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ES, norte do RJ e de MG esperam por chuva
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Com o rompimento do bloqueio atmosférico no dia 21 de janeiro, as frentes frias e as nuvens carregadas estão voltaram a se formar sobre a maioria das áreas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Mas norte mineiro, o norte do Estado do Rio de Janeiro e todo o Espírito Santo ainda sentem a influência de da alta subtropical do Altântico Sul (ASAS) que dificulta o crescimento das nuvens e a chegada das frentes frias. Embora menos intenso, ainda existe um bloqueio que vem mantendo o Espírito Santo, o norte do Rio de Janeiro e o norte de Minas Gerais fora das áreas de instabilidade que voltaram a se formar até na região de Belo Horizonte.

Em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, o último registro de alguma chuva foi entre os dias 20 e 21 de dezembro, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. Mas foi uma chuva muito leve que acumulou menos de 5 mm. Foi nesta mesma época que a região de Teófilo Otoni (MG) teve última chuva. Em Vitória, capital do Espírito Santo, ainda não choveu este ano.

A falta de chuva e o calor intenso facilitam o surgimento de focos de fogo no norte fluminense, o que não é comum nesta época, que em anos normais é com chuva frequente.

Fumaça de queimadas em São João da Barra (RJ), 28-1-2015, por Peterson Viana

 

Pontos vermelhos indicam focos de fogo. Imagem do satélite Terra-MODIS (NASA) em alta resolução, 28-1-2015

 

De todo o Sudeste, a situação mais dramática atualmente de falta de chuva é no Espírito Santo. O mapa mostra a estiagem agrícola até o dia 27 de janeiro, segundo o órgão governamental Agritempo. A estiagem agrícola é o número de dias em que a chuva acumulada fico abaixo dos 10 milímetros. No caso do Espírito Santo, todo o estado está pelo menos há 30 dias praticamente sem nenhuma gota de chuva.

 

Na capital, Vitória, se chover nada até manhã do domingo, dia 31, janeiro de 2015 será o janeiro mais seco e o mês mais seco desde 1961, pelo levantamento do Instituto Nacional de Meteorologia.

Vem chuva?

Uma frente fria chega ao litoral do Rio de Janeiro na sexta-feira e passa o fim de semana próxima ao litoral fluminense. A chuva desta frente fria vai beneficiar o norte do Rio de Janeiro. Mas a chance de ocorrer até o sábado ainda é baixa no vale do rio Doce, no vale do Jequitinhonha e no Espírito Santo. A possiblidade de chuva aumenta um pouco na tarde do domingo. Mas uma segunda frente fria está sendo esperada para os primeiros dias de fevereiro e deve chegar ao Espírito Santo.

Confira a análise da meteorologista Josélia Pegorim

 

Mais chuva para BH
terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Sem o bloqueio atmosférico da alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS), as pancadas de chuva voltaram a ocorrer sobre a região de Belo Horizonte. A primeira chuva de 2015 caiu entre 21 e 22 de janeiro. Choveu forte na tarde e noite dos dias 25 e 26 acumulando 65 mm. O total de chuva de janeiro está em 87,0 mm, muito abaixo da média histórica que fica em torno de 296 mm.

A falta de chuva sobre o Sudeste, que começou no verão de 2014, deixou os reservatórios que abastecem a Grande Belo Horizonte com nível crítico. Segundo a Copasa, no dia 27 de janeiro de 2015, o nível do Sistema Paraopeba estava em 30%. O Paraopeba é composto por três reservatórios: Rio Manso, Vargem das Flores e Serra Azul. Nas últimas 24 horas, o Vargem das Flores subiu e os outros dois reservatórios ficaram estáveis.

 

Uma frente fria vai trazer mais chuva para o Sudeste a partir de quinta-feira e a Grande Belo Horizonte terá mais chuva. Confira as informações com a meteorologista Josélia Pegorim.

 

 

Bloqueio atmosférico da ASAS

O bloqueio atmosférico provocado pela ASAS  – alta pressão subtropical do Atlântico Sul – atuou fortemente sobre Minas Gerais até o dia 21 de janeiro, deixando grande parte do Estado com pouca ou nenhuma chuva. O bloqueio foi quebrado com uma frente fria que chegou ao litoral de São Paulo no dia 21 de janeiro. Mas este bloqueio pode voltar? Entenda as condições atmosféricas do bloqueio de 2015.

 

Teremos mais apagões?

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Frente fria traz chuva para o Sudeste
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A semana começou muito quente e seca no Sudeste e em parte do Centro-Oeste. O calor chegou aos 41°C nesta segunda-feira em Mato Grosso do Sul e quase 40°C no interior de São Paulo. Recordes de calor voltaram a ser registrados nas capitais São Paulo e em Brasília. Goiânia também teve recorde de calor no fim da semana, mas a chuva ficou longe, com níveis de umidade entre 20% e 30%, muito baixos para esta época.

Uma grande frente fria chega ao Brasil associada com uma massa polar que terá força para enfraquecer a massa quente e seca que vem predominando sobre o país. Esta nova frente fria vai ajudar a formar mais nuvens e estimular a ocorrência de chuva inclusive na Região Sudeste nos próximos dias. A previsão é de que esta nova frente fria avance nesta terça-feira até o litoral de Santa Catarina e na quarta-feira, 21, já esteja no litoral paulista. 

Temporais no Sul

O calor e o avanço desta frente fria, com seu ar polar entrando em choque com o calor intenso no centro-sul do Brasil, forma nuvens muito carregadas sobre a Região Sul. A situação é de alerta para temporais nos três estados nas próximas 48 horas.

O Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina já estão com chuva acima do normal em janeiro, mas na Região Sudeste, onde janeiro normalmente é com muita chuva, a deficiência de chuva ainda é muito grande. Esta frente fria vai trazer chuva para o Sudeste e um ar fresco aliviando o calor, mas não será para todos.

Quando começa a chover? Confira as informações com a meteorologista Josélia Pegorim

 

 

Confira a previsão para o Brasil para 15 dias 

ASAS enfraquece e ar polar entra no Brasil 

Tarde de 19/1/2015 foi a sexta mais quente em São Paulo em 72 anos  

 

 

Chuva no horizonte de Birigui (SP) , 19-11-2014 por Rafael

 


ASAS enfraquece e ar polar entra no Brasil
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Temperaturas extremamente elevadas, muito acima do normal para janeiro, voltaram a ser registradas na tarde desta segunda-feira especialmente nos Estados das Regiões Centro-Oeste e Sudeste, mas também no Paraná, na Região Sul.

Em Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, a temperatura chegou aos 41°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. São Paulo, o aeroporto de São José dos Campos informou 39°C e apenas 12% de umidade no ar.

Confira as cidades que registram temperaturas iguais ou maiores do que 38,0°C, através da rede de medição automática do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

 

Esse calor é normal no Brasil?

Temperatura até mais elevadas do que estas já foram observadas muitas vezes no Brasil, nas cinco Regiões, mas em geral não foi no mês de janeiro. Esta época é de calor no Brasil, mas as temperaturas não atingem marcas tão elevadas como vem ocorrendo nos últimos dias. Num janeiro normal, a maior parte do país tem dias com muitas nuvens, abafados e com pancadas de chuva frequentes. Tudo isto impede que a temperatura alcance marcas extremas. Mas num janeiro atípico como está o de 2015, e como foi 2014, com pouca chuva, o calor fica muito acima do normal.

 

As temperaturas estão muito acima da média normal para janeiro, mas uma frente fria está chegando com uma massa polar forte para afastar o ar muito quente. Este ar polar vai conseguir enfraquecer o ar muito quente do bloqueio gerado pela alta subtropical do Atlântico Sul.

Os ventos frescos e a chuva começam a baixar a temperatura já nesta terça-feira no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Na quarta-feira, Paraná, parte de São Paulo, de Mato Grosso do Sul e do Rio de Janeiro vão sentir os vetos de origem polar. Mas será que o calorão então acabou?

Confira as informações com a meteorologista Josélia Pegorim

 

 

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Mais calor e menos chuva em SP
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A temperatura máxima nesta sexta-feira na maioria das áreas da Grande São Paulo ficou entre 32°C e quase 34°C. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 33,6°C em Barueri. O Campo de Marte, na zona norte da cidade de São Paulo registrou 33°C e o aeroporto de Congonhas, na zona sul, registrou 32°C.

O calor formou nuvens carregadas que provocaram fortes pancadas de chuva em áreas das zonas central, sul e leste da capital no meio da tarde, que vieram com raios. As nuvens se dissiparam em pouco tempo e desta vez a população da Grande São Paulo não teve grandes transtornos por causa da chuva.

 

Calorão e pouca chuva

Mas as condições do tempo estão desagradando a maioria. Quase todos reclamam do excesso de calor e de chuva. Quase todos já podem contar uma história de queda de árvore, de ficar sem energia elétrica por causa dos temporais. Até quem está na praia reclama do calorão. A sensação térmica tem ficado em torno dos 40°C nas praias de São Paulo por muitas horas consecutivas.

O fim de semana promete mais calor, que pode até bater recorde de novo na capital paulista. Por enquanto, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, a máxima de 2015 é de 35,4°C e foi registrada no dia 12 de janeiro.

 

Sol predomina em todo o Estado de São Paulo e chove pouco

O bloqueio atmosférico causado pela Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) vai deixar todo o Estado de São Paulo com muito sol e calor durante todo o fim de semana. Como não há o avanço de frentes frias e o ar fica até mais seco, a chance de chuva é ainda menor.

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Araras (SP) 3-12-2014 por Walter

Frente fria à vista

O bloqueio da ASAS deve se enfraquecido na próxima semana e uma frente fria deve chegar ao litoral paulista no dia 21 de janeiro aumentando as condições para chuva e aliviando o calorão.

Entenda porque a brisa do mar ajuda a provocar temporais em São Paulo.

 

Como o bloqueio da ASAS será enfraquecido?

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Calor no RJ deve aumentar no fim de semana
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

A cidade do Rio de Janeiro entrou em 2015 sofrendo com a seca e o calorão. A temperatura real do ar nesta sexta-feira não ficou tão alta como nos últimos dias, mas a sensação térmica térmica chegou aos 43°C, ao meio-dia, na região do aeroporto Jacarepaguá, na zona oeste carioca.  O Instituto Nacional de Meteorologia registrou máxima de 35,3°C contra 37,8°C na quinta-feira.

A ligeira queda da temperatura foi provocada pela ação de fraco ventos de sul que sopraram em grande parte do dia e por uma maior quantidade de nuvens que diminuiu a ação do sol forte.

A última chuva na cidade de do Rio  foi entre 4 e 5 de janeiro, segundo o Inmet. Mas na prática, faz mais de um mês que não chove com alguma regularidade na região da capital fluminense. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), dezembro de 2014 teve seis eventos de chuva. Na estação medidora da Saúde choveu aproximadamente 45 mm, para uma média de 170 mm em dezembro.

Calor aumenta no fim de semana 

O sol forte, o calorão e a falta de chuva vão predominar sobre o Estado do Rio de Janeiro por mais alguns dias. Há previsão da chegada de uma frente fria na próxima semana, mas antes do vento fresco entrar, a fornalha vai esquentar ainda mais. 

Na cidade do Rio de Janeiro, a expetativa é de que a temperatura real do ar fique em torno dos 40°C no fim de semana e até passe desta marcar no começo da semana que vem. Até a quarta-feira, dia 21, o recorde de calor para 2015 poderá ser batido mais de uma vez.  A máxima de 2015 até agora é de 40,9°C,em 2 de janeiro, segundo do Instituto Nacional de Meteorologia.

Sol e seca

Todo o Estado do Rio de Janeiro vai continuar com muito sol, muito calor e sem chuva no fim de semana. O calor será intenso com a temperatura real e a sensação térmica em torno dos 40°C nas áreas litorâneas.

O mar fica baixo, com ondas que não devem passar de mei0 metro.

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Frente fria à vista

O excesso de calor, a falta de chuva, o ar seco são consequências de uma mesma situação meteorológica: um bloqueio atmosférico que tem mantido as frentes frias (e o ar polar) longe do Estado do Rio de Janeiro, que vem dificultando o crescimento das nuvens e também diminuiu  vento nos últimos dias.

O bloqueio atmosférico deve ser parcialmente rompido na próxima semana permitindo que uma frente fria chegue ao litoral do Rio de Janeiro facilitando a ocorrência de chuva. Mesmo assim, não tem chuva para todos e isto também não é garantia de normalização do verão. A marca do verão de 2015 também será muito calor e pouca chuva, como o verão de 2014.

 Entenda como o bloqueio será quebrado 


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RJ com mais calor e ainda sem chuva
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A população do Estado do Rio de Janeiro terá que ter mais algumas ideias criativas para driblar o calor. Está valendo tudo atualmente: desde se refugiar no ar condicionado dos cinemas até banho de mar à noite, quando a temperatura do ar fica menos alta. Não está dando nem para contar com um ventinho da brisa do fim da tarde. O vento também anda escasso, como as nuvens, a chuva.

Na terça e na quarta-feira, algumas pancadas de chuva ocorreram em cidades da serra fluminense  e no vale do Paraíba, mas não deram conta de aliviar o calorão e nem a secura do ar atípica.

A cidade do Rio de Janeiro também sofre com a seca que é piorada pelo calor beirando aos 40°C. A última chuvinha foi entre 4 e 5 de janeiro. Mas na prática, faz mais de um mês que não chove com alguma regularidade na região da capital fluminense. Pelas medições do Instituto Nacional de Meteorologia, dezembro de 2014 teve seis eventos de chuva. Na estação medidora da Saúde choveu aproximadamente 45 mm, para uma média de 170 mm em dezembro.

Fim de semana tórrido

Praticamente todo o Estado do Rio de Janeiro vai continuar com muito sol, muito calor e sem chuva no fim de semana. Será um fim de semana tórrido, com a temperatura real e a sensação térmica em torno dos 40°C nas áreas litorâneas.

Há uma possibilidade de chuva rápida para sul fluminense na tarde de sábado. A temperatura na cidade do Rio pode ser recorde para este ano. A máxima de 2015 até agora é de 40,9°C,em 2 de janeiro, segundo do Instituto Nacional de Meteorologia.

 

Nuvens ralas passaram sobre RJ, ES e sobre a maioria das áreas de MG nesta quinta-feira, sem capacidade de provocar chuva. As nuvens de chuva voltaram a se formar sobre SP e em áreas do Triângulo Mineiro.

 

Uma chuva no fim do túnel

O excesso de calor, a falta de chuva, o ar seco são consequências de uma mesma situação meteorológica: um bloqueio atmosférico que tem mantido as frentes frias (e o ar polar) longe do Estado do Rio de Janeiro, que vem dificultando o crescimento das nuvens e também diminuiu  vento nos últimos dias.

O bloqueio atmosférico deve ser parcialmente rompido na próxima semana permitindo que uma frente fria chegue ao litoral do Rio de Janeiro facilitando a ocorrência de chuva. Mesmo assim, não tem chuva para todos e isto também não é garantia de normalização do verão. A marca do verão de 2015 também será muito calor e pouca chuva, como o verão de 2014.

 

 

Maricá (RJ) em 15-1-2015 por Gisele

 

O que é o bloqueio atmosférico?

Massas de água quente nos oceanos Pacífico e Atlântico Sul deixam as frentes frias ainda mais enfraquecidas durante o verão 2015, dificultando o deslocamento do ar polar para o Brasil.

Como as massas polares não consegue chegar, uma massa quente e seca ganha espaço sobre o país, que está associada com o sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul, a ASAS. O bloqueio atmosférico é gerado pela forte atuação da ASAS (alta pressão) está deixando o Sudeste com muito menos chuva do que o normal para esta época do ano.

 

Entenda o bloqueio atmosférico de 2015 e saiba as semelhanças e diferenças com a situação que ocorreu no verão de 2014.

 

Como será a chuva no Brasil até o fim de janeiro?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O bloqueio atmosférico gerado pela forte atuação da ASAS (alta pressão subtropical do Atlântico Sul) está deixando o Sudeste e muitas áreas do Centro-Oeste com muito menos chuva do que o normal para esta época do ano. Com as frentes frias sendo bloqueadas no extremo sul do Brasil e o calor intenso, os estados da Região Sul estão tendo dias de temporais. No Rio Grande do Sul, 2015 começou com um pico de cheia do rio Uruguai, que á fronteira oeste gaúcha com a Argentina.  Com os temporais frequentes, o nível das águas não baixa.

A falta de chuva também marca este começo de ano no Nordeste. A ZCIT,  Zona de Convergência Intertropical, que em anos normais começa a se aproximar da costa do Nordeste nesta época, e aumenta as condições para chuva, ainda está distante. E o pior: não apresenta sinais ainda de que vai se aproximar. O Norte do Brasil, como Sul, vem tendo chuvas frequentes e volumosas.

O bloqueio atmosférico deve ser parcialmente rompido na próxima semana permitindo que as frentes frias cheguem ao litoral do Sudeste, facilitando a ocorrência de chuva. Mesmo assim, não tem chuva para todos.

 

 

A  meteorologista Josélia Pegorim faz um panorama da distribuição da chuva sobre o Brasil para os próximos 15 dias.

 

Chuva forte sobre Barretos (SP) 21-11-2014 por Fernando Baraldi

 

Entenda as diferenças e semelhanças entre o bloqueio do verão de 2014 e deste verão de 2015 

Quando o bloqueio da ASAS será rompido?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pelo segundo verão consecutivo, a alta subtropical do Atlântico Sul (ASAS) atua de forma atípica sobre Brasil. Este sistema de alta pressão atmosférica gera um bloqueio que altera o caminho natural das frentes frias. A circulação dos ventos gerada pela ASAS afasta as frente frias para alto mar no extremo sul do Brasil impedindo que o ar polar chegue ao Sudeste. As temperaturas acima do normal, níveis de umidade muito baixos para os padrões do verão, a redução da chuva são efeitos do bloqueio atmosférico.

Os estados do Sudeste e do Centro-Oeste são os que mais sentem s efeitos negativos do bloqueio. Para mudar a situação, romper o bloqueio da ASAS é preciso surgir uma massa polar forte, que também é um sistema de alta pressão.

Na próxima semana, espera-se a chegada de uma frente fria com força suficiente para interromper este bloqueio. Entre os dias 20 e 21 de janeiro, este sistema deve alcançar o litoral da Região Sudeste estimulando chuva por vários dias.

 

Mas será que a chuva será generalizada? A meteorologista Josélia Pegorim explica como ficará a chuva no Sudeste até o fim de janeiro.

 

Calor não vai dar trégua no centro-sul do Brasil
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Bloqueio das frentes frias

 

O calor continua sendo destaque no Brasil.  O ar polar das frentes frias está sendo bloqueado no centro-sul da Argentina e não tem conseguido chegar nem ao interior da Região Sul do Brasil. Este bloqueio está associado com a forte atuação alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) que se intensificou sobre o país na semana passada. Na quinta-feira, uma frente fria alivia o calor em parte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e deve passar muito fraca na divisa de São Paulo com o Paraná. Mas só há expectativa de que uma frente fria consiga avançar pelo litoral paulista após o dia 19 de janeiro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 RJ foi o estado mais quente na segunda-feira

 

 

 

Das 10 maiores temperaturas medidas pela rede de estações meteorológicas automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia em 12 de janeiro, 5 eram no Estado do Rio de Janeiro.Na região do aeroporto Santos Dumont, a sensação térmica ao meio-dia era de 46°C, com temperatura real do ar de 36°C. A temperatura real do ar chegou aos 40,2°C em Seropédia

 

Confira as mais altas temperaturas no Centro-Oeste, Sudeste e Sul em 12 de janeiro, segundo o Inmet.

 

 

Sensação térmica supera os 40°C

 

No começo da tarde desta segunda-feira, a sensação térmica superava os 40°C em muitas áreas de todas as Regiões do Brasil. O que mais impressionava era a sensação térmica no Sul e em áreas do Sudeste que às 14 horas chegava aos 43°C na cidade do Rio de Janeiro, em Criciúma, no sul de Santa Catarina e em Santos, no litoral de São Paulo nos aeroporto.  No Campo dos Afonsos, na zona oeste do Rio de Janeiro, a temperatura real do ar era de 40°C, com sensação térmica de 43°C. Porém, ao meio-dia, a sensação térmica na região do aeroporto Santos Dumont,  no centro do Rio, chegou aos 46°C, com temperatura real do ar de 36°C,

O Mapa mostra a sensação térmica em alguns aeroportos do Brasil Às 14 horas de 12 de janeiro de 2015.

 

Entenda o que é a sensação térmica 

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