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O custo da seca
quarta-feira, 30 de julho de 2014

Você sabia que a além de falta de água, do aumento da preço da conta de energia, a seca do verão de 2014 também tem impacto na poluição do ar?

Com a falta de chuva do verão de 2014, o governo teve que aumentar o uso das usinas termelétricas. Esse tipo de energia é mais caro e o preço já está sendo repassado para o consumidor em muitos estados brasileiros desde o começo de julho.

Porém esse não é o único problema decorrente do uso das usinas térmicas, que geram energia através da queima de combustíveis fósseis e aumentam a poluição do ar.

Nesta matéria de Maira Digiaimo, o meteorologista Ivan Hetem explica qual a dimensão da poluição causada pelas termelétricas, pelas hidrelétricas e também quais são, atualmente, as melhores alternativas para produção de energia limpa.

 

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Sampa, Rio, BH,Vitória: risco de recorde de frio na 5ªF
quarta-feira, 30 de julho de 2014

A madrugada desta quarta-feira, 30 de julho, foi a mais fria do ano em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 11,6°C. O recorde anterior era de 12,1°C, em 13 de maio.

Vitória, capital do Espírito Santo, também teve recorde de frio nesta quarta-feira. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 17,3°C que igualou o recorde de 15 de julho. A cidade teve ontem a tarde mais fria de 2014, com temperatura máxima de 20,8°C.

Mas novos os recordes de madrugadas frias podem ocorrer no Sudeste nos próximos dias. O ar está ficando mais seco no Sudeste, o que diminui a nebulosidade também durante a noite nos próximos dias.

A falta de nebulosidade no período noturno faz com que a perda de calor na atmosfera seja mais acentuada. O ar se resfria mais na madrugada.

A forte massa polar gelou no Sudeste no último fim de semana já está no mar e se afasta cada vez mais do Sudeste, mas novos recordes de frio podem ocorrer por causa do efeito de subsidência, um movimento de ar de cima para baixo provocado por sistemas de alta pressão amosférica.

Entenda o que é a subsidência

 

 

Confira os atuais recores de frio nas capitais do Sudeste

 

Noites mais frias

O sol reapareceu forte por quase todo o Sudeste do Brasil nesta quarta-feira e a temperatura à tarde fica agradável, depois das tardes muito firas do último fim de semana de julho. Porém, a noites ficam mais frias nos próximos dias por causa da diminuição da nebulosidade. Assim, enquanto as tardes vão ficam mais quentes no Sudeste, as noites  ficam mais frias e mais  recordes podem ocorrer nos próximos dias nas capitais do Sudeste. Também há possibilidade de geada nas cidades mais altas da serra da Mantiqueira e até em algumas cidades serranas do Rio de Janeiro.

BH e Vitória registram novos recordes de frio
quarta-feira, 30 de julho de 2014

Recorde de frio no Sudeste

A madrugada desta quarta-feira, 30 de julho, foi a mais fria do ano em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 11,6°C. O recorde anterior era de 12,1°C, em 13 de maio. No último fim de semana, a capital mineira registrou outro recorde e teve a tarde mais fria de 2014, até agora, com temperatura máxima de 17,4°C.

O ar polar forte também chegou a Vitória, capital do Espírito Santo. A madrugada desta quarta-feira, 30 de julho, também foi a mais fria do ano na cidade. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 17,3°C que igualou o recorde de 15 de julho. A cidade teve ontem a tarde mais fria de 2014, com temperatura máxima de 20,8°C.

Confira os atuais recordes de frio nas capitais do Sudeste

 

Noites mais frias

O sol reapareceu forte por quase todo o Sudeste do Brasil nesta quarta-feira e a temperatura à tarde fica agradável, depois das tardes muito firas do último fim de semana de julho. Porém, a noites ficam mais frias nos próximos dias por causa da diminuição da nebulosidade. Assim, enquanto as tardes vão ficam mais quentes no Sudeste, as noites  ficam mais frias e mais  recordes podem ocorrer nos próximos dias nas capitais do Sudeste. Também há possibilidade de geada nas cidades mais altas da serra da Mantiqueira e até em algumas cidades serranas do Rio de Janeiro.

Sudeste terá geada e recordes de frio até o fim da semana
terça-feira, 29 de julho de 2014

Recordes de frio nas capitais

O fim de semana passado foi marcado por frio muita umidade e frio no Sudeste do Brasil. O tempo chuvoso e a forte presença do ar polar derrubaram a temperatura. As capitais São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte registram recordes de frio e tiveram as tardes mais frias do ano. A falta do sol e ar polar impediram a elevação da temperatura ao longo do dia.

O ar polar intenso está sobre o mar e se afasta cada vez mais do Brasil no decorrer da semana, o que vai facilitar a elevação da temperatura. Mesmo assim, a Região Sudeste ainda deve terá novos recordes de frio. Desta vez, os recordes devem ser de madrugadas mais frias do ano. Nos próximos o “cobertor de nuvens” vai sair do Sudeste..

Veja os atuais recordes de frio das capitais do Sudeste

 

 

Geada

A sensação de frio persiste à noite, mas as tardes vão ficando cada vez mais quentes. As próximas noites serão mais geladas no Sudeste e há possibilidade de geada nas cidades mais altas da serra da Mantiqueira, na divisa de São Paulo, com o sul de Minas Gerais e o sul do Rio de Janeiro. Mas há uma possibilidade de geada também em cidades serranas fluminenses como Nova Friburgo

Confira a previsão para a Região Sudeste e veja a tendência da temperatura para São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, VitóriaCampos do Jordão, Monte Verde e Nova Friburgo

 

A meteorologista Josélia Pegorim explica porque o Sudeste terá noites mais geladas e possibilidade de recorde de frio.

 

 

Entenda o que é subsidência do ar e inversão térmica

 

Sol volta ao interior de SP
terça-feira, 29 de julho de 2014

A frente fria, que mudou o tempo no Sudeste durante a semana passada, se afasta para o oceano. Em seu lugar, o ar seco começa a ganhar força e já começa a atuar em grande parte do centro-oeste paulista. O céu carregado de nuvens já dá lugar ao sol que aparece forte em diversas cidades.

A imagem de satélite, mostra o afastamento da nebulosidade e o predomínio de poucas nuvens nos céus do interior de São Paulo.

Imagem de satélite do canal do infravermelho

 

O sol aparece forte ao longo desta semana. No entanto, a temperatura já começa a subir. As tardes já ficam mais agradáveis e faz até um pouco de calor. As manhãs e madrugadas seguem com temperaturas mais baixas e um pouco frias.

Chuva para no RJ, mas frio aumenta na madrugada
segunda-feira, 28 de julho de 2014

Todo o Estado do Rio de Janeiro ainda passou esta segunda-feira sob a influência das áreas de instabilidade deixadas por uma frente fria, que mudou o tempo no fim da semana passada. A forte presença do ar polar e o tempo chuvoso derrubaram a temperatura. Em cidades serranas, a temperatura nesta segunda-feira não passou dos 16°C. Na cidade do Rio, a temperatura máxima ficou em torno dos 22°C.

A grande massa de ar polar que provoca ventos frios e úmidos sobre o Rio de Janeiro vai se afastando do Brasil nos próximos dias. Os ventos vão mudar aos poucos de direção e a infiltração de umidade vai diminuir. Este processo começa a ser percebido nesta terça-feira, mas cariocas e fluminenses não devem esperar ainda por um belo dia de sol. A chuva para e o sol até pode aparecer no decorrer do dia, mas de forma tímida.

Até o fim da semana, o ar seca e até esquenta à tarde, mas as madrugadas ficam mais geladas. A cidade do Rio de Janeiro deve bater novo recorde de frio no fim da semana, tendo a madrugada mais fria do ano. Até agora, a menor temperatura foi de 12,0°C, em 29 de abril.

 

Massa de ar polar se afasta do RJ no decorrer da semana. Ventos mudam de direção fazendo com que a umidade diminua.

 

Confira a tendência da temperatura para o decorrer da semana

 

Geada na Mantiqueira

Cidades serranas do sul do Estado do Rio, como Visconde de Mauá, poderão ter geada no fim da semana. A diminuição das nuvens à noite vai acentuar o resfriamento noturno. A chance de gear em cidades como Nova Friburgo não pode ser completamente descartada.

Veja a previsão da temperatura para Visconde de Mauá

Sudeste e Centro-Oeste voltam a secar
segunda-feira, 28 de julho de 2014

A maioria das áreas do Sudeste e do Centro-Oeste do Brasil teve muita chuva nos últimos dias por causa de uma grande frente fria que entrou no país. Julho está terminando com chuva bastante acima do normal em muitas áreas destas Regiões.

Do início do mês até 28 de julho, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou aproximadamente 128 mm sobre Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, sendo que a média normal de chuva para julho fica em torno dos 46 mm. Choveu 174% acima da média. Em Cuiabá, capital de Mato Grosso, choveu quase 49 mm neste período. A média de chuva de julho é de aproximadamente 10 mm.

Em Rio Verde, no sul de Goiás, a média de chuva para julho fica em torno de 15 mm e choveu 56 mm. Em Franca, no norte de São Paulo, a média para julho fica em torno de 26 mm e choveu quase 61 mm. Em Dourados, no sul de Mato Grosso do Sul, choveu quase 102 mm, sendo que a média para julho é de 44 mm. No Triângulo Mineiro, a média de chuva para julho em geral não passa dos 25 mm e choveu entre 70 mm e 80 mm entre os dias 24 e 28 de julho.

Os mapas mostram a quantidade de chuva acumulada e a anomalia (diferença em relação à média) nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste. Os tons de azul indicam que choveu acima do normal.

 

 

 

Excesso de umidadde atrapalha coheitas

O excesso de umidade com o tempo chuvoso dos últimos dias certamente atrapalhou muito a colheita do café em São Paulo, em Minas Gerais e no Paraná, a colheita da cana-de-açúcar e também do algodão no sul de Goiás.

Mas o tempo volta a colaborar em breve e os agricultores poderão compensar os atrasos por causa da chuva. No no decorrer da semana, as condições do tempo mudam completamente. Um bloqueio atmosférico se organizada e a maioria das áreas do Sudeste e do Centro-Oeste vão passar vários dias sem chuva. A meteorologista Josélia Pegorim mostra como será a distribuição de chuva sobre o Brasil nos próximos 15 dias.

 

Sol volta a aparecer no Triângulo Mineiro
segunda-feira, 28 de julho de 2014

A frente fria que passou pelo pelo Sudeste na última semana, deixou o inverno com outra cara. Do ponto de vista da climatologia, o inverno é uma estação com predomínio de massas de ar secas e frias. No entanto, a frente fria trouxe bastante umidade e provocou pancadas de chuva que vieram com um volume elevado em diversas áreas do centro-sul de Minas Gerais. Tanto que em Belo Horizonte já temos o Julho mais chuvoso em 36 anos com um acumulado de 49,6mm, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

O mapa de anomalia de chuva mostra que a Região Metropolitana de Belo Horizonte,o sul e o Triângulo Mineiro estão com volumes de chuva superiores à média climatológica normal para o mês e Julho. Os valores em muitas vezes se aproximam dos 100mm de diferença.

Mapa de anomalia de chuva para o Sudeste

 

E não foi só a chuva que mudou as condições do tempo no Triângulo Mineiro, a presença de nebulosidade fez com que os raios solares tivessem mais dificuldade para passar pela atmosfera. A temperatura caiu e teve pouca variação ao longo do dia. As temperatura mínimas ficam mais elevadas com a presença de nebulosidade, uma vez que a atmosfera não perde tanto calor.

Temperatura em Uberlândia entre os dias 24/07 e 29/07/2014 - Fonte: Aeroporto

 

A umidade relativa do ar seguiu bastante elevada com a passagem da frente fria, afinal o ar mais frio e mais úmido avançou sobre o ar mais quente e mais seco que predominava até então.

 

Umidade relativa do ar em Uberlândia do dia 24/07 a 29/07/2014

 

E durante esta semana o sol volta a aparecer sobre o Triângulo Mineiro. As áreas de instabilidade se afastam e junto com ela a nebulosidade vai embora. O ar seco começa a ganhar força e a temperatura volta a subir aos poucos. No entanto, as madrugadas ainda seguem um pouco mais frias.

 

 

BH tem julho mais chuvoso em 36 anos
segunda-feira, 28 de julho de 2014

É muita umidade para um julho só. Se estivéssemos na costa leste do Nordeste, esta frase não teria sentido meteorológico, mas estamos falando de Belo Horizonte.

A quantidade de chuva acumulada em julho de 2014, até 9 horas do dia 28 de julho, já é a maior para este mês desde 1978! Este está sendo o julho mais chuvoso em BH em 36 anos!.

Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, choveu 49,3 mm em 28 dias, sendo que 49,1 mm caíram entre 24 e 28 de julho. A média é de aproximadamente 16 mm Em julho de 1978 choveu 54,9 mm.

 

 

 

Por que choveu tanto?

Toda essa chuva que caiu em Belo Horizonte foi provocada por uma grande e forte frente fria que começou a influenciar a Região Sudeste desde a quinta-feira da semana passada, 24 de julho. Além de forte, a circulação dos ventos sobre a América do Sul nos últimos dias fez com que as nuvens carregadas desta frente fria ficassem bloqueadas sobre o Sudeste.

Não foi só Belo Horizonte que sentiu a chuva desta frente fria. Segundo informação dos meteorologistas do 5º Distrito de Meteorologia do Inmet, em Belo Horizonte, esta frente fria conseguiu provocar chuva em quase todas as regiões de Minas Gerais. A chuva deste julho de 2014 foi tão acima do normal, para esta época do ano, que chegou a formar lama em áreas rurais, complicando a vida da população de pequenas cidades mineiras.

 

E o sol?

Os ventos vão mudar de direção de novo no decorrer desta semana e a umidade vai começar a diminuir. As imagens de satélite desta segunda-feira já mostram que a nebulosidade está diminuindo sobre Minas Gerais. Até o fim da semana, o ar vai ficando cada vez mais seco e o céu volta a ficar com poucas nuvens, como é o normal desta época.

O sol vai voltar a aparecer dom força sobre BH e a temperatura vai subir. Confira a tendência da temperatura para os próximos dias.

 

 

Sabe do que é uma frente fria?

RJ: Chuva enfraquece, mas frio aumenta
segunda-feira, 28 de julho de 2014

O avanço da frente fria durante a última semana provocou uma grande mudança no tempo sobre o Sudeste do Brasil. No Rio de Janeiro os dias de sol e céu azul deram lugar às nuvens e às pancadas de chuva.

Os volumes de chuva subiram bastante. Principalmente sobre Paraty, onde o acumulado no último final de semana, isto é, durante o sábado (26) e domingo (27), foi de 51,2mm, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia.

Na segunda-feira (28) o ar úmido ainda circula pelo Estado do Rio de Janeiro. Há o risco de chuva a qualquer momento, mas a chuva com maior intensidade deve ocorrer ao longo da tarde e do início da noite. Na terça-feira (29) a chuva perde intensidade e a tarde já deve ter um pouco mais de sol. No entanto, o calor ainda não volta, os ventos de sul ainda transportam o ar polar, o que mantém a temperatura mais baixa.