão de chuva ou de sol, do dia da chegada de uma massa polar ou de uma área de baixa ou de alta pressão atmosférica. Mas muitos meteorologistas não gostam do horário do verão. A mudança forçada do horário do relógio atrapalha o dia a dia de quem faz monitoramento e previsão do tempo.

Os relógios mudaram no horário de verão, mas os dados meteorológicos continuaram sendo coletados no horário solar natural. Para dimensionar o aquecimento do ar e fazer a previsão das temperaturas, diariamente os meteorologistas já precisam ter bastante atenção com a hora do relógio em cada parte do país por causa dos fusos horários que existem no Brasil. Durante o horário de verão, tudo fica um pouco confuso. A avaliação das temperaturas mínima e máximas do dia fica mais complicada. O horário de verão é incômodo para o trabalho do meteorologista, mas não altera a previsão do tempo.

São os meteorologistas que determinam o horário de verão?

Não. Nem os meteorologistas e nem os astrônomos. O horário de verão é determinado pelo governo federal. O decreto número 6558, de 8 de setembro de 2008, determinou que o horário de verão no Brasil começa sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Veja a o decreto aqui. Só o governo federal pode mudar o início e o fim do horário de verão .

 

Por que o Brasil adota o horário de verão?

O horário de verão é adotado para economizar energia. A ideia é fazer com que as pessoas aproveitem mais a luz natural do sol, as horas de dia. No centro-sul do Brasil, o número de horas de sol aumenta durante o verão e começamos a usar a luz artificial mais tarde.

Com o horário de verão, o pico de maior uso de energia elétrica é melhor distribuído diminuindo o risco de um colapso do sistema energético.

 

Por que os estados do Norte e Nordeste não entram no horário de verão?

Estas Regiões não adotam o horário de verão porque o horário do nascer e do por-do-sol quase não varia no decorrer do ano. Na maioria das áreas do Norte e do Nordeste, a hora do nascer e do por-do-sol nos dias de verão é praticamente igual à hora do nascer e do por-do-sol no inverno.

 

Saquarema (RJ) fim do por do sol em 16-1-2015 por Helio C Vital_interna

 

 

Confira a previsão para os próximos dias na Região Centro-Oeste, na Região Norte, na Região Nordeste, na Região Sudeste e na Região Sul.

 

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Como serão as águas de março no Sudeste?
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Faltando uma semana para o fim de fevereiro, a chuva supera ou está bastante próxima da média em várias áreas da Região Sudeste e também em algumas áreas de Goiás, no leste do Paraná e de Santa Catarina. No dia 20 de fevereiro, algumas regiões da Bahia também já haviam recebido mais chuva do que o normal.

Mas de forma geral, no dia 20 de fevereiro, a chuva acumulada ainda estava muito abaixo da média em grande parte do Brasil. Uma das situações mais preocupantes é a deficiência sobre o Norte e sobre o Nordeste, onde fevereiro já é um mês de chuva frequente e volumosa.

Um dos fatos surpreendentes em fevereiro é a chuva sobre o Sistema Cantareira, que está tendo o fevereiro mais chuvoso desde 2016. Segundo dados da Sabesp, em 20 dias o Cantareira acumulou 266,5 mm de chuva, sendo que a média é de 199,1 mm. Em fevereiro de 2006 choveu 283,0 mm.

O mês de março marca o fim do verão. As águas de março às vezes surpreendem, mas não é sempre que a chuva deste mês cai volumosa. Será que março de 2015 dará ao Sudeste uma chuva volumosa como fevereiro?

Confira a análise do meteorologista Alexandre Nascimento:

Água do esgoto é uma solução para a crise em SP?
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

por Maira Di Giamo

A Região Metropolitana de São Paulo trata apenas 24% do esgoto. De acordo com o professor de engenharia hidráulica da POLI-USP, Dr. Ivanildo Hespanhol, nós temos tecnologia para tratar muito mais que isso. Alguns países chegam a tratar quase 100% do esgoto, e se as medidas corretas forem tomadas, podemos chegar bem perto disso no futuro.

Hespanhol explica que existem duas maneiras: o reuso potável direto e o indireto. O indireto consiste em fazer o tratamento básico do esgoto e jogar a água tratada de volta nas represas. Das represas a água passaria pelo tratamento normal das companhias de abastecimento e iria para as residências. Essa é a proposta do governador Geraldo Alckmin, que propôs a construção de uma Estação de Produção de Água de Reuso (EPAR), que vai jogar a água tratada na represa Guarapiranga.  A forma direta é fazer todo o tratamento avançado do esgoto e jogar direto na rede de abastecimento. “Nós temos tecnologia para isso”, afirma o Professor Hespanhol.

Pensar em beber uma água que já foi esgoto é estranho para a maioria da população ainda, mas o especialista afirma que após o tratamento adequado essa água se torna completamente potável. Quanto aos custos, ainda são elevados, mas parte do preço do tratamento é atribuída à proteção ambiental e só o tratamento adicional necessário para limpar de vez a água e tornar potável, é que é atribuído ao reuso. Portanto, a água tratada do esgoto pode ser sim, uma solução para a atual crise de abastecimento que vive a Grande São Paulo.

Confira o que dia o professor de engenharia hidráulica da POLI-USP, Dr. Ivanildo Hespanhol:

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Onde a chuva aumenta ou diminui nos próximos dias?
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Todas as Regiões do Brasil registraram temporais durante o Carnaval e que ainda ocorrem neste final de semana em vários estados. No começo do Carnaval, a chuva castigou Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Na cidade de São Paulo, ainda há regiões alagadas por causa do temporal que ocorreu entre a segunda e a terça-feira de Carnaval e fez transbordar trechos do rio Tietê. No Rio de Janeiro, a chuvarada prejudicou escolas da samba na primeira noite desfiles. Temporais ocorrem em Minas Gerais, em todos os Estados do Centro-Oeste e em grande parte do Norte.

 

A presença de um vórtice ciclônico de altos níveis (VCAN) na costa leste do Nordeste gerou fortes áreas de instabilidade que provocaram muita chuva. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, os maiores volumes de chuva no Brasil registrados entre 10h horas do dia 18 e 10 horas do dia 19 de fevereiro de 2014 ocorreram sobre o Nordeste, onde algumas cidades receberam mais de 100 mm de chuva em 24 horas. Em Teresina, capital do Piauí, choveu 69,2 mm, a maior chuva de 2015 até agora.

 

Mas os ventos e as pressões do ar mudam e nos próximos dias a “dança da chuva” vai se alterara bastante

A meteorologista Josélia Pegorim mostra como será a distribuição da chuva no Brasil

 

 

Estimativa do volume chuva para os próximos cinco dias

 

Sudeste tem sol e praia no fim de semana
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) se intensifica novamente sobre a Região Sudeste nos próximos dias. A intensificação da ASAS reduz a umidade no ar e o crescimento das nuvens, diminuindo a chance de chuva. Com a redução da nebulosidade, o sol vai ficar forte por muitas horas e o aquecimento será maior.

Fevereiro é um dos meses mais quentes do ano no Sudeste, com dias bastante abafados.  Sem as nuvens e a chuva para ajudar a regular o calor, o fim de semana será de calor acima do norma na Região Sudeste. Os termômetros devem registrar marcas entre 36°C e 39°C em todos os Estados. Não há expectativa chegada de ar polar ao Sudeste pelo menos até a quarta-feira da próxima semana.

 

Ondas e ventos

A intensificação da alta pressão subtropical do Atlântico Sul sobre o Sudeste no fim de semana diminui a chuva e também reduz a velocidade dos ventos. Com o vento fraco, as ondas ficam pequenas. Neste fim de semana, o mar será melhor para quem quiser curtir o sol na areia.

No Climasurf você acha a melhor onda, o vento e a sua tribo.

Confira a previsão de chuva para os próximos dias

 

Nos mapas, as manchas coloridas indicam as áreas de chuva e a cor a intensidade. Os tons de amarelo, vermelho, laranja e rosa indicam chuva forte. As manchas (chuva) diminuem sobre o Sudeste por causa da atuação da ASAS.

 

O centro da ASAS deve ficar próximo do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro durante o fim de semana. Atuação intensa do sistema de alta pressão do Atlântico Sul (ASAS) deixou o Sudeste na seca no verão de 2014 e novamente em janeiro de 2015. Mas não adianta amaldiçoar a ASAS agora. Este sistema de pressão é permanente na circulação geral atmosférica. Ele vai e volta.

A meteorologista Josélia Pegorim explica o efeito da intensificação da ASAS sobre o Sudeste

 

 

Entenda como o sistema de alta pressão reduz a nebulosidade e a chuva

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Volume de chuva para o Brasil nos próximos 7 dias
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

por Lívia Fernanda

No município de São Gabriel da Palha, no noroeste do Espírito Santo, as perdas nos cafezais devido à falta de chuva levaram a prefeitura a decretar estado de calamidade pública. Os cafeicultores não podem mais contar com a água do Rio São José para irrigar as lavouras, pois está com apenas 15% da vazão normal para o período. Além disso, o sol forte prejudica o desenvolvimento do grão e a expectativa já é para um café de qualidade ruim. Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos 7 dias em todo o Brasil.

Mais calor e menos chuva no RJ
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O Carnaval passou e a chuva também. As áreas de instabilidade enfraquecem sobre o Estado do Rio de Janeiro fazendo com que a nebulosidade e as condições para chuva diminuam.

Pouca chuva.

As condições para chuva vão diminuir nos próximos dias. O sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) se intensifica sobre a Região Sudeste novamente nos próximos dias. O centro da ASAS deve ficar próximo do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro durante o fim de semana.

 

Nos mapas, as manchas coloridas indicam as áreas de chuva e a cor a intensidade. Os tons de amarelo, vermelho, laranja e rosa indicam chuva forte. As manchas (chuva) diminuem sobre o Sudeste por causa da atuação da ASAS.

A intensificação da ASAS reduz a umidade no ar e o crescimento das nuvens, diminuindo a chance de chover .Com a menor quantidade de nuvens, o sol fica forte por muitas horas causando um maior aquecimento do ar. Além disso, não há expectativa chegada de frente fria e de ar polar ao Estado do Rio de Janeiro pelo menos até a quarta-feira da próxima semana. A redução da chuva e o aumento do calor deve ser observado em todo o Estado do Rio.

A meteorologista Josélia Pegorim explica o efeito da intensificação da ASAS sobre o Sudeste

 

 

Mais calor

Com o sol aparecendo forte novamente e os ventos quentes voltando a predominar, o ar esquentou rapidamente nesta quinta-feira. Oficialmente, a temperatura máxima no Rio de Janeiro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia foi de 37,0°C, na Saúde, no centro. Mas por volta das 15 horas, a temperatura chegou aos 38°C na região do aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio de Janeiro. A sensação térmica à 1 hora da tarde foi de 43°C.

Confira o gráfico que mostra a previsão de temperatura para o Rio de Janeiro

A tendência é de que todo o Estado do Rio de Janeiro tenha um fim de semana  com muito sol e calor. A praia será um ótima opção de lazer. Além do sol, o mar deve ficar baixo, com poucas ondas.

Ache a sua onda e a sua tribo no Climasurf.

 

Usar a água do mar dessalinizada é uma boa opção para a crise de água no Brasil?

Confira como será a chuva sobre o Brasil nos próximos 15 dias

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Sudeste com pouca chuva no final de fevereiro
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O mês de fevereiro trouxe bastante chuva para diversas áreas do Brasil. O mapa de acumulado mensal mostra a distribuição de chuva para áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Norte do país principalmente.

Até o dia 20 de fevereiro ainda há a previsão de bastante chuva sobre estas áreas do Brasil, mas o mês que começou com muita chuva promete ter pouca na última semana.

Áreas do Sudeste, Centro-Oeste e também no Nordeste terão pouca chuva, a ausência de sistemas grandes que organizem áreas de instabilidade, como frentes frias, prejudicam bastante os acumulados de chuva em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.

O meteorologista César Soares comentou a previsão de chuva ao longo dos próximos 15 dias em uma das edições diárias do Climatempo News.

Volume de chuva para o Brasil nos próximos 7 dias
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

por Lívia Fernanda

O governo de Roraima decretou situação de emergência nos municípios de Mucajaí, Iracema, Alto Alegre e Amajari devido ao clima seco. O ponto crítico é a falta de água para o rebanho de animais, mas algumas comunidades indígenas, a exemplo da comunidade do Guariba, em Amajari, também já enfrenta o problema da falta de água potável para o consumo humano. Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos 7 dias em todo o Brasil.

Volta a chover forte sobre a cidade de São Paulo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Atualizado em 18/02/2015 às 16h45

Mais áreas de instabilidade avançaram do interior em direção à Região Metropolitana de São Paulo e a chuva voltou a se intensificar.Por volta das 16h20, os radares meteorológicos Climatempo-USP detectavam chuva moderada a forte sobre as zonas norte e central da capital, mas com tendência de deslocamento para a zona leste.

A chuva volta a cair volumosa também sobre as áreas alagadas na zona leste da capital. Com os volumes registrados ao longo da noite de segunda-feira (16) e na madrugada de terça-feira (17), há a possibilidade de novos alagamentos e extravasamentos de rios.

Os temporais que ocorreram entre a noite de segunda-feira (16) e da madrugada de terça-feira (17) deixaram a cidade de São Paulo em alerta. Ocorreram extravasamentos no Rio Tietê e alagamentos na Zona Leste da capital. A partir da tarde da terça-feira já há o risco de novos temporais.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço das áreas de instabilidade do interior de São Paulo em direção ao oceano passando pela faixa leste e trazendo mais nuvens carregadas.

 

Segundo informações do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) a região de São Mateus na Zona Leste da capital paulista entrou em estado de alerta devido aos alagamentos intransitáveis decorrentes da forte chuva. As estações de medição do CGE registraram um total de 50mm na Penha entre as 10h da manhã da segunda-feira e da terça-feira. No mesmo período a estação do Itaim Paulista registrou um total de 45,6mm e no Butantã (Zona Oeste) um total de 56,2mm.

O Sistema de Alerta a Inundações do Estado de São Paulo (SAISP) informou o extravasamento do Rio Tietê na altura de Mogi das Cruzes. A região do Jardim Romano entrou em estado de alerta para o risco de extravasamento de córregos.

A estação automática do INMET no Mirante de Santana registrou um total de 80,2mm em apenas 12 horas. Deste acumulado 52mm foram registrados em apenas uma hora. Já a estação convencional registrou um total de 85,3mm no período de 12 horas, que representa 38,5% da média climatológica para o mês de fevereiro.

Não chovia tanto no Mirante de Santana desde de 15 de dezembro de 2012 quando choveu 114,3mm.

Ainda segundo informações da estação convencional do INMET, choveu desde o início de fevereiro um total de 216 mm que representa 97% da média climatológica. Com a chuva prevista até o fim desta semana há grandes possibilidades para que o mês de fevereiro encerre com chuva levemente acima da média.

Semana ainda será marcada pela chuva

A formação de um sistema de baixa pressão atmosférica entre a costa de São Paulo e do Paraná vai trazer mais áreas de instabilidade para a Região Metropolitana paulista. São esperados grandes volumes acumulados de chuva a qualquer momento até a quinta-feira (19). Na sexta-feira (20) o distanciamento do sistema de baixa pressão atmosférica faz com que a chuva diminua sobre todo o Estado de São Paulo, ainda pode chover a qualquer momento, mas com uma intensidade menor.