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Chuva provoca inundações e mortes no Chile
quinta-feira, 26 de março de 2015

Fortes temporais provocaram alagamentos na região de Antofagasta no Chile. Segundo informações das agências de notícias internacionais, foram confirmadas 3 mortes decorrentes dos alagamentos e deslizamentos. 22 pessoas estão desaparecidas.

Segundo informações das estações meteorológicas da Direção de Meteorologia do Chile choveu entre às 16h30 do terça-feira (24) e 8h30 da quinta-feira (26), um total de 66,9mm, mas 41mm deste acumulado aconteceu das 21h da terça-feira até às 8h da quarta-feira (25).

As condições atmosféricas em vários níveis incentivavam a formação dos temporais. Os níveis altos tinham a presença da borda do Vórtice Ciclônico (VCAN), que favorece a formação de grandes nuvens e o suporte de umidade vinha do escoamento de ventos próximos à superfície.

O Chile ainda está em alerta para mais chuva ao longo das próximas horas. Como já ocorreram alagamentos, qualquer chuva é preocupante.

Até o fim de semana a tendência é de enfraquecimento das áreas de instabilidade a chuva tende a diminuir aos poucos até parar completamente.

Grandes volumes de chuva na Região Norte
quarta-feira, 18 de março de 2015

A chuva volumosa que atinge a Região Norte do Brasil já causa diversos transtornos para a população que mora às margens de diversos rios.

Foto: Secretaria Estadual de Educação do Estado – Amazonas

Nas imagens do satélite meteorológico é possível ver a presença de diversas nuvens carregadas nos tons em azul, branco e vermelho que são capazes de trazer grandes volumes de chuva acumulados em um curto período de tempo.

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As estações meteorológicas automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia também registraram a presença de grandes volumes acumulados. Em Humaitá-AM choveu 111,6mm entre às 13h da terça-feira (17) e 13h da quarta-feira (18). Em Porto Velho o acumulado de chuva no mesmo período chegou aos 63,4mm.

Temporais até o fim de semana

A previsão ainda indica a presença de muita chuva até a sexta-feira (20), mas particularmente no sábado (21) a tendência é da presença de grandes nuvens de temporal que podem causar grandes volumes de chuva acumulados. Essa condição deve provocar a elevação do nível de diversos rios da Região e prejudicar ainda mais a população que já sofre com os extravasamentos.

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Chuva e vento enfraquecem em Santa Catarina
quarta-feira, 11 de março de 2015

Na manhã desta quarta-feira (11) ocorreu a intensificação do sistema de baixa pressão atmosférico associado à uma depressão subtropical. O sistema caiu de 1008hPa registrado na manhã de terça-feira (10) para 1000hPa na manhã de quarta-feira e isso foi o suficiente para o Centro de Hidrologia da Marinha Brasileira reclassificar o sistema para uma tempestade subtropical, inclusive batizada com o nome de Cari.

Mas ao longo da tarde da quarta-feira, uma banda de nebulosidade intensa aparentava ter se desprendido do ciclone principal, e persistia na costa catarinense como mostram as imagens do satélite meteorológico fornecidas pela NOAA.


As rajadas de vento na estação do Morro da Igreja já chegaram aos 108 km/h. Os aeroportos ao longo da tarde de quarta-feira reportaram a presença de pancadas de chuva forte.

Instabilidade enfraquece

Durante a noite de quarta-feira, as novas imagens de satélite mostraram que as bandas de nuvens carregadas já haviam se afastado do leste catarinense, o que favoreceu uma grande diminuição da chuva.

 


As áreas de instabilidade de Cari ainda vão provocar chuva sobre Santa Catarina, mas não de forma prolongada e volumosa como nos últimos três dias. O sol já volta a aparecer e há o risco de pancadas de chuva rápidas. O centro de baixa pressão enfraquece e se afasta ainda mais em alto-mar no decorrer desta quinta-feira.

O mar ainda fica agitado, com ondas de até 3 metros pela manhã no litoral sul catarinense. A tendência é de que diminuição da agitação no mar durante a tarde. As rajadas de vento ainda acontecem especialmente no litoral, mas menos intensas.  Não há mais risco de ressaca na sexta-feira e nem no fim de semana.

Como a tempestade Cari atua no Brasil nesta quinta-feira?

Confira como será a chuva no Brasil nos próximos 15 dias.

Sol aparece na Grande SP
terça-feira, 10 de março de 2015

A terça-feira (10) começou com garoa e muitas nuvens na cidade de São Paulo. A temperatura ficou amena pela manhã, segundo informações da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) a temperatura mínima na capital foi de 19,8°C.

O meteorologista César Soares fotografou o céu da manhã na sede da Climatempo que fica no bairro da Vila Mariana. É possível ver a presença de algumas nuvens, mas o sol ainda consegue aparecer.

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Nas imagens do satélite meteorológico ente a madrugada e a manhã é possível ver o afastamento das nuvens carregadas da área da Região Metropolitana de São Paulo.

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Ainda há mais nuvens chegando no interior, mas o dia terá aberturas de sol que vão fazer com que a temperatura suba ao longo da tarde. Faz mais calor do que o observado durante o fim de semana e segunda-feira (09). Mas o abafamento do ar ainda vai favorecer o crescimento de grandes nuvens e há o risco de pancadas de chuva entre a tarde e a noite. De forma pontual, há o risco de chuva forte.

Mais sol, calor pancadas de chuva típicas de verão

Estamos nos aproximando do fim do verão, e após o afastamento do ciclone subtropical Cari para a costa da Região Sul a tendência é de que o sol apareça com mais força ao longo dos próximos dias. Ainda há a presença de muita umidade no ar, que vai favorecer a ocorrência de pancadas de chuva típicas do verão. Há o risco de chuva forte até o fim desta semana.

Mar agitado ao longo dos próximos dias

Mesmo com o distanciamento do ciclone subtropical,  a tendência é de que o vento ainda fique organizado a ponto de provocar ondas maiores. Há previsão de mar agitado na costa paulista, mas sem ressaca uma vez que as ondas não passam de 1,5 metro.


Quer saber como ficará a condição do mar em todo o Brasil? Clique e confira!

Chuva forte chegando ao Rio de Janeiro
sábado, 7 de março de 2015

Uma forte linha de instabilidade avança da Região Serrana para o Grande Rio e Baixada Fluminense durante as próximas horas. Há risco de chuva com potencial para alagamentos.

Temporais no Grande Rio
sábado, 7 de fevereiro de 2015

Fortes áreas de instabilidade avançam sobre o Grande Rio e provocam chuva forte acompanhada de raios. O radar meteorológico do Sumaré operado pelo Alerta Rio – Prefeitura do Rio de Janeiro mostra a presença de chuva forte nas áreas em vermelho.

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Ainda há o risco de novas pancadas de chuva ao longo do período da noite. O domingo também terá risco de chuva em todo o Estado do Rio de Janeiro, as pancadas podem vir com forte intensidade principalmente entre a tarde e a noite.

Chuva muito forte neste momento em São Paulo
sábado, 7 de fevereiro de 2015

As últimas imagens do radar Climatempo-USP mostram chuva forte, na Marginal Pinheiros (região de Santo Amaro, Morumbi e também na região da Bandeirantes). Essa chuva possui potencial para alagamentos e granizo nessas regiões.

Temporais no Grande Rio
domingo, 1 de fevereiro de 2015

Áreas de instabilidade ainda se organizam sobre o Estado do Rio de Janeiro provocando o crescimento de grandes nuvens carregadas. Na noite do domingo (01) os aeroportos do Campo dos Afonsos e Santos Dumont alertavam para o ocorrência de trovoadas acompanhadas de chuva forte.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço dessas nuvens grandes nos tons em azul e verde.

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A presença de um sistema de baixa pressão atmosférica na costa do Rio de Janeiro incentiva a chegada de mais áreas de instabilidade. Ainda há o risco de mais temporais ao longo da noite e na madrugada de segunda-feira (02).

A semana começa com tempo instável e um grande risco de pancadas de chuva volumosas especialmente na terça-feira (03). Há o risco de alagamentos e até mesmo deslisamentos de terra decorrentes do solo úmido.

Frente fria vai provocar temporais no Sul
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Uma frente fria avança da Argentina e do Uruguai em direção à Região Sul do Brasil. Isso vai favorecer a organização de áreas de instabilidade e provocar grandes volumes acumulados de chuva em diversas áreas. Há o risco de alagamentos e inundações.

As imagens do satélite meteorológico mostram a presença de um ar bastante úmido em toda a Região nos tons em verde claro e azul.

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Até a quinta-feira (29) o predomínio é de tempo instável em toda a Região e são esperados acumulados de chuva o suficientes para provocar alagamentos principalmente sobre o centro-leste gaúcho.

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A partir da sexta-feira (30) a chuva enfraquece em todo o Estado do Rio Grande do Sul, mas continua em Santa Cataria e no Paraná. Com a maior nebulosidade e o transporte de um pouco de ar polar, a temperatura tende a cair.

Muita chuva na Bahia
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Diversas áreas de instabilidade avançam pelo oeste e litoral da Bahia favorecendo a formação de grandes nuvens carregadas e provocando chuva com grande volume acumulado.

Os volumes acumulados de chuva no período de 24 horas se elevaram e chegaram a ultrapassar os 50mm em cidades como Barreiras e Marau. Ao longo do dia, há previsão para novas pancadas de chuva que podem novamente acarretar em grandes volumes acumulados.

As imagens do satélite meteorológico mostram o avanço das nuvens carregadas nos tons em azul e branco avançando principalmente sobre o oeste da Bahia.

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Segundo informações das estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em Marau choveu 54mm entre às 9h da manhã de domingo (25) e 9h da manhã de segunda-feira (26). Em Barreiras o acumulado de chuva foi de 68,4mm, mas este volume foi acumulado das 22h do domingo até às 9h da manhã de segunda-feira, isto é, a chuva se concentrou principalmente entre a noite, madrugada e início da manhã. Em Santa Rita de Cássia, oeste da Bahia, a chuva se concentrou entre a madrugada e manhã de segunda-feira, os acumulados já alcançam os 43,4mm.

A presença de um Vórtice Ciclônico nos Altos Níveis Atmosféricos (VCAN) com centro no norte da costa nordestina, auxilia na organização de áreas de instabilidade vindas do interior, favorecendo o desenvolvimento de grandes nuvens que acabam provocando muita chuva.

A circulação de ventos nos baixos níveis atmosféricos, aproximadamente 2 km de altura com relação à superfície, transporta um ar mais úmido que também provoca o desenvolvimento de grandes nuvens.

Volumes diminuem com enfraquecimento da chuva ao longo da semana

As áreas de instabilidade vão perder o suporte dos ventos em níveis baixos atmosféricos. Dessa forma a tendência é que a chuva diminua de volume a partir da terça-feira (27) mesmo com a presença do Vórtice Ciclônico nos níveis altos atmosféricos, aproximadamente 12 km de altura com relação à superfície.

A chuva vai ocorrer em forma de rápidas pancadas e a partir da quarta-feira (28) o ar seco já ganha força e desfavorece as condições para chuva.