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Rio Acre tem cheia histórica e mais chuva
segunda-feira, 2 de março de 2015

A capital do Acre, Rio Branco, decretou calamidade pública no domingo por causa da cheia do rio Acre. No domingo, segundo a prefeitura, o nível do rio atingiu a marca de 17,66 m igualando a maior cheia histórica em 132 anos. Mas nesta segunda-feira, o nível das águas atingiu a marca de 17,96 m, segundo o Sistema de Monitoramento Hidrológico da Agência Nacional de Águas.

No domingo, Rio Branco já tinha mais de 5800 desabrigados. Segundo análise do SIPAM – Sistema de Proteção da Amazônia, a chuva que vem se acumulando especialmente na encosta leste dos Andes na Colômbia, Bolívia e Peru está contribuindo para elevar o nível dos rios na Amazônia Brasileira.

Previsão de mais chuva

A situação no Acre e também na região do rio Juruá no sul do Amazonas e do Madeira, em Rondônia, poderá se agravar nos próximos dez dias com previsão de mais chuva. As pancadas de continuam frequentes sobre o Acre, mas por toda a Região Norte.

 

 

 

Pouca chuva sobre o reservatório de Tucuruí

Apesar dos problemas da enchente que já ocorrem no Acre, em Rondônia e em parte do Amazonas, a chuva no norte do Pará, onde está o reservatório da hidrelétrica de Tucuruí tem tido menos chuva do que o normal.  O mês de março marca o pico do período chuvoso na porção norte do Nordeste e também em parte do Norte do Brasil. Qual a expectativa para o restante do período chuvoso no extremo norte do Brasil? Entenda porque este ano Tucuruí pode não “sangrar”, ou verter água. Confira a análise do meteorologista Alexandre Nascimento

 

Volume de chuva para o Brasil nos próximos 7 dias
segunda-feira, 2 de março de 2015

por Lívia Fernanda

Dez municípios do Acre sofrem com a cheia dos rios. Comunidades próximas à capital Rio Branco estão com plantações debaixo d’água. A macaxeira resiste ficar dentro da água por no máximo três dias e por pouco o agricultor não perdeu tudo. O Rio Acre está mais de dois metros acima da cota de transbordamento e produtores de outras regiões fazem o possível para salvar suas plantações. Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos 7 dias em todo o Brasil.

Acre debaixo d´agua, com previsão de mais chuva
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A situação do Estado do Acre deve continuar crítica pelo menos por mais 15 dias. As pancadas de chuva vão continuar frequentes em toda a, região do Amazonas,  sobre o próprio Acre e Rondônia, alimentando os rios com mais água.

O mapa mostra a tendência de chuva para os próximos 15 dias. O tom de verde escuro indica uma estimativa de 150 a 200 mm acumulados no período.

 

 

A cheia dos rios Acre, que passa por Rio Branco, capital do Acre, e do rio Juruá já deixa cidades do Estado debaixo d´água. Em Xapuri, o rio Acre atingiu a marca de 18,08 metros nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, o que está sendo considerada uma marca histórica.

 

Em Brasiléia, depois de alcançar a marca de 14,85 metros na terça-feira, 24, as águas do rio Acre começaram a baixar, mas a cidade permanece em calamidade pública.

Na capital, Rio Branco, que já tem regiões alagadas, a situação deve piorar nos próximos dias, pois  espera-se uma elevação ainda maior do nível do rio.

Entre 9 horas do dia 24 e 9 horas do dia 25 de fevereiro, pelo horário de Brasília, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 172,0 mm sobre Feijó e 108,8 mm na região de Tarauacá.

 

Rio Branco é alagada pela cheia do rio Acre
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Enquanto estados do Nordeste e Sudeste lutam contra a seca, no Norte o drama das alagações por acusas da cheia dos rios volta a se repetir. A chuva intensa que caiu sobre o Acre no fim de semana colaborou para a elevação e transbordamento do rio Acre. No domingo,  o nível do rio superou a cota de transbordamento que é de 14 metros e as águas invadiram Rio Branco, capital do Acre. A cidade de Brasiléia entrou em estado de calamidade pública nesta segunda-feira. A água do rio Acre quase cobria o telhado das casas.

 

Foto: SECOM - governo do Acre

 

Cidades do sul do Amazonas, próximas da divisa com o Acre, enfrentam a cheia do rio Juruá. Já em Rondônia, o nível elevado do rio Madeira e do Mamoré também já preocupa. No ano passado, a cheia histórica do Madeira isolou as estradas de ligação com o Acre por muitas semanas.  Na região Alto Solimões, a elevação do nível também já preocupa.

 

Foto: SECOM - governo do Acre

 

Mais chuva

As áreas de instabilidade sobre o Norte do Brasil vão continuar ativas nos próximos 15 dias. A previsão é de que as pancadas de chuva continuem frequentes e podem ser fortes em muitas horas. Sobre o Acre e o sul do Amazonas, a estimativa é de que chova mais de 150 mm até 10 de março. O nível dos rios no sul do Amazonas, Acre e Rondônia pode subir ainda mais. A elevação do rio Solimões

As imagens de satélite mostram a situação do sábado (21) sobre o Acre. As manchas amarelas entre o Acre, Amazonas e Rondônia representam nuvens muito carregadas com potencial para provocar chuva muito forte e volumosa. Em Rio Branco, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, choveu quase 100 mm entre a tarde do dia 21 e a madrugada do dia 22 de fevereiro.

 

 

Saiba porque o reservatório de Tucuruí pode não sangrar este ano.

Muita chuva no sul da Amazônia
sábado, 21 de fevereiro de 2015

Áreas de instabilidade tem se formado com frequência no sul da Amazônia, devido ao excesso de umidade na atmosfera e à convergência de vento em diferentes níveis da atmosfera. Essa situação favorece a formação de muitas nuvens carregadas, que provocaram chuva forte entre sexta-feira (20) e sábado (21).

De acordo com medições das estações automáticas do INMET, entre 13 horas de sexta e 13 horas deste sábado a chuva acumulou 104 milímetros em Rio Branco, capital do Acre. Foi a maior chuva em 24 horas na capital desde 2012, quando choveu 120 mm no dia 04 de fevereiro. A média do mês é de 280 milímetros. Outras cidades do sul da Amazônia também receberam muita chuva. No mesmo período de 24 horas, choveu 100 milímetros em Parque Estadual Chandless (AC), 87 milímetros em Humaitá (AM), 59 milímetros em Marechal Taumaturgo (AC) e 47 milímetros em Lábrea (AM).

A chuva dos últimos dias fez com que o nível do Rio Acre chegasse a 13 metros na última sexta-feira (19), inundando cidades como Assis Brasil e Brasileia. Muitas famílias foram afetadas e a chuva também está comprometendo o fornecimento de energia elétrica no Acre. E a notícia ainda é preocupante: vem mais chuva nesta semana para o Acre e sul do Amazonas.

Cheia do rio Madeira já ameça Porto Velho (RO)
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Enquanto a população do Sudeste, do Nordeste e de parte do Centro-Oeste enfrenta seca e a falta de chuva, cidades da Região Norte do Brasil já estão sofrendo novamente com cheia dos rios. Em Porto Velho, capital de Rondônia, foi decretado oficialmente estado de alerta no dia 27 de janeiro de 2015 por causa da cheia do rio Madeira. Neste dia, o nível do rio atingiu a marca de 15,28 metros, sendo que média histórica para 27 de janeiro é de 13,47 metros, segundo a CPRM – Companhia de Pesquisas em Recursos Minerais.

 

No dia 30 de janeiro, o Madeira subiu para 15,46 metros e nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, já estava com15,48 metros, 2 centímetros a mais. A tendência é de que o rio continue subindo.

No ano passado, o nível do rio Madeira atingiu a marca histórica de 19,74 metros no dia 30 de março de 2014.

Além de Porto Velho, a região de Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia, também entrou em alerta, pois já está sentindo os efeitos da cheia do rio Mamoré.

No Acre e no sul do Amazonas, a cheia do rio Juruá atinge a região e Eirunepé e de Tarauacá.

 

Tarauacá (AC) em 31-1-2015 Foto de Jardy Lopes - ASSCOM - Prefeitura de Tarauacá

 

 

Tarauacá (AC) em 31-1-2015 Foto de Jardy Lopes - Asscom -Prefeitura de Tarauaca

 

Janeiro terminou com chuva acima média nestas áreas e a previsão é de mais chuva para esta semana.

Anomalia de chuva em janeiro de 2015: Os tons de azul indicam que choveu acima da média

 

 

Friagem e ar seco causam recorde de frio no Norte
terça-feira, 8 de julho de 2014

A madrugada desta terça-feira, 8 de julho, foi a mais fria do ano em Palmas, capital do Tocantins. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou a temperatura mínima de 17,8°C. O recorde anterior era de 17,9°C, em 27 de junho.

Em Rio Branco, capital do Acre, a tarde desta terça-feira foi a mais fria de 2014. A temperatura máxima foi de apenas 21,2°C, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia. O recorde anterior era de 23,4°C, em 27 de maio.

Voltou a esfriar em Rio Branco e em muitas áreas do Acre desde a tarde de segunda-feira, 7, quando o ar polar entrou no Estado provocando a friagem. Este fenômeno é caracterizado pela forte queda da temperatura, mas causado justamente pela passagem do ar polar e não por causa de alguma outra situação como um dia chuvoso.

 

 

Já em Palmas, o recorde de frio está associado ao efeito de subsidência provocado por um sistema de alta pressão que predomina sobre o centro-norte do Brasil. A influência da alta pressão faz com que o fluxo de ar de cima para baixo fique forte sobre o Tocantins. Isto seca o ar, diminui o nível de umidade. Com o ar seco, poucas nuvens conseguem se formar. A falta de nuvens à noite facilita a perda de calor e o ar se resfria rapidamente. Por outro lado, as tardes são secas e muito quentes.

Nesta época do ano, o Tocantins fica quase sem nuvens e o ar frio de algumas massas polares conseguem chegar ao Acre.

No decorrer da semana, o tempo seco predomina sobre o Tocantins e outros recordes podem ocorrer. Já no Acre, a tendência é de elevação da temperatura.

Confira a previsão das temperaturas e da umidade no Norte do Brasil

 

 

Confira a temperatura nos próximos dias em Rio Branco.

Confira a temperatura no decorrer da semana em Palmas.

Frio bate recorde no Centro-Oeste e no Norte
segunda-feira, 30 de junho de 2014

Uma nova massa polar entrou pelo interior do Brasil causando acentuada queda da temperatura sobre o Mato Grosso do Sul, em Rondônia e também no Acre. As capitais destes estados registraram as menores temperaturas de 2014 até agora, de acorde com os registros do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, teve a menor temperatura do ano, com mínima de 7,7ºC. O recorde anterior era de 9,6ºC registrado no dia 26 de maio.

 


Segundo medições oficiais do Inmet, a temperatura mínima em Rio Branco, capital do Acre,  foi de 14,4ºC, a menor do ano até agora.  A capital do Acre bateu recorde pelo segundo dia consecutivo, pois no domingo a temperatura mínima foi de 14,7ºC.

Além de Rio Branco e Campo Grande, Porto Velho, capital de Rondônia, também registrou nesta segunda-feira a madrugada mais fria do ano. Segundo medições do Inmet, a temperatura mínima foi de 16,3ºC , e também foi recorde pelo segundo dia consecutivo. No domingo, 29 de junho, a temperatura mínima foi de 17,4ºC.

 

 

O frio polar chegou com força ao Acre e a Rondônia, pois o centro (região mais fria) da massa polar avançou pelo interior da América do Sul atingindo o Paraguai. Quando isto acontece, o ar polar consegue se espalhar facilmente sobre a Bolívia chegando então ao Acre e a Rondônia.

Nesta terça-feira, o centro polar avança sobre o Sul do Brasil e o ar frio começa sair do destes estados. O amanhecer de terça-feira ainda será frio, mas sem recordes, a temperatura à tarde fica alta.

 

 

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Junho termina com friagem no Norte do Brasil
sexta-feira, 27 de junho de 2014

O mês de junho vai terminar com uma nova onda de frio avançando para o Brasil. A previsão é de que parte do ar polar se espalhe pela Bolívia e chegue ao Acre e a Rondônia causando a friagem. Este fenômeno meteorológico é caracterizado pela queda acentuada da temperatura no sul da Amazônia provocada especificamente pela passagem de massas polares.Quando isto acontece, estados como Rondônia, Acre e o sul do Amazonas sentem um resfriamento intenso, com brusca queda da temperatura.

 

 

Confira a previsão para Rio Branco, Porto Velho e outras cidades do Acre e de Rondônia e veja como será a queda da temperatura nos próximos dias.

A última friagem no Norte ocorreu na segunda quinzena de maio.

A últiForte friagem atinge

 

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Chuva atrasa a colheita de castanha no Acre
segunda-feira, 2 de junho de 2014

O excesso de chuva no início do ano pela Região Norte atrasou a colheita de Castanha pelo estado do Acre. Confira qual será a tendência do acumulado de chuva para os próximos dias em todo o Brasil.