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Aberta a temporada de temporais
terça-feira, 25 de novembro de 2014

Temporal é a mesma coisa que tempestade. É chuva forte, mas não é só isto. Veja a definição de tempestade, conforme está no glossário no REDEMET – Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica, que é responsável pelas informações meteorológicas em grande parte dos aeroportos do Brasil:

“TEMPESTADES: produzidas por nuvens do tipo cumulonimbus, são eventos de micro-escala e de curta duração caracterizados por trovoadas, raios, rajadas de vento, turbulência, granizo, gelo, chuva, ventos fortes descendentes e em situações extremas, tornados.”

 

Só na terça-feira, 25 de novembro, era fácil perceber os aglomerados de cumulonimbus em quase todos os estados brasileiros. O Amapá, Roraima, grande parte do Pará e quase todo o Nordeste tiveram um dia seco, com umidade abaixo do normal, o que não permitiu a formação das nuvens carregada. Mas na semana passada, as nuvens de tempestades se formaram por todos os estados do Nordeste, estimuladas pela passagem de uma frente fria.

Nas imagens de satélite, as setas pretas indicam os aglomerados de nuvens carregadas. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, eles se formaram especialmente na manhã do dia 25 de novembro.

 

Estamos precisando muito da chuva forte, da chuva dos temporais. Mas ela em geral não vem sozinha: tem os raios, a ventania, o granizo, às vezes tornado. Tudo isto causa destruição.

Tempestade em Várzea Grande (MT), por MTWeather--Caçadores de tempestades no Brasil

 

Saiba porque estamos iniciando a temporada de temporais. O comentário é da meteorologista Josélia Pegorim.

 

Se a sua empresa é afetada diretamente pelas tempestades e raios, conheça o serviço de Monitoramento e Alerta de Tempestades SMAC aqui.

Mais temporais para o Rio Grande do Sul
terça-feira, 7 de outubro de 2014

Uma frente fria se afasta do Rio Grande do Sul, mas as pancadas de chuva voltam a ocorrer no Estado nesta quarta-feira. Por enquanto, a previsão é de que chova só a partir da tarde em algumas áreas do centro-oeste e parte do sul gaúcho. O aumento da temperatura e a formação de aglomerados de nuvens carregadas entre o Paraguai e o norte da Argentina vão trazer a chuva de volta para o Rio Grande do Sul. O sol aparece forte durante várias horas. As outras áreas do Sul terão uma quarta-feira com sol forte o dia todo e uma tarde quente.

Nova frente fria

A trégua dos temporais no Rio Grande do Sul termina na quinta-feira com a chegada de uma nova frente fria. Porém, as áreas de tempestades devem ficar concentradas na fronteira com  o Uruguai. Há risco de enchente com o grande volume de chuva sobre os rios Quaraí e Jaguarão

 

A população do sul gaúcho deve se preparar para dois dias de muita chuva, com risco de ventania e granizo, pois estas nuvens carregadas vão ficar bloqueadas entre o Rio Grande do Sul e Uruguai por 48 horas. A instabilidade enfraquece só no sábado. Mas há previsão de mais chuva sobre o Rio Grande do Sul para a semana que vem.

Confira a previsão do tempo para a Região Sul

 

Cheia do rio Uruguai

O rio Uruguai está tendo sua segunda cheia em menos de seis meses. Em junho, cidades de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul ficaram debaixo d´água devido ao excepcional volume de chuva sobre os dois estados. A segunda cheia ocorreu com o grande volume de chuva acumulado em setembro, mas particularmente na última semana do mês. Em alguns pontos, o rio Uruguai está 12 metros acima do seu nível normal deixando centenas de pessoas fora de suas casas. A navegação também sofre problemas.

 

 

Confira a entrevista com tenente coronel Edérson Franco, da defesa civil do Rio Grande do Sul.

 

 

Os mapas mostram a anomalia (diferença em relação à média) de chuva sobre o Sul do Brasil nos últimos meses. Os tons de azul representam mais chuva do que o normal.

 

 

 

 

 

Como está a Fronteira Oeste do RS após as chuvas?
quarta-feira, 16 de julho de 2014

por Maria Clara Machado

O nível do Rio Uruguai ainda está acima do leito normal em municípios da Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul após as chuvas volumosas que caíram sobre o do Estado no mês de junho. Só agora as famílias de Uruguaiana estão conseguindo retornar às suas casas. Em Itaqui e São Borja, a maioria das famílias já retornou.

A maior preocupação da Defesa Civil Regional é com as chuvas fortes que possam acontecer sobre o norte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Segundo o órgão, a grande quantidade de chuva nestas áreas causa um impacto direto no nível do Rio Uruguai aumentando o risco de enchentes em municípios da Fronteira Oeste. Acompanhe o que diz  o Capitão Gerson Corrêa de Melo, Coordenador Regional da Defesa Civil do Rio Grande do Sul.

Nesta quarta-feira (16), há previsão de pancadas de chuva no Rio Grande do Sul. Amanhã (17), a chuva deve se intensificar sobre o Estado e várias áreas poderão ter temporais. A população deve se preparar ainda para uma nova onda de frio no fim de semana. A Climatempo prevê forte queda de temperatura  e geadas generalizadas sobre o Sul do Brasil.

Nova frente fria no Sul do Brasil esta semana
segunda-feira, 14 de julho de 2014

A trégua da chuva no Sul já está novamente com as horas contadas. Uma nova frente fria avança sobre a Região no decorrer desta semana provocando mais chuva nos três estados.

O Sul do Brasil ainda sente os efeitos da chuva volumosa que ocorreu em junho causando a cheia vários rios e enchentes de grandes proporções nos três estados. A pior situação ocorreu na última semana de junho, quando choveu muito sobre o rio Uruguai e seus afluentes na divisa entre Santa Catarina e Paraná. Por causa cheia do rio Uruguai, o Rio Grande do Sul ainda tinha em 14 de julho 7881 pessoas desalojadas e desabrigadas.

Confira a previsão do volume de chuva para esta semana no Sul

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim comenta como será a passagem desta frente fria sobre o Sul no decorrer desta semana.

 

Dias de sol para o Sul do Brasil
quinta-feira, 10 de julho de 2014

A melhor notícia para Sul do Brasil agora talvez seja a previsão de dias com sol e tempo seco. As áreas de instabilidade que deixaram o Paraná e Santa Catarina com nuvens carregadas nesta quarta-feira já enfraqueceram. Ainda há muita nebulosidade por todo o Sul e pode até chover na tarde de hoje, mas a chuva que ocorrer será fraca.

Ar seco

A partir desta sexta-feira, uma massa de ar seco vai ganhar força sobre o Sul do Brasil. A diminuição da umidade vai evitar a crescimento de novas áreas de instabilidade e quase toda da Região vai passar vários dias sem chuva. No fim de semana, o sol e o tempo seco vão predominar. O litoral poderá ter alguma chuva fraca. No domingo, o sul e o leste do Rio Grande do Sul podem ter pancadas de chuva.

A chuva deve voltar a preocupar só depois do dia 15 de julho, com a chegada de uma frente fria.

Os mapas mostram a previsão do total de chuva previsto para  Sul. O tom de marrom avermelhado indica pouca chuva, com acumulados máximos de até 10 mm.

 

 

 

Julho começou com pouca chuva

Há dez dias o Sul do Brasil não registra chuva volumosa e grande parte da Região tem estado com sol. Mesmo assim, a população do Sul ainda sente os transtornos e prejuízos causados pela chuvarada de junho, que foi muito acima do normal. O grande volume de chuva sobre o rio Uruguai e seus afluentes fez com que este rio tivesse uma cheia recorde deixando cidades gaúchas , catarinenses e também da Argentina e do Uruguai debaixo d´água. No dia 10 de julho de 2014, 124 cidades do Rio Grande do Sul ainda estavam em situação de emergência. Iraí e Barra do Guarita permaneciam em estado de calamidade pública.

O mapa mostra a anomalia (diferença em relação ao normal) de chuva no Sul do Brasil em junho de 2014. Os tons de azul indicam chuva acima da média normal.

 

Há risco de novas enchentes no Sul?
quarta-feira, 9 de julho de 2014

Novas áreas de instabilidade se intensificaram entre o Brasil e o Paraguai espalhando nuvens carregadas sobre o Paraná e Santa Catarina, que voltaram a provocar chuva principalmente em áreas do oeste e do norte do Paraná. Os maiores volumes registrados pelo Instituto Nacional de Meteorologia entre o fim da noite de terça-feira, 8, e o começo da tarde  fim da manhã de quarta-feira foram de 21,6 mm em Marechal Cândido Rondon, 18,8 mm em Foz do Iguaçu e 15,6 mm em Goioerê. Chuvas leves, com acumulados abaixo de 10 mm ocorrem em áreas de Santa Catarina. No Rio Grande do Sul,  apesar da presença de algumas nuvens,  o tempo seco e o sol predominavam até o início da tarde desta quarta-feira.

Embora a chuva não tenha sido forte e nem de forma generalizada sobre o Sul, a presença das nuvens deixando todo o céu nublado traz o temor do retorno de novas enchentes, alagamentos e chuva intensa.

 

 

A população da Região Sul ainda sente os problemas causados pela enchente da chuva volumosa de junho. O último levantamento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul do dia 8 de julho informava que 124 cidades gaúchas estavam em situação de emergência e que as cidades de Iraí e Barra do Guarita estavam e estado de calamidade pública.

Há risco de mais temporais e enchentes nos próximos dias? Confira as explicações da meteorologista Josélia Pegorim.

 

 

Os mapas mostram a previsão dos volumes de chuva para o Sul nos próximos dias. No primeiro mapa, os maiores volumes acumulados não passam dos 30 mm. No segundo mapa, a previsão indica chuva volumosa só para algumas áreas do Rio Grande do Sul

 

 

Há risco de mais temporais no Sul?
sexta-feira, 4 de julho de 2014

O Sul do Brasil ainda contabiliza prejuízos provocados pelo excesso de chuva de junho, especialmente do fim do mês quando ocorreu a cheia do rio Uruguai, que deixou cidades debaixo d´água. Voltou a chover forte em áreas do Rio Grande do Sul e uma nova frente fria avança sobre o Sul durante o fim de semana.

Em Porto Alegre, somente entre às 20 horas da noite desta quinta-feira e às 8 horas da manhã desta sexta-feira, foram acumulados 93 mm, de acordo com os dados da estação automática do Instituto Nacional de Meteorologia. Estamos apenas no começo de julho e este volume já representa 76% do que é normal para todo o mês.  A chuva constante veio acompanhada de muitas descargas elétricas.

A meteorologista Josélia Pegorim fala do risco de novos temporais nos próximos dias. O Rio Grande do Sul ainda terá chuva no fim de semana e a chuva retorna a Santa Catarina. Confira!

Acompanhe imagens do tempo em Porto Alegre ao vivo em nossas câmeras!

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Rio Grande do Sul em alerta de novo
quinta-feira, 3 de julho de 2014

A chuva retornou ao estado do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (3). Em Santa Maria, no centro gaúcho, a madrugada já começou com chuva fraca e se intensificou nas horas seguintes. No começo da manhã chovia na região serrana, litoral norte e na Grande Porto Alegre. Ao longo do dia, um sistema de baixa pressão forma ainda mais nebulosidade e deve provocar chuva em várias áreas do estado. Amanhã e no sábado as áreas de instabilidade vão ganhar força e a chuva se intensifica.

O Rio Grande do Sul já recebeu chuvas muito volumosas na semana passada e a preocupação da Defesa Civil se mantém com risco de enchentes. O nível dos rios permanece alto e as áreas de maior atenção com essa chuva de agora serão o oeste e o sul do estado. Segundo o órgão, o transbordamento do rios já afetou mais de 21 mil pessoas e 42 municípios decretaram situação de emergência.

Já os estados de Santa Catarina e Paraná não entram em alerta desta vez. Há previsão de um pouco de chuva nos próximos dias, mas que não deverá acumular grandes volumes.

A meteorologista Josélia Pegorim fala da previsão para hoje e os próximos dias. Confira!


->>> Acompanhe imagens ao vivo de Porto Alegre em nossas câmeras!

 

 

A cheia dos rios Uruguai, Paraná e Paraguai
quarta-feira, 2 de julho de 2014

Para a população do Sul do Brasil, e também de parte do Paraguai, do Uruguai e da Argentina junho de 2014 será lembrado também pelas tristezas e prejuízos causados pela chuva . No começo e no fim de junho, situações de bloqueio atmosférico fizeram com chovesse muito sobre o Sul do Brasil, no sul do Paraguai e sobre o nordeste da Argentina. O volume de chuva muito acima do normal em junho de 2014 causou a cheia dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. A enchente deixou cidades brasileiras, argentinas, paraguaias e uruguaias debaixo d´água.

Em Santa Catarina, o Epagri/Ciram, órgão de monitoramento meteorológico e ambiental do governo catarinense, registrou mais de 400 mm acumulados em algumas áreas. Já o Simepar, órgão do governo do Paraná que faz o acompanhamento meteorológico no Estado, registrou quase 700 mm na região de Santa Helena, no extremo oeste do Paraná, fronteira com a Argentina, sendo que a média histórica é de 113 mm. A cidade de Cascavel, também no oeste paranaense, teve o junho mais chuvoso desde 1997.

 

A meteorologista Josélia Pegorim faz um balanço da chuvarada de junho de 2014 que caiu sobre as bacias dos rios Uruguai, Paraná e Paraguai. Em imagens de satélite de alta resolução, é possível ver claramente as áreas inundadas. Você vai ver a comparação de como estavam estes rios antes e depois da chuva volumosa de junho.

 

 

 

 

 

Veja também:

Mais chuva sobre o Rio Grande do Sul

O excesso de chuva no Sul já é efeito o El Niño?

 

Rio Uruguai preocupa Defesa Civil do RS
segunda-feira, 30 de junho de 2014

O nível do Rio Uruguai preocupa a Defesa Civil do Rio Grande do Sul. Na manhã desta segunda-feira (30) o nível do Rio Uruguai marcava 13 metros em cidades como Uruguaiana e Itaqui e famílias já começam a ser removidas das áreas de risco. Acompanhe as últimas informações do Tenente Coronel Ederson, sub coordenador da Defesa Civil estadual.

As fortes chuvas que atingiram o estado já contabilizaram muitos estragos. De acordo com o último relatório da Defesa Civil, 62 municípios foram afetados, desses 12 decretaram situação de emergência e Iraí, calamidade pública. Ao menos 17 rodovias estão totalmente ou parcialmente bloqueadas e cerca de 7.665 pessoas desalojadas ou desabrigadas.

A chuva deve dar uma trégua ao Rio Grande do Sul nesta terça e quarta-feira. A previsão da Climatempo é que as chuvas retornem ao estado a partir de quinta-feira. A instabilidade aumenta e pode voltar a chover forte em muitas áreas gaúchas.