Riscos e benefícios da reposição de vitamina D

10/04/2017 às 17:24
por Redação

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Tire as suas principais dúvidas e saiba o que fazer

Já é comprovado o lado bom do sol na fixação da vitamina D, tão importante para o fortalecimento dos ossos e absorção de cálcio. Porém, sua incidência sobre a pele humana precisa acontecer do jeito certo, e principalmente na medida certa.


Existem diversas maneiras de repor a vitamina D e procurar um especialista é melhor maneira de saber se você está fazendo o mais adequado para sua saúde.


Tire aqui as suas principais dúvidas sobre a vitamina D:

 

O que é a vitamina D?

Apesar do nome, na verdade, a vitamina D é um hormônio, que ajuda na saúde dos ossos, sendo protetor, por exemplo, contra a osteoporose. Além disso, há estudos que mostram que bons níveis de vitamina D podem diminuir a incidência de alguns tumores, inclusive da pele, mas para isso a pessoa não pode tomar mais sol que o recomendado.

 

Quais são os riscos do excesso desse hormônio?

 

O excesso desse hormônio no organismo pode acarretar alguns efeitos colaterais, como insuficiência renal e cálculo renal, perda de apetite e irritabilidade.


Como saber se devo repor a vitamina D?

Para confirmar essa necessidade, o especialista deve solicitar um exame de dosagem dos níveis do hormônio. Ele também deve avaliar pessoas do grupo de risco, isto é, aqueles com descendência europeia, ou que ficam muito vermelhas quando expostas ao sol, assim como pacientes que já tiveram câncer de pele (que podem repor a vitamina D, por via oral).


Qual é a forma ideal de repor vitamina D: sol, vitamínicos ou alimentos?

O primeiro passo é se informar. A exposição ao sol por dez minutos, três dias por semana, é suficiente para manter os níveis de vitamina D adequados, por exemplo, para o cidadão paulistano. Deve-se também seguir sempre a orientação de um especialista, que poderá indicar vitamínicos, quando necessário.

Além do sol e de suplementos vitamínicos, é possível obter vitamina D por meio do consumo de alimentos com maiores níveis desta substância, como bacalhau, salmão, leite e gema de ovo. Porém, essa forma é a menos eficaz quando comparada às demais.

 

Dr. João Pedreira Duprat Neto - CRM 49571
Diretor do Departamento de Oncologia Cutânea
Especialista em Cancerologia Cirúrgica - RQE nº 42350

FONTE: A.C. Camargo

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