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Prejuízos no agronegócios no Paraná por causa da seca
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Da Agência Brasil

A quebra da safra de verão no Paraná por causa da seca já chega perto de 20%, segundo relatório do Departamento da Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná. O prejuízo já chega a R$ 2,48 bilhões. As perdas nas plantações de milho, soja e feijão somam 3,95 milhões de toneladas.

Os maiores prejudicados foram os plantadores de soja, onde mais da metade da perda econômica do Estado é referente à sua produção. Segundo o relatório, o prejuízo com a quebra da safra de soja soma R$ 1,76 bilhão, referente a 2,44 milhões de toneladas ou 17,3% da produção esperada.

A lavoura de milho teve perda de R$ 556,8 milhões, referente a queda de 1,42 milhão de toneladas (19%). E a lavoura de feijão teve perda de R$ 161,76 milhões, queda de 86,4 mil toneladas (20%) em relação a produção estimada.

As chuvas deste mês amenizaram os danos da estiagem e favorecem as plantações de milho e feijão. A área de plantio de milho será aumentada em 22% em relação a do ano anterior. Mas as plantações que estavam mais avançadas tiveram prejuízos irreversíveis.

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Seca no Sul causa prejuízos de mais de R$ 2 bilhões
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Da Agência Brasil
Enquanto as Regiões Sudeste e Centro-Oeste contabilizam os prejuízos causados pelas chuvas dos últimos meses, o Sul do Brasil continua com o problema da estiagem que além de causar danos à população, afetou a produção agrícola regional.
Os prejuízos contabilizados somam mais de R$ 2 bilhões ao setor e contribui para o aumento dos preços de diversos alimentos em todo o país. No Rio Grande do Sul, 291 cidades decretaram situação de emergência e mais de 1,6 milhão de pessoas foram afetadas. Já em Santa Catarina,  são 80 cidades em situação de emergência e quase 490 mil pessoas prejudicadas pela falta de chuvas.
Até esta segunda-feira (16), a Secretaria de Agricultura do estado estimava que as perdas agropecuárias chegavam a R$ 497 milhões. De acordo com a Defesa Civil catarinense, a estiagem deve permanecer até o próximo dia 19, quando podem ocorrer chuvas isoladas, a partir da região meio-oeste.

No Paraná,  137 cidade estão em situação de emergência. A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento estima que a estiagem comprometeu 11,5% da safra de verão, prevista em 22,13 milhões de toneladas, o que significa um prejuízo financeiro de R$ 1,52 bilhão.

Nos últimos dias, os governos federal e estaduais anunciaram medidas para auxiliar as localidades e agricultores afetados. No último sábado (14), o governador gaúcho, Tarso Genro, anunciou a liberação de R$ 54,42 milhões para ações emergenciais e medidas preventivas contra a estiagem. Desse total, R$ 28 milhões são provenientes do governo federal, dos quais o estado já recebeu R$ 18 milhões. Tarso também anunciou que a Secretaria Estadual de Habitação e Saneamento irá investir R$ 5 milhões na extensão de redes de água, compra de bombas para poços artesianos e reservatórios nos municípios atingidos pela estiagem.

Em Santa Catarina, somados os recursos federais e estaduais, o socorro chega a R$ 28,6 milhões. Entre as medidas anunciadas na última segunda-feira (16) pelo governador Raimundo Colombo e pelos ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, estão a construção de 333 poços artesianos em municípios atingidos pela seca e a liberação de recursos do seguro agrícola mediante laudos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

O governador Beto Richa também prometeu aplicar R$ 21,5 milhões na instalação de 300 sistemas comunitários de fornecimento de água em várias regiões paranaenses. Outros R$ 10 milhões serão investidos junto com o Ministério da Integração Nacional na implantação de cisternas em comunidades rurais historicamente afetadas pela falta de água, iniciativa que, segundo a assessoria do governo, irá atender especialmente os produtores de frangos, suínos, leite e hortaliças.

O governo paranaense também vai destinar R$ 6 milhões para ajudar quem precisa comprar insumos agrícolas (fertilizante, máquinas, defensivo agrícolas) e acelerar as vistorias em plantações a fim de que os produtores possam solicitar o ressarcimento das perdas pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e o pagamento do Seguro da Agricultura Familiar (Seaf).

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Chuva não ameniza problemas da estiagem no Sul
terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Da Agência Brasil

A chuva do fim de semana não foi suficiente para amenizar o problema da seca na região Sul, de acordo a Defesa Civil. Não chovia desde outubro em grande parte do Rio Grande do Sul, Paraná e de Santa Catarina e isso fez com que 377 municípios estão em situação de emergência, sendo282 só no Rio Grande do Sul.

Para os próximos dias, a previsão é de céu nublado com pancadas de chuvas no Paraná, Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Sendo que no litoral do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina o tempo fica bem chuvoso. Mas, o Sul do Rio Grande do Sul ainda terá sol até quinta-feira. A Defesa Civil do Paraná estima que os efeitos da estiagem durem até março, quando o período de chuva deve se estabilizar na região.

Os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence visitaram as regiões mais atingidas pela seca durante o fim de semana e anunciaram um pacote de medidas para os estados. Entre elas está a liberação de R$10 milhões para cada Estado, a prorrogação das parcelas do financiamento agrícola e a liberação dos seguros agrícolas.

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Chuva volumosa reverte quadro de seca em muitas áreas da Região Sul
sábado, 14 de janeiro de 2012

Chuva volumosa reverte quadro de seca em muitas áreas da Região Sul
O quadro de seca no Sul do Brasil foi revertido em muitas áreas dos três estados, por conta da chuva volumosa e generalizada que vem ocorrendo desde a quinta-feira, quando uma grande frente fria começou a avançar sobre a Região. Entre a sexta-feira e o sábado, choveu muito em regiões do Paraná e de Santa Catarina. Pela medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), entre 9 horas do dia 13 e 9 horas do dia 14 de janeiro, sábado, foram acumulados 116 milímetros de chuva sobre Rio do Campo e 108 em Major Vieira, as duas localidades no planalto norte de Santa Catarina. A chuva veio volumosa também sobre Florianópolis, depois de ter batido o recorde de calor de 2012 na sexta-feira, com 32,6ºC. Foram acumulados 69 milímetros entre 9 horas de sexta e 9 horas de sábado. No oeste do Paraná, choveu 99 milímetros sobre Marechal Cândido Rondon e 68 milímetros sobre Planalto. Em General Carneiro, no sul do Estado, choveu 88 milímetros neste período. No Rio Grande do Sul, a manhã deste sábado ainda estava chuvosa na região serrana. Em São José dos Ausentes foram acumulados 76 milímetros da manhã de sexta até 9 horas do sábado.
Todos estes volumes de chuva são muito elevados e suficientes para reabastecer mananciais e deixar grandes reservas de umidade no solo, revertendo o quadro de seca. Grandes perdas agrícolas já ocorreram no Sul e agora, depois da chuva desta frente fria, há chance de recuperação de uma parte da produção.
A frente fria provocou bastante chuva na madrugada e manhã deste sábado sobre o norte do Paraná e o tempo também já estava chuvoso na região Curitiba.
Neste domingo, a chuva diminui pelo interior da Região Sul, com o afastamento da frente fria. As áreas próximas ao litoral, incluindo as capitais dos Estados, terão chuvas freqüentes.

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Chuva alivia seca no Sul
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A previsão para os próximos dias é de chuva no Rio Grande do Sul, principalmente nas regiões produtivas é a esperança para amenizar os efeitos da seca na agricultura. Uma frente fria deve levar precipitações mais generalizadas, depois das pancadas localizadas de ontem, quarta-feira 11. Neste momento, a chuva seria “extremamente bem-vinda” para pastagens e hortaliças e principalmente para a soja, que entra na fase crítica de desenvolvimento. Contudo, alerta, a maioria do milho já tem perdas irreversíveis.

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Agricultura da Região Sul tem perda de R$ 2,8 bilhões com a seca
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Da Agência Brasil

A Região Sul soma perda de R$ 2,797 bilhões com a seca que afetam a 860 mil pessoas. No Rio Grande do Sul o total é de 388.040, em Santa Catarina são 396.128 vítimas e no Paraná 76.696. De acordo com a Defesa Civil, no Rio Grande do Sul há 71 municípios em estado de emergência, 56 em Santa Catarina e nove no Paraná.
Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), a produção de soja terá a maior perda no Rio Grande do Sul, que tem 25% da produção danificada. No Paraná, que é o segundo maior produtor de soja do país, a diminuição da colheita será de 10% em relação a safra de 2011. O Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral) estima que 1 milhão de toneladas de milho não serão colhidas. A produção terá um recuo de 14% em relação ao ano passado.
Em Santa Catarina, o secretário adjunto da Agricultura, Airton Spies, disse à Agência Brasil as perdas no campo chegam a R$ 400 milhões. Spies disse ainda que em Santa Catarina as culturas mais afetadas pela seca são o milho, cuja quebra varia de 30% a 50%, o leite com perda de 30%, o tabaco com 25% e a soja com 10%.
Autoridades catarinenses visitaram hoje as regiões mais afetadas. O governo estadual anunciou a liberação de R$ 1,2 milhão que será destinado ao transporte de água, compra de máquinas para silagem, alimentação do gado e perfuração de poços artesianos. Pelo último balanço, 1.140 agricultores solicitaram o auxílio do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro).
A Defesa Civil de cada estado, as secretarias de Agricultura e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento orientam os produtores rurais em relação ao combate à seca, aos programas do governo e a prazos e documentos para obtenção de auxílio. Os técnicos informaram que será analisada também a possibilidade de renegociação de dívidas e aumento do limite de endividamento dos agricultores.
A assessoria da Proagro acrescentou que o fornecimento de recursos públicos destinados aos produtores rurais nos estados, que sofrem com a estiagem, só serão definidos após a entrega do levantamento dos prejuízos. Especialistas estimam que a estiagem se estenda até o mês de maio.

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Seca no Paraguai reduz em 40% produção de alimentos da agricultura familiar
terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Da Agência Brasil

O vice-ministro da Agricultura do Paraguai, Andrés Werlhe, disse ontem, dia 9, que a seca que afeta o país desde novembro deve provocar queda de 40% na produção de alimentos da agricultura familiar. Uma das safras mais afetadas é a de soja, principal produto agrícola de exportção do país.

O problema das perdas por causa da seca é enfrentado também por agricultores de diversos municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, que já decretaram situação de emergência em diversas cidades. No Paraná, também há relatos de perdas no cultivo de grãos. De acordo com o governo paraguaio, além da soja, há perdas na produção de milho e de algodão, cultivado por pequenas famílias como principal fonte de renda.

Após despachar com o presidente da República do Paraguai, Fernando Lugo, o secretário disse que os itens  mais afetados são os de subsistência dos pequenos produtores, o que gera preocupação com a segurança alimentar das famílias campesinas. A pecuária paraguaia também sofre com a falta de chuvas, que leva a queimadas naturais nas pastagens e, conseqüentemente, à redução das fontes de alimentos dos animais e à queda da produção de carne e leite. Para tentar reduzir o prejuízo dos produtores, o governo está estudando a liberação de crédito para o setor.

(Com informações da Ipparaguay, agência pública de notícias do Paraguai)

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Estiagem deixa 75 cidades em situação de emergência no Sul
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Enquanto temporais atingem  Minas Gerais, Rio de Janeiro e Pernambuco, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina é a seca que prejudica a situação dos moradores. A estimativa é que mais de 580 mil pessoas tenham sido atingidas pela estiagem nos dois Estados.

Ao menos 38 municípios decretaram situação de emergência e outros 22 estão em estado de alerta no Rio Grande do Sul. Só no município de Frederico Westphalen, 29 mil pessoas foram atingidas. Em Santa Catarina, foram 37 os municípios que entraram em situação de emergência.

Segundo a Defesa Civil do RS, a chuva que caiu em algumas partes do Estado não foi suficiente para evitar os efeitos da estiagem. Entretanto, o racionamento de água em Novo Hamburgo foi suspenso. Desde 28 de novembro, os moradores estavam com o consumo de água reduzido por causa da falta de chuva.

Os municípios que decretaram situação de emergência no Rio Grande do Sul foram: Arroio do Meio, Arroio do Tigre, Barra Funda, Boa Vista das Missões, Cerro Branco, Cruzeiro do Sul, Chiapetta, Crissiumal, Cristal do Sul, Constantina, Coronel Bicaco, Doutor Ricardo, Engenho Velho, Fontoura Xavier, Fortaleza dos Valos, Frederico Westphalen, Ibirubá, Ilópolis, Jaboticaba, Jóia, Lagoão, Liberato Salzano, Nova Palma, Novo Xingu, Palmeira das Missões, Passo do Sobrado, Pinhal, Pinhal Grande, Pouso Novo, Putinga, Rodeio Bonito, Santa Cruz do Sul, São José das Missões, São José do Herval, São Pedro das Missões, Seberi, Segredo e Vila Maria.

Em Santa Catarina: Águas de Chapecó, Águas Frias, Anchieta, Bom Jesus, Bom Jesus do Oeste, Caibi, Chapecó, Coronel Freitas, Cunhataí, Cunha Porá, Faxinal dos Guedes, Flor do Sertão, Formosa do Sul, Guaraciaba, Ipuaçu, Iraceminha, Irati, Jardinópolis, Marema, Nova Itaberaba, Ouro Verde, Palma Sola, Passos Maia, Pinhalzinho, Planalto Alegre, Ponte Serrada, Quilombo, Romelândia, Santa Terezinha do Progresso, São Carlos, São Domingos, São Miguel da Boa Vista, São Miguel do Oeste, Saudades, Serra Alta, Sul Brasil, União do Oeste.

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Falta de chuva prejudica milho e leite no RS
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

A seca no Sul está preocupando os agricultores da Região. A estiagem  coloca em risco a produção de milho no Rio Grande do Sul e fez com que a “Festa do milho” realizada em São Luiz Gonzaga fosse cancelada. A região de Santa Rosa, onde fica a cidade, houve queda de 27,6% na produtividade, a expectativa era colher 4.350 quilos por hectare, mas deve ficar em 3.324 kg por hectare. Mas, a situação não é de todo ruim para o milho do Sul, quem resolveu antecipar a safra e plantou até a primeira quinzena de agosto, está produzindo bons grãos.

A estiagem também prejudica a pecuária na Região, isso porque a produção de leite caiu 30% em algumas áreas, uma vez que o gado leiteiro e o de corte se alimentam das pastagens e do milho. Apesar disso, segundo o secretário-executivo da Sindilat- RS, Darlan Palharini, o impacto não deve ser sentido imediatamente pela indústria, já que em função das férias escolares a demanda tem sido menor e, com isso, ainda não é observada a falta do produto no mercado.

O prejuízo na produção de leite está estimado em R$ 28,2 mil por mês. O município de Pedras Altas, segunda cidade a decretar estado de emergência por causa da seca, já registra queda de 51 mil litros/mês.Mas, em breve deve ser sentido no bolso do consumidor final se a seca permanecer até março. O gado de corte não foi tão prejudicado com a falta de chuva, pois as pastagens nas regiões do RS onde ele é criado, as chuvas da primavera deixaram a situação estável.

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Sul do BR: calor aumenta e seca continua
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O calor já está aumentando novamente sobre o Sul do Brasil. O sol predominou na Região nesta segunda-feira. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura em São Gabriel, no interior do Rio Grande do Sul, chegou aos 34,6ºC. Porto Alegre teve temperatura máxima em torno dos 28 ºC. Em Santa Catarina, a maior temperatura registrada pelo Inmet foi de 30,9ºC em Indaial, no vale do Itajaí. Em Florianópolis, a máxima foi de 27,6ºc. O Paraná também esquentou e Foz do Iguaçu teve calor de 32,8ºC, a maior do Estado. Em Curitiba, a temperatura na tarde de hoje chegou aos 26ºC, sendo que ontem a máxima ficou perto dos 23ºC.

O ar seco e quente ganha força novamente sobre o Sul do Brasil, mas a queda da umidade vai afastar ainda mais a chance de chuva,  agravando o quadro de estiagem que está sendo observado nos três Estados. A elevação da temperatura também é ruim para a atual situação da Região Sul, pois com o aumento do calor, a evaporação será maior prejudicando ainda mais as áreas agrícolas.

A partir da tarde de quinta-feira, algumas pancadas de chuva poderão ocorrer a partir da tarde por quase toda a Região Sul, mas a chuva será em pequenas áreas e não será suficiente para mudar o quadro de seca.

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