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Mudanças no tempo afetam áreas produtoras de café

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4 min de leitura

Foto: Istock

O mês de julho foi marcado por duas quedas significativas na temperatura no centro e sul do Brasil, o que acabou afetando as principais áreas produtoras, sobretudo de café Arábica entre o Paraná, Mogiana Paulista, sul de Minas e até mesmo alguns cafezais do Cerrado Mineiro como na região de Patrocínio, por exemplo.


Estas ondas de frio ocorreram praticamente no último decêndio do mês passado e Agosto ainda começou frio, porém já com baixo potencial de geadas. Foram duas massas de ar polar que avançaram de forma continental, portanto, com alto potencial para formação de geadas, com termômetros que chegaram a registrar valores negativos em muitos municípios, inclusive de São Paulo e Minas Gerais.

 

Além disso, na última onda de frio, a temperatura extremamente baixa, combinada com vento e baixa umidade relativa do ar, proporcionou condições para geada negra em alguns municípios do Paraná.

 

Depois de um início de ano com pouca chuva nas principais áreas de café, veio o frio e agora os produtores contabilizam os prejuízos em virtude das condições climáticas dos últimos meses e já se preocupam com as próximas safras, considerando também a bienalidade, já que essas condições podem refletir na qualidade das lavouras nos próximos meses.

 

A geada prejudica o desenvolvimento vegetativo das plantas ou até levam a morte em algumas lavouras que enfrentaram um frio mais intenso e mais duradouro.

 

Os efeitos da falta de chuva e das geadas são evidentes para a safra atual, mas a preocupação se estende também para as safras futuras, já que além de reduzir a produção da safra 2022/2023, quando os cafezais voltarem a produzir normalmente, pode haver um excesso de produção o que traria um aumento na oferta e redução nos preços.

 

 

Sobre a SATIS

 

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Com a Satis, o sucesso de sua lavoura está garantido, faça chuva ou faça sol.

 

 

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