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Muita chuva no oeste e sul da Bahia
quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A presença de um Vórtice Ciclônico nos Altos Níveis Atmosféricos (VCAN) consegue organizar as áreas de instabilidade e provocar grandes volumes de chuva sobre algumas áreas do oeste e do sul da Bahia.

Na imagem do satélite meteorológico é possível ver a presença de grandes nuvens que são capazes de provocar chuva forte, nas áreas em azul.

Os acumulados de chuva se elevaram bastante, confira os volumes registrados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) entre a madrugada e a tarde da quarta-feira (29).

Destaque para a cidade de Porto Seguro com acumulados de cerca de 100mm em 48 horas, sendo que 53mm deste valor foi apenas em 1 hora na tarde de terça-feira (28). A cidade de Luís Eduardo Magalhães registrou 27,4mm entre às 10h e às 11h da manhã de quarta-feira (29).

As áreas de instabilidade do VCAN não conseguem chegar com tanta força sobre o Recôncavo Baiano. Dessa forma há o risco de chuva sobre Salvador, mas não com tanta intensidade.

Chuva enfraquece nos próximos dias

O Vórtice Ciclônico vai perder força ao longo dos próximos dias. Dessa forma a chuva enfraquece gradativamente. A partir da sexta-feira (31) a previsão será de rápidas pancadas de chuva.

Chuva em Itapetinga (BA)
terça-feira, 28 de outubro de 2014

Áreas de instabilidade associadas à circulação dos ventos em altos níveis da atmosfera provocaram chuva forte na cidade de Itapetinga, no sul da Bahia. Entre as 18h e 21h (horário de Brasília) foram acumulados 42,6 mm na estação automática do Inmet da cidade.

Muita chuva no Sul da Bahia – temporal em Porto Seguro
terça-feira, 28 de outubro de 2014

Áreas de instabilidade que estão ativas entre o sul da Bahia, o Espírito Santo e norte de Minas Gerais espalharam nuvens bastante carregadas sobre o litoral sul da Bahia. Tem chovido quase sem parar na região desde a madrugada de , segunda-feira, mas por volta das 13h local (14h em Brasília), um núcleo de tempestade passou sobre Porto Seguro provocando chuva intensa, com raios e ventos fortes. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 53,2 mm de chuva em apenas 1 hora, entre 13h e 14h local. O aeroporto da cidade registrou uma rajada de vento de 64 km/h às 13h20 local e por causa da chuva forte, a visibilidade nas pistas foi repentinamente reduzida para 100 m. Às 14h e às 15h, foram observadas outras duas rajadas de vento  com 46 km/h e 38 km/h. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o total de chuva acumulado entre 15h de segunda e 15h desta terça-feira, no horário local, era de quase 78 mm.

Belmonte, uma cidade próxima e ao norte de Porto de Seguro, também sentiu a chuva forte e teve 36 mm entre 14h e 15 horas local

A sequência de imagens de satélite mostra as nuvens carregadas (manchas em azul claro) que passaram sobre Porto Seguro.

 

 

Nesta quarta-feira, as áreas de instabilidade no sul da Bahia continuam muito ativas e vão provocar chuva frequente no decorrer do dia. Há risco de novos temporais no litoral sul da Bahia, incluindo Porto Seguro.

A previsão indica que a áreas de chuva (manchas coloridas) enfraquecem muito a partir de sexta-feira, 31 de outubro.

 

 

Calor intenso no Pìauí

Apesar da chuva forte no sul da Bahia e em algumas áreas do sul do Maranhão, é o ar seco que predomina sobre o Nordeste deixando grande parte da Região sem condições para chuva. A pouca nebulosidade e o sol forte permitem um grande aquecimento do ar. Em Oeiras, a temperatura chegou aos 41,1° C na segunda-feira, 27 de outubro.

O Piauí vem sendo o estado mais quente do Brasil esta semana. Nesta terça-feira, das 10 mais altas temperaturas registradas pelas estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia, 9 eram cidades do Piauí.

Outubro é época de muito calor no estado. Este mês é parte do que a população do Piauí chama de Be- r -ó Bro, a época mais quente do ano.

 

Bahia terá mais chuva nesta semana
segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O sistema de baixa pressão atmosférica que provocou chuva em algumas áreas do Sudeste, avançou para o norte do Oceano Atlântico e se posicionou na costa entre os Estados do Espírito Santo e do sul da Bahia.

Na imagem do satélite meteorológico os tons em amarelo representam nuvens grandes que provocam chuva forte. Estas áreas avançam do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo em direção ao sul da Bahia, provocando chuva em áreas como o Oeste, Médio São Francisco e na Serra Geral.

O ar mais úmido vindo de noroeste encontra uma massa de ar muito quente sobre o Estado baiano, desta forma são desenvolvidas grande nuvens carregadas que provocam pancadas de chuva. Tanto que os volumes de chuva acumulados subiram bastante nas últimas 24 horas, nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo.

A cidade de Porto Seguro registrou 26,2 mm de chuva entre 20h do domingo e 20h da segunda-feira (27).

Em outubro, até o momento, as áreas do litoral leste são as que obtiveram os maiores volumes acumulados de chuva. As áreas em verde mostram acumulados de chuva de até 200mm que são observados no leste pernambucano, Alagoas e Sergipe.

Acumulado mensal de chuva para o mês de outubro

Exatamente nestas áreas, em que a chuva está mais presente por conta dos ventos úmidos que sopram do oceano, temos chuva acima da média climatológica para o mês de outubro. No mapa de anomalia, é possível notar que apenas o centro norte do Nordeste possui acumulados de chuva acima da média normal, nos tons em azul. O ar seco predominou nas demais áreas e impediu a permanência da chuva, que pode ser vista nos tons em laranja.

Anomalia de chuva para o Nordeste no mês de outubro

 

Chuva volumosa no centro-sul da Bahia durante a semana

Os volumes de chuva vão aumentar bastante ao longo dos próximos dias no centro-sul baiano. O sistema de baixa pressão atmosférica vai continuar ao largo da costa organizando nuvens carregadas e deixando o tempo instável. Segundo informações dos modelos meteorológicos, os volumes de chuva podem passar dos dos 150mm em áreas do sul e do oeste.

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Nordeste segue com pouca chuva
domingo, 26 de outubro de 2014

Já há meses o Nordeste do Brasil vem recebendo pouca ou nenhuma chuva. No começo de outubro, um evento de chuva volumosa causado por uma frente fria estacionária levou muita chuva para o Alagoas e leste do Pernambuco, o que gerou transtornos nessas áreas e fez com que a chuva acumulada em apenas 3 dias ultrapassasse a média climatológica do mês. Todas as outras regiões nordestinas estão com chuva muito abaixo do normal.

 

Nesta semana a situação não vai ser muito diferente para a maior parte da Região. Apenas a Bahia é que vai receber pancadas de chuva devido ao avanço de áreas de instabilidade, que neste fim de semana influenciaram o Sudeste e o Centro-Oeste. Durante os próximos dias as nuvens carregadas se deslocam para o Estado baiano e causam chuva em quase todo o Estado, e essa chuva pode ser forte. Os maiores volumes acumulados estão sendo esperados para as regiões sul e sudeste da Bahia, entre terça e quarta-feira.  Já as outras regiões do Nordeste continuam com o tempo quente e seco.

Chuva aumenta na costa leste do Nordeste
segunda-feira, 6 de outubro de 2014

A recente passagem de uma frente fria pela costa leste do Nordeste provocou ventania e também deixou áreas de instabilidade que ainda provocam chuva volumosa em áreas de Alagoas e de Pernambuco. Esta frente fria chegou muito forte ao Brasil e avançou até a altura do litoral de Alagoas e de Pernambuco

A situação mais preocupante é em Maceió onde, em 48 horas, entre a manhã do sábado e a manhã da segunda-feira, choveu mais do que normalmente chove durante todo o mês de outubro. A chuva forte causou queda de barreiras e elevou o nível de rios.

 

 

Maceió: chuva supera a média de outubro em 48h

Em Maceió, choveu em 48 horas mais do que normalmente chove durante todo o mês de outubro. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 110 mm de chuva acumulados entre 9 horas do dia 4 e 9 horas de 6 de outubro. A média de chuva para este mês é de aproximadamente 73 mm. Em outro local da cidade, o volume de chuva acumulado entre 19 horas do domingo e 19h desta segunda-feira chegava a 81 mm. No mesmo período choveu 54 mm em São Luis do Quitunde e 38 mm em Palmeira dos Índios.

 

Chuva continua em Alagoas e aumenta em Sergipe

A chuva não vai dar trégua no leste do Nordeste nas próximas  48 horas. As áreas de instabilidade vão continuar sobre Alagoas e devem se fortalecer sobre Sergipe. O litoral e zona da mata alagoana ainda terão muita chuva até a quarta-feira. Há risco de mais deslizamentos e os rios e alagamentos.

Em Sergipe, a chuva começa a se intensificar ainda na manhã desta terça-feira e deve persistir moderada, às vezes forte, até a tarde de quarta-feira.

 

 

Chuva diminui no leste de Pernambuco

As áreas de instabilidade que estão no leste de Pernambuco provocaram muita chuva no litoral, na zona da mata e no agreste. Mas a tendência é de enfraquecimento da chuva a partir da tarde desta terça-feira. Ainda há previsão de chuva até o fim da semana, mas a partir de quarta-feira, a chuva será de curta duração e em geral com a presença do sol.

Em Recife, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 44,2 mm entre 9 horas de 5 de outubro e 9 horas de 6 de outubro. Este volume de chuva representa 67% da média normal para este mês que é de 66 mm.

A chuva não dá trégua no agreste. Em Palmares choveu quase 76 mm entre 19 horas do domingo e 19 horas desta segunda-feira. NO mesmo período choveu 39 mm em Garanhuns. Para outubro, estes volumes de chuva são bastante elevados.

Salvador e litoral norte da Bahia em atenção

As áreas de instabilidade que provocam muita chuva no leste de Pernambuco de Alagoas tendem a se expandir para o litoral norte da Bahia chegando até Salvador. A previsão é de que o aumento da chuva comece no litoral norte baiano durante tarde e noite desta terça-feira e se intensifique também em Salvador até durante a quarta-feira.

Frente fria na Bahia: contraste entre massas de ar
sábado, 4 de outubro de 2014

Uma frente fria avança pela costa leste do estado da Bahia, alcança a região do Recôncavo Baiano e deverá seguir avançando até chegar ao Sergipe no final do dia. Uma frente fria é resultado de contraste entre massas de ar, onde uma massa de ar frio, de origem polar, avança sobre uma massa de ar mais quente. O contraste de temperatura e umidade provoca a formação da banda de nuvens que se estende pelo Atlântico (nebulosidade frontal). Mas o contraste entre massas de ar também provoca vento, que deverá soprar forte, de sul, ao longo do dia, na região do Recôncavo que inclui a capital Salvador.

A imagem de satélite pode fornecer informações acerca a intensidade deste contraste. Atrás da frente, a massa de ar de origem polar, por ser mais seco, deixa o tempo aberto sobre o continente no centro-sul do país (exceto a faixa costeira, que recebe umidade do mar que favorece a formação de nuvens). Mas sobre o mar, a diferença é nítida: tipos de nuvens sobre o mar são bem distintos nos dois lados da frente. Quanto mais fria a massa de ar, maior é a evaporação sobre o mar, o que leva a formação de nuvens granulares como indica a imagem. Estas nuvens não crescem muito verticalmente e acabam formando células (células de Bénard), e indicam uma forte massa de ar de origem polar atuando sobre a região.

Frente fria no litoral da BA
sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Uma frente fria chegou ao litoral sul da Bahia na noite da quinta-feira e mudou o tempo na região. O vento ganhou intensidade na região de Porto Seguro, com rajadas de até 44 km/h. A nebulosidade aumentou também na região de Vitória da Conquista, onde teve registro de chuva leve. Ao longo da sexta-feira, o sistema frontal vai avançar lentamente sobre o litoral baiano e deve provocar aumento de nuvens e pancadas de chuva também na capital Salvador. No final de semana, muitas nuvens devem persistir sobre o litoral da Bahia mesmo com o afastamento da frente fria. O vento soprando do oceano vai trazer muita umidade e ainda chove fraco e a temperatura cai. A partir do sábado, a nebulosidade aumenta também entre Sergipe e a Paraíba, onde inclusive há condições para chuva volumosa em alguns momentos.

Oeste da Bahia terá chuva nesta semana
domingo, 28 de setembro de 2014

O Oeste da Bahia, após passar praticamente 4 meses inteiros sem chuva, voltou a ter algumas pancadas neste mês de setembro. Porém, a chuva aconteceu de forma muito isolada e em pouquíssimos dias do mês. Em Barreiras, a chuva mais significativa aconteceu na última quarta-feira, dia 24, e acumulou cerca de 11 mm na estação do Inmet.

Este fim de semana está sendo marcado por muito sol e calor intenso na região. Às 13 horas deste domingo, os termômetros marcavam 35°C em Luís Eduardo Magalhães e 36°C em Barreiras.

No decorrer desta semana a umidade aumenta e há expectativa para o retorno da chuva. Isto se deve a uma frente fria que irá avançar a partir de quarta-feira pela Região Sudeste e muda a circulação dos ventos no interior do Nordeste, favorecendo a entrada de umidade.  À medida em que esta frente fria se aproxima da Bahia, a chance de chuva aumenta no oeste do Estado. Especialmente na sexta-feira (03 de outubro), a chuva pode acontecer de forma generalizada na região. Até o fim da semana são esperados volumes entre 10 e 30 mm acumulados.

Chove em Salvador (BA)
terça-feira, 23 de setembro de 2014

A chegada de uma frente fria ao largo da costa da Bahia organiza áreas de instabilidade e provoca pancadas de chuva em Salvador. O dia já amanheceu com muitas nuvens e a chuva ocorre desde a madrugada segundo informações da estação automática do INMET. O volume acumulado entre a madrugada e manhã da terça-feira (23), já totaliza 14,6m. Em Valença os volumes de chuva chegaram aos 10,2mm no mesmo período de medição.

Imagem de satélite do canal do infravermelho realçado

Junto com a chuva, vem a ventania. As rajadas de vento se intensificaram em cidades como Guanambi, onde os registros da estação automática do INMET chegaram aos 68 km/h ao longo da madrugada.

A frente fria se afasta rapidamente e o sol já volta a aparecer mais em todo o litoral da Bahia na quarta-feira (24). São previstas rápidas pancadas de chuva sem grande volume nesta área, apenas os ventos úmidos que sopram do mar em direção ao continente serão so responsáveis por trazer umidade e favorecer a formação de áreas de instabilidade.