Arquivo da Categoria ‘Sudeste’

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Depois do temporal
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Depois de um mês com quase todas as tardes ensolaradas, com calor infernal, uma frente fria finalmente conseguiu passar pelo litoral de São Paulo na virada para a segunda quinzena de fevereiro e ajudou a formar nuvens carregadas, do tipo cumulonimbus, que provocaram chuva forte.

Sábado, 15 de fevereiro de 2014. Lívia Fernanda, uma das apresentadoras da tv Climatempo, seguia pela rodovia dos Bandeirantes, indo para a região de Rio Claro, no interior de São Paulo. De repente ela apareceu no horizonte, enorme, escura, parecendo que começa no chão e não se via o fim no céu. Era uma nuvem cumulonimbus, Cb, na forma abreviada. A grande quantidade de água que saía de dentro dela formava uma grossa cortina que se desprendia de sua base e contrastava com a claridade ao redor. Era uma Cb isolada. Uma pancada de chuva isolada, como dizem os meteorologistas.

Mas Lívia passou debaixo dela e tomou a chuvarada sobre o carro, com a desagradável queda de granizo. O granizo é um fenômeno típico de um cumulonimbus e, dependendo de seu tamanho, pode causar sérios danos à lataria do veículo e até quebrar os vidros, especialmente o dianteiro.

Depois a nuvem escura e a chuvarada ficaram para trás e veio outra surpresa: um arco-íris colorindo o fim da tarde ainda com nuvens cinzas. O arco-íris é um dos mais belos fenômenos ópticos meteorológicos e acontece devido a refração e a reflexão da luz solar nas gotas de chuva. Num arco-íris simples, a  ordem das cores é: Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde, Azul, Índigo (anil) e Violeta (vermelho lá vai violeta).

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Chuva forte caindo de uma nuvem cumulonimbus e arco-íris após a passagem da tempestade. Fotos de Lívia Fernanda, Climatempo, em 15 de fevereiro de 2014, no interior de São Paulo.

Mais sol e calor para o Rio de Janeiro
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Uma frente fria se afasta cada vez mais do Sudeste e seus efeitos no Rio de Janeiro não devem ser mais sentido nesta quinta-feira. A passagem deste sistema trouxe chuva e diminuição do calor para todo o Estado do Rio, mas a tendência para os próximos dias é de aumento da temperatura, mais sol e diminuição da umidade.  O calor volta, mas dentro dos padrões normais.

O forte bloqueio atmosférico que predominava até a semana passada sobre o centro-sul do Brasil deixou o Rio de Janeiro sem chuva por um mês. Os níveis de umidade na capital fluminense ficaram muito abaixo do normal.

O bloqueio terminou, mas a chuva no Rio ainda será irregular nos próximos dias. Porém, há previsão da passagem de duas frentes frias pela cidade até o Carnaval.

O calorão vai voltar ao Sul e ao Sudeste?
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Uma forte massa de ar polar entrou no Sul e no Sudeste do Brasil e ajudou a baixar a temperatura . O ar polar está indo embora. Será que o calorão vai voltar? Confira o comentário da meteorologista Josélia Pegorim.

Antes e depois do ar polar
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A frente fria que virou o tempo no Sul e no Sudeste nos últimos dias provocou chuva e uma forte queda da temperatura. 

 

 

A combinação da chuva, com aumento de nuvens (menos horas com sol forte) e ar polar trouxeram grande alívio ao calor intenso que predominou até a semana passada. A tarde de 18 de fevereiro foi a mais fresca do ano em Belo Horizonte, com máxima de 25,7°C, e em Vitória, com máxima de 27,1°C, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

 

A forte injeção de ar polar fez com que São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba também registrassem as tardes mais frias de 2014, até agora neste últimos dias. Em São Paulo, a menor máxima foi de 22,8°C, em 15 de fevereiro. Em Curitiba, a menor temperatura máxima foi de 18,7°C, em 15 de fevereiro. No Rio de Janeiro, a tarde mais fresca de 2014 até agora foi a do dia 17 de fevereiro, com máxima de 27,7°C, na Praça Mauá.

Veja o que ocorreu nas capitais, antes e depois do ar polar.

 

A tendência agora é de aquecimento, mas será que o calorão vai voltar? Confira

Frente fria derrubou a temperatura em Belo Horizonte
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A passagem de uma frente fria pelo Sudeste virou o tempo pelo avesso. Aos secos, ensolarados e com calor extremo deram lugar ao céu cheio de nuvens, chuva e muita umidade. A combinação da chuva e com ar polar que veio com a frente fria causaram forte queda da temperatura em todos os Estados.

Os mineiros de Belo Horizonte sentiram a diferença da temperatura nesta quarta-feira, 18 de fevereiro. A capital de Minas Gerais registrou a tarde mais fresca de 2014 até agora e teve a menor temperatura máxima do ano: 25,7°C, pelos registros oficiais do Instituto Nacional de Meteorologia no centro da cidade. A temperatura não baixava assim em Belo Horizonte desde a tarde da véspera do Natal de 2013, quando fez 25,7°C.

Chuva forte

A chuva forte que caiu sobre Belo Horizonte na terça-feira foi outro efeito da passagem desta forte frente fria pela Região Sude
ste. Foram quase 49 mm de chuva entre 13 horas do dia 17 e 13 horas do dia 18 de fevereiro, pela medição automática do Instituto Nacional de Meteorologia na região da Pampulha. No centro da cidade choveu quase 23 mm neste mesmo período e foi a primeira chuva forte desde o dia 23 de janeiro.

Verão seco

O verão 2013/2014 está devendo muita chuva a Belo Horizonte, como para a maioria das áreas do Sudeste. Em anos normais, a capital mineira passa dezembro e janeiro carregada de nuvens, com um temporal quase todos os dias e à voltas com os problemas causados pela chuva forte. Fevereiro também é época de chuva. Mas este ano, a chuva está totalmente fora dos eixos. Só a chuva de dezembro foi volumosa. Em janeiro quase não choveu e em fevereiro até agora também não.

 


A previsão indica pancadas de chuva no decorrer da semana, mas que não devem ocorrer por toda a cidade e nem sempre serão fortes. A esperança de mais chuva só não vai para o fundo do poço, seco, porque o bloqueio atmosférico que vinha impedindo a chegada de frentes frias ao Sudeste terminou, justamente com a forte frente fria que derrubou a temperatura. Outras frentes frias vão chegar até o fim do mês e também em março, renovando a chance de chuvas mais volumosas.

Frente fria provocou chuva forte no Sudeste
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A passagem de uma frente fria pelo Sudeste mudou o tempo em grande parte da Região, provocando chuva forte e volumosa nos quatro estados.  Entre a segunda e a terça-feira chove mais de 40 mm em várias áreas,  que não ocorria há pelo menos um mês. O Espírito Santo foi o último estado a sentir os efeitos da frente fria. Em Alegre choveu 55 mm entre 13 horas de ontem e 13 horas de hoje, pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia. Em Belo Horizonte registrou a primeira chuva forte desde o dia 23 de janeiro. Foram quase 49 mm de chuva neste mesmo período.

Maiores volumes de chuva registrados pelo Inmet na Região Sudeste, entre 9h de 17/2/2014 até 9 de 18/2/2014

A frente fria que trouxe chuva para o Sudeste se afasta  da Região Sudeste, mas ainda são esperadas pancadas de chuva em todos os Estados no decorrer da semana. Mas a chuva deve ser em pequenas áreas e não generalizada. Uma nova frente fria se aproxima de São Paulo no próximo fim de semana e aumenta a chuva neste estado.

Vale do Ribeira (SP): semana segue com pouca chuva
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Depois semanas secas e muito quentes, a passagem de uma frente fria pelo Estado de São Paulo no fim de semana provocou tempestades em várias regiões.

Umas das áreas que mais sofreram com a chuva torrencial foi a do vale do Ribeira. Na região de Miracatu, o grande volume de chuva em poucas horas causou uma grande enchente. A região de Juquiá e de Itariri também sofreram com a chuva forte.

A Climatempo alertou na sexta-feira para o risco de tempestades no vale do Ribeira devido a passagem desta frente fria.

Em Miracatu, pela medição do CIIAGRO – Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas – choveu entre 7 horas de sexta 14, e 7 horas do domingo, 16, cerca de 368 mm. A média de chuva para fevereiro é de 253 mm.

A frente fria está se afastando do litoral do Rio de Janeiro e sua influência sobre o Estado de São Paulo já está diminuindo. A região de Miracatu, e de todo e de todo o vale do Ribeira, continua com muitas nuvens nesta terça-feira, mas pouca chuva está sendo esperada. O sol reaparece a partir de quarta. Mas a população deve ficar atenta com a volta a chuva no fim de semana.

Recordes da quebra do bloqueio atmosférico
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

A grande e forte frente fria que quebrou o bloqueio atmosférico trouxe muita chuva para áreas do Sul e do Sudeste e também provocou alguns recordes de temperatura.

A combinação de chuva com ar polar fizeram a temperatura baixar muito e os recordes  começaram a ser observados desde a sexta-feira, 14 de fevereiro.

O ar polar ainda fica ao largo da costa do Sul e do Sudeste do Brasil até o fim da semana, mas vai perdendo força. A temperatura tende a subir no Sul e Sudeste, mas não vai esquentar tanto como na semana passada.

Confira os recordes

Chuva volta, mas seca não acaba
domingo, 16 de fevereiro de 2014

O início da segunda quinzena de fevereiro de 2014 talvez seja a data meteorológica mais importante de 2014, pois marca o fim da onda de calor, da volta a chuva ao Sudeste.

Depois de um mês, finalmente uma frente fria teve força para romper o bloqueio atmosférico, responsável pelas altíssimas temperaturas registradas no Sul e Sudeste e pela falta da chuva especialmente sobre o Sudeste.

O verão é a época que mais chove no Sudeste e um verão seco, como está sendo o de 2014 gera muitos problemas. É a falta de chuva deste verão que está mantendo nas manchetes o temor do racionamento de energia, apagões, aumento do racionamento de água, que já ocorre em várias cidades do Sudeste. A chuva escassa deste verão tem prejudicado a produção agrícola e pecuária. O calor muito acima do normal foi bom só para o aumento das vendas de todos os produtos que podem aliviar de alguma forma as altas temperaturas.

O bloqueio atmosférico terminou e frentes frias voltam a avançar regularmente sobre o centro-sul do Brasil, facilitando a formação das áreas de chuva. Ainda teremos dias quentes, mas o calor excessivo agora não vai persistir por muitos dias, pois antes que o ar fique quente demais, o ar polar entra e alivia o calorão.

A chuva volta a ser frequente, mas a deficiência é muito grande. A reposição não acontece de uma hora para outra. A chuva de março deve ficar acima da média, mas não vai afastar completamente os problemas com a chuva escassa deste verão.

 

Domingo termina com chuva no Rio de Janeiro
domingo, 16 de fevereiro de 2014

Uma frente fria que chegou ao Rio de Janeiro nesse fim de semana aumentou a nebulosidade e diminuiu o calor. Ontem, a chuva caiu de forma muito isolada sobre o Grande Rio, mas neste fim de tarde de domingo, a chuva chegou de forma mais generalizada.

A imagem abaixo mostra a chuva observada pelo radar meteorológico por volta das 17h. Às 16h50 o Sistema Alerta Rio/Prefeitura do Rio de Janeiro colocou a cidade em atenção.


Há condições de mais chuva durante esta noite, que pode ser forte em alguns momentos.