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Médias climatológicas trazem reflexões sobre mudanças climáticas

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5 min de leitura

 

No dia 23 de março de 2022, o Instituto Nacional de Meteorologia(INMET) estabeleceu as novas referências de médias Climatológicas no Brasil. A partir de agora, as novas médias têm como referência o período entre 1991 e 2020.

 

O que isso significa e para que servem as médias climatológicas?

As normais climatológicas, ou médias climatológicas, são um conjunto de valores que representam a média para uma região em um período de 30 anos. Elas representam o clima de um determinado lugar. Para isso, são avaliadas variáveis como chuva, temperatura mínima, temperatura máxima, pressão atmosférica, dentre outras.

 

O período de referência precisa ser atualizado com o passar dos anos, pois neste período as regiões podem sofrer influência de diversos fenômenos atmosféricos e oceânicos de curto, médio e longo prazo.

 

Quais os impactos da novas médias climatológicas no setor?

A atualização das médias climatológicas trouxe reflexões para os setores de construção e mineração, já que as mudanças climáticas já causam impactos nas condições de tempo e clima do país, e estes setores, são extremamente sensíveis as condições meteorológicas. Os eventos extremos estão cada vez mais presentes, tanto em relação à seca, quanto ao tempo severo. Só neste ano de 2022, já foram veiculadas várias tragédias na mídia, principalmente devido ao grande volume de chuva e raios.

 

GettyImages

 

Apesar da nova média oficial ser a de 1991 a 2020, ainda é possível acessar as médias climatológicas mais antigas, no site do INMET, para fins de comparação.

 

Analisando isso, com a nova média climatológica, foi possível observar que, por exemplo, a cidade de São Paulo antes registrava uma média de 2 dias no ano com volumes de chuva acima de 80-100mm, agora tem média de 7 dias no ano. O volume é considerado excessivo e quando ocorre, provoca inúmeros transtornos significativos para a sociedade.

 

No vídeo abaixo, a head da vertical Climatempo Construção e Mineração, cita alguns pontos observados após a atualização da média. Ainda falando sobre a cidade de São Paulo, Camila Brasiliense destaca que na década de 60, por exemplo, não havia registro de chuva acumulada acima de 50mm em um dia na cidade. Essa situação, atualmente, já é comum de acontecer. Isso prova o aumento significativo das tempestades em muitas regiões do Brasil.

 

 

Os impactos são evidentes para os setores que operam a céu aberto e dependem das condições de tempo. Além dos atrasos nas obras e nas operações minerais, há uma grande preocupação com a vida dos funcionários e com os ativos da empresa.

 

Por isso, cada vez mais, é essencial o uso de plataformas de monitoramento e previsão do tempo para minimizar os impactos que as tempestades podem causar.

 

SMAC

A Climatempo possui uma plataforma de monitoramento e alertas de tempestades que tem se mostrado fundamental no cotidiano das operações, tendo em vista as mudanças que vêm acontecendo no país. A ferramenta permite acompanhar o deslocamento da chuva na região de interesse, além dos raios e ventos que podem impactar a operação. O sistema envia alertas georreferenciados através de vários tipos de notificações e auxilia na prevenção de acidentes e perdas.

 

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