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    Grandes mudanças no tempo à vista

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    3 min de leitura

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    Quem mora no Sul do Brasil está querendo chuva de novo. O calor está intenso, o sol tem estado forte o dia todo e o ar ficou muito seco. Na sexta-feira, 22, pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia, o menor nível de umidade no ar foi de 22% em Marechal Cândido Rondon, no Paraná.

    Muita gente no Sudeste já quer uma trégua da chuva. O Rio De Janeiro quer sol. Paulistas já perguntam quando a chuva vai voltar.

    No Centro-Oeste, tem esquentado muito à tarde em Mato Grosso do Sul, no oeste e no sul de Mato Grosso e o ar ficou seco. A chuva parou. Mas ao mesmo tempo, as madrugadas ficaram frescas de um jeito que não costuma ocorrer em janeiro.

     

     

     

    As condições do tempo em todas estas regiões, e em muitas outras áreas da América do Sul, estão sendo determinadas por uma massa de ar seco associada com um grande e forte anticiclone. O centro deste sistema está sobre o norte da Argentina e seus domínios se estendem por quase toda a Argentina, o Uruguai, grande parte do Chile, da Bolívia, sobre o Paraguai e o Sul do Brasil.

    A diminuição da nebulosidade e da chuva que ocorreu nos últimos dias entre o sul de Mato Grosso e o interior de São Paulo está relacionada com atuação deste grande anticiclone. O ar seco e a falta de chuva no Sul, o calor à tarde e as baixas temperaturas à noite também são influência deste sistema.

    Um anticiclone causa um fluxo de ar cima para baixo que traz o ar seco dos níveis elevados da atmosfera para a superfície. A região que está sob a influência do anticiclone fica seca. A redução da umidade diminui naturalmente a quantidade de nuvens e a chance de chover.

     

     

    Entenda porque as noites com poucas nuvens são mais frescas.

     

    Já o ciclone força a concentração de umidade, que gera mais nuvens e aumenta as condições para chuva.

     

     

     

    No fim de semana, um grande ciclone extratropical avança da costa do Chile para a Argentina e empurra o anticiclone que está há dias no norte argentino. Este movimento vai mudar o tempo no Brasil na próxima semana. A meteorologista Josélia Pegorim explica como ocorre esta mudança.

    No vídeo, repare como as setinhas se movem da direita para a esquerda (anti-horário) sobre norte da Argentina. Aí está o anticiclone. Na costa do Chile, sobre o oceano Pacífico, a região do ciclone tem setinhas se movimentando da esquerda para a direita (sentido horário).

     

     

     

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