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Friagem na Amazônia
segunda-feira, 14 de abril de 2014

O excesso de uma umidade associado a uma frente fria e o ar polar que avançou até o sul da Amazônia proporcionam uma segunda-feira nublada e com temperatura baixa em muitas áreas do Acre e do centro-sul de Rondônia. Até o início da tarde a temperatura ainda não havia passado de 23°C no aeroporto de Rio Branco. Em Vilhena, no sul rondoniense, os termômetros registravam apenas 23°C por volta de 13h. A partir desta terça-feira a umidade diminui e o ar polar enfraquece. O sol volta a predominar e a temperatura entra em elevação, principalmente durante as tardes.

Manaus: chuva de março ficou quase 80% acima da média
terça-feira, 1 de abril de 2014

 

As medições do Instituto Nacional de Meteorologia mostram que quase todas as capitais da Região Norte do Brasil terminaram o mês de março com mais chuva do que o normal. Mas em Manaus e em Rio Branco o volume de chuva superou a média em mais de 70%. Choveu 560,5 mm sobre Manaus, 79% acima da média normal que é de 313,5 mm. Mas a chuva de março em Manaus também merece destaque porque foi a mais volumosa pelo menos desde 2006. No período desde janeiro de 2006 até hoje, o volume de chuva mais próximo ao de março deste ano ocorreu em abril de 2011 quando choveu 522,2 mm.

 

 

 

Os próximos 15 dias ainda serão marcados por chuva frequente em praticamente toda a Região Norte e muitas vezes volumosa, o que vai agravar a situação das regiões que estão alagadas pela cheia dos rios.

 

 

 

 

A cheia do rio Madeira está sendo histórica. Em Porto Velho, a cota de  inundação foi superada em 13 de fevereiro e desde então vem aumentando. Pela medição do Serviço Geológico do Brasil, o rio Madeira estava com 19,66 metros acima do normal. As águas do rio Madeira invadiram Porto Velho e muitas outras cidades do Amazonas e de Rondônia.

Confira a previsão de chuva para os próximos 15 dias.

 

 

 

 

 

Temporais na Região Norte do Brasil
sexta-feira, 28 de março de 2014

Uma grande massa de nuvens carregadas se formou na Região Norte do Brasil e vem provocando temporais sobre diversas cidades. Os volumes de chuva são bastante elevados o que acarreta em uma manutenção da cheia e extravasamento do Rio Madeira. O sul do Rondônia e áreas próximas de Manaus foram os setores mais atingidos pela chuva.

Satelite_GOES13

Imagem de Satélte - GOES13

O satélite mostra o desenvolvimento de nuvens bastante carregadas nos círculos pretos. Tais áreas foram responsáveis por gerar grandes volumes acumulados nas últimas 24 horas.

Acumulados de chuva nas últimas 24 horas segundo dados das estações automáticas do INMET

Para se ter uma ideia da dimensão desta chuva, o Município de Cametá, no norte do Pará, registrou 21% do total da média climatológica para um mês de Março normal. Ao longo do final da noite de quinta-feira (27) e da madrugada de sexta-feira (28), o Aeroporto Internacional “Eduardo Gomes” em Manaus reportou por diversos horários chuva forte acompanhada de trovoadas.

A chuva não dará trégua para a Região Norte do Brasil nos próximos dias, o predomínio do ar quente e úmido vai favorecer a formação de grandes nuvens carregadas. Os volumes acumulados podem ser elevados e as pancadas de chuva podem vir em forma de novos temporais.

Chuva forte no Norte
sexta-feira, 21 de março de 2014

Áreas de instabilidade ainda crescem sobre o Norte do Brasil espalhando nuvens carregadas por toda a Região, que provocam chuva forte e volumosa. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou mais de 90 mm em algumas áreas entre a manhã de quinta e a manhã da sexta-feiram 21 de março.

As áreas de instabilidade continuam ativas sobre o Norte do Brasil no fim de semana e há risco de chuva forte na maioria dos estados.

A chuva volumosa nos próximos dias vai colaborar para manter o nível dos rios elevados. A cheia dos rios Madeira, Acre, Purus, Juruá, Xingu e Araguaia já obrigou milhares de pessoas a sair de suas casas nos estados do Pará, Tocantins, Amazonas, Rondônia e Acre.

Chuva segue volumosa na Região Norte e rios sobem
sexta-feira, 14 de março de 2014

A chuva não deu trégua nesta sexta-feira no litoral do Pará. Em Salinópolis, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou um acumulado de 123,2 mm entre 20 horas de quinta, 13, e 20 horas de sexta,  14 de março. Esta quantidade de chuva é tecnicamente muito elevada, mesmo para esta região do Brasil onde normalmente chove muito no mês de março. É o mês mais chuvoso.

No fim de semana, a circulação dos ventos sobre o Brasil vai continuar favorecendo a formação de muitas áreas de instabilidade sobre a Região Norte. Apenas Roraima e a parte centro-sul do Pará terão um fim de semana com predomínio de sol e pouca chuva. As outras áreas terão muitas pancadas de chuva que podem ser fortes.

Mapa mostra o volume de chuva total estimado para os próximos 15 dias. O tom de verde escuro representa acumulado acima dos 200 mm..

Inverno é época de cheia dos rios

A Região Norte está vivendo o seu “inverno”, expressão usada pela população para denominar o período chuvoso do ano. A chuva e o excesso de nuvens durante muitas semanas impedem que o ar esquente muito. As temperaturas ficam até amenas, se comparadas ao calor intenso que faz no Norte na maior parte do ano.

A chuva volumosa eleva o nível dos rios, o que é comum nesta época. Vários rios estão em processo de cheia e águas invadem as cidades deixando milhares de pessoas desabrigadas ou desalojadas.

Os rios Madeira (AM/RO), Purus (AM), Juruá (AM), Acre (AC), Xingu (PA), Araguaia (PA/TO) e Tocantins (PA/TO) já estão acima do nível do normal.

Mais chuva sobre o AC, RO e AM
terça-feira, 4 de março de 2014

A cheia dos rios Acre, Madeira, Purus e Juruá deixam milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas no Acre, em Rondônia e no sul do Amazonas. Porto Velho, a capital de Rondônia, decretou calamidade pública. A meteorologista Josélia alerta que a chuva ainda será volumosa nos próximos dias.

Chuva não dá trégua em RO, AC e AM
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre a Região Norte do Brasil. A quarta-feira amanheceu chuvosa em muitas áreas do Acre, de Rondônia e do Amazonas. Em Porto Velho, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 51 mm de chuva entre 10 horas de terça e 10 horas desta quarta-feira, pelo horário de Brasília. Em Manicoré, o acumulado neste período foi de quase 67 mm.

O tempo segue instável, com chuva persistente no decorrer da tarde e também à noite. Rio Branco, capital o Acre, também amanheceu chuvosa e a chuva tende a aumentar de intensidade no decorrer do dia.

A cheia dos rios Madeira, Purus, Juruá e Acre já deixam milhares de pessoas desabrigadas e desalojadas no Acre, no sul do Amazonas e em Rondônia. Porto Velho, capital de Rondônia, está em situação de emergência, pois as águas do rio Madeira continuam invadindo a cidade. O nível do rio atingiu 18,46 m em 25 de fevereiro, recorde histórico.

A previsão é de mais chuva para o sul da Região Norte nos próximos 15 dias. A chuva pode ser forte em vários dias e os rios vão continuar subindo.

 

 

Chuva continua no rio Madeira
sábado, 22 de fevereiro de 2014

A situação do Rio Madeira ainda é complicada. O rio Madeira nasce na Cordilheira dos Andes entre Peru e Bolívia com o nome de rio Beni, desce a cordilheira encontrando outros rios e segue em direção a Rondônia, onde se torna o rio Madeira. Ele passa por todo o norte de Rondônia e passa pelo Estado do Amazonas, onde desemboca no rio Amazonas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesta época chuvosa do Brasil, é comum observar a elevação no nível do rio Madeira, que acaba sendo muito utilizado para a navegação. Estes primeiros dois meses do ano são bastante chuvosos em Rondônia. Porém neste verão, o que se observou foram chuvas abaixo da média na maior parte do Estado. Não que tenha chovido pouco, mas não choveu o que normalmente acontece.

 

 

 

Então da onde veio toda essa água que fez o rio Madeira transbordar e bater recorde histórico, alagando várias áreas de Rondônia e do Acre? Da nossa vizinha, a Bolívia.

Entre dezembro e janeiro choveu muito na Bolívia, com acumulados bem acima da média. Segundo informações da imprensa local, as regiões mais afetadas foram Beni, La Paz, Cochabamba e Chuquisaca. Milhares de pessoas ficaram desabrigadas. Essa grande quantidade de chuva que caiu nessas áreas da Bolívia caíram também sobre o rio Beni, que transbordou. Parte dessa água continuou seu curso, descendo a cordilheira e vindo para o Brasil, terminando por transbordar novamente em Rondônia. Além da água que veio da Bolívia, não podemos esquecer da chuva que caiu sobre o próprio Estado de Rondônia, mesmo tendo ficado abaixo da média.

O transbordamento do rio Madeira, que já está cerca de 18 metros acima do nível normal, alagou a rodovia BR 364, que passa por toda a extensão entre Rondônia e Amazonas, e liga o Estado rondoniense ao Acre. Por isso, o deslocamento de Rondônia até o Acre está interrompido entre os quilômetros 868 e 871, sentido Acre, durante o período da noite.

Nos próximos dias ainda não há previsão de trégua na chuva. Em alguns dias o sol aparece mais forte, mas para toda essa semana ainda ocorrem pancadas de chuva entre Rondônia, Acre e Amazonas, e também na Bolívia. Confira a previsão de chuva acumulada para os próximos 5 dias.

 

Verão 2014 – Norte
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A chuva no Norte do país deve acontecer de forma irregular durante o verão. O meteorologista Alexandre Nascimento fala da tendência da estação na Região Norte. Confira.

 

Nevoeiro no Cruzeiro do Sul (AC)
quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Um denso nevoeiro se formou no Cruzeiro do Sul  na manhã desta quinta-feira. No aeroporto local a visibilidade está restrita a 500 m e faz 22 ºC no momento.