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Fim de semana com chuva forte no Sudeste
sexta-feira, 20 de março de 2015

A última semana do verão foi marcada por muitas nuvens e pancadas de chuva em grande parte do Sudeste. Temporais foram observados em diversas áreas especialmente de São Paulo e de Minas Gerais. As capitais São Paulo e Belo Horizonte acumularam em 20 dias mais chuva do que a média normal para março. No Rio de Janeiro em Vitória, o volume acumulado ainda está bastante a abaixo da média.

As condições para chuva no Sudeste aumentam no fim de semana, o primeiro do verão, com a chegada de uma frente fria que vem trazendo uma massa polar moderada a forte.

Entre o sábado e a segunda-feira, o ar polar entra em choque com o ar quente e úmido que está sobre o Sudeste. Este impacto térmico vai facilitar a formação de nuvens bastante carregadas que podem provocar temporais. Em São Paulo há risco de temporais no sábado e no domingo. No Rio de Janeiro e na maioria das áreas de Minas Gerais podem ocorrer fortes pancadas de chuva no fim de semana e até a segunda-feira. Já no norte mineiro e sobre o Espírito Santo, a chanca de chover forte é maior na segunda e na terça-feira.

Como o ar polar entra no Sudeste?

A previsão é de que tecnicamente os ventos frios polares associados com esta frente fria comecem a ser sentidos na cidade de São Paulo durante a noite de sábado, 21 de março e no Rio de Janeiro durante a tarde do domino. Em Belo Horizonte e em Vitória, os ventos frios só devem ser sentidos na segunda-feira. A chegada destes ventos polares podem ocorrer em fortes rajadas das direções sul e sudoeste, que podem superar os 60 km/h.

Esta massa polar entra forte na Argentina, mas chega suavizada ao Brasil. Mesmo assim, vai causar a queda da temperatura. O resfriamento maior será no Sul do Brasil. A temperatura fica amena nos próximos dias em parte do Sudeste e no sul de Mato Grosso do Sul. O frio não será intenso nestas áreas, mas as pessoas vão sentir uma grande diferença térmica, pois os últimos dias foram bastante abafados.

 

Como será o Outono de 2015 no Brasil?
sexta-feira, 20 de março de 2015

O outono de 2015 no Hemisfério Sul se inicia às 19h45 do dia 20 de março, pelo horário de Brasília, e termina em 21 de junho, às 13h38.

No Sudeste, no Centro-Oeste, no litoral norte e na maior parte do interior do Nordeste e também na maior parte da Região Norte, o outono marca a transição entre o período úmido e o período seco. Em anos normais, o volume de chuva em Roraima, no Amapá e no norte do Amazonas e do Pará ainda é alto durante o outono.

Por outro lado, a chuva aumenta no litoral leste do Nordeste (desde o Recôncavo Baiano até o Rio Grande do Norte e também na Região Sul. A temperatura diminui gradativamente no centro-sul do país. É durante o outono que as primeiras massas polares realmente fortes chegam ao Brasil, capazes de manter o ar frio por vários dias.

A grande questão deste ano é: A chuva voltou a aumentar depois de um janeiro seco e quente. Será que ela se mantém ao longo dos próximos meses sobre as principais bacias que geram energia elétrica e sobre os sistemas de abastecimento de água do Sudeste? Para ambas as regiões, a resposta é não. A chuva deve diminuir nos próximos meses, como normalmente deve acontecer.

Confira uma panorama do outono para cada Região do Brasil nas análises do meteorologista Alexandre Nascimento.

 Região Sul

Região Sudeste

Região Centro-Oeste

Região Nordeste

Região Norte

Por que ocorrem as estações do ano? O que é o equinócio de outono?

Qual o impacto de um El Niño no frio de 2015?

 

Sudeste entra no outono com chuva e ar polar
terça-feira, 17 de março de 2015

Os últimos dias do verão de 2015 estão sendo marcados por muitas áreas de instabilidade sobre a Região Sudeste. A chuva já caiu forte e causou transtornos esta semana em várias regiões de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerias, inclusive sobre as capitais. Embora em pequenas regiões, as pancadas de chuva nesta terça-feira voltaram a ocorrer até sobre o Espírito Santo.

A circulação de ventos sobre o Brasil em diversos níveis da atmosfera e o predomínio de ar quente e úmido vão manter as condições para formação de muitas áreas de instabilidade sobre  Sudeste no decorrer da semana.

 

 

Risco de chuva forte

As pancadas de chuva continuam frequentes até o fim de semana, principalmente à tarde e à noite, com risco de temporais também nesta quarta-feira. Porém, a chance de chover sobre o nordeste de Minas Gerais e sobre o Espírito Santo é baixa.

Calor

Não há previsão de entrada de ar polar por enquanto e a última semana do verão segue com sensação de abafamento. As temperaturas mais elevadas, até acima dos 35°C, devem ser observadas sobre o norte de Minas Gerais e sobre o Espírito Santo.

 

Frente fria no início do outono

O outono começa oficialmente na sexta-feira, 20 de março, às 19h35, pelo horário de Brasília. No próximo fim de semana, o primeiro do outono, muitas áreas da Região Sudeste vão sentir o impacto da chegada de uma frente fria que vem trazendo uma massa polar com moderada a forte intensidade.

O choque térmico entre o ar quente que está sobre o Sudeste e o ar polar da frente fria vai colaborar para ocorrência de temporais no próximo fim de semana

Queda da temperatura

O ar polar da frente fria começa entrar no Sudeste durante o domingo. A nebulosidade, a chuva e o vento frio vão causar uma queda brusca da temperatura sobre São Paulo, no Rio de Janeiro, no centro-oeste e no Sul de Minas Gerais. Como ar está bastante abafado e quente, o impacto será grande, mas não se deve pensar em temperaturas muito baixas.

O calor acabou?

Muita gente está sonhando com o fim do calor, mas a atmosfera não esfria de uma hora para outra. A diminuição do calor ocorre de forma gradual e com sucessivas massas polares. O calor ainda não acabou. O efeito desta massa polar sobre o Sudeste será rápido.

Confira a tendência para o outono na Região Sudeste.

 Por que ocorrem as estações do ano? O que quer dizer equinócio?

Região Sudeste terá mais chuva no outono?
terça-feira, 17 de março de 2015

A chuva de fevereiro e da primeira quinzena de março foi volumosa em várias áreas do Sudeste e de até um alívio para os reservatórios de energia e de abastecimento urbano. Em algumas áreas pontuais, a chuva até surpreendeu. Na região do Sistema Cantareira, principal reservatório para abastecimento de água para a Grande São Paulo, fevereiro de 2015 foi o fevereiro mais chuvoso em 20 anos. Em Belo Horizonte e em São Paulo, a chuva acumulada na primeira quinzena de março superou a média normal para o mês. Mas no balanço geral, o verão de 2015 termina com chuva abaixo da média na Região.

Será que o outono vai trazer mais chuva? Quando começa a esfriar? O meteorologista Alexandre Nascimento comenta a tendência para a estação na Região Sudeste.

 

 

Chuva no Sudeste diminui no fim de semana
sexta-feira, 13 de março de 2015

Este é o último fim de semana do verão. O outono começa oficialmente no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.

O verão começou e vai terminar com pouca chuva sobre o Sudeste. O Sistema de Alta Pressão Subtropical do Atlântico Sul, (ASAS) avança do oceano em direção continente e ganha força novamente sobre a Região Sudeste do Brasil. O efeito da ASAS é de diminuir as condições para formação de grandes nuvens que provoca chuva. A atmosfera fica mais seca e menos nuvens conseguem se formar.

A semana foi marcada por muita instabilidade em São Paulo, no centro-oeste e sul de Minas Gerais e também sobre o centro-sul do Rio de Janeiro. Mas com a intensificação das ASAS sobre o Sudeste, as áreas de instabilidade vão enfraquecer eo  último fim de semana do verão promete ser ter muitas horas de com sol forte, calor e poucas pancadas de chuva.

 

Neste sábado, as condições para chuva ainda são altas sobre São Paulo, em áreas do Triângulo Mineiro, no sul de Minas e do Rio do Janeiro, mas no domingo a chance de chuva para estas regiões também diminui.

O calor aumenta em toda a Região com a diminuição da nebulosidade. O mar fica com ondas pequenas, que não passam de 1 metro.

 

Há uma possibilidade de El Niño para este ano

Confira as ondas e o que rola na sua tribo no Climasurf

Conheça Arani, Anita, Catarina, Bapo: os ciclones de março no Brasil

Tempestade Cari ainda influencia o Brasil nesta quinta
quarta-feira, 11 de março de 2015

A tempestade subtropical Cari provocou chuvas volumosas e ventos fortes no nordeste do Rio Grande do Sul e no centro-sul de Santa Catarina, especialmente nos dias 10 e 11 de março de 2015. O litoral sul de Santa Catarina foi a região que teve a chuva mais volumosa, com acumulados de mais 100 mm. A grande quantidade de chuva provocou alagamentos. O Epagri-Ciram registrou até 172,2 mm sobre Tubarão entre 7 horas do dia 8 e 7 horas do dia 11 de março.

As bandas de nuvens carregadas (manchas em tons de cinza sobre o mar) são parte da instabilidade da tempestade subtropical Cari. As nuvens fazem o movimento ciclônico (horário) acompanhando o giro dos ventos ao redor do centro de baixa pressão.

 

Fortes rajadas de vento também foram observadas. As mais intensas, com até 104 km/h, ocorreram na região de Bom Jardim da Serra, na parte mais alta da serra catarinense. A região do cabo de Santa Marta passou toda a quarta-feira tendo sucessivas rajadas na faixa de 50 km/h e 75 km. A mais intensa foi de 73 km/h

 

Cari ainda influencia o Brasil nesta quinta-feira

O centro de baixa pressão da tempestade subtropical Cari permanece na costa sul do Brasil nesta quinta-feira, ao largo do litoral da Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, mas a circulação ciclônica dos ventos deste sistema ainda vai influenciar o centro-sul do Brasil nesta quinta-feira.

A baixa pressão concentra o ar úmido e quente e facilita a formação de várias áreas de instabilidade sobre parte do Sul e também do Sudeste. Nesta quinta-feira, a circulação dos ventos em diversos níveis atmosféricos, associada com a tempestade subtropical Cari, ainda vai ajudar a provocar pancadas de chuva entre Santa Catarina, Goiás, o centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, principalmente à tarde e à noite. Muitas vezes a chuva vai ocorrer com o sol aparecendo ao mesmo tempo. O ar continua quente e abafado. Há risco de raios.

Santa Catarina

As áreas de instabilidade de Cari ainda vão provocar chuva sobre Santa Catarina, mas não de forma prolongada e volumosa como nos últimos três dias. O mar ainda fica agitado, com ondas de até 3 metros pela manhã no litoral sul catarinense. A tendência é de que diminuição da agitação no mar durante a tarde. As rajadas de vento ainda acontecem especialmente no litoral, mas menos intensas.

Quando a tempestade se afasta?

O centro de baixa pressão da tempestade subtropical Cari começa a se afastar do  Sul do Brasil nesta quinta-feira e ao mesmo tempo enfraquece. O sistema se afasta cada vez mais até o sábado, a pressão do ar sobe e o risco de temporais diminui.

Na animação, a letra “B” indica o centro de baixa pressão de Cari. Os números próximos das letra representam o valor estimado da pressão atmosférica que é medido em hPa (hectopascal).

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim explica o que acontece com o afastamento e enfraquecimento da tempestade subtropical Cari e dá dicas de como será o tempo no último fim de semana do verão. O outono começa oficialmente no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.

 

 

Confira como vai ficar a chuva no Brasil nos próximos 15 dias

 

MG ainda pode ter chuva forte
terça-feira, 10 de março de 2015

Áreas de instabilidade se intensificaram sobre parte do Sudeste do Brasil espalhando nuvens muito carregadas sobre Minas Gerais. Nesta quarta-feira, estas nuvens provocam mais chuva em quase todas as regiões mineiras. As pancadas podem ser fortes e acompanhadas com raios de descargas elétricas (raios). Não há expectativa de chuva apenas para a região dos vales dos rios Doce e do Jequitinhonha, regiões próximas ao Espírito Santo e ao sul da Bahia.

Martinho Campos (MG) 10-3-2015 por José Liberio

 

 

Mais chuva sobre a Grande a BH

A região de Belo Horizonte deve ser beneficiada com mais chuva nesta quarta-feira. Entre 20 horas de segunda e 20 horas da terça-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia registrou volumes de 50 mm a 60 mm sobre diversas áreas da Grande Belo Horizonte. Na capital, o total de chuva acumulado desde o início de março era de aproximadamente 103 mm até 9 horas do dia 10, mas com a chuva forte da tarde e noite de terça, o acumulado certamente será maior nesta quarta-feira. A média de chuva para março fica em torno de 143 mm e poderá ser alcançada até o fim da semana.

 

 

O sistema Paraopeba, que abastece Belo Horizonte, deve continuar em elevação nos próximos dias por causa da chuva desta semana. Entre os dias 9 e 10, o nível subiu 0,6%.

 

 

Previsão de menos chuva

A população de Minas Gerais não deve se animar muito com a chuva volumosa deste início de semana. A tendência é de enfraquecimento das áreas de instabilidade no fim da semana. Na sexta-feira e principalmente no fim de semana, Minas Gerais terá muito sol e pouca chuva.

As imagens de satélite mostram o deslocamento de duas linhas de instabilidade (1) e (2) que avançaram sobre Minas Gerais na tarde e noite de terça-feira provocando chuva forte, com raios e rajadas de vento.

 

 

MG e ES devem ter chuva forte no fim de semana
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Durante o fim de semana, uma frente fria avança pelo litoral da Região Sudeste e deve alcançar o litoral do Espírito Santo. Com a passagem da frente fria, os ventos marítimos se intensificam sobre o Sudeste e vão trazer mais umidade para Minas Gerais e também para o Espírito Santo . Isto vai ajudar formar mais nuvens carregadas durante o fim de semana. Há risco de chuva forte sobre os dois estados no fim de semana. As capitais Belo Horizonte e Vitória também podem ter chuva forte chuva forte.

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim cometa o aumento da chuva sobre estes dois estados.

 

 

Litoral do Sudeste tem mar agitado

A intensificação dos ventos na costa Sul e Sudeste do Brasil no fim de semana deixa o mar agitado. As ondas crescem no fim de semana, mas não há expectativa de ressaca.

Confira os detalhes da previsão das ondas

Confira as ondas na sua praia e ache a sua tribo no Climasurf

Belo Horizonte tem mês mais chuvoso em dois anos

 

O total de chuva acumulado em Belo Horizonte em fevereiro de 2015 já o maior desde abril de 2014. Segundo as medições do Instituto Nacional de Meteorologia, no centro da cidade, em 26 dias de fevereiro choveu 228,6 mm, valor que supera em 11% a média para o mês, que é de 206 mm. Em abril de 2014 choveu 235,3 mm

 

 

As pancadas de chuva de fevereiro na região da Grande Belo Horizonte estão ajudando a elevar o nível do Sistema Paraopeba, que abastece de água a região metropolitana da capital mineira.

 

Já fotografou o tempo hoje?

Confira a previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

Como será a chuva no Sudeste no mês de março?

 

Energia: situação é crítica apesar da chuva
sábado, 21 de fevereiro de 2015

O mês ainda não acabou e a chuva de fevereiro já supera a média em muitas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Regiões importantes e estratégicas para a geração de energia hidrelétrica, como a região dos rios Grande e Paranaíba, entre o sul de Goiás, o Triângulo Mineiro e o norte de São Paulo, e também o Sul de Minas Gerais receberam mais chuva do que o normal para o mês.

 

Anomalia de chuva até o dia 21 de fevereiro de 2015: os tons de azul indicam que choveu acima da média

 

As precipitações acima da média refletiram positivamente na geração de energia, mas a situação ainda é muito crítica.  A luz no fim do verão continua fraca. Falta um mês para terminar a estação mais chuvosa do ano  e as previsões para março não são muito animadoras.

Observe as tabelas abaixo e confira a análise do meteorologista da Climatempo Alexandre Nascimento, especialista em previsão climática e consultor para o setor de energia.

“A chuva aumentou sobre o subsistema SE/CO e a vazão (afluência) também subiu bastante em relação ao final de janeiro (e em também relação a fevereiro do ano passado), mas ainda está bem abaixo do normal (MLT). Já o armazenado está muito baixo (menor do que o observado no ano do apagão). Ponto de partida muito pior do que em 2014 deve dificultar a recuperação dos reservatórios, mesmo com expectativa de um DEZ/JAN/FEV/MAR um pouco melhor do que o quadrimestre anterior. Não teremos recuperação satisfatória dos reservatórios do Sudeste.

 

Fonte: ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico

 

O Sul está sem problemas e continua exportando bastante energia e “salvando” o Sudeste do país. A situação confortável dos reservatórios do Sul está diretamente relacionada com a chuva volumosa e muito acima da média em dezembro de 2014 e em janeiro de 2015.

O Norte preocupa. Está muito abaixo do normal em relação à vazão e ao armazenamento. A chuva está bem abaixo do normal e há uma grande possibilidade de neste ano o reservatório de Tucuruí não verter (ou sangrar) como acontece todos os anos. O Norte exporta energia e ajuda o Nordeste, mas com a situação atual, pode não conseguir manter este “socorro” durante o período seco.

O Nordeste continua péssimo e não deve mudar muita coisa nos próximos meses.”

 

 

A maior parte da energia consumida no Brasil é gerada pela água nas hidroelétricas construídas nos grandes rios que cortam o país.  A maior parte da chuva do ano no Brasil cai durante os meses de verão. A chuva dos meses de verão é mais volumosa na maior parte do país e por isto é tão importante que volume de chuva desta estação fique pelo menos dentro da normalidade.

 

Araguari (MG) por do sol em 24-1-2015 por Thiago Santos Silva Ferreira

 

Falta de chuva aumenta a procura por energia solar

Chuva=água=energia: entenda porque economizar energia é também economizar água

Teremos mais apagões?

 

O fim do horário do verão altera a previsão do tempo?
sábado, 21 de fevereiro de 2015

Neste domingo, 21 de fevereiro de 2015, termina o período do horário de verão no Brasil. Os relógios nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em 1 hora a partir da zero hora deste domingo. No Norte e no Nordeste não há necessidade de fazer este ajuste dos relógios, pois estas Regiões não adotaram o horário de verão.

 

Quando verão vai terminar?

O que termina neste fim de semana é o horário de verão, mas estação do ano, verão, só vai terminar no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.  A dia e horário do início da estações do ano é feita pode cálculos matemáticos astronômicos e pode ser conhecidas com muitos anos de antecedência. Estes cálculos, como os cálculos e observações meteorológicas não levam em conta o horário de verão.

 

O que muda na previsão do tempo com o fim do horário de verão?

Nada! O horário de verão não interfere na previsão de chuva ou de sol, do dia da chegada de uma massa polar ou de uma área de baixa ou de alta pressão atmosférica. Mas muitos meteorologistas não gostam do horário do verão. A mudança forçada do horário do relógio atrapalha o dia a dia de quem faz monitoramento e previsão do tempo.

Os relógios mudaram no horário de verão, mas os dados meteorológicos continuaram sendo coletados no horário solar natural. Para dimensionar o aquecimento do ar e fazer a previsão das temperaturas, diariamente os meteorologistas já precisam ter bastante atenção com a hora do relógio em cada parte do país por causa dos fusos horários que existem no Brasil. Durante o horário de verão, tudo fica um pouco confuso. A avaliação das temperaturas mínima e máximas do dia fica mais complicada. O horário de verão é incômodo para o trabalho do meteorologista, mas não altera a previsão do tempo.

São os meteorologistas que determinam o horário de verão?

Não. Nem os meteorologistas e nem os astrônomos. O horário de verão é determinado pelo governo federal. O decreto número 6558, de 8 de setembro de 2008, determinou que o horário de verão no Brasil começa sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Veja a o decreto aqui. Só o governo federal pode mudar o início e o fim do horário de verão .

 

Por que o Brasil adota o horário de verão?

O horário de verão é adotado para economizar energia. A ideia é fazer com que as pessoas aproveitem mais a luz natural do sol, as horas de dia. No centro-sul do Brasil, o número de horas de sol aumenta durante o verão e começamos a usar a luz artificial mais tarde.

Com o horário de verão, o pico de maior uso de energia elétrica é melhor distribuído diminuindo o risco de um colapso do sistema energético.

 

Por que os estados do Norte e Nordeste não entram no horário de verão?

Estas Regiões não adotam o horário de verão porque o horário do nascer e do por-do-sol quase não varia no decorrer do ano. Na maioria das áreas do Norte e do Nordeste, a hora do nascer e do por-do-sol nos dias de verão é praticamente igual à hora do nascer e do por-do-sol no inverno.

 

Saquarema (RJ) fim do por do sol em 16-1-2015 por Helio C Vital_interna

 

 

Confira a previsão para os próximos dias na Região Centro-Oeste, na Região Norte, na Região Nordeste, na Região Sudeste e na Região Sul.

 

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