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Grande SP ainda tem risco de chuva durante a noite
sexta-feira, 20 de março de 2015

Atualizado em 20/03/2015 às 16h55

As instabilidades vieram com força sobre a cidade de São Paulo e provocaram temporais. Segundo informações do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) foram registrados um total de 25 pontos de alagamentos durante os temporais.

Nas imagens do satélite meteorológico é possível ver a chegada de mais instabilidades vindas do interior que podem provocar novos temporais.

Clique na imagem e veja o satélite de todo o Brasil

 

Segundo informações dos radares Climatempo-USP havia a presença de chuva forte em áreas da Zona Norte às 15h.

Veja a imagem dos radares Cliamtempo-USP em tempo real.

Áreas de instabilidade que estão espalhadas sobre o Estado de São Paulo se intensificam e as nuvens carregadas voltam a se formar em diversas regiões paulistas.

A última tarde do verão de 2015 começou com nuvens carregadas sobre a Grande São Paulo trazendo mais chuva. No decorrer da tarde, as áreas de instabilidade devem aumentar e há risco de temporais em todas regiões da Grande São Paulo.

Segundo CGE entre 13h e 14h choveu 7 mm sobre a Vila Prudente e 7,8 mm no posto de medição do Ipiranga. O SAISP – Sistema de Alerta e Inundações do Estado de São Paulo registrou 28,2 m no período sobre o rio Tamanduateí,  na região do viaduto Pacheco Chaves.  É um volume de chuva elevado e exige atenção.

Na Climatempo, (região do Paraíso- Vila Mariana) a chuva começou forte por volta das 14h30.

Segundo a rede de detecção de descargas elétricas Earth Network, até por volta das 14h30 caíram 127 raios considerando a área de São Paulo, Santo André, São Caetano e São Bernardo do Campo.

Radares Climatempo-USP 14h35

 

Por volta das 13h50, os radares Climatempo-USP detectavam chuva forte na região do Ipiranga, Diadema e São Caetano do Sul. Há risco de um novo transbordamento do córrego Ipiranga, que ontem extravasou.

 

Radares Climatempo-USP 15h52Clique na imagem e acompanhe a chuva em tempo real

Frente fria no fim de semana

As condições do tempo em São Paulo no primeiro fim de semana do outono serão marcadas pela passagem de uma frente fria especial. O ar polar desta frente fria vem com moderada a forte intensidade e entra em choque com o ar úmido e quente que já está sobre o Estado de São Paulo e outras áreas da Região Sudeste. O choque térmico acentuado vai facilitar a formação de nuvens carregadas. A previsão é de que chova forte sobre a Grande São Paulo neste fim de semana com a passagem desta frente fria. Há risco de novos alagamentos.

Chuva enfraquece em São Paulo, mas ainda é generalizada
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Atualizado às 17h55 de 25/02/2015

Por volta das 18 horas, as áreas de instabilidade já haviam enfraquecido sobre a Grande São Paulo, porém a chuva ainda caía de forma generalizada. A chuva estava fraca a moderada na maioria das áreas da capital e a tendência e de enfraquecimento nas próximas horas.

Radares Climatempo-USP - 17h42 - 25-2-2015

 

Nuvens carregadas voltaram a se formar sobre a Grande São Paulo e provocaram temporais que causaram grandes transtornos.  A chuva intensa começou pelas zonas norte e leste da capital e em municípios do norte a Grande São Paulo. Fortes trovoadas começaram a ocorrer na região da Climatempo (Paraíso-Vila Mariana) por volta das 14 horas. O internauta Joel entro em contato com a Climatempo informando chuva forte na zona leste e com queda da granizo.

Segundo informações da rede de monitoramento da Earth Networks um total de 3658 raios foram registrados desde o início dos temporais em São Paulo, até por volta das 17 horas. Este número contabiliza raios nuvens/solo e nuvem/nuvem.

3658 raios detectados durante a tarde, até por volta das 17 horas (rede Earth Network)

As imagens dos radares Climatempo-USP mostram a concentração de chuva forte no Centro e Zona Leste da capital paulista às 15h35.

Radares Climatempo-USP às 15h32. Clique na imagem e veja os radares em tempo real.

Segundo informações do Sistema de Alerta a Inundações de São Paulo (SAISP) o Rio Tietê na altura do Jardim Romano tem uma elevação no nível, até às 15h não havia informações sobre extravasamento. Às 16:20 o SAISP informava o extravasamento do Rio Tamanduateí na altura do Mercado Municipal, as proximidades de Pacheco Chaves estão em alerta.

Às 18 horas, o CGE mantinha quase toda a capital em estado de atenção para enchentes. Parte das zonas central, leste e sudeste estava em alerta por causa de enchentes já detectadas pelo transbordamento do rio Tamanduateí e do córrego Moóca.

Às 15h já havia 1 ponto de alagamento no Ipiranga. Às 15h30 o CGE informava a presença de um ponto de alagamento intransitável na Praça da Bandeira – Sé. Às 16h50 o CGE informa que as regiões da Vila Prudente, Ipiranga e Mooca entraram em estado de alerta devido as fortes chuvas.

O Metrô também teve que reduzir sua velocidade reduzida em decorrência das chuvas entre as estações Tiradentes e Tucuruvi da Linha 1 (azul), Alto do Tietê e Chácara Klabin da Linha 2 (verde) e em todo o percurso da linha 3 (vermelha), às 15h15. Segundo informações da CPTM a linha 10 Turquesa está paralisada devido alagamentos.

Radares Climatempo-USP  às 13h37 indicavam chuva muito forte na região da VIla Maria, na zona norte. A chuva intensa aparece em tom de rosa

Áreas de instabilidade atuam sobre o Estado de São Paulo e deixam grande quantidade de nuvens no decorrer do dia sobre todas as regiões paulistas. Choveu durante a madrugada principalmente sobre o interior e algumas localidades tiveram chuva moderada a forte.

Estas áreas de instabilidade vão provocar mais chuva nesta quarta-feira em todo o Estado e devem se intensificar com o calor. Assim, chuvas moderadas a fortes voltam a ocorrer principalmente durante a tarde e também à noite, com raios e risco de fortes rajadas de vento.

 

Um arco-íris depois da chuva

Algumas áreas na Grande São Paulo registram chuva na madrugada e ao amanhecer desta quarta-feira. Quando o sol foi surgindo no horizonte ainda encontrou a atmosfera carregadas das gotículas de chuva e um lindo arco-íris se formou para dar bom dia.

 

Radares Climatempo-USP 25-2-2015 por volta das 6h50. Clique na imagem e acompanhe a chuva em tempo real

Mas a Grande São Paulo ainda terá mais chuva nesta quarta-feira e poderá ser forte, causando mais alguns transtornos. O dia segue úmido e com sensação de abafamento. A chuva forte deve ocorrer antes do fim da tarde.

Várias pessoas em diferentes locais da Grande São Paulo registram o arco-íris. Confira.

#fotografeotempo por César Soares na Zona Norte de São Paulo

 

São Paulo (SP): arco-íris fotografado da região da Vila Mariana por Aline Tochio em 25-2-2015

 

São Paulo (SP): arco-íris duplo fotografado no bairro da Mooca por Fáabio Silva em 25-2-2015

 

Guarulhos (SP) arco-íris fotografado por Rodrigo Barros em 25-2-2015

O calor de fevereiro está muito acima do normal?

Rio Branco é alagada pela cheia do rio Acre
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Enquanto estados do Nordeste e Sudeste lutam contra a seca, no Norte o drama das alagações por acusas da cheia dos rios volta a se repetir. A chuva intensa que caiu sobre o Acre no fim de semana colaborou para a elevação e transbordamento do rio Acre. No domingo,  o nível do rio superou a cota de transbordamento que é de 14 metros e as águas invadiram Rio Branco, capital do Acre. A cidade de Brasiléia entrou em estado de calamidade pública nesta segunda-feira. A água do rio Acre quase cobria o telhado das casas.

 

Foto: SECOM - governo do Acre

 

Cidades do sul do Amazonas, próximas da divisa com o Acre, enfrentam a cheia do rio Juruá. Já em Rondônia, o nível elevado do rio Madeira e do Mamoré também já preocupa. No ano passado, a cheia histórica do Madeira isolou as estradas de ligação com o Acre por muitas semanas.  Na região Alto Solimões, a elevação do nível também já preocupa.

 

Foto: SECOM - governo do Acre

 

Mais chuva

As áreas de instabilidade sobre o Norte do Brasil vão continuar ativas nos próximos 15 dias. A previsão é de que as pancadas de chuva continuem frequentes e podem ser fortes em muitas horas. Sobre o Acre e o sul do Amazonas, a estimativa é de que chova mais de 150 mm até 10 de março. O nível dos rios no sul do Amazonas, Acre e Rondônia pode subir ainda mais. A elevação do rio Solimões

As imagens de satélite mostram a situação do sábado (21) sobre o Acre. As manchas amarelas entre o Acre, Amazonas e Rondônia representam nuvens muito carregadas com potencial para provocar chuva muito forte e volumosa. Em Rio Branco, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, choveu quase 100 mm entre a tarde do dia 21 e a madrugada do dia 22 de fevereiro.

 

 

Saiba porque o reservatório de Tucuruí pode não sangrar este ano.

Ventania e chuva forte no Sul
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O Sul do Brasil volta a ficar em atenção para ventania e chuva forte. Uma nova frente fria passa pelo litoral do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira e uma área de baixa pressão atmosférica vai influenciar toda a Região Sul e também o Paraguai e o norte da Argentina. Pelos menos até a próxima segunda-feira, a baixa pressão vai ajudar a formar vários aglomerados de nuvens carregadas que vão provocar temporais. Estas nuvens podem se formar sobre o Sul do Brasil, mas também sobre a Argentina e sobre o Paraguai e depois avançar sobre os estados do Sul.

A população deve ficar atenta com chuva forte que pode causar alagamentos nos centros urbanos, mas também com raios e rajadas de vento que podem até superar os 80 km/h.

 

Volta a chover forte sobre o leste Santa Catarina e leste do Paraná

As áreas de instabilidade que se formam sobre o Sul nos próximos dias podem provocar chuva forte novamente sobre o leste de Santa Catarina e leste do Paraná, incluindo as capitais Curitiba e Florianópolis. Estas regiões sofreram com grandes  enchentes e queda da barreira no início do Carnaval, entre os dias 13 e 15 de fevereiro. Em Florianópolis, segundo o Epagri-Ciram, choveu 291 mm em 120 horas, sendo que a média de chuva normal para o mês de fevereiro é de 218 mm.

Por causa da chuva intensa do Carnaval, o leste do Paraná e de Santa Catarina já estão com chuva acima da média para este mês. Este é mais um motivo de preocupação, pois o solo está encharcado. A chuvas dos próximos dias poderá causar novos deslizamentos. Mas nos próximos dias, o Rio Grande do Sul também terá temporais e que podem causar problemas até em Porto Alegre.

O mapa mostra  anomalia (diferença entre a média e o que foi observado) de chuva até o dia 18 de fevereiro. O tom azul indica que a chuva superou a média.

 

Ventania e chuva forte de quarta-feira

Fortes áreas de instabilidade se formaram na Argentina e no Paraguai e avançaram sobre o Sul do Brasil nesta quinta-feira provocando temporais. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou rajadas de vento de 89 km/h em Goioerê, no Paraná,  às 15 horas e de 82 km/h às 16 horas. Em Lages, em Santa Catarina, uma rajada chegou aos 85 km/h, às 19 horas. Em Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul, uma rajada alcançou 84 km/h às 15 horas. Outras cidades do Sul tiveram rajadas de vento entre 50 km/h e 70 km/h

Rajadas de vento entre 80 km/h e 90 km/h podem causar destelhamento e queda de árvores de médio porte.

 

Temporal em Mandaguari (PR) 30-10-14 Marcos KLagenberg

As pancadas de chuva foram fortes em vários locais deixando de 20 mm a 30 mm de chuva acumulados em apenas 1 hora. Do início da tarde até por volta das 21 hora de 19 de fevereiro, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou 55,0mm sobre Canguçu (RS) e quase 45 mm sobre Lages (SC).

 

 

Confira a tendência da chuva para os próximos dias

Chuva preocupa em Santa Catarina e no Paraná
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A chuva preocupa neste Carnaval no Paraná e em Santa Catarina. Os dois estados tiveram uma semana marcada por temporais, apesar das muitas horas com sol forte. Além da chuva volumosa, as nuvens carregadas que passaram sobre os dois estados provocaram ventania e muitos raios.

Durante o fim de semana de Carnaval, o risco de novos temporais é bastante elevado. Uma frente fria fica próxima ao litoral paulista e áreas de baixa de pressão atmosférica se intensificam sobre o Paraguai e também sobre o mar, na costa de São Paulo. Nesta situação, a circulação dos ventos gerada por estas baixas pressões vão ajudar a formar grandes áreas de nuvens carregadas em toda a região entre o Paraguai, o Mato Grosso do Sul, São Paulo e Santa Catarina.

 

As áreas de instabilidade ficam ativas durante todo o fim de semana e devem provocar muita chuva em diversas áreas de todos estes estados. Com a chuva que já foi acumulada nos últimos dias, o risco de alagamentos e deslizamento de terra é grande.

No Paraná, o risco de chuva volumosa e que poderá causar transtornos é alto em todo o Estado. Em Santa Catarina, a maior quantidade de chuva é esperada para a o planalto norte, vale do Itajaí e litoral norte. Há risco de chuva intensa também sobre a Grande Florianópolis.

As áreas de instabilidade devem enfraquecer na segunda-feira, mas fortes pancadas de chuva ainda poderão ocorrer até a terça-feira.

Chuva volumosa

Só no fim da tarde de sexta-feira, 13, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou quase 70 mm sobre Morretes, no litoral paranaense, sendo que 52,8 mm caíram em apenas 1 hora. É um volume de chuva extremamente elevado para um período de tempo tão curto.

Em Santa Catarina, o Epagri-Ciram registrou mais de 40 mm acumulados em 24, entre os dias 12 e 13 de fevereiro, em muitas áreas catarinenses. Em Concórdia choveu 108 mm.

 

 

Mar agitado

Durante o domingo, 15, o mar começa a ficar agitado na costa sul do Brasil.  Descubra a melhor onda e a sua tribo no Climasurf.

Confira a previsão com a meteorologista Josélia Pegorim

 

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Confira como será a distribuição de chuva sobre o Brasil nos próximos 15 dias

Confira a previsão para o Carnaval em todo o Brasil

Temporais se espalham pelo oeste do RS
terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A aproximação de uma nova frente fria já provoca aumento na quantidade de nuvens e chuva forte em diversas áreas do centro-oeste gaúcho. As imagens do satélite meteorológico mostram a presença de grandes nuvens que são capazes de provocar fortes pancadas acompanhadas de raios.

Os tons em vermelho, azul e branco indicam a presença de nuvens grandes do tipo Cumulonimbus (Cb), segundo as imagens do satélite as áreas que possuem a chuva mais intensa são: a Fronteira Oeste e Noroeste gaúchos.

A presença das nuvens do tipo Cb também provocam o aumento na intensidade do vento em diversas áreas. Na manhã de terça-feira (30), o município de Novo Horizonte, no oeste catarinense, já registrava rajadas de 44 km/h segundo informações das estações automáticas do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

2014 termina com chuva e 2015 começa da mesma forma

Os últimos momentos de 2014 serão marcados por mais chuva em todas as áreas da Região Sul do Brasil. Há o risco de chuva forte inclusive durante a virada para o ano de 2015, as três capitais deverão ter chuva nos primeiros momentos de 2015. Tudo isso por conta tanto do avanço de uma frente fria quanto pela presença de um sistema de baixa pressão atmosférica entre o norte da Argentina e o sul do Paraguai que também ajuda na organização de mais nuvens carregadas.

Áreas do oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina poderão ter acumulados de chuva de até 200mm até o dia 4 de janeiro. A chuva volumosa tem potencial para causar alagamentos e enchentes. O alerta também é para rajadas de vento acima dos 50 km/h.

Quer saber a previsão do tempo completa para o ano novo em todo o Brasil? Então confira: Previsão para a virada 2015

Litoral de SP tem sol no primeiro fim de semana do verão
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

A previsão sol para o litoral é o melhor presente de Natal que se poderia dar para a população,  depois da chuva torrencial que caiu no nos dias 22 e 23 de dezembro de 2014. Cidades da Baixada Santista e do Litoral Norte registram grandes alagamentos que deixaram carros debaixo d´água.

Em Santos, segundo dados da Defesa Civil, choveu 291,1 mm entre os dias 22 e 24 de dezembro, valor que já supera a média histórica de chuva para todo o mês de dezembro que é de aproximadamente 235 mm. O total acumulado desde o início do mês até manhã do dia 24 era de 369,2 mm.

São Sebastiao (SP) enchente em 23-12-2024 por Lucas Lima

 

ASAS do solA chuvarada foi provocada por uma frente fria que já está se afastando do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. As áreas de instabilidade enfraquecem nesta quinta-feira, 25 de dezembro, o que vai permitir a diminuição da nebulosidade e a volta do sol ao litoral paulista. Mas o dia ainda será com muitas nuvens e com possibilidade de chuva fraca em alguns momentos.

 

Ubatuba (SP) 7-12-2014 por Karin Schimidt

 

A partir de sexta-feira, a nebulosidade diminui ainda mais e sol volta forte, fazendo a temperatura subir rapidamente. O primeiro fim de semana do verão promete sol, calor e pouca chuva nas praias de São Paulo, mesmo com a expectativa de chegada de outra frente fria no domingo, 28. Mas esta frente fria é fraca e não há risco de novos temporais.

A diminuição da nebulosidade e da chuva nos próximos dias está associada a intensificação da Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) sobre o Brasil.

Mar baixando

A maré alta colaborou para as enchentes do começo da semana no litoral de São Paulo. As ondas ainda estavam altas, em torno de 1,5m nesta quarta-feira, mas a tendência é de baixar.

Descubra as melhores ondas e a sua tribo no Climasurf

O coordenador da Defesa Civil de Santo, Daniel Onias, em entrevista no Climatempo News em 24/12/2014 comenta sobre a situação da Baixada Santista após as chuvas intensas. Ele revela as preocupações para a época de festas, quando a milhares de turistas passam pela região.

 

 

 

ASAS ganha força sobre o Brasil 

Confira as primeiras previsões para o Ano Novo!

Aberta a temporada de temporais
terça-feira, 25 de novembro de 2014

Temporal é a mesma coisa que tempestade. É chuva forte, mas não é só isto. Veja a definição de tempestade, conforme está no glossário no REDEMET – Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica, que é responsável pelas informações meteorológicas em grande parte dos aeroportos do Brasil:

“TEMPESTADES: produzidas por nuvens do tipo cumulonimbus, são eventos de micro-escala e de curta duração caracterizados por trovoadas, raios, rajadas de vento, turbulência, granizo, gelo, chuva, ventos fortes descendentes e em situações extremas, tornados.”

 

Só na terça-feira, 25 de novembro, era fácil perceber os aglomerados de cumulonimbus em quase todos os estados brasileiros. O Amapá, Roraima, grande parte do Pará e quase todo o Nordeste tiveram um dia seco, com umidade abaixo do normal, o que não permitiu a formação das nuvens carregada. Mas na semana passada, as nuvens de tempestades se formaram por todos os estados do Nordeste, estimuladas pela passagem de uma frente fria.

Nas imagens de satélite, as setas pretas indicam os aglomerados de nuvens carregadas. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, eles se formaram especialmente na manhã do dia 25 de novembro.

 

Estamos precisando muito da chuva forte, da chuva dos temporais. Mas ela em geral não vem sozinha: tem os raios, a ventania, o granizo, às vezes tornado. Tudo isto causa destruição.

Tempestade em Várzea Grande (MT), por MTWeather--Caçadores de tempestades no Brasil

 

Saiba porque estamos iniciando a temporada de temporais. O comentário é da meteorologista Josélia Pegorim.

 

Se a sua empresa é afetada diretamente pelas tempestades e raios, conheça o serviço de Monitoramento e Alerta de Tempestades SMAC aqui.

Mais temporais para o Rio Grande do Sul
terça-feira, 7 de outubro de 2014

Uma frente fria se afasta do Rio Grande do Sul, mas as pancadas de chuva voltam a ocorrer no Estado nesta quarta-feira. Por enquanto, a previsão é de que chova só a partir da tarde em algumas áreas do centro-oeste e parte do sul gaúcho. O aumento da temperatura e a formação de aglomerados de nuvens carregadas entre o Paraguai e o norte da Argentina vão trazer a chuva de volta para o Rio Grande do Sul. O sol aparece forte durante várias horas. As outras áreas do Sul terão uma quarta-feira com sol forte o dia todo e uma tarde quente.

Nova frente fria

A trégua dos temporais no Rio Grande do Sul termina na quinta-feira com a chegada de uma nova frente fria. Porém, as áreas de tempestades devem ficar concentradas na fronteira com  o Uruguai. Há risco de enchente com o grande volume de chuva sobre os rios Quaraí e Jaguarão

 

A população do sul gaúcho deve se preparar para dois dias de muita chuva, com risco de ventania e granizo, pois estas nuvens carregadas vão ficar bloqueadas entre o Rio Grande do Sul e Uruguai por 48 horas. A instabilidade enfraquece só no sábado. Mas há previsão de mais chuva sobre o Rio Grande do Sul para a semana que vem.

Confira a previsão do tempo para a Região Sul

 

Cheia do rio Uruguai

O rio Uruguai está tendo sua segunda cheia em menos de seis meses. Em junho, cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul ficaram debaixo d´água devido ao excepcional volume de chuva sobre os dois estados. A segunda cheia ocorreu com o grande volume de chuva acumulado em setembro, mas particularmente na última semana do mês. Em alguns pontos, o rio Uruguai está 12 metros acima do seu nível normal deixando centenas de pessoas fora de suas casas. A navegação também sofre problemas.

 

 

Confira a entrevista com tenente coronel Edérson Franco, da defesa civil do Rio Grande do Sul.

 

 

Os mapas mostram a anomalia (diferença em relação à média) de chuva sobre o Sul do Brasil nos últimos meses. Os tons de azul representam mais chuva do que o normal.

 

 

 

 

 

Como está a Fronteira Oeste do RS após as chuvas?
quarta-feira, 16 de julho de 2014

por Maria Clara Machado

O nível do Rio Uruguai ainda está acima do leito normal em municípios da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul após as chuvas volumosas que caíram sobre o do Estado no mês de junho. Só agora as famílias de Uruguaiana estão conseguindo retornar às suas casas. Em Itaqui e São Borja, a maioria das famílias já retornou.

A maior preocupação da Defesa Civil Regional é com as chuvas fortes que possam acontecer sobre o norte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Segundo o órgão, a grande quantidade de chuva nestas áreas causa um impacto direto no nível do Rio Uruguai aumentando o risco de enchentes em municípios da Fronteira Oeste. Acompanhe o que diz  o Capitão Gerson Corrêa de Melo, Coordenador Regional da Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

Nesta quarta-feira (16), há previsão de pancadas de chuva no Rio Grande do Sul. Amanhã (17), a chuva deve se intensificar sobre o Estado e várias áreas poderão ter temporais. A população deve se preparar ainda para uma nova onda de frio no fim de semana. A Climatempo prevê forte queda de temperatura  e geadas generalizadas sobre o Sul do Brasil.