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Semana terá mais chuva sobre o Cantareira
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O Sistema Cantareira se encontra em uma situação delicada desde o final do ano de 2013. Quedas sucessivas devido os poucos volumes de chuva prejudicam muito o reservatório que em outros momentos era a principal fonte de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

Nas imagens do satélite meteorológico é possível ver a chegada de nuvens carregadas sobre o Estado de São Paulo que provocaram chuva entre a noite de domingo (25) e a madrugada de segunda-feira (16).

Clique na imagem e veja imagens de satélite de todo o Brasil

Choveu também sobre os três principais reservatórios quer abastecem a cidade de São Paulo. No Cantareira choveu 17,1mm, no Alto do Tietê choveu 7,1mm e no Guarapiranga 33,6mm entre a tarde do domingo e a manhã da segunda-feira.

O único que sofreu queda mesmo com a presença de chuva foi o reservatório do Alto do Tietê. O sistema Cantareira se manteve estável e o Guarapiranga registrou uma elevação de 2,6% no seu volume disponível para abastecimento.

Mais chuva ao longo da semana sobre os mananciais

Os modelos de previsão do tempo indicam que o fluxo de umidade no interior e do litoral ainda vão favorecer a ocorrência de pancadas de chuva sobre as áreas de captação dos mananciais. A semana será marcada pela presença de umidade, e até a quinta-feira (29) as pancadas vão se concentrar entre a tarde e a noite principalmente.

Na sexta-feira (30) a passagem de uma frente fria vai organizar mais instabilidades e trazer mais chuva sobre os reservatórios, principalmente sobre o Guarapiranga. As áreas de captação do Sistema Cantareira também terão a presença de chuva o que pode acarretar em modestas elevações ou estabilizações, mas ainda há o risco de novas quedas.

Tempo típico de verão no Centro-Sul
domingo, 25 de janeiro de 2015

O sistema de baixa pressão e a frente fria associada ao sistema afastam-se rapidamente para o alto-mar na altura do litoral de Santa Catarina e do Paraná na manhã deste domingo, deixando muita umidade sobre todo o centro-sul do país. Ao longo do dia há aumento de nebulosidade e pancadas de chuva em praticamente todas as áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Somente o norte de Minas Gerais e o Espírito Santo ainda permanecem sob atuação de massa de ar seco e sem previsão de chuva.

 

A partir de amanhã, todo o centro-sul volta a receber vento de quadrante norte por conta da formação de mais uma frente fria no leste da Argentina. Com isso, as temperaturas permanecerão elevadas, contribuindo para o tempo abafado que favorecem a formação de nuvens desenvolvidas e pancadas de chuva a partir da tarde, condições típicas de verão. Outra frente fria deverá se organizar na quarta-feira sobre o Rio Grande do Sul e avançar sobre São Paulo entre quinta e sexta-feira.

 

Chuva no horizonte de Birigui (SP) , 19-11-2014 por Rafael

 

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Sudeste tem mais pancadas de chuva
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A frente fria que trouxe chuva e diminuiu o calor na Região Sudeste já se afastou para alto mar. Um sistema de baixa pressão atmosférica que se formou sobre o mar, entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, após a passagem desta frente fria também já se afastou.  Mas o Sudeste ainda tem umidade e calor que vão permitir a formação de áreas de instabilidade nos próximos dias.  O mais importante é não há mais uma situação de bloqueio atmosférico.

O fim de semana será marcado por sol, calor e várias pancadas de chuva sobre o Sudeste, em geral à tarde e à noite. Porém, o centro-norte de Minas Gerais, o Espírito Santo e o norte do Rio de Janeiro serão as áreas menos favorecidas com as pancadas de chuva.

 

 

Até quarta-feira, mais as pancadas de chuva vão ocorrer em diversas áreas do Sudeste, mas o sol e o calor também estarão presentes. Há risco de temporais. Com a chuva e o aumento da nebulosidade, o calor volta ao normal e a temperaturas não vão ficar tão altas como vem ocorrendo desde o início de janeiro.

Mais duas frentes frias devem chegar ao Sudeste até o começo de fevereiro. Confira a previsão da chuva para o Brasil para os próximos 15 dias.

 

 

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Você vê Vênus ao anoitecer, mas o “senhor dos anéis”, só de madrugada

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Arco-íris em Taguaí (SP) em 23-1-2015 por Andre Costa

Vênus ao anoitecer e o “senhor dos anéis” na madrugada
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Olhar para o céu e saber onde estão algumas estrelas, nebulosas, planetas e até cometas pode ser bem menos complicado do que você imagina. É preciso saber para qual região do céu olhar e também a que horas. Assim como sol, os outros objetos celestes também têm hora para nascer e se por.

Vênus, o mais brilhante de todos os planetas, aparece logo ao anoitecer. Mas se você quer ver Saturno, o senhor dos anéis, é preciso esperar a madrugada. E as cores dos planetas? Alguns são avermelhados e outros amarelados. O cometa Lovejoy está visível a olho nu e aparece como uma mancha esverdeada.

Dá para ver muita coisa a olho nu, mas melhor ainda com um binóculo ou um telescópio, mas se as nuvens deixarem.

Lua e Vênus em Cachoeira Paulista (SP), 8 de setembro de 2013, por Shyko Nakano

 

Neste fim de semana, as pancadas de chuva poderão ocorrer durante a tarde e em parte da noite em quase todo o Brasil. Mas a chuva à noite não vai se prolongar por muito tempo. A maior chance de chuva prolongada à noite é sobre os Estados da Região Norte e em Mato Grosso. O melhor tempo para ver os astros deve ser o sul do Rio Grande do Sul, onde não deve chover.

Assim, com pouco de paciência, espere a chuva passar que a nebulosidade diminui. Depois, olhos para o céu e divirta-se! Os astros dão show de graça!

No Momento Astronômico você encontra muito mais informações sobre astronomia.

O professor Marcos Calil dá todas as dicas de onde, como e a que horas observar vários planetas. Será que dá para ver os anéis de Saturno a olho nu?

 

 

O que você precisa antes de comparar seu primeiro telescópio

Como comprar um binóculo para astronomia? Custa menos do que você imagina!

Cometa Lovejoy: a referência no fim do vídeo ainda serve para este fim de semana. Você precisa achar as Três Marias, deslocar o ponto de visão um pouco para baixo e achar a estrela Aldebaran e depois, bem perto, as Plêiades. O cometa está perto.

Chuva diminui no litoral de SP
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

A cidade de Santos, no litoral paulista, voltou a ser alagada entre a noite do dia 22 e a madrugada do dia 23 de janeiro de 2015 por causa do grande volume de chuva. A Defesa Civil registrou 186,2 mm de chuva entre os dias 22 e 23 de janeiro, sendo que já havia chovido 77,0 mm entre os dias 21 e 22.

Santos (SP): céu nublado após o temporal 23-1-2015 por Vanessa Brazil

 

O total acumulado entre 221 e 23 de janeiro foi de 263,4 mm, pouco menos do a média de chuva normal para todo o mês de janeiro que é de aproximadamente 279,0 mm. Até o dia 23 de janeiro, a cidade de Santos recebeu 318,1 mm de chuva.

 

O temporal entre 22 e 23 de janeiro acontece um mês após um outro evento de chuva torrencial, na época do Natal de 2014, que deixou parte de Santos também debaixo d´água. Entre 22 e 24 de dezembro de 2014 choveu quase 292,0 m. Foram 172,9 mm entre 22 e 23 de dezembro e outros 119,0 entre os dias 23 e 24 de dezembro de 2014. O mês de dezembro do ano passado fechou com quase 404 mm de chuva, sendo que a média normal é de 235 mm.

 

 

A chuva forte desta semana ocorreu por causa da presença de uma área de baixa pressão atmosférica entre o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, que se organizou após a passagem de uma frente fria. A baixa pressão se afasta do litoral paulista no fim de semana, mas ainda há condições para pancadas de chuva por causa do calor e da umidade elevada.

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim explica porque a baixa pressão provocou o temporal e fala da tendência para o fim de semana.

Ar polar ainda influencia o centro-sul do Brasil
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Atualizado às 11h10 de 23 de janeiro de 2015

O ar frio polar ainda influencia áreas do centro-sul do Brasil e impede que o calorão volte . A madrugada desta sexta-feira foi com mais recordes de frio. Na cidade de São Paulo, a temperatura mínima foi de 18,5°C, segundo do Inmet.  Embora enfraquecidos, os ventos frescos  desta massa polar chegaram até no Centro-Oeste.

No Sul, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou nesta sexta-feira 7,0°C em Bom Jardim da Serra, na região serrana de Santa Catarina.

 

 

Veja algumas temperaturas amenas na Região Sudeste

 

 

A temperatura começou a baixar ontem e bateu recordes de madrugadas e tardes mais frescas do ano no centro-sul do Brasil, mas no centro-norte tivemos recordes de calor.

Confira os recordes de 2015 observados em 22 de janeiro de 2015. Os dados são das estações meteorológicas convencionais do Instituto Nacional de Meteorologia.

Porto Alegre: 17,8°C – menor temperatura mínima

Florianópolis: 25,8°C – menor temperatura máxima

Curitiba: 17,1°C menor temperatura mínima

São Paulo:  26,1°C – menor temperatura máxima, em 23/1/2015 18,5°C de temperatura mínima, a menor do ano

Goiânia: 19,4°C – menor temperatura mínima

São Luis: 26,2°C – maior temperatura mínima

Maceió: 23,4°C – igualou o recorde de maior temperatura mínima observado em 13 de janeiro

Fortaleza: 25,7°C – – igualou o recorde de maior temperatura mínima observado em 17 de janeiro

Natal: 26,4°C 0 – – igualou o recorde de maior temperatura mínima observado em 19 de janeiro

João Pessoa: 31,2°C – – igualou o recorde de maior temperatura máxima observado em 16, 17 e 20 de janeiro

O ar polar já se afasta do centro-sul do Brasil nesta sexta-feira. O dia amanhece com temperatura amena em muitas áreas do Sul, mas a tarde é quente. A tendência é de elevação da temperatura no fim de semana.

Em Curitiba e em São Paulo, a madrugada de sexta-feira deve ser a mais fresca de 2015.

Curitiba (PR): amanhecer em 12-22-2014 por Marcio Morel

 

Pancadas de chuva continuam em SP
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A frente fria que trouxe chuva e aliviou o calor no Estado do São Paulo avançou para o litoral do Rio de Janeiro e nesta sexta-feira se afasta em alto-mar. Mesmo assim, áreas de instabilidade voltam a se formar em diversas áreas da Região Sudeste favorecendo a ocorrência de mais pancadas de chuva também sobre o Estado de São Paulo.

Nesta sexta-feira, a maior chance de chuva ainda será para a parte norte e para o leste de São Paulo, incluindo a Grande São Paulo. A entrada do ar polar baixou a temperatura, mas ainda existe calor e umidade suficientes na atmosfera para o crescimento de nuvens carregadas. Há risco de raios e em alguns momentos a chuva poderá ser moderada a forte, especialmente pelo interior.

 

 

Temporais

A passagem da frente fria provocou temporais em vários locais. Na capital, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 31,0mm acumulados entre 9h do dia 21 e 9h de 22 de janeiro.

Mas em Itapira choveu quase 50 mm apenas entre 15h e 16h. Em Taubaté, o temporal ocorreu no início da noite. Choveu 54,0 mm entre 18h e 19h. Franca, no norte do Estado.

 

Salto de Pirapora (SP) em 21-2-2015 por Leandro

 

Fim de semana com mais sol

O fim de semana terá mais sol e calor no Estado de São Paulo, mas as pancadas de chuva vão continuar à tarde e em parte da noite. A tendência é de aquecimento, mas o calor fica dentro do normal. Não há expectativa de novos recordes.

 

Recorde de “frio” na cidade de São Paulo

A combinação da chuva, com o aumento da nebulosidade e o ar polar derrubaram a temperatura na cidade de São Paulo. A quinta-feira, 22 de janeiro, foi de recorde de “frio”. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o foram registradas a menor temperatura do ano, a madrugada mais fria, e a menor temperatura máxima de 2015, até agora, a tarde mais fresca. A temperatura mínima no Mirante de Santana foi de 19,2°C e a máxima de 26,1°C.

A madrugada de sexta-feira, 23, deve ser ainda mais fresca e com possibilidade de novo recorde. A temperatura mínima deve ficar em torno dos 18°C.

 

Aniversário de São Paulo

A cidade de São Paulo completará 461 anos no dia 25 de janeiro, no próximo domingo. As festas pela cidade devem acontecer com sol, calor e pancadas de chuva à tarde e à noite.

Participe do desafio especial para São Paulo: #fotografesampa

 Acompanhe a chuva na Grande SP pelos radares Climatempo-USP

 

Pouca chuva  no Sudeste

Apesar da quebra do bloqueio atmosférico, a maioria das áreas do Sudeste vai fechar janeiro com chuva abaixo do normal. Janeiro é o primeiro ou o segundo mês mais chuvoso do ano nos Estados do Sudeste.

Os mapas mostram a anomalia de chuva (diferença entre média de chuva histórica e o volume de chuva ocorrido) em janeiro de 2014 e a situação de janeiro de 2015 até o dia 21.

 

Anomalia de chuva para janeiro de 2015 até o dia 21

 

Anomalia de chuva de janeiro de 2014

 

 

Confira a análise da meteorologista Josélia Pegorim sobre a chuva no Sudeste ]

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RJ terá mais chuva nos próximos dias
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Nuvens carregadas, raios, trovões e chuva voltaram a ser observados sobre o Estado do Rio de Janeiro nesta quinta-feira. A mudança no tempo foi provocada por uma frente fria que finalmente teve força para passar pelo Sul do Brasil e conseguir chegar ao Rio de Janeiro.

Foi esta frente fria que conseguiu romper o bloqueio atmosférico provocado pela forte atuação da ASAS (alta pressão subtropical do Atlântico Sul) que vinha deixando o Estado do Rio, e praticamente todo o Sudeste, com muito menos umidade e muito mais calor do que o normal para janeiro.

Manchas em tom de azul claro e vermelho indicam aglomerados de nuvens carregadas com potencial para provocar chuva forte

 

Mais chuva

A frente fria se afasta para alto-mar, mas áreas de instabilidade ainda vão se formar sobre o Rio de Janeiro nos próximos dias. Até terça-feira, mais as pancadas de chuva vão ocorrer em diversas áreas do Estado do Rio de Janeiro, mas o sol e o calor também estarão presentes. Há risco de temporais.

Com a chuva e o aumento da nebulosidade, o calor volta ao normal e a temperaturas não vão fica tão altas como vem ocorrendo desde o início de janeiro.

 

Rio de Janeiro (RJ): nuvens carregadas vistas da praia de Copacabana. Ao fundo, o forte de Copacabana - 22-1-2015 por Alan Serrano

Chuva forte sobre o RJ

Nuvens carregadas começam a crescer sobre o centro-sul do Rio de Janeiro no início da tarde de quinta-feira, 22, e no começo da noite já haviam se espalhado sobre a região dos Lagos e avançaram para o norte fluminense. Este foi o primeiro evento de chuva generalizada sobre o Estado do Rio de Janeiro este ano.

 

Saquarema (RJ) 22-1-2015 por Helio C Vital

A chuva forte veio acompanhada de muitos raios. No Grande Rio, até por volta das 19h30, a chuva mais forte tinha ocorrido sobre a zona norte da cidade do Rio . O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 31,2 mm entre 16h e 17h em Duque de Caxias. Já o Alerta Rio registrou aproximadamente 22 mm sobre o Mendanha entre 18h30 e 19h30 e 17 mm sobre a ilha do Governador entre 15h30 e 19h30.

Acompanhe a chuva sobre o Grande Rio e região serrana pelo Radar RJ.

 

 

Temporal sobre Petrópolis

As nuvens carregadas que passaram sobre a região serrana provocam chuva forte especialmente sobre a região de Petrópolis. O INEA – Instituto Estadual do Ambiente registrou 15h30 e 19h30 75,5 mm de chuva sobre o bairro Independência. No mesmo período choveu 59,5 mm na região do Quitandinha e 51,0 mm no LNCC. Todos são volumes bastante elevados.

A região de Barra do Sana, em Macaé, teve 51,6 mm entre 15h30 e 19h30 e em Angra dos Reis choveu em aproximadamente  38,1 mm neste período.

 

Pouca chuva  no Sudeste

Apesar da quebra do bloqueio atmosférico, a maioria das áreas do Sudeste vai fechar janeiro com chuva abaixo do normal. Janeiro é o primeiro ou o segundo mês mais chuvoso do ano nos Estados do Sudeste.

Os mapas mostram a anomalia de chuva (diferença entre média de chuva histórica e o volume de chuva ocorrido) em janeiro de 2014 e a situação de janeiro de 2015 até o dia 21.

Anomalia de chuva para janeiro de 2015 até o dia 21

 

Anomalia de chuva de janeiro de 2014

 

Confira a análise da meteorologista Josélia Pegorim sobre a chuva no Sudeste ]

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Chuva em Minas Gerais
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A chuva também chegou ao Estado de Minas Gerais. Após aproximadamente um mês sem chuva, as pancadas vieram com forte intensidade e também acompanhada por granizo.

A umidade que conseguiu avançar para as áreas de Belo Horizonte encontraram uma atmosfera bastante aquecida, segundo informações da estação convencional do INMET, Belo Horizonte teve um recorde de maior temperatura máxima do ano com registro de 33,9°C, o que favoreceu a formação de grandes nuvens de temporal. Segundo informações dos internautas, até mesmo a ocorrência de granizo foi observada.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço das nuvens carregadas para áreas do centro-sul mineiro.

Clique na imagem e veja imagens de satélite de todo o Brasil

Com o afastamento do bloqueio atmosférico proporcionado pela presença da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS), as instabilidades consegue provocar chuva em áreas do centro-sul mineiro. O noroeste e norte do Estado ainda continuam com uma condição atmosférica que não favorece a formação de muitas nuvens, há o risco de rápidas pancadas de chuva isoladas a partir da tarde da quinta-feira (22). No Vale do Jequitinhonha não há previsão de chuva e o sol brilha forte.

Mais chuva e queda de temperatura

A presença da baixa pressão atmosférica na costa de São Paulo também vai favorecer a formação de nuvens de chuva sobre o Estado de Minas Gerais. Com o afastamento do bloqueio atmosférico, o  vento muda de direção e passa a transportar o ar vindo de sul que é mais frio. A tendência é de queda de temperatura ao longo do fim de semana.

Mesmo com a queda na temperatura, o ar ainda fica abafado o que pode provocar pancadas de chuva forte especialmente entre a tarde e a noite.

Veja mais em: Recorde de calor em BH

Rerservatórios de São Paulo sofrem queda
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A situação dos reservatórios de São Paulo ainda é bastante preocupante. Segundo os últimos registros da Sabesp, os três principais sistemas qua abastecem a capital paulista sofreram uma queda.

 

 

O forte calor tem contribuído para a queda dos volumes por conta da evaporação. Com a mudança nas condições do tempo a tendência é de que as pancadas de chuva se tornem frequentes até o fim da semana. Mas os volumes acumulados não serão suficientes para impedir novas quedas.