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Ar polar derrubou a temperatura no Sul
domingo, 25 de dezembro de 2011

Após uma semana de calor excessivo em quase todo o Sul do País, a frente fria que avançou pela Região trouxe chuva e diminuição de temperatura para muitas áreas de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul ainda durante o sábado. O fim de semana começou nublado e com temperaturas mínimas entre 11 e 13 graus em áreas da fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. Com o avanço da frente em direção ao Sudeste, o ar frio se espalhou um pouco mais pela Região ainda durante a noite de sábado e a madrugada deste domingo. Esta massa polar é de moderada a forte intensidade e até um pouco intensa para a época do ano. Hoje de manhã os termômetros registravam temperatura igual e um pouco abaixo de 10 graus nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense. No sul do Rio Grande do Sul o dia amanheceu com mínimas por volta de 12 graus. A presença deste ar mais frio e o excesso de nebulosidade mantêm a temperatura bem amena neste primeiro fim de semana de verão na maior parte da Região, inclusive nas capitais. A tendência é que volte a esquentar no interior da Região já a partir da tarde desta segunda-feira.

Verão brasileiro terá a influência do fenômeno La Niña
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Em dezembro a chuva deve ficar acima da média histórica na maior parte do sul, sudeste e centro-oeste

O verão começa oficialmente às 3h30 do dia 22 de dezembro, no horário brasileiro de verão. No entanto, o fenômeno La Niña está de volta e isso é um fator bastante preocupante. Historicamente, nos anos em que o fenômeno se manifesta acarretam um aumento considerável de eventos de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul). A ZCAS é o principal fenômeno meteorológico causador de chuva forte durante longos períodos do verão. Em anos de La Niña, em geral, chove de forma mais irregular no sul, e em um nível acima do normal no nordeste. Acompanhe abaixo os detalhes para o verão em todo Brasil:

Dezembro de 2011

Em dezembro, a chuva fica acima da média histórica na maior parte das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Por outro lado, chove pouco no sudeste do Amazonas e no norte de Goiás. Quatro frentes frias atuaram no Brasil, mas apenas duas chegam ao litoral da região sudeste e favorecem a formação de duas Zonas de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). A chuva é menos freqüente que o normal no leste de Roraima e do Amazonas e em grande parte do Pará e do Tocantins. A deficiência pode chegar a 100 mm nestas áreas.

- Na região Sul, há predominância de chuva acima do normal na segunda quinzena do mês, com a passagem de várias frentes frias, que além da chuva forte, provocam precipitação de granizo e ventania, principalmente no Rio Grande do Sul. Na primeira quinzena do mês a chuva é muito irregular e faz calor na maior parte das cidades.

- No Sudeste a chuva fica mais concentrada em Minas Gerais, no norte e no oeste de São Paulo e no Espírito Santo, devido, principalmente, à atuação de um episódio de ZCAS ao longo da segunda semana do mês. No final do mês uma forte frente fria favorece a formação de áreas de instabilidade, que provocam temporais e ventos fortes no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Minas Gerais.

- No Centro-Oeste a ocorrência de um evento de ZCAS na segunda semana do mês proporciona chuva significativa, especialmente no norte de Mato Grosso e no sudoeste de Goiás. Na última semana do mês espera-se pela formação de fortes áreas de instabilidade que provocam chuva intensa e ventania em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul. No norte de Goiás, no entanto, a chuva é irregular neste mês de dezembro e ficam bem abaixo da média.

- No Nordeste o ar quente e seco predomina e chove pouco em grande parte do Ceará e de Pernambuco, no Rio Grande do Norte, na Paraíba e no nordeste da Bahia. Outras regiões, no entanto, tiveram a formação de áreas de instabilidade que proporcionaram chuva acima da média, como observado no sudeste do Ceará, no litoral de Pernambuco, em Alagoas, em Sergipe e no extremo sul da Bahia.

- No Norte o ar mais quente e mais seco que o normal predomina no leste de Roraima e do Amazonas, no centro-sul do Pará e no Tocantins, onde a chuva fica abaixo da média histórica. As demais regiões contam com a formação de áreas de instabilidade que deixam o total acumulado normal a acima da média.

Janeiro de 2012

O mês de janeiro tende a ser marcado por chuvas intensas em grande parte das regiões sudeste e centro-oeste, com a configuração de episódios de Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Já a região nordeste apresenta pouca chuva, com predominância de valores abaixo da média histórica, por conta do deslocamento atípico da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), mais a norte que o normal. No sudeste do Amazonas, no Pará, no Amapá, no Tocantins e nordeste dos Estados do Mato Grosso e de Goiás, a chuva é significativa, mas também fica abaixo da média.

- Na região Sul a chuva é decorrente principalmente da formação de áreas de instabilidade, em particular sobre Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Especialmente no leste gaúcho e no vale do Itajaí pode chover muito forte, com temporais que acumulam grandes volumes em curtos intervalos de tempo. No norte do Paraná a chuva fica acima da média com a atuação de um episódio de ZCAS. A capital Curitiba também fica sujeita a fortes temporais. No leste de Santa Catarina e nos oeste e no sul do Rio Grande do Sul, a chuva é irregular e fica abaixo da média.

- No Sudeste a chuva mais intensa se deve a ocorrência de três episódios de ZCAS, na primeira, na terceira e na última semana do mês. Os maiores totais acumulados acontecem no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e no norte de São Paulo, onde podem acontecer intensos temporais, com risco de enchentes e deslizamentos. No norte de Minas Gerais e do Espírito Santo e no extremo leste de São Paulo não há influência das ZCAS. A chuva é irregular e fica abaixo da média histórica.

- No Centro-Oeste a chuva fica acima da média em grande parte de Mato Grosso do Sul, no oeste de Mato Grosso e no centro-sul de Goiás. A chuva mais forte é resultado da atuação de dois episódios de ZCAS, e os maiores volumes ocorrem na primeira quinzena do mês, No final do mês, a configuração de mais um episódio de ZCAS favorece a formação de intensas áreas de instabilidade no centro de Goiás. No norte goiano e no centro-leste mato-grossense, a chuva fica abaixo da média, mas isso não significa tempo seco, e sim que as pancadas de chuva serão irregulares.

- No Nordeste o tempo seco predomina no semi-árido, e em praticamente toda a região não chega a chover mais que 150 mm em todo o mês. As pancadas são irregulares e em alguns pontos podem ser fortes, com total acumulado passando de 50 mm em 24 horas, especialmente no oeste da Bahia, no Maranhão e no centro-sul do Piauí. Porém, mesmo com grandes volumes em pequenos intervalos de tempo, a média não é alcançada.

- No Norte áreas de instabilidade provocam chuva significativa e o total acumulado fica acima da média no oeste da região. Os maiores volumes acontecem na maior parte do Amazonas, no Acre e em Rondônia, onde os desvios positivos podem chegar a 100 mm. Uma Linha de Instabilidade (LI) pode provocar chuva forte no nordeste do Pará, inclusive em Belém. Será uma chuva volumosa, mas que não deve durar muito tempo. Mesmo assim, em todo o Pará, no sudeste do Amazonas, no centro-sul de Roraima e no Tocantins a chuva fica abaixo da média histórica.

Fevereiro de 2012

Em fevereiro, a ocorrência de dois episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) causa chuva intensa no interior de São Paulo, no norte de Minas Gerais e no centro-oeste do Brasil. De modo geral, a chuva fica acima da média histórica em grande parte da região nordeste e abaixo da média em parte da região norte, em particular no sudeste do Amazonas. Chove menos que o normal também no sul de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no leste de São Paulo.

- Na região Sul, apesar da passagem de poucas frentes frias, a chuva fica acima da média histórica em grande parte das áreas. Apenas no sul do Paraná o total acumulado fica um pouco abaixo do normal. Na segunda semana do mês uma frente fria provoca chuva forte, com possível queda de granizo e ventania, no leste do Paraná. No começo da segunda quinzena outra frente fria provoca fortes temporais no sul do Rio Grande do Sul. Outra frente fria passa na última semana do mês, também associada a vento forte e chuva intensa, atingindo toda a região.

- No Sudeste a maior parte da chuva é associada a dois episódios de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul). O primeiro episódio deixa o tempo fechado e provoca chuva contínua e volumosa em no norte de São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul de Minas Gerais e no Triângulo Mineiro, nos dez primeiros dias do mês. Outro episódio de ZCAS se configura no início da segunda quinzena de fevereiro e a chuva é intensa no norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. O total acumulado fica acima da média no norte da região. Nas outras áreas a chuva é normal a ligeiramente abaixo da média.

- No Centro-Oeste a atuação de dois episódios de ZCAS favorece o excesso de chuva no norte do Mato Grosso e em Goiás na primeira quinzena do mês. Na segunda quinzena de fevereiro a chuva ainda é frequente, resultado da formação de áreas de instabilidade. A chuva varia entre normal e acima da média em quase toda a região.

- No Nordeste a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mais ao sul que o normal favorece um grande aumento das chuvas sobre a região. Na Bahia e no norte do Piauí, os totais mensais podem superar em até 200 mm a média. Um episódio de ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul) provoca bastante chuva no centro-sul da Baia no fim da primeira quinzena do mês. Por volta do dia 20, a chegada de áreas de instabilidade oceânicas favorece a chuva na costa leste nordestina, especialmente no litoral e na Zona da Mata de Alagoas e de Pernambuco.

- No Norte a chuva fica abaixo da média na maior parte da região, com destaque para o sudeste do Amazonas, onde as anomalias negativas podem chegar a 200 mm. Mas a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) atuando mais ao sul que o normal, associada à formação de linhas de instabilidade, provoca chuva acima da média no nordeste e no leste do Pará. No Tocantins a chuva mais intensa ocorre nos últimos dias do mês, e deixa o estado também acima da média.

Março de 2012

Março deve ter mais chuva que o normal em grande parte da região nordeste do Brasil. Contudo, as chuvas continuaram abaixo da média histórica em algumas áreas no leste da Bahia. Nas regiões sudeste e centro-oeste, as chuvas estiveram associadas principalmente à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Na região norte, as chuvas excederão a climatologia mensal no norte do Amapá e nos setores central e norte do Pará e em Tocantins.

- No Sul, a ocorrência deve ser de chuvas abaixo da média na maior parte da região. Pode chover forte no começo do mês em Santa Catarina.

- No Sudeste o ar seco predomina na primeira quinzena do mês. Quando a chuva se manifestar, será em forma de pancadas isoladas e passageiras, mas com forte intensidade. No começo da segunda quinzena a chuva volta a ficar um pouco mais regular, e entre os dias 15 e 17 pode ocorrer um episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) que deve provocar chuva forte em todos os estados, exceto o Espírito Santo.

- No Centro-Oeste a chuva mais intensa deve ocorrer no norte de Mato Grosso e em Goiás, sendo que os maiores volumes ocorrem no começo da segunda quinzena do mês – devido à configuração de um episódio de ZCAS.

- No Nordeste, os Estados do Maranhão, Piauí, Ceará e o oeste da Paraíba devem receber chuva bem acima do normal. Por outro lado, na Bahia, deve chover menos. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e os Vórtices Ciclônicos em Altos Níveis (VCAN) devem ser os principais sistemas responsáveis pela ocorrência de chuvas.

- No Norte, as chuvas ficam mais elevadas no centro-norte do Pará e no Tocantins, onde os totais mensais excederão a média climatológica.  Demais áreas devem ter chuva perto do normal.

Início de manhã chuvoso no sul e sudoeste baiano
sábado, 26 de novembro de 2011

A manhã deste sábado está sendo marcada pela chuva fraca, por vezes moderada, na região sul e no sudoeste baiano. Já choveu bastante também no oeste do Estado. Barreiras tinha acumulado mais de 50 mm, entre 0 e 8h desta manhã (horário de Brasília). Ilhéus e Porto Seguro tinham chuva fraca por volta das 9:00 h, com temperaturas de 24 e 23°C, respectivamente. O tempo também seguia chuvoso em Bom Jesus da Lapa, que tinha 22°C naquele horário. A chuva segue caindo ao longo de todo o dia de hoje, com alguns períodos de melhoria.

Alerta de temporais no Sul do Brasil durante o feriadão
quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Atualizado em 11 de novembro de 2011.

Nesse fim de semana um sistema de baixa pressão se forma sobre o Paraguai e avança para o Sul do Brasil. A partir da tarde de sábado são previstas pancadas de chuva no interior de Santa Catarina e do Paraná, que podem ser fortes em algumas localidades. No domingo e na segunda-feira, o tempo fica mais carregado na Região Sul e quase todas as áreas estão sujeitas à chuvas de forte intensidade. O risco é menor apenas no sul e no sudoeste do Rio Grande do Sul. As chuvas mais volumosas devem se concentrar sobre o norte do Rio Grande do Sul, o oeste de Santa Catarina e o Estado do Paraná. A Climatempo alerta que, além da chuva forte e incidência de raios, há risco de ventania e queda de granizo.

Chuva de outubro supera a média em Porto Alegre
quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), entre 10 horas de ontem e 10 horas de hoje choveu 46,8 milímetros na região do Jardim Botânico, local de medições regulares do Inmet na capital gaúcha.  Foi o terceiro maior volume de chuva em 24 horas registrado este ano, neste ponto da cidade. O total de chuva acumulado em outubro, até as 10 horas do dia 26, era de quase 120 milímetros, valor que supera em 5% a média normal de chuva para este mês. O volume médio de chuva em Porto Alegre em outubro fica em torno dos 114 milímetros.

Além disso, as chuvas de ontem deixaram ruas ficaram alagadas e um trânsito caótico na capital gaúcha. Em algumas regiões caiu granizo e faltou energia elétrica para mais de 17 mil pessoas mas a situação já foi normalizada. De acordo com a Defesa Civil, não houve chamados, mas muitas casas foram destelhadas e árvores caíram.

As áreas de instabilidade de um ciclone extratropical espalham muitas nuvens por todo o Rio Grande do Sul nesta quarta-feira e deixam Porto Alegre nublada e chuvosa. A chuva se manteve fraca durante toda a manhã, mas persistente e deve prosseguir pela tarde e parte da noite. A temperatura às 13 horas estava em torno dos 18ºC. Ventos moderados a fortes, em rajadas de até 60 km/h poderão ocorrer na Grande Porto Alegre, por conta da proximidade com o ciclone extratropical. Estas rajadas podem ser mais fortes no litoral e sul do Rio Grande do Sul. O ciclone extratropical permanece próximo ao litoral do Rio Grande do Sul até a sexta-feira, quando deve começar a se afastar para alto-mar.

Ventania no Sul e Centro-Oeste do Brasil
sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Ventania no Sul e Centro-Oeste do Brasil

Fortes rajadas de vento foram observadas nesta sexta-feira nos Estados do Sul do Brasil e também em áreas do Centro-Oeste. No Sul, os ventos fortes foram provocados pelo desenvolvimento de uma grande e intensa área de baixa pressão atmosférica, que vai gerar uma frente fria nas próximas 24 horas entre o Brasil, a Argentina, o Uruguai. Mas no Rio Grande do Sul, algumas rajadas foram provocadas por nuvens muito carregadas geradas dentro desta baixa pressão. No Centro-Oeste, o vento forte também veio de nuvens pesadas que se formaram em regiões onde o ar estava bem quente e úmido na tarde desta sexta-feira.

Na região de Alto Taquari, cidade de Mato Grosso perto da divisa com Goiás e o Mato Grosso do Sul, um forte pancada de chuva caiu na região entre 3 e 4 horas da tarde, pelo horário de Brasília acumulando 17 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia. Às 16 horas, houve ventania com 107 km/h.

Em Anápolis, outras nuvens provocaram chuva forte e granizo, com rajadas de vento de 48 km/h.

A grande e forte área de instabilidade que se formou entre o Brasil, a Argentina e o Uruguai avança lentamente para o Rio Grande do Sul provocando vento forte no Estado. Em Quarai no sul gaúcho, as rajadas chegaram aos 103 km/h, às 16 horas. Cidades como Uruguaiana, Rio Grande, Jaguarão e tiveram rajadas entre 70 e 75Km/h. Às 11 horas da mnahã, uma rajada chegou aos 70 km/h em Chapecó, no oeste de Santa Catarina, conforme medição do aeroporto local. No mesmo horário, o aeroporto de Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul, registrou uma rajada de 59 km/h

Durante o fim de semana, o risco de ventania é muito alto nos Estados do Sul do Brasil, pois a nova frente fria que está se formando começa a avançar sobre a região. No sábado, algumas rajadas poderão superar os 100 km/h no Rio Grande do Sul e na serra de Santa Catarina. No domingo, rajadas intensas entre 70 e 100 km/h poderão ocorrer nos três estados.

Temporais no Sul do Brasil
quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Alerta para temporais no Sul do Brasil

Uma nova frente fria avança sobre o Rio Grande do Sul e com forte intensidade. A passagem sobre o Estado está relativamente lenta. Neste sábado, 1 de outubro, esta frente fria vai manter nuvens carregadas por todo o Rio Grande do Sul. Muitas pancadas de chuva e raios são esperados para todo o Estado, com risco de temporais com chuva volumosa e ventania.

A situação é de alerta para todas as regiões gaúchas neste sábado. As rajada de vento mais intensas devem variar, em média, de 60 a 80 km/h. Porém,  há risco de ventos em torno dos 100 km/h, por conta do relevo local.

No domingo, 2 de outubro,  não deve chover no Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina a chuva diminui, mas ainda poderá ser volumosa na parte norte e nordeste do Estado. Há risco de temporais em todo o Paraná no domingo. As rajadas de vento mais intensas no fim de semana devem variar, em média, de 60 a 80 km/h, mas em áreas de relevo acentuado, as rajadas poderão se aproximar dos 100 km/h.

Sul do Brasil amanhece gelado neste domingo
domingo, 21 de agosto de 2011

O avanço da massa de ar polar pelo Sul do Brasil derrubou as temperaturas na manhã deste domingo em toda a Região. As menores temperaturas foram registradas na serra entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina e na região de Planalto entre o sul do Paraná e o norte de Santa Catarina, onde o frio ficou abaixo de zero.

Todo o Estado de Santa Catarina amanheceu gelado hoje, com temperaturas menores ou iguais a 05 graus em várias áreas, exceto no litoral. De acordo com medições do Instituto Nacional de Meteorologia, a menor temperatura foi registrada na cidade catarinense de Urubici, na região serrana, com 4,6ºC abaixo de zero. Mas, segundo o Epagri, centro de meteorologia do Estado de Santa Catarina, a cidade de Urupema foi a que teve menor temperatura hoje, com 5,1ºC negativos. Em Florianópolis, a mínima hoje ficou em torno de 10ºC na região do aeroporto, mas a sensação de frio era muito maior por causa do vento. Um ciclone extratropical que veio acompanhando a frente fria está agora no oceano, mas provocou algumas rajadas de vento no leste catarinense. Na capital o aeroporto chegou a registrar rajadas de 50 km/h às 70 horas da manhã, e com isso a sensação térmica é de apenas 1ºC negativo. A recorde de frio em Florianópolis foi de 4,2°C, no dia 28 junho.

Na região serrana do Rio Grande do Sul, a cidade de São José dos Ausentes chegou a registrar 3ºC abaixo de zero. Em Vacaria, os termômetros desceram até -1,7ºC. Fez bastante frio também na Grande Porto Alegre. Às 07 horas da manhã o aeroporto Salgado Filho registrava apenas 04ºC. Esse frio não chegou a ser recorde. Até agora, a menor temperatura registrada na capital gaúcha foi de 2,1ºC, registrada nos dias 5, 6 e 7 de julho.

O frio também foi intenso no sul e oeste do Paraná. Em Clevelândia, na divisa com o norte de Santa Catarina, o INMET chegou a registrar -1,7ºC. A cidade de Foz do Iguaçu amanheceu com um denso nevoeiro e com temperatura de apenas 1,4ºC. E em Ivaí, na região central, chegou a fazer 2,7ºC. Em Curitiba o dia começou com 02ºC hoje. A menor temperatura de 2011 na capital foi registrada no dia 28 junho, quando os termômetros baixaram para -0,8ºC.

Semana começa com sol e elevação da temperatura no Rio Grande do Sul
segunda-feira, 25 de julho de 2011

A temperatura aumentou rapidamente no Rio Grande do Sul, depois de um frio de semana frio. Em Porto Alegre, o aeroporto Salgado Filho registrava 11ºC, às 7 horas, mas ontem a esta hora, a temperatura era de 8ºC. Na região do aeroporto de Uruguaiana, o domingo amanheceu com 11ºC e o sábado com 8ºC, mas as 7 horas de hoje, a temperatura estava em 16ºC. A elevação de temperatura em Santa Maria foi impressionante. O aeroporto local registrava 21ºC, às 7 horas de hoje, um valor bastante elevado para os padrões normais desta época e ontem, no mesmo horário, a temperatura era de apenas 8ºC.

A elevação da temperatura nesta segunda-feira no Rio Grande do Sul está associada com o afastamento do ar polar intenso do Estado, mas também com a entrada de ventos quentes sobre o Estado, vindos do centro-norte do Brasil. O dia segue com sol e algumas nuvens no Estado, mas não há expectativa de chuvas. A tarde será quente. Ventos moderados podem ocorrer ao longo do dia, com rajadas de até 60 km/h

O fim de semana foi frio para os gaúchos, mas também com muito sol. A população do Rio Grande do Sul ainda enfrenta muitos problemas depois das enchentes da semana passada.  Agora, os gaúchos devem se preparar para bruscas mudanças no tempo esta semana. Duas frentes frias vão passar pelo Estado trazendo mais chuva e frio. A primeira frente fria passa rapidamente sobre o Rio Grande do Sul entre amanhã e quarta-feira e provoca chuvas fracas a moderada. Porém,  uma segunda frente fria, forte, está sendo esperada para a quinta-feira. Este segundo sistema deve provocar muita chuva no Rio Grande do Sul e também provocar uma forte queda da temperatura

Muita chuva no Sul do Brasil. Frio e geada para os próximos dias.
quarta-feira, 20 de julho de 2011

Uma nova frente fria avança forte sobre o Sul do Brasil e espalha nuvens carregadas por toda a Região. Esta quarta-feira amanheceu com muita chuva no Rio Grande do Sul e em quase todas as áreas de Santa Catarina. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, apenas entre a meia-noite desta quarta-feira e 9 horas da manhã, a região de Santo Augusto, no noroeste do Rio Grande do Sul, acumulava 83 milímetros de chuva.  Entre 1 hora da madrugada e 9 horas da manhã, Palmeira das Missões acumulava 48 milímetros. Rajadas de vento em torno dos 72 km/h ocorreram na manhã de hoje em São Miguel do Oeste, no oeste de Santa Catarina. Até a noite de hoje, a chuva não vai dar trégua aos gaúchos e catarinenses. No oeste e sul do Paraná, também pode chover e ventar forte.

Amanhã, esta frente fria continua forte sobre o Sul do Brasil avançando sobre o Paraná. O risco de chuva forte e volumosa e ventos fortes é alto nos Estados de Santa Catarina e do Paraná, incluindo as capitais.  Para o Rio Grande do Sul,  ainda há chance de chuvas intensas na madrugada e manhã de quinta-feira na Grande Porto Alegre, litoral norte, serra, planalto e noroeste gaúcho.

Frio e geada

O tempo chuvoso e a entrada do ar polar sobre o Sul do Brasil derrubam a temperaturas nas próximas 24 horas. A sensação será de frio nesta quinta-feira em praticamente toda a Região. A temperatura só não cai muito no norte do Paraná, mesmo assim a quinta-feira não será quente como tem sido nos últimos dias.

O resfriamento será intenso na fronteira com o Uruguai e há previsão de geada para o amanhecer desta quinta-feira. Durante a sexta-feira o frio aumenta em todo Sul do país e o dia deve amanhecer com geada em todo o interior do Rio Grande do Sul e também em áreas da serra e do planalto sul de Santa Catarina.