Usados: por que sim?

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Fonte: iStock

4 min de leitura

Angélica Queiroz*


Quando o assunto é sustentabilidade muita gente já lembra de cara de reciclagem. De fato, separar o lixo e consumir produtos de matéria-prima reaproveitada é uma boa ideia para minimizar os impactos que o nosso consumo causa no meio ambiente. Mas você sabia que existe um jeito melhor ainda de ser mais sustentável? Ele se chama reutilizar. 


Dá para fazer isso tanto com o que você já tem em casa, como comprando livros, roupas e móveis de segunda mão. Brechós, sebos e lojas de móveis usados divulgam essa informação há décadas, mas com consumidores cada vez mais conscientes, esses produtos estão mais na moda do que nunca. As gerações Y e Z não parecem carregar os preconceitos de nossos pais e avós com esses itens. Pelo contrário, acham cool.


Se você ainda é resistente a comprar esse tipo de produto, a lista abaixo pode te ajudar.

 

Usados reduzem o impacto ambiental

Reaproveitar algo que já existe é melhor que reciclar porque não usa mais recursos do meio ambiente e ainda gera menos lixo. Com os efeitos das mudanças climáticas chegando cada vez mais perto de nós, mudar os nossos hábitos de consumo pensando nos impactos para o planeta é mais importante do que nunca.

 

Estilo vintage é tendência

Roupas, acessórios e móveis antigos ganharam até uma palavra em inglês para se referirem ao estilo: vintage. É tão tendência que existem até mesmo peças e objetos novos produzidos para parecerem antigos, os chamados retrô. Esses últimos, no entanto, podem até ser estilosos, mas não tem nada de sustentável.

 

Itens antigos não saem de moda

Ao contrário das novidades que surgem todos os dias — e logo serão substituídas por outras — os itens usados não saem de moda, justamente porque representam um período que já passou e é aí que mora o charme deles. Para quem não abre mão das novidades, a combinação entre o moderno e o antigo está em alta.

 

Consumo estimula a economia local

Brechós e sebos costumam ser tocados por pequenos comerciantes e comprar deles também é ajudar a movimentar a economia local. Esse tipo de consumo estimula esses comércios, ao mesmo tempo que desestimula o fast fashion e sinaliza para as grandes empresas que elas também precisam mudar.


*O Mundo Que Queremos

 

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