Posts com a Tag ‘Região Sudeste’

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MG e ES devem ter chuva forte no fim de semana
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Durante o fim de semana, uma frente fria avança pelo litoral da Região Sudeste e deve alcançar o litoral do Espírito Santo. Com a passagem da frente fria, os ventos marítimos se intensificam sobre o Sudeste e vão trazer mais umidade para Minas Gerais e também para o Espírito Santo . Isto vai ajudar formar mais nuvens carregadas durante o fim de semana. Há risco de chuva forte sobre os dois estados no fim de semana. As capitais Belo Horizonte e Vitória também podem ter chuva forte chuva forte.

 

 

A meteorologista Josélia Pegorim cometa o aumento da chuva sobre estes dois estados.

 

 

Litoral do Sudeste tem mar agitado

A intensificação dos ventos na costa Sul e Sudeste do Brasil no fim de semana deixa o mar agitado. As ondas crescem no fim de semana, mas não há expectativa de ressaca.

Confira os detalhes da previsão das ondas

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Belo Horizonte tem mês mais chuvoso em dois anos

 

O total de chuva acumulado em Belo Horizonte em fevereiro de 2015 já o maior desde abril de 2014. Segundo as medições do Instituto Nacional de Meteorologia, no centro da cidade, em 26 dias de fevereiro choveu 228,6 mm, valor que supera em 11% a média para o mês, que é de 206 mm. Em abril de 2014 choveu 235,3 mm

 

 

As pancadas de chuva de fevereiro na região da Grande Belo Horizonte estão ajudando a elevar o nível do Sistema Paraopeba, que abastece de água a região metropolitana da capital mineira.

 

Já fotografou o tempo hoje?

Confira a previsão de chuva para o Brasil para 15 dias

Como será a chuva no Sudeste no mês de março?

 

Energia: situação é crítica apesar da chuva
sábado, 21 de fevereiro de 2015

O mês ainda não acabou e a chuva de fevereiro já supera a média em muitas áreas do Sudeste e do Centro-Oeste. Regiões importantes e estratégicas para a geração de energia hidrelétrica, como a região dos rios Grande e Paranaíba, entre o sul de Goiás, o Triângulo Mineiro e o norte de São Paulo, e também o Sul de Minas Gerais receberam mais chuva do que o normal para o mês.

 

Anomalia de chuva até o dia 21 de fevereiro de 2015: os tons de azul indicam que choveu acima da média

 

As precipitações acima da média refletiram positivamente na geração de energia, mas a situação ainda é muito crítica.  A luz no fim do verão continua fraca. Falta um mês para terminar a estação mais chuvosa do ano  e as previsões para março não são muito animadoras.

Observe as tabelas abaixo e confira a análise do meteorologista da Climatempo Alexandre Nascimento, especialista em previsão climática e consultor para o setor de energia.

“A chuva aumentou sobre o subsistema SE/CO e a vazão (afluência) também subiu bastante em relação ao final de janeiro (e em também relação a fevereiro do ano passado), mas ainda está bem abaixo do normal (MLT). Já o armazenado está muito baixo (menor do que o observado no ano do apagão). Ponto de partida muito pior do que em 2014 deve dificultar a recuperação dos reservatórios, mesmo com expectativa de um DEZ/JAN/FEV/MAR um pouco melhor do que o quadrimestre anterior. Não teremos recuperação satisfatória dos reservatórios do Sudeste.

 

Fonte: ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico

 

O Sul está sem problemas e continua exportando bastante energia e “salvando” o Sudeste do país. A situação confortável dos reservatórios do Sul está diretamente relacionada com a chuva volumosa e muito acima da média em dezembro de 2014 e em janeiro de 2015.

O Norte preocupa. Está muito abaixo do normal em relação à vazão e ao armazenamento. A chuva está bem abaixo do normal e há uma grande possibilidade de neste ano o reservatório de Tucuruí não verter (ou sangrar) como acontece todos os anos. O Norte exporta energia e ajuda o Nordeste, mas com a situação atual, pode não conseguir manter este “socorro” durante o período seco.

O Nordeste continua péssimo e não deve mudar muita coisa nos próximos meses.”

 

 

A maior parte da energia consumida no Brasil é gerada pela água nas hidroelétricas construídas nos grandes rios que cortam o país.  A maior parte da chuva do ano no Brasil cai durante os meses de verão. A chuva dos meses de verão é mais volumosa na maior parte do país e por isto é tão importante que volume de chuva desta estação fique pelo menos dentro da normalidade.

 

Araguari (MG) por do sol em 24-1-2015 por Thiago Santos Silva Ferreira

 

Falta de chuva aumenta a procura por energia solar

Chuva=água=energia: entenda porque economizar energia é também economizar água

Teremos mais apagões?

 

O fim do horário do verão altera a previsão do tempo?
sábado, 21 de fevereiro de 2015

Neste domingo, 21 de fevereiro de 2015, termina o período do horário de verão no Brasil. Os relógios nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem ser atrasados em 1 hora a partir da zero hora deste domingo. No Norte e no Nordeste não há necessidade de fazer este ajuste dos relógios, pois estas Regiões não adotaram o horário de verão.

 

Quando verão vai terminar?

O que termina neste fim de semana é o horário de verão, mas estação do ano, verão, só vai terminar no dia 20 de março, às 19h45, pelo horário de Brasília.  A dia e horário do início da estações do ano é feita pode cálculos matemáticos astronômicos e pode ser conhecidas com muitos anos de antecedência. Estes cálculos, como os cálculos e observações meteorológicas não levam em conta o horário de verão.

 

O que muda na previsão do tempo com o fim do horário de verão?

Nada! O horário de verão não interfere na previsão de chuva ou de sol, do dia da chegada de uma massa polar ou de uma área de baixa ou de alta pressão atmosférica. Mas muitos meteorologistas não gostam do horário do verão. A mudança forçada do horário do relógio atrapalha o dia a dia de quem faz monitoramento e previsão do tempo.

Os relógios mudaram no horário de verão, mas os dados meteorológicos continuaram sendo coletados no horário solar natural. Para dimensionar o aquecimento do ar e fazer a previsão das temperaturas, diariamente os meteorologistas já precisam ter bastante atenção com a hora do relógio em cada parte do país por causa dos fusos horários que existem no Brasil. Durante o horário de verão, tudo fica um pouco confuso. A avaliação das temperaturas mínima e máximas do dia fica mais complicada. O horário de verão é incômodo para o trabalho do meteorologista, mas não altera a previsão do tempo.

São os meteorologistas que determinam o horário de verão?

Não. Nem os meteorologistas e nem os astrônomos. O horário de verão é determinado pelo governo federal. O decreto número 6558, de 8 de setembro de 2008, determinou que o horário de verão no Brasil começa sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro. Veja a o decreto aqui. Só o governo federal pode mudar o início e o fim do horário de verão .

 

Por que o Brasil adota o horário de verão?

O horário de verão é adotado para economizar energia. A ideia é fazer com que as pessoas aproveitem mais a luz natural do sol, as horas de dia. No centro-sul do Brasil, o número de horas de sol aumenta durante o verão e começamos a usar a luz artificial mais tarde.

Com o horário de verão, o pico de maior uso de energia elétrica é melhor distribuído diminuindo o risco de um colapso do sistema energético.

 

Por que os estados do Norte e Nordeste não entram no horário de verão?

Estas Regiões não adotam o horário de verão porque o horário do nascer e do por-do-sol quase não varia no decorrer do ano. Na maioria das áreas do Norte e do Nordeste, a hora do nascer e do por-do-sol nos dias de verão é praticamente igual à hora do nascer e do por-do-sol no inverno.

 

Saquarema (RJ) fim do por do sol em 16-1-2015 por Helio C Vital_interna

 

 

Confira a previsão para os próximos dias na Região Centro-Oeste, na Região Norte, na Região Nordeste, na Região Sudeste e na Região Sul.

 

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Como serão as águas de março no Sudeste?
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Faltando uma semana para o fim de fevereiro, a chuva supera ou está bastante próxima da média em várias áreas da Região Sudeste e também em algumas áreas de Goiás, no leste do Paraná e de Santa Catarina. No dia 20 de fevereiro, algumas regiões da Bahia também já haviam recebido mais chuva do que o normal.

Mas de forma geral, no dia 20 de fevereiro, a chuva acumulada ainda estava muito abaixo da média em grande parte do Brasil. Uma das situações mais preocupantes é a deficiência sobre o Norte e sobre o Nordeste, onde fevereiro já é um mês de chuva frequente e volumosa.

Um dos fatos surpreendentes em fevereiro é a chuva sobre o Sistema Cantareira, que está tendo o fevereiro mais chuvoso desde 2016. Segundo dados da Sabesp, em 20 dias o Cantareira acumulou 266,5 mm de chuva, sendo que a média é de 199,1 mm. Em fevereiro de 2006 choveu 283,0 mm.

O mês de março marca o fim do verão. As águas de março às vezes surpreendem, mas não é sempre que a chuva deste mês cai volumosa. Será que março de 2015 dará ao Sudeste uma chuva volumosa como fevereiro?

Confira a análise do meteorologista Alexandre Nascimento:

Sudeste tem sol e praia no fim de semana
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) se intensifica novamente sobre a Região Sudeste nos próximos dias. A intensificação da ASAS reduz a umidade no ar e o crescimento das nuvens, diminuindo a chance de chuva. Com a redução da nebulosidade, o sol vai ficar forte por muitas horas e o aquecimento será maior.

Fevereiro é um dos meses mais quentes do ano no Sudeste, com dias bastante abafados.  Sem as nuvens e a chuva para ajudar a regular o calor, o fim de semana será de calor acima do norma na Região Sudeste. Os termômetros devem registrar marcas entre 36°C e 39°C em todos os Estados. Não há expectativa chegada de ar polar ao Sudeste pelo menos até a quarta-feira da próxima semana.

 

Ondas e ventos

A intensificação da alta pressão subtropical do Atlântico Sul sobre o Sudeste no fim de semana diminui a chuva e também reduz a velocidade dos ventos. Com o vento fraco, as ondas ficam pequenas. Neste fim de semana, o mar será melhor para quem quiser curtir o sol na areia.

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Confira a previsão de chuva para os próximos dias

 

Nos mapas, as manchas coloridas indicam as áreas de chuva e a cor a intensidade. Os tons de amarelo, vermelho, laranja e rosa indicam chuva forte. As manchas (chuva) diminuem sobre o Sudeste por causa da atuação da ASAS.

 

O centro da ASAS deve ficar próximo do litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro durante o fim de semana. Atuação intensa do sistema de alta pressão do Atlântico Sul (ASAS) deixou o Sudeste na seca no verão de 2014 e novamente em janeiro de 2015. Mas não adianta amaldiçoar a ASAS agora. Este sistema de pressão é permanente na circulação geral atmosférica. Ele vai e volta.

A meteorologista Josélia Pegorim explica o efeito da intensificação da ASAS sobre o Sudeste

 

 

Entenda como o sistema de alta pressão reduz a nebulosidade e a chuva

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Calor e pouca chuva abrem Carnaval no Rio de Janeiro
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A ASAS – alta pressão subtropical do Atlântico Sul – se intensificou novamente sobre o Sudeste nos últimos dois dias reduzindo as condições para chuva sobre o Rio Janeiro, em Minas Gerais e no  Espírito Santo. A Os A circulação dos ventos deste sistema de alta também cria uma barreira para a chegada das frentes frias.

As imagens de satélite mostraram nesta sexta-feira a força da ASAS que não deixou que nuvens muito carregadas que cresceram entre São Paulo e Rio de Janeiro avançassem para a o Grande Rio.

 

Durante o Carnaval 2015,  a ASAS enfraquece sobre o Sudeste, mas mesmo assim, vai fazer com que muitas áreas da Região Sudeste passem o Carnaval com pouca ou nenhuma chuva.

Uma frente fria chegou ao litoral de São Paulo e suas áreas de instabilidade vão se aproximar do Rio Janeiro durante o fim de semana. A chance de chuva no sábado é baixa, mas no domingo, as pancadas de chuva devem voltar a ocorrer a partir da tarde.Mesmo assim, esta frente fria não terá força para deixar o tempo realmente instável no Rio. O calor apenas diminui e a chuva, quando ocorrer, não será generalizada.

 

 

Desfiles

Há um risco médio a alto de pancadas de chuva na noite do domingo e que poderá atrapalhar as primeiras escolas da do primeiro dia dos desfiles na Sapucaí. O risco de chuva na madrugada de segunda-feira é menor.

Para a segunda noite de desfiles, entre segunda e terça-feira, o risco de chuva é maior.

Mar agitado

Cariocas e todos os turistas vão poder aproveitar várias horas com o sol nas praias. Mas é preciso atenção para o mar agitado a partir do domingo.

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Confira a previsão das ondas

Confira a previsão para o Carnaval em todo o Brasil

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Calor e pancadas de chuva no Carnaval 2015
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

O Carnaval sempre cai durante o verão. Em fevereiro ou no começo de março, é época de pancadas de chuva frequentes sobre o Brasil e daqueles temporais, típicos de dias quentes.

Este ano, não vai faltar calor no Carnaval e para ajudar a chover, a folia começa com uma frente fria passando pelo Sul e chegando a São Paulo. Esta frente fria vai determinar as condições do tempo durante o Carnaval nos Estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul e também em parte de Santa Catarina. Ao mesmo tempo, a alta pressão subtropical do Atlântico Sul volta a se intensificar sobre o Brasil e reduz a chuva em parte do Sudeste, do Nordeste e do Centro-Oeste.

Confira os detalhes da previsão para a cada Região do Brasil, lembrando que sexta-feira 13 não tem nenhuma influência no tempo.

 

Região Sul

A situação é de alerta para temporais nos três estados no fim de semana de Carnaval. Uma frente fria que fica parada no litoral de São Paulo vai deixar áreas de instabilidade bloqueadas sobre o Paraná e Santa Catarina. Os dois Estados terão muitas nuvens e chuva no fim de semana. Há risco de chuva forte e volumosa que pode causar alagamentos e queda da barreira, especialmente no litoral do Paraná, Grande Curitiba , no vale do Itajaí e litoral norte de Santa Catarina. A segunda-feira ainda será de muita chuva para o Paraná, planalto norte catarinense e vale do Itajaí As áreas de instabilidade enfraquecem na terça-feira permitindo maiores períodos com sol, mas as pancadas de chuva voltam a ocorrer a partir da tarde.

Nas outras áreas do interior de Santa Catarina e em Florianópolis, os períodos com sol já aumentam na segunda-feira, mas ainda há condições para pancadas de chuva.

O Rio Grande do Sul é o estado que menos sofrerá com a chuva neste Carnaval. Só a sexta-feira será de alerta. De sábado e até a terça-feira, os gaúchos vão poder contar com sol em grande parte do dia. As pancadas de chuva serão mais prováveis nas cidades serranas pelo litoral.

Temperatura agradável

O Sul do Brasil terá calor no Carnaval, mas nada excessivo. A chuva e o excesso de nuvens vão deixar a temperatura agradável em grande parte do Carnaval em grande parte da Região. Quem for curtir a folia nas cidades  serranas não precisa se preocupar com o frio intenso. A temperatura fica amena à noite, mas não será preciso usar roupas pesadas.

 

Região Sudeste

A previsão de pouca chuva e muito sol não é das mais animadoras para o Sudeste, diante da grave crise hídrica pela qual passam todos os Estados da Região. Por outro lado, sendo o Carnaval de grande importância para o turismo e economia de muitas cidades, especialmente as litorâneas, a expectativa de pouca chuva é até uma boa notícia.

O Sudeste sofreu em janeiro de 2015 com a falta de chuva por causa da forte atuação de um sistema meteorológico chamado “alta pressão subtropical do Altântico Sul”, ou abreviadamente, ASAS. Estas quatro letrinhas estão sendo amaldiçoadas desde o verão de 2014, pois é este sistema o principal causador da situação bloqueio atmosférico que afasta as frentes frias e reduz a chuva.

A ASAS se intensifica novamente sobre o Sudeste durante o Carnaval 2015, mas não com tanta força como no mês passado. Mesmo assim, vai fazer com que muitas áreas do Sudeste fiquem quase todo o Carnaval pouca ou nenhuma chuva. Uma frente fria vai passar quase todo o Carnaval próxima do litoral de São Paulo, estimulando a chuva.

Minas Gerais

Todo o Estado terá um Carnaval com muito sol, calor e poucas pancadas de chuva, que só devem ocorrer em parte da tarde e da noite. A maior chance de chuva é para o Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira.

Espírito Santo

Muito sol e calor durante todo o Carnaval. A chance de chuva é baixa em todo o Estado. As poucas pancadas de chuva, se ocorrerem, devem ser no fim da tarde e em parte da noite, mas em poucas áreas.

Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro também vai ficar dentro da área da atuação ficam dentro da área de maior atuação das ASAS, sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul, que reduz as condições para chuva. O Carnaval no Estado do Rio será com  sol, calor e poucas pancadas de chuva. O risco de chuva aumenta a partir de terça-feira.

Desfiles das escolas de samba no Rio de Janeiro

A primeira noite dos desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro será abafada. Há uma possibilidade de pancadas de chuva na noite do domingo, que poderá atrapalhar a apresentação das primeiras escoladas a desfilar. Mas a chance de chuva na madrugada de segunda-feira é baixa.

Para a segunda noite de desfiles,  a possibilidade de chuva aumentou. As pancadas de chuva podem ocorrer na noite de segunda e também na madrugada de terça-feira.

 

São Paulo

São Paulo fica em atenção por causa do alto risco de temporais. Uma frente fria fica próxima ao litoral paulista no fim de semana e estimula a formação de muitas áreas de instabilidade. A frente fria se afasta na segunda-feira, mas as condições para chuva continuam altas até a quarta-feira.  As pancadas de chuva serão frequentes no litoral, a Grande São Paulo e pelo interior. Há risco de temporais.

Uma preocupação especial é com grandes volumes de chuva sobre o litoral, que já teve dois eventos de chuva intensa recentes, no período de mais ou menos um mês, que causaram queda de barreiras e enchentes.

Desfiles das escolas de samba em São Paulo

A chance de pancadas de chuva na região da cidade de São Paulo na noite de sexta-feira, 13 é alta. Assim, os primeiros desfiles correm o risco de ser com chuva. E pode chover ainda na madrugada de sábado 14, mas o risco é menor.

Porém, com a frente fria parada no litoral paulista durante o sábado, o risco de chuva aumenta bastante tanto para a noite do sábado, 14, como para a madrugada do domingo, 15.

A cidade de São Paulo fica em atenção para chuva forte no Carnaval

 

Estimativa do volume de chuva para o Carnaval. Os tons de vermelho-terra indicam pouca chuva. Os tons de verde indicam chuva volumosa, que podem passar de 100 mm acumulados no período de 5 dias.

Mar agitado

Quem for passar o Carnaval nas praias do Espírito Santo, do Rio de Janeiro vai poder contar com dias de muito sol. No litoral de São Paulo, o Carnaval deve ser marcado por muita nebulosidade e risco de chuva forte, por causa de uma frente fria que vai ficar na região durante quase todo o Carnaval.

Em São Paulo e no Rio, os surfistas vão poder aproveitar a elevação das ondas no domingo e na segunda-feira, 16, com picos que podem chegar aos 2 metros. A ondulação predominante será de sul. As praias capixabas vão sentir a mudança no mar na segunda e na terça-feira de Carnaval, com elevação em torno de 1 metro e ondulação também virando para sul..

 

Região Nordeste

O Carnaval no Nordeste começa mais cedo e termina mais tarde. Em capitais como Salvador e Recife, os blocos começam a embalar os turistas semanas antes dos dias oficiais da folia, quando o movimento é ainda maior.

Neste ano, o Carnaval do Nordeste será com sol, calor e pouca chuva. Há condições de pancadas de chuva neste Carnaval em todos os Estados do Nordeste, tanto no litoral quanto no interior da Região. Mas de forma geral, a chuva não deve atrapalhar a diversão. O Maranhão e o Piauí vão passar o Carnaval com muitas nuvens, períodos com sol e as pancadas de chuva serão mais frequentes do que nos demais estados. Há possibilidade de chuvas moderadas a fortes, inclusive nas capitais. No Ceará, no Rio Grande do Norte, na Paraíba e em Pernambuco,  as pancadas de chuva são mais prováveis no sábado e no domingo de Carnaval. Mas o tempo não fica fechado. Já em Sergipe, em Alagoas e na Bahia, todos os dias  de Carnaval serão com sol forte e pouca chance e chuva.

Estimativa do volume de chuva para o Carnaval. Os tons de vermelho-terra indicam pouca chuva. Os tons de verde indicam chuva volumosa, que podem passar de 100 mm acumulados no período de 5 dias.

 

Região Centro-Oeste

Em anos normais, a Região Centro-Oeste tem dias muito abafados durante o Carnaval e as pancadas de chuva são frequentes em toda a Região e muitas vezes com forte intensidade.

Mas o verão de 2015 não é um verão normal. Nos próximos dias o sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul (ASAS) vai atuar com mais força sobre Goiás, Distrito Federal e leste de Mato Grosso. A alta pressão diminui as condições para chuva. Assim, durante o Carnaval 2015 estas regiões terão muito sol, calor acima da média para esta época e poucas pancadas de chuva à tarde e em parte da noite. As demais áreas de Mato Grosso passam o Carnaval com períodos de sol e pancadas de chuva frequentes, com risco de temporais.

Já em Mato Grosso do Sul, a chuva durante os dias de Carnaval é preocupante. A presença de uma frente fria próxima ao litoral de São Paulo vai ajudar a formar e a manter nuvens carregadas sobre o Estado, que podem provocar chuva forte e volumosa. A chuva mais intensa deve ocorrer em áreas do centro, sul e oeste de Mato Grosso do Sul, incluindo a capital, Campo Grande.

Estimativa do volume de chuva para o Carnaval. Os tons de vermelho-terra indicam pouca chuva. Os tons de verde indicam chuva volumosa, que podem passar de 100 mm acumulados no período de 5 dias.

 

Região Norte

Muito calor, ar abafado, pancadas de chuva frequente e períodos com sol. Esta é a situação de tempo típica da Região Norte nesta época do ano. O ar quente e úmido que predomina sobre o Norte facilita a formação das grandes nuvens que provocam pancadas de chuva.

Durante o Carnaval de 2015, as pancadas de chuva serão frequentes por quase todo o Norte do Brasil e podem ocorrer a qualquer hora do dia e da noite. A chuva pode atrapalhar a folia do Carnaval em muitas áreas do Amazonas, do Pará, do Acre e de Rondônia. Nos outros estados, as pancadas de chuva serão menos frequentes e o sol vai aparecer por mais tempo.

Nas capitais, a maior chance de problemas por causa da chuva será em Manaus, Rio Branco e em Porto Velho.

Estimativa do volume de chuva para o Carnaval. Os tons de vermelho-terra indicam pouca chuva. Os tons de verde indicam chuva volumosa, que podem passar de 100 mm acumulados no período de 5 dias.

 

Confira a previsão para todo o Brasil com apresentação de Paula Soares


 

Saiba como será o tempo durante o Carnaval em Veneza, na Itália, o mais famoso da Europa.

Carnaval no Sudeste tem frente fria em SP
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A previsão de pouca chuva e muito sol não é das mais animadoras para o Sudeste, diante da grave crise hídrica pela qual passam todos os Estados da Região. Por outro lado, sendo o Carnaval de grande importância para o turismo e economia de muitas cidades, especialmente as litorâneas, a expectativa de pouca chuva é até uma boa notícia.

O Sudeste sofreu em janeiro de 2015 com a falta de chuva por causa da forte atuação de um sistema meteorológico chamado “alta pressão suptropical do Altântico Sul”, ou abreviadamente, ASAS. Estas quatro letrinhas estão sendo amaldiçoadas desde o verão de 2014, pois é este sistema o principal causador da situação bloqueio atmosférico que afasta as frentes frias e reduz a chuva.

A ASAS se intensifica novamente sobre o Sudeste durante o Carnaval 2015, mas não com tanta força como no mês passado. Mesmo assim, vai fazer com que muitas áreas do Sudeste fiquem quase todo o Carnaval pouca ou nenhuma chuva.

Mas uma frente fria vai passar quase todo o Carnaval próxima do litoral de São Paulo, estimulando a chuva.

O mapa mostra a estimativa de chuva para a Região Sudeste no período de Carnaval. O tom de verde brilhante que aparece apenas em áreas do Estado de São Paulo indica a chuva volumosa, que pode superar 100 mm acumulados .

 

Minas Gerais

Todo o Estado terá um Carnaval com muito sol, calor e poucas pancadas de chuva, que só devem ocorrer em parte da tarde e da noite. A maior chance de chuva é para o Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Zona da Mata Mineira.

Espírito Santo

 

Muito sol e calor durante todo o Carnaval. A chance de alguma chuva é baixa em todo o Estado. As poucas pancadas de chuva, se ocorrerem, devem ser no fim da tarde e em parte da noite, mas em poucas áreas.

 

Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro também vai sentir dentro da área da atuação ficam dentro da área de maior atuação das ASAS e devem passar todo o Carnaval com muito sol, calor e poucas pancadas de chuva.

 

São Paulo

A situação para São Paulo é preocupante. A chegada de uma frente fria ao litoral paulista vai estimular a formação de muitas áreas de instabilidade. A frente fria vai ficar quase parada ao largo do litoral paulista até segunda-feira.  As pancadas de chuva serão frequentes no litoral, a Grande São Paulo e pelo interior. Há risco de temporais.

Uma preocupação especial é com grandes volumes de chuva sobre o litoral, que já teve dois eventos de chuva intensa recentes, no períodos de mais ou menos um mês, que causaram queda de barreiras e enchentes.

 

Confira as explicações do tempo com a meteorologista Josélia Pegorim

 

 

Confira o boletim do tempo para o Carnaval para todo o Brasil

Chuva no Sudeste diminui nos próximos dias
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Pela segunda vez neste verão, uma nova situação de bloqueio atmosférico deve ser observada sobre o Brasil fazendo com que as condições para chuva diminuam, em particular sobre a Região Sudeste. Desta vez o bloqueio deve atuar durante a segunda quinzena de fevereiro.

O primeiro evento foi intenso e persistiu sobre o país durante aproximadamente 15 dias, entre 6 e 20 de janeiro de 2015. O bloqueio foi rompido por frente fria que chegou forte ao país e no dia 21 alcançou o litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.

 

 

Menos chuva no Sudeste, muita chuva no Sul

A nova situação de bloqueio não deve ser tão intensa como em janeiro de 2015, mesmo assim reduz novamente a chuva em especial sobre a Região Sudeste. Assim, a chuva farta volumosa que vem caindo sobre Minas Gerais, Rio de Janeiro  e até no Espírito Santo vai parar nos próximos dias. O bloqueio de janeiro de 2015 fez com que muitas áreas do norte mineiro, norte fluminense e do Espírito Santo ficassem de 40 a 50 dias consecutivos sem chuva.

Ao mesmo tempo que tira a chuva do Sudeste, a alteração da circulação dos ventos durante o bloqueio vai forçar um aumento da chuva sobre o Sul. Estas alterações começam a ser sentidas durante o Carnaval. Se por um lado a redução da chuva é preocupante, pois agrava a crise hídrica,  as festas de Carnaval será favorecidas com menor chance de transtornos com os temporais.

 

Projeção da distribuição e volume de chuva sobre o Brasil até 24 de fevereiro de 2015 indica que a maior quantidade de chuva (tons de verde) deve ocorrer sobre o Norte, no Sul, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo. A cor vermelho-terra sobre parte do Rio de Janeiro, no norte de Minas Gerais e Espírito Santo indica pouca chuva.

 

O que é o bloqueio?

Um bloqueio atmosférico é uma alteração na posição e intensidade normais dos grandes sistemas globais de pressão atmosférica e das correntes de ventos nos níveis atmosféricos elevados.

O bloqueio de janeiro de 2015 foi causado por uma posição e intensidade atípicas do sistema de alta pressão subtropical do Atlântico Sul, chamado abreviadamente de ASAS (Alta Subtropical do Atlântico Sul). A atuação de uma de alta pressão sobre qualquer região reduz a umidade do ar. A menor disponibilidade de umidade diminui naturalmente a formação de nuvens e a ocorrência de chuva. As áreas próximas ao centro do sistema de alta pressão ficam com pouco ou nenhum vento.

 

Foi um bloqueio como este, porém muito mais forte e prolongado, que deixou o Brasil com pouca chuva no verão de 2014 iniciando a gravíssima crise hídrica pela qual está passando o Brasil. Se falta chuva no verão, é quase impossível tirar a deficiência no restante do ano. É preciso esperar o verão seguinte

 

Esta segunda situação de bloqueio atmosférico já vinha sendo esperado para este verão, mas não será igual ao primeiro. Confira a comentário da meteorologista Josélia Pegorim que fala sobre as diferenças entre o bloqueio de janeiro e o que se espera para fevereiro.

 

 

Frente fria traz mais chuva para o Sul

Os impactos da seca no agronegócio

Que bloqueio é este? Entenda o bloqueio atmosférico de 2015.

 

Chuva volta a diminuir sobre Minas Gerais
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

reas de instabilidade ainda crescem sobre Minas Gerais nesta terça-feira provocando mais pancadas de chuva sobre a maior parte do Estado. Mas a nebulosidade já não será tão densa como no fim de semana e os períodos com sol aumentam. A temperatura sobe e a chuva nesta terça-feira deve ocorrer especialmente à tarde e à noite.

 

Manchas azuis verdes representam nebulosidade associada a chuva

 

Chuva vai diminuir nos próximos dias

Mas a previsão para os próximos dias não é a animadora. As condições para chuva vão diminuir novamente já a partir de quarta-feira. O tempo começa a secar sobre o norte e nordeste mineiro e as pancadas vão parar em áreas como o vale do rio Doce e do Jequitinhonha. A chuva vi diminuir também sobre Belo Horizonte.

A meteorologista Josélia Pegorim comenta como será a distribuição da chuva sobre o Brasil nos próximos 15 dias.

 

 

Chuva supera a média em algumas áreas do norte mineiro

A chuva forte sobre Minas Gerais em particular entre os dias 5 e 8 de fevereiro deixou acumulados entre 70 mm e 100 mm em grande parte do estado. Só entre 11 horas do domingo e 11 horas desta segunda-feira, o total de chuva acumulado já supera 50 mm em várias regiões do Estado.

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Em algumas áreas do norte de Minas e no vale do rio Doce, a chuva volumosa dos últimos dias ficou próxima e até superou a média de fevereiro.

 

A chuva tem sido volumosa também sobre Belo Horizonte. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, entre o 10h do dia 3 e 10h do dia 9 de fevereiro o acumulado de chuva no centro da cidade foi de 138,7 mm. Choveu em 6 dias 67% da média normal de chuva para fevereiro que é de aproximadamente 206 mm.

A chuva frequente dos últimos refletiu na elevação do nível de água armazenado no Sistema Paraobeba, que abastece a Grande Belo horizonte

 

 ASAS causa novo bloqueio e chuva diminui no Sudeste

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